13 de Setembro de 2020 archive

1, 2, 3 era uma vez… regressou – Estação da Letras

Ao fim de semana vamos ter novas Histórias para os mais pequenos e para os mais velhos também…

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Cinema Sem Conflitos: “Ficasc – Festival Internacional de Cinema Ambiental” pela 1ª vez nos Açores”

Em 2020 o FICASC, além de romper  fronteiras terrestres, também atravessou um oceano.
De 16 a 19 de Setembro,  a Ilha de São Miguel, no arquipélago dos Açores, em Portugal, terá programação de cinema com a temática ambiental. Por meio  de uma parceria inédita entre o Festival Internacional de Cinema Ambiental, Rede Primeiro Plano e o Projeto Cinema Sem Conflitos, serão exibidos em torno de 7 títulos, em 4 locais diferentes da cidade. As exibições serão presenciais* e gratuitas.

Consulte onde levantar os Bilhetes em https://www.ficasc.com.br/ficasc-acores

* Nos Açores, atualmente, o protocolo de prevenção a COVID-19 possibilita que essa atividade seja presencial, desde que respeitadas as orientações locais.

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O Paulo Guinote clarifica para Que Fique Claro…

 

Que Fique Claro…

… que estou consciente de que há imensa gente a dar o seu melhor na preparação das escolas para o regresso na próxima semana. Tant@s colegas que merecem todos os elogios pela dedicação, preocupação e trabalho inestimável.

Mas há dois reparos que gostaria de fazer, um no cravo, outro na ferradura.

  • Em alguns casos, as condições e circunstâncias impedem que o melhor seja suficiente para ultrapassar os problemas como eu, como professor, já experimentei na pele, O meu melhor não chegou. E segui em frente, porque a vida profissional é mesmo assim. Nem sempre conseguimos. E há que lidar com isso e aprender. Esta situação de pandemia é um desafio inédito e há que ter essa consciência e a humildade de perceber que nem sempre se acerta, por muito que se queira.
  • Em outros casos, espero que em menor quantidade pelo país, o melhor não chega porque, infelizmente, nem em situações normais daria, por falta de consciência das próprias limitações. Este é o tipo de situação que sempre procurei evitar, não me metendo em algo para que não tivesse a necessária capacidade. Só que nem toda a gente pensa assim e não raro há quem se sinta a salvação única personificada. E seja incapaz de admitir o erro por manifesta falta de humildade.

 

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A escola não faz milagres

 

A escola não faz milagres

1. No título que encima este texto podíamos trocar escola por fábrica, escritório, supermercado ou por outro lugar do nosso quotidiano. As escolas operam milagres na formação dos indivíduos, mas não esperemos que se transformem em territórios imunes à pandemia por obra e graça divina. Porque isso não existe. E talvez esse seja o maior equívoco do debate público dos últimos dias. O de pensarmos que, por não haver garantias de que tudo vai correr bem no regresso às aulas, o mais provável é que tudo corra mal. Ora, a realidade tem demonstrado com apreciável clareza que a gestão do risco não se coaduna com maniqueísmos. Mário Nogueira tem sido um dos principais instigadores do medo. Mais parece que, para o líder da Fenprof, o retomar da atividade letiva é um filme de terror onde só coabitam, nas mesmas salas contaminadas, professores de risco que não podem dar aulas e o malfadado vírus. A verdade é que as crianças querem regressar, os pais concordam, as escolas prepararam-se da melhor maneira possível, tal como a esmagadora maioria dos professores, e isso é que devemos ressalvar. Não se espere que a comunidade educativa faça milagres se depois o resto do país não cumprir a sua parte. O esforço nunca deixou de ser coletivo. Nas escolas, nas fábricas, nos supermercados. Em casa. Continuamos todos a aprender.

2. Quem parece não ter aprendido nada é o primeiro-ministro. O António Costa do “à política o que é da política, à justiça o que é da justiça”, é o mesmo António Costa que decide agora apoiar um candidato à presidência de um clube de futebol envolvido em vários processos judiciais. O António Costa que deu um puxão de orelhas aos seus ministros, lembrando-lhes que nem à mesa do café devem esquecer-se dessa condição pública e política, é o mesmo que é capaz de esquecer-se de que não é por ser sócio e adepto do Benfica que deixa de ser primeiro-ministro. Negligenciando, por acréscimo, que o apoio a Luís Filipe Vieira atenta, desde logo, contra o código de conduta criado pelo seu Governo. Mas, enfim, à lógica o que é da lógica, à impunidade o que é da impunidade. Seja o emblema vermelho, azul ou verde, todos sabemos como terminam estas histórias: promiscuidade a mais, probidade a menos. Nisto, Rui Rio pode estar orgulhoso da sua longa solidão.

 

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Está proibido o Covid nas Escolas Por Carlos Alberto Correia Barreiro

 

Está proibido o Covid nas Escolas
Por Carlos Alberto Correia
Barreiro

Estou tranquilo. O Ministério da Educação deve ter feito sair um Decreto que proíbe, definitivamente, o Covid de entrar nas escolas.

É isso que depreendo, após os anúncios de extensão do estado de contingência a todo o país, da proibição de ajuntamentos de mais de dez pessoas, do máximo de quatro clientes em pastelarias, cafés ou restaurantes, nas proximidades das escolas.

Também me agrada, sobremaneira, a decisão de expurgar os professores do teletrabalho, embora se pense em reativar e alargar ao ensino secundário a tele-escola. Sou, como todos sabem a favor das discriminações e acho bem que todas as classes profissionais possam ter acesso ao teletrabalho e os calões dos professores, de grupos de risco, se quiserem tomar precauções – para eles, no pensamento(?) do Ministério verdadeiramente excessivas – deem faltas, metam baixa, percam remuneração. Está correto! Como todos sabemos trabalham pouco e ganham bem.

Depois do trabalho insano do Governo em reduzir o número de alunos por turma, para cumprir o estatuído sobre distanciação pela Direção-Geral de Saúde; do aumento exponencial de pessoal auxiliar para fazer frente ao acréscimo de trabalho trazido pelas necessárias e contínuas higienizações; dos milhares de testes prévios feitos a alunos, professores e restantes funcionários, é muito má vontade dos docentes pretenderem defender a sua saúde, as suas vidas e de familiares. Quem se julgam eles?

Apesar do número de infetados estar a aumentar diariamente, de sabermos que muitas escolas ou partes delas irão encerrar nos próximos tempos para contenção epidémica, devemos estar tranquilos. O Ministério, ao arrepio das normas que diz recomendar, fará nelas absolutamente o contrário, na certeza de que, as precauções definidas para todo o país, serão ali desnecessárias, quer por as escolas serem, por sua natureza imunes a tais minudências, quer porque o Ministério, como disse no princípio já fez certamente sair o decreto a proibir o Covid de lá entrar. Se algum aluno aparecer contaminado terá sido seguramente por não ter tomado as devidas precauções em casa, no café, nos transportes ou porque, vá-se lá saber porquê, fugindo â regre de distanciamento nos recreios, de forma inesperada o quebraram para cumprimentar amigos ou respirar um pouco melhor, sem o cheiro a desinfetante da máscara.
Sejamos sérios. A epidemia está a crescer. As escolas não foram preparadas para esta situação excecional; o Ministério, cujo ministro é uma constante ausência, confia desabaladamente em Nossa Senhora de Fátima para proteger as inocentes criancinhas. Ao contrário do que poderão pensar, julgo necessário o retorno a aulas presenciais. No entanto, volto a cingir-me às diretivas governamentais e da DGS, não me parece que tais medidas tenham sido, ou venham, a ser implementadas nas escolas. Numa espécie de tudo ao molho e fé em Deus, mandam-se os alunos, professores e restante pessoal para a fogueira e logo se vê no que dará.

Depois, se tudo correr mal, como é muito possível, tomaremos as medidas adequadas, culparemos as direções, lamentaremos profundamente as vítimas e estaremos livres duma série de professores envelhecidos e doente a preços módicos. Além disso, nesta altura, mesmo que diminuíssemos o número de infetados já não vinha a tempo de salvar o Turismo.

Carlos Alberto Correia

 

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Cartoon de chamada da máscara…

 

 

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Revisão da carreira à porta…

 

E a Alexandra está mesmo decidida a mexer nas carreiras. Talvez depois de conhecida a proposta do governo não encontrem uma tal discordância com a ensaio que o Arlindo apresentou o ano passado

O Governo pretende ainda “concluir a revisão das carreiras não revistas, para harmonizar regimes, garantir a equidade e a sustentabilidade, assegurando percursos profissionais assentes no mérito dos trabalhadores”.

 

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Amanhã e até dia 17, temos greve…

 

Pre-aviso-de-greve-S.TO_.P.-14-setembro-2020

Pre-aviso-de-greve-S.TO_.P.-15-setembro-2020

Pre-aviso-de-greve-S.TO_.P.-16-setembro-2020

Pre-aviso-de-greve-S.TO_.P.-17-setembro-2020

 

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