Relatório do Tribunal de Contas Sobre o Custo Médio por Aluno

Retomo artigo feito aqui no blogue em 26 de Outubro de 2012, com o relatório elaborado pelo Tribunal de Contas sobre o custo médio por aluno.

Já nessa altura o Tribunal de Contas considerava que ficava mais barato ao estado uma turma com contrato de associação, mas ainda assim este relatório serviu como ponto de partida para a redução do financiamento por turma às escolas com contrato de associação dos 85.000€ para os 80.500€.

 

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4 comentários

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    • Areia prós Olhos on 12 de Maio de 2016 at 22:56
    • Responder

    Uma afirmação não verdadeira: “Já nessa altura o Tribunal de Contas considerava que ficava mais barato ao estado uma turma com contrato de associação”!
    Parece que o Arlindo não gosta de referir que até o próprio TC indicou que os dados usados estavam desatualizados e não deveriam ser tomados em conta para cálculos futuros (que é exatamente isso que o Arlindo está a fazer).

    • Areia prós Olhos on 12 de Maio de 2016 at 23:04
    • Responder

    E falar também sobre a tipologia das escolas e os seus custos? Já que é apenas para comparar o comparável, não me parece correto fazer os cálculos usando escolas especializadas (que é algo feito neste relatório). Que saiba, al como 1º ciclo, o Estado não tem Contratos de Associação para, por exemplo, conservatórios de Música, mas este é contabilizado neste relatório para o cálculo do custo médio de aluno por turma na escola pública.
    Basta retirar essas escolas, (comparando assim o comparável, tal como quer), que o valor diminui bastante. Basta ver a tipologia das escolas “mais caras” indicadas no relatório, e comparar com as “mais baratas” (algumas agrupamentos de escolas com secundário):

    • ducaraces on 12 de Maio de 2016 at 23:17
    • Responder

    A média é uma complicação da moda que não tem recurso a regressões múltiplas.
    .
    Ou seja, o tribunal de contas, que nunca tem contado para a equação, vem agora de BM’s em punho?

    • Enfim... on 13 de Maio de 2016 at 9:50
    • Responder

    É inacreditável como se tentam arranjar provas irreais para justificar o que não tem explicação. É triste!!!!

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