O SPZC elaborou dois documentos bastante completos. A Declaração Médica a preencher pelo médico de família ou outro e o oficio ao Diretor do Agrupamento de Escolas.
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Declaração Médica
Oficio ao Diretor
Set 20 2020
O SPZC elaborou dois documentos bastante completos. A Declaração Médica a preencher pelo médico de família ou outro e o oficio ao Diretor do Agrupamento de Escolas.
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Set 19 2020
À minha frente um aglomerado de olhos pestanejando, entre o entusiasmado e o ansioso.
Vou gritando cada nome, porque a minha própria voz se torna impercetível no tecido.
Os óculos embaciam-se na chamada, mas tento não perder de vista as setas no chão.
A meteorologia no exterior não facilita, mas é melhor do que a da sala de aula. O ar pesa com 28 bocas a soprar abafadas, os procedimentos rigorosos, o cheiro a álcool e desinfetante nas mesas, as janelas semi cerradas para não deixar entrar a chuva, a porta escancarada para a corrente de ar assegurar a circulação livre de partículas aéreas que os corpos não permitem, a distribuição de cartões, códigos, mais máscaras.
Há uma irrefutável sensação de medo e tristeza, não nego.
A escola continua igual, mas todos nós mudámos e, por isso, isto já não é uma escola. Isto é um armazém de pessoas. O sorriso não se propaga abafado pelas máscaras, o vírus inibe o toque.
Sei que a fisionomia despersonalizada vai impor um custo a todos nós.
Não é apenas a doença a rondar, não é somente o medo, é a desproporção de todas estas coisas que se agigantam dentro de cada um: a falta de tempo para preparar o regresso porque urge impor uma normalidade impossível, a falta de recursos tecnológicos para criar oportunidades iguais para os que são diferentes, os minutos precisos que são 5 para respirar entre o agrilhoar do assento e da teoria, a limpeza rigorosa impossível porque faltam mãos, o incomportável peso do horário irrespirável, o inconcebível número de alunos e tamanho das turmas, a descrença, o cansaço de todo este sistema cada vez mais pesado para nós, professores.
Não, não vai ficar tudo bem. Sejamos realistas, a verdade é esta. Não vai ficar tudo bem. Vamos ter despedidas, sofrimento, luto. Vamos sofrer o inferno na terra até descobrirmos a ínfima luz ao fundo do túnel.
Contudo, somos nós que estamos na linha da frente, assegurando que o mundo prossegue para as nossas crianças e jovens. E é deles a infância e adolescência truncadas nos seus direitos tik tok.
Cabe-nos a nós erguer a candeia aos seus olhos, mostrar que existe um caminho. Assegurar a nossa própria resiliência, a nossa capacidade de encontrar respostas, a nossa criatividade profissional. Questionar e ensinar a questionar. Semear a esperança.
A esperança.
Saibamos nós, professores, gentilmente presenteados com máscaras de nível 3, também aprender a morrer de pé.
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Set 19 2020
Representante dos diretores diz que ajuntamentos que se têm visto perto das escolas são promovidos pelos pais. Pelo contrário, alunos tiveram um comportamento excelente.
Em jeito de balanço, o arranque do ano letivo 2020/2021 correu bem, na opinião de pais e diretores de escola, e os próximos dias servirão para fazer os ajustamentos necessários. Sobretudo para evitar as aglomerações à entrada e saída dos estabelecimentos de ensino.
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Set 19 2020
No dia de ontem os docentes com pedido de reapreciação da Mobilidade Por Doença para 2020/2021 terão recebi resposta ao seu pedido.
Notificação sobre o pedido de reapreciação de mobilidade por doença, ano letivo 2020/2021
Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,
Informa-se V. Ex.ª que no âmbito da Mobilidade por Doença, se encontra disponível a decisão referente aos pedidos de reapreciação de mobilidade por doença, ano letivo 2020/2021, nos termos do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho, na aplicação SIGRHE, em Situação Profissional > Movimentação de docentes. Mais se informa que, na sequência da respetiva notificação, devem os docentes, aguardar pela sua substituição tendo em vista evitar constrangimentos no processo ensino aprendizagem e contribuir para um ambiente educativo estável e de qualidade.
Com os melhores cumprimentos,
Susana Castanheira Lopes
Diretora-Geral da Administração Escolar
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Set 19 2020
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Set 19 2020
Quem os fará? Os AO ou os Professores?
Semelhante a um teste de gravidez, acaba de chegar ao mercado uma análise capaz de diagnosticar a infeção pelo coronavírus pandémico em apenas 15 minutos e quase sem erro: a sensibilidade é de 93% e a especificidade de 99%. A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) recebeu financiamento internacional para comprar até meio milhão de análises e propõe disponibilizar a custo zero toda a remessa para utilização nas escolas e lares. O Governo ainda não disse se aceita, mas os especialistas são taxativos: até surgir uma vacina, esta é a melhor estratégia possível desde o início da pandemia, e não há tempo a perder.
“Através de um protocolo para articulação com as autoridades de saúde, seria possível iniciar os diagnósticos ainda em setembro. Esta é a solução para cortar as cadeias de transmissão e mudar o paradigma da intervenção em saúde pública”, garante o presidente da CVP, Francisco George. O ex-diretor-geral da Saúde fez uma primeira proposta informal, por mensagem de telemóvel, à ministra da Saúde no passado sábado, mas não teve resposta. Perante o silêncio, voltou a insistir esta semana, agora na presença de Marta Temido e do primeiro-ministro, durante uma reunião no Infarmed. António Costa reconheceu que seria “uma oportunidade para as escolas”.
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Set 19 2020
Foi avaliado o risco de outros dois alunos, que estiveram em contacto mais próximo com o infectado, mas a autoridade de saúde determinou que não havia necessidade de ficarem em isolamento. Tendo em conta o risco reduzido de contágio na escola, não houve mais estudantes mandados para casa.
Ao que apurámos, a autoridade de saúde local informou que os contactos classificados como “de baixo risco deverão manter as suas actividades lectivas ou laborais normais, realizando a auto-monitorização dos estados de saúde para sintomas de Covid-19”.
Também em Torre de Moncorvo, um aluno da Escola Secundária está infectado com o novo coronavírus. O caso foi confirmado antes de as aulas terem começado e o estudante já não foi à escola, mas como tinha estado em contacto com outros colegas, nomeadamente numa festa de aniversário, há cerca de 30 alunos e professores do agrupamento em isolamento, como medida de precaução, segundo avançou o director do agrupamento. Alguns destes contactos já foram testados e para já não surgiu mais nenhum caso positivo na comunidade escolar.
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Set 19 2020
Vinte e um estudantes e dois adultos que trabalham na escolas da Lixa, em Felgueiras, no Porto, estão a cumprir quarentena, depois de terem estado em contacto com uma pessoa que testou positivo à covid-19.
De acordo com declarações da vereadora na Câmara de Felgueiras, Rosa Pinto, uma funcionária de um centro de estudos que esteve em contacto com os estudantes e com os funcionários da instituição na segunda e na terça-feira testou positivo à covid-19.
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Set 19 2020
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Set 18 2020
… depois de mais de 6 meses em casa.
No primeiro dia de “escola a sério”, na Cego do Maio, pais e alunos encontravam-se num misto de alegria pelo regresso e de ansiedade provocada por mais um ano letivo atípico, com muitas regras a seguir neste “novo normal”.

Notícia completa aqui.
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Set 18 2020
“Este ano temos mais três mil professores, mais 900 técnicos especializados e vamos imediatamente contratar mais 1500 assistentes operacionais”, anunciou o primeiro-ministro.
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Set 18 2020
“O Ministério da Educação, em parceria com a RTP, vai relançar durante o mês de outubro o
#EstudoEmCasa 2020/2021, após o reconhecimento por toda a comunidade educativa da mais-valia
e do impacto deste recurso educativo. Esta ferramenta educativa demonstrou ser fundamental no
último trimestre letivo no acompanhamento das atividades dos alunos, na altura em situação de
confinamento, tendo mesmo colhido a atenção da comunidade lusófona para além-fronteiras. A
universalidade do acesso ao #EstudoEmCasa permitiu que, mesmo os alunos mais isolados pudessem
aceder a conteúdos educativos relevantes no desenvolvimento das suas aprendizagens em qualquer
parte do território nacional, o que veio a ser complementado pela RTP Play e pelo site da
https://estudoemcasa.dge.mec.pt/.”

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Set 18 2020
Nota sobre as declarações abaixo inscritas: O ministro não sabe em que dia vai sair a reserva de Recrutamento N.º 3, que será no dia 23, segundo a Nota Informativa da DGAE.
A Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) revelou esta sexta-feira (dia em que foi publicada a terceira reserva de recrutamento de professores) que “desde o início do mês, deram entrada 250 pedidos de substituição com declaração médica recorrendo ao regime excecional de proteção”.
Até à segunda reserva, publicada há uma semana, “cerca de cinco dezenas” de professores tinham entregue a declaração e sido substituídos nas escolas, revelou ao JN o ministro da Educação, em entrevista no início desta semana.
Em regime de aulas presencial, os professores abrangidos em grupos de risco (por exemplo, doentes oncológicos ou cardiovasculares) não podem aceder ao teletrabalho. À semelhança dos restantes funcionários têm 30 faltas justificadas sem penalização no salário e a partir desse limite ou põem baixa médica ou continuarão com as faltas justificadas mas sem salário.
Na entrevista que será publicada na revista Notícias Magazine, este domingo, Tiago Brandão Rodrigues insistiu que os docentes têm acesso ao mesmo enquadramento legal que os restantes trabalhadores. E que os médicos têm “livre arbítrio e independência técnica e científica” para decidirem quais os que terão direito a baixa ou a declaração.
“Mais importante em toda esta questão não é se os professores podem ter este regime [teletrabalho] – o regime de proteção está feito e eles podem utilizá-lo – é a capacidade que o ministério criou em se fazer a substituição rápida através das reservas de recrutamento”, sublinhou Tiago Brandão Rodrigues ao JN.
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Set 18 2020

O primeiro-ministro, António Costa (C), felicita os novos secretários de Estado do XXII Governo Constitucional após a sua tomada de posse no Palácio de Belém, em Lisboa, 17 de setembro de 2020. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/POOL/LUSA
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Set 18 2020
A Escola Secundária Professor José Augusto Lucas, em Linda-Velha, no concelho de Oeiras está hoje fechada devido ao protesto dos docentes, convocado pelo Sindicato de Todos os Professores (STOP).
Perto das 8h00, formava-se uma longa fila de alunos à porta da escola, que aguardavam a abertura de portas. Sem a obrigatória distância de segurança, nem o cumprimento das restrições sobre o limite de ajuntamento até quatro pessoas, só às 8h15, hora a que deveriam ter início as aulas, os alunos foram informados de que a escola não iria abrir portas.
Na Escola Secundária de Linda-a-Velha o ano letivo teve ontem início, com uma breve apresentação aos alunos. Hoje deveria ter sido já um dia de escola normal, após seis meses sem aulas presenciais.
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Set 18 2020
O distanciamento social cumprido e consciente de que a proteção começa pelo exemplo dos encarregados de educação.
Uma escola que se organizou com horários diferenciados o que minimiza os aglomerados na hora de entrada e saída dos alunos.

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Set 18 2020
Este caso não apareceu na comunicação social.
Fomos informados que uma docente da Escola de CUBA testou positivo ao COVID19, A escola não iniciou as atividades letivas no dia 17 para a EPE e 1 Ciclo. Foi decidido vai testar cerca de 30 docentes e funcionários para que o ano letivo se inicie outro dia…
O (des)engraçado é que nesta escola os docentes tenham reunido presencialmente…
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Set 18 2020
Não venham, depois, dizer que foi na escola que o contágio se deu…
Cumpram a legislação em vigor e protejam os vossos filhos. Isto não é um ajuntamento de 10 pessoas.

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Set 18 2020
As turmas mistas a dar protesto.
Pais e encarregados de educação do Jardim-de-Infância e Primeiro Ciclo do Bárrio, em Roriz, Barcelos, estão a boicotar as aulas esta manhã, início do ano escolar. Com tarjas colocadas no gradeamento da escola e troncos de árvores nas entradas do edifício, os pais não deixaram os filhos entrar na escola. Querem ser ouvidos pelas autoridades competentes.
“Temos quatro salas para o primeiro ciclo e este ano, pela primeira vez, decidiram fazer turmas mistas. Temos os meninos do primeiro e do segundo anos juntos, num total de 22 crianças. Como se explica que isto aconteça em ano de covid-19 e quando o ano passado os meninos tiveram muito menos aulas e precisam agora de mais acompanhamento? Além disto, os alunos, porque são muitos, dividem a carteira, que tem uma fita vermelha no meio, como se os miúdos fossem cumprir e não passar para o lado do colega”, descrevem alguns pais.
“Queremos apenas ser ouvidos. Temos o mesmo número de alunos do ano passado e pela primeira vez fazem isto nesta escola”, acrescentam outros encarregados de educação.
Com as portas fechadas e troncos à entrada, a GNR foi alertada pelo agrupamento de escolas e a Câmara de Barcelos retirou os troncos, já depois das 11 horas.
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Set 17 2020
A falta de consciência de alguns membros revela a falta de respeito que têm pela comunidade educativa.
Felizmente para muitos vivemos num país em que a CPCJ não tem recursos humanos suficientes para dar a resposta adequada e o acompanhamento necessário a todos os casos que por aí vegetam.
Neste caso em concreto uma visita da CPCJ a casa desta família, talvez viesse a revelar mais do que se esperaria…
Um aluno da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira (ESALV), de Leiria, testou, esta quarta-feira, dia 16, positivo à covid-19. O pai do jovem está infetado e a mãe em isolamento. O aluno aguardava o resultado da análise, mas não cumpriu a quarentena recomendada pelas autoridades de saúde. A escola denunciou a situação à PSP.
Esta quarta-feira, o aluno foi à apresentação da turma, tendo estado numa sala com 17 alunos, mais o diretor de turma. A diretora da escola e outros elementos do staff estiveram também na sala, onde alertaram precisamente para os cuidados e a responsabilidade que todos devem ter no contexto da pandemia.
Celeste Frazão, directora da ESALV, revela que, ao final do dia, levou com um “balde de água fria” quando recebeu um telefonema da autoridade de saúde de Leiria a informar que um aluno tinha testado positivo.
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Set 17 2020
As escolas, somo alguém disse, não transmitem o vírus, mas à porta da escola anda à solta desenfreado.
As escolas estão todas em funcionamento, hoje foi o último dia estabelecido pelo governo para que tal acontecesse. Dentro das escolas aplicam-se regras de distanciamento, de uso de máscara, deslocamento por percursos pré-estabelecidos, a tal bolha de que tanto se fala.
Mas à porta das escolas a bolha rebenta. À entrada das escolas os encarregados de educação amontoam-se ao “largar” os filhos e ficam por ali à conversa uns com os outros. Os alunos juntam-se da parte de fora dos portões, acabados de sair dos autocarros e abraçam-se, dão as mãos, cumprimentam-se… À saída a mesma coisa. Os pais aglomeram-se à conversa enquanto esperam os filhos e os alunos, mal saem dos portões da escola organizam-se em grupos em que a proximidade é a palavra de ordem. O uso de máscara é rapidamente esquecido e despedem com apertos de mão, palmadas nas costas, união de punhos e até com dois beijos na face.
Isto de manter o distanciamento social e proteger a si e ao outro é coisa difícil de “fazer”…
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Set 17 2020
Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas proceder à submissão de contratos e aditamentos.
Consulte a nota informativa.
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Set 17 2020
Lisboa, 17 de setembro de 2020 – Em período de rentrée (regresso ao trabalho/ ensino), apenas 4,9% dos portugueses considera que o distanciamento será cumprido nas escolas. 34,5% gostaria que o teletrabalho passasse parcialmente a fazer parte da sua atividade profissional. A maioria dos portugueses afirma ter mudado as suas férias devido à pandemia da Covid-19. Estas são conclusões de um novo estudo conjunto da multidados.com – the research agency e Guess What.
De acordo com as conclusões do estudo, 22,0% dos portugueses não concordam com o regresso presencial dos alunos às aulas e são apenas 3,9% os que indicam que não vão enviar os seus filhos para a escola durante o mês de setembro.
Quando questionados sobre a probabilidade de as aulas serem lecionadas presencialmente e sem interrupções até ao final do ano escolar, verifica-se um otimismo significativo dos portugueses, dado o valor médio 6,8 (numa escala de 0 a 10). No entanto, caso as aulas sejam interrompidas, 42,8% dos portugueses assumem que se sentem pouco preparados para voltar a ter os seus filhos em casa. Apenas 4,9% acredita que o distanciamento recomendado de 1,5/2 metros será cumprido nas escolas, uma medida com a qual 20,7% concorda. Sendo ainda menos (12,9%) aqueles que apoiam o facto de cada grupo dever estar restrito a uma zona da escola.
TRABALHO
Os resultados divergem quanto à situação profissional dos inquiridos. 20,9% dos portugueses afirmam que mantiveram as mesmas condições que tinham antes da pandemia, enquanto 20,0% afirma que esteve em teletrabalho, mas já voltou ao escritório. 2,6% dos inquiridos revelam também que a sua empresa fechou durante o período da pandemia.
34,5% dos inquiridos revelam que gostariam que o teletrabalho passasse a fazer parte da sua atividade profissional de forma parcial e desde que acordado com a organização. 9,7% revela preferência pelo cumprimento da atividade profissional, na totalidade, em teletrabalho. Em média, e numa escala de 0 (nada produtivo) a 10 (completamente produtivo), os portugueses classificam o seu desempenho em teletrabalho como produtivo (7,69), bem como a produtividade da organização neste formato (6,38).
FÉRIAS
63,9% dos portugueses afirmam ter passado as suas férias em território nacional, enquanto 4,4% dos inquiridos gozaram do seu período de descanso no estrangeiro. Já 16,4% permaneceu na sua residência habitual. Dos portugueses que passaram as férias em Portugal, a região do Algarve foi a preferida (28,0%), seguindo-se os distritos de Lisboa (7,4%) e Aveiro (6,7%). 27,1% dos inquiridos passaram as suas férias em casa de férias própria ou de familiares, enquanto 23,6% optou por casa de férias alugada e 17,4% por hotel.
79,7% dos portugueses experimentaram uma estadia diferente do habitual, uma decisão que grande parte (46,7%) revela dever-se à pandemia. 54,5% dos inquiridos que optaram por uma autocaravana fizeram-no por ser uma solução mais barata para combater a redução de rendimentos provocada pela Covid-19. A autocaravana é, em média, também a que reúne o nível mais elevado de segurança (9,25), seguindo-se casa de férias própria ou de familiares (8,97) e aldeamento (8,9) – considerando uma escala onde 0 é muito inseguro e 10 é muito seguro.
O estudo foi realizado por via dos métodos CATI (Telefónico) E CAWI (online) a uma base de dados de utilizadores registados na plataforma da multidados.com. Foram recolhidas e validadas 1.000 respostas entre os dias 1 e 15 de setembro de 2020.
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Set 17 2020
Divulgamos requerimento que deverá acompanhar a declaração médica, para que sejam justificadas, por lei, as faltas dadas ao serviço.
A declaração médica deve mencionar que o professor pertence a um grupo de risco. Mais deve mencionar o artigo 25º-A da Lei nº 31/2020.
Com os melhores cumprimentos,
A Direção Nacional
SPNL
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Set 17 2020
1. Sabemos mais hoje do que em março. Quando as escolas fecharam em março e mesmo quando reabriram parcialmente em maio e junho, não sabíamos tudo o que sabemos hoje. Quanto tempo teríamos de conviver com o vírus, se conseguíamos todos ter acesso fácil ao equipamento de proteção individual, o grau de desigualdade que o ensino a distância geraria. Abrimos o ano letivo com mais dados sobre formas de contaminação, com mais comportamentos de higiene, proteção e distanciamento rotinados, com as escolas preparadas para a transição de regimes sempre que necessário, com orientações sobre recuperação de aprendizagens e alinhamento com a avaliação, com todos os recursos educativos produzidos e disponibilizados no site “Apoio às Escolas” durante o terceiro período. Os professores beneficiaram de formação que continuará este ano sobre ensino a distância. O currículo fica centrado nas Aprendizagens Essenciais, para uma melhor gestão.
2. As escolas estão preparadas e têm mais recursos. As escolas têm hoje planos de contingência, formas de organização previstas para outros regimes de ensino, mais cerca de 3300 professores para o apoio aos alunos que mais ficaram para trás, mais 900 técnicos para apoio ao desenvolvimento pessoal, social e comunitário, os espaços estão organizados, os percursos marcados, os procedimentos para atuar em caso de suspeita ou contágio. Dispõem ainda de uma bolsa de recrutamento para agilizar a substituição de assistentes operacionais.
3. As escolas não estão sozinhas. O trabalho de preparação das escolas tem sido acompanhado por orientações emanadas desde o final do ano letivo, disponibilizadas a 3 de julho e durante o mês de agosto. Como é hábito desta equipa ministerial, o contacto com os diretores é direto e frequente, para ajudar a resolver problemas com a agilidade necessária e possível. As autoridades de saúde, as equipas locais de saúde, acompanham as escolas na tomada de decisão. Todo o dispositivo de apoio às escolas desenvolvido no terceiro período continua e reforçar-se-á.
4. O risco existe. Não vale a pena ter ilusões. A abertura das escolas coloca mais pessoas na rua e existe mais risco de contágio. Estar preparado não significa que o risco desaparece, significa saber atuar perante o que pode acontecer.
5. Gerir o risco é gerir equilíbrios. Percebemos nos últimos meses o que era óbvio. Escolas fechadas prejudica uma geração que fica com aprendizagens por fazer. Significa também o enorme aumento de desigualdades. Estamos a viver com uma pandemia. “Viver com” significa construir os equilíbrios possíveis entre a mitigação do contágio, a garantia de que as crianças e os jovens não têm o seu desenvolvimento pessoal e académico seriamente comprometido, a manutenção de uma economia que, mantendo tudo parado, se afunda gerando ainda mais desigualdades, com tudo o que isso acarreta – mais pobreza, menos saúde, menos rendimentos, mais injustiça. Não há, pois, soluções boas. Há um equilíbrio constante, com as palavras de ordem: antecipar, monitorizar, rever, agir. Um recuo numa decisão não é derrota para ninguém. É a ação necessária em função do conhecimento que temos.
6. A confiança é um elemento fundamental. O Serviço Nacional de Saúde funcionou. Os profissionais de saúde sabem o que estão a fazer. As decisões e orientações para as escolas são todas produzidas pela saúde. Eu sou linguista, outros terão outras profissões. A minha opinião sobre a pandemia vale zero. Sei que o conhecimento sobre a pandemia evolui muito rapidamente. Confio nos médicos e nos investigadores e respeito as suas orientações. Se cada cidadão se tornar epidemiologista de café, todos contribuímos para o caos.
7. A abertura das escolas é um compromisso partilhado. Para que o risco seja mitigado, precisamos de todos. Do Governo que decide, apoia e providencia. Das famílias, que devem confiar que o risco na escola não é superior ao de outros espaços que os filhos frequentaram durante o verão. De todos os profissionais da educação e da comunidade envolvente, inexcedíveis desde o primeiro momento. Se cada um fizer a sua parte, no respeito por regras e pelos outros, o risco não desaparece, mas diminui. O maior risco não está nas escolas. Está nos espaços envolventes, nos comportamentos fora da escola. Aqui as famílias são agentes críticos de saúde pública. Não podem relaxar.
8. O medo e a razão não andam de mãos dadas. É normal que tenhamos receios. Não é normal que o receio tolde o discernimento. Há procedimentos instituídos. Uma suspeita ou um contágio são geridos localmente, não significam que a escola tenha de fechar ou que as soluções sejam iguais para todas as turmas. O medo gera incerteza e incapacidade de agir. Por isso, há protocolos e procedimentos a seguir.
9. As crianças precisam da escola como espaço de alegria. Nós, adultos, somos os responsáveis por manter a serenidade dos alunos. Torná-los conscientes de regras, mas recordar-nos que eles precisam de uma escola que seja promotora de alegria e bem-estar. Estiveram já demasiado tempo fechados.
Hoje, atingimos um consenso em torno da necessidade de retomar a atividade presencial. A capacidade física das escolas não aumentou durante o verão, os recursos aumentaram, mas são finitos. As medidas de proteção são cumulativas: máscara, higiene das mãos, distanciamento, etiqueta respiratória, organização em bolhas. Retomamos com responsabilidade, mas conscientes de que, quanto mais tranquilos estivermos, mais longe chegaremos. Estar tranquilo não é esperar passivamente que tudo corra bem. Ser responsável não é viver em alarmismo. Daí precisarmos de partilhar desta tranquilidade serena que se impõe.
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Set 17 2020
Ao longo desta semana, alguns estabelecimentos de ensino foram reabrindo, sendo hoje o último dia estabelecido pelo Ministério da Educação (ME) para reiniciar as atividades letivas presenciais.
No total, são mais de 5.300 escolas públicas e cerca de mil privadas que neste novo ano seguem um conjunto de regras definidas pelo ME e pela Direção-Geral da Saúde devido à pandemia de covid-19.
O uso de máscaras é agora obrigatório para todos os funcionários assim como alunos a partir do 2.º ciclo, o distanciamento físico será, sempre que possível, de pelo menos um metro e as escolas têm circuitos de circulação.
Outra das recomendações é a higienização frequente dos espaços, mas para isso, alertam diretores e sindicatos, faltam funcionários.
Do lado do governo, o ministro da Educação voltou a assegurar esta semana que o sistema está preparado para responder aos problemas, nomeadamente a falta de funcionários e docentes.
Tiago Brandão Rodrigues lembrou que há este ano mais 3.300 professores nas escolas, assim como mais 900 técnicos, desde psicólogos a terapeutas da fala.
No entanto, o novo ano letivo é encarado com preocupação pelos docentes com o Sindicato de Todos os Professores (STOP) a convocar uma greve que termina hoje para que os funcionários possam não ir trabalhar caso considerem que não estão garantidas as condições de segurança.
Outro dos problemas prende-se com os trabalhadores que pertencem a grupos de risco, nomeadamente no caso dos professores que criticam não poder recorrer ao teletrabalho, sobrando-lhes apenas a baixa médica.
Tal como os restantes funcionários públicos, tem de meter baixa, recebendo o salário apenas durante os primeiros 30 dias. Depois, as faltas continuam a ser justificadas, mas deixam de receber.
O novo ano letivo é também marcado pelo regresso à RTP Memória das aulas do #EstudoEmCasa, que começa com “revisões” da matéria do ano passado.
À semelhança do que vai acontecer na maioria das salas de aula do país, nas primeiras semanas o canal vai passar apenas conteúdos transmitidos no 3.º período do ano passado, para consolidação das aprendizagens.
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Set 17 2020
Clique “código QR” para preenchimento deste inquérito que dará uma “foto” da realidade.

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Set 16 2020
A ex-presidente da Câmara de Odivelas e deputada do PS Susana Amador deixa as funções de secretária de Estado da Educação, sendo substituída pela jurista Inês Ramires.
Nome: Inês Pacheco Ramires Ferreira
Formação académica:
Mestrado em Direito Público pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, em 2012.
Frequência do Curso de Pós-Graduação em Contencioso Administrativo na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, 2012/2013.
Frequência da Academy of International Trade Law, Universidade de Macau, em 2007. Frequência do Curso de Pós-Graduação em Legística e Ciência da Legislação na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 2007.
Licenciatura de Direito na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, em 2005.
Experiência profissional:
Chefe do meu gabinete a mestre Inês Pacheco Ramires Ferreira, do Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, 2015
Consultora da Sociedade de Advogados BAS, nas áreas de Direito da Função Pública, Direito do Trabalho e Direito Administrativo, entre 2011 e 2015.
Colaboração, através de assessoria técnica, com o Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública, designadamente no âmbito do Plano de Redução e Melhoria da Administração Central (PREMAC), em 2011.
Assessora do Secretário de Estado da Administração Pública, tendo realizado trabalhos de consultadoria e assessoria jurídicas, designadamente em matéria de contratação coletiva na Administração Pública e acompanhamento das negociações sindicais, entre 2009 e 2011.
Adjunta do Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública, entre 2008 e 2009. Adjunta do Gabinete do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, entre 2007 e 2008.
Consultora do Centro Jurídico da Presidência do Conselho de Ministros, destacada para a área de processo legislativo no Gabinete do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, entre 2006 e 2007.
Advogada Estagiária na Sociedade João Pedroso e Associados, entre 2005 e 2006.
Investigadora Júnior no projeto «Observatório legislativo» do Centro de Investigação e Desenvolvimento sobre Direito e Sociedade da FDUNL, entre 2005 e 2006.
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Set 16 2020
Com esse objetivo, a partir de setembro o SPZC criou uma APP para dispositivos móveis como smartphones (requer o Android 5.0 e superior) ou Iphone. Dessa forma poderá aceder a informação atualizada sobre Educação, Formação, Assuntos Profissionais dos Docentes e às muitas vantagens dos Associados.
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