2 de Setembro de 2020 archive

900 Técnicos Para Apoio às Escolas (Planos de Desenvolvimento, Pessoal e Comunitário)

900 TÉCNICOS PARA APOIO ÀS ESCOLAS

– Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário –

 

O Ministério da Educação aprovou 664 candidaturas de Planos de Desenvolvimento Pessoal Social e Comunitário, viabilizando a contratação de 900 técnicos especializados para apoio ao desenvolvimento destas iniciativas.

Os Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário enquadram-se nas medidas de apoio ao acompanhamento dos alunos no regresso às aulas presenciais, visando o acolhimento dos alunos, o reforço das suas aprendizagens, a dinamização de atividades promotoras de bem-estar psicológico, o fomento de competências sociais e a interação com a comunidade.

Estas candidaturas foram avaliadas pela Estrutura de Missão do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, tendo sido apresentadas medidas de âmbito bastante diverso, incluindo intervenção comunitária, adesão a projetos que visam a erradicação do bullying, promoção de competências socioemocionais, desenvolvimento de confiança e gosto pela escola através da arte, entre muitas outras (nas fotos, alguns exemplos de medidas aprovadas).

Desta multiplicidade de medidas, resulta a atribuição às escolas da capacidade de contratação de técnicos de áreas de especialidade diferentes: psicólogos educacionais e sociais (que representam a maioria das propostas apresentadas), mediadores sociais, assistentes sociais, terapeutas da fala, educadores sociais, mediadores, artistas residentes, técnicos de informática, terapeutas ocupacionais ou animadores socioculturais.

Privilegia-se, assim, a abordagem multidisciplinar e comunitária que permite uma intervenção educativa de apoio à criação de condições pessoais e sociais para o regresso saudável à escola.
O Ministério da Educação reconhece às escolas a enorme capacidade de criação e desenvolvimento destes planos.

Retirado do FB do Secretário de Estado, João Costa

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Registo Criminal 2020/2021

Encontra-se ativo o menu para o Registo Criminal 2020/2021 na plataforma SIGRHE.

 

Depois de clicar novo é necessário colocar o AE/ENA em funções no ano letivo 2020/2021 (Pessoal docente e não docente):

Atualizar os dados (quem faz novamente só tem de colocar a data de validade do CC e o nome do Pai e da Mãe):

E na terceira parte declarar a autorização para o diretor solicitar o Registo Criminal:

No fim deste simples preenchimento colocar a palavra-Chave e submeter:

 

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A autorização para o pedido de Registo Criminal já está disponível

 

O pedido de Registo Criminal para autorizarem o Diretor da Escola a aferir a idoneidade para o exercício das funções já está disponível na plataforma SIGRHE.

 

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Sindicato anuncia pré-aviso de greve para os primeiros dias de aulas

 

Sindicato anuncia pré-aviso de greve para os primeiros dias de aulas

O Sindicato de Todos os Professores fez esta quarta-feira um pré-aviso de greve de docentes e funcionários para os primeiros dias de aulas caso não estejam garantidas condições de segurança que minimizem riscos de contágio de covid-19

Expresso

SOCIEDADE

Covid-19. Sindicato anuncia pré-aviso de greve para os primeiros dias de aulas

02.09.2020 às 12h55

MARCOS BORGA (MB)

O Sindicato de Todos os Professores fez esta quarta-feira um pré-aviso de greve de docentes e funcionários para os primeiros dias de aulas caso não estejam garantidas condições de segurança que minimizem riscos de contágio de covid-19

Em declarações à Lusa, o coordenador nacional do Sindicato de Todos os Professores (STOP), André Pestana, revelou que entregou pré-avisos de greve para os dias 14 a 17 de setembro, de forma a “garantir a segurança de alunos, professores e funcionários que vão regressar às escolas e que são mais de um milhão”.

As aulas começam entre os dias 14 e 17 de setembro, em plena pandemia de covid-19, tendo sido emitidas várias orientações por parte do Ministério da Educação (ME) e da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre o funcionamento dos estabelecimentos de ensino, desde regras de segurança e higiene, até ao distanciamento e etiqueta respiratória.

No entanto, o sindicato entende que existem ainda três motivos que justificam o protesto: a falta de assistentes operacionais, o desconhecimento dos direitos dos trabalhadores que englobem os grupos de risco e algumas das orientações emitidas para as escolas.

Neste momento, André Pestana diz não existirem condições para o início das aulas, mas espera que nos próximos dez dias a situação se altere e que as greves não avancem.

“Faltam assistentes operacionais. Já muitas escolas tinham este problema e, no atual contexto, com a intensificação das tarefas, nomeadamente no que toca a limpeza dos espaços, a situação agravou-se. Até ao momento ainda não houve um reforço de assistentes operacionais”, alertou.

A menos de duas semanas do início das aulas, os professores e funcionários que pertencem aos grupos de risco de covid-19 “continuam sem saber quais serão os seus direitos”, alertou o coordenador do STOP.

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Consequências carrascas – Santana Castilho

Consequências carrascas

A opinião pública ocupou-se nos últimos dias com as críticas do primeiro-ministro à Ordem dos Médicos e com a sua visão restritiva sobre quem, numa democracia, pode ou não fiscalizar o Estado. Tudo a propósito do escabroso caso do lar de Reguengos, onde 18 pessoas morreram, abandonadas.
A mesma anomia cívica que permitiu Reguengos permite que, a poucos dias do início do ano lectivo, alunos, pais e professores saibam pouco sobre como ele irá decorrer. Aos solavancos, foi-se falando da logística da segurança sanitária. Mas das metodologias e dos recursos para fazer face à volatilidade da pandemia, pouco mais temos que recomendações didácticas ultrapassadas, previsíveis e limitantes, vertidas nas Orientações para a Recuperação e Consolidação das Aprendizagens ao Longo do Ano Lectivo de 2020/2021, 51 páginas de dilatação do ridículo e repositório de tratamentos infantilizados dos problemas que sobraram do ano anterior.
Há dias “pingou” que aulas em casa e condições especiais de avaliação serão opções para os alunos de risco, à semelhança do que se faz com os que sofrem de doença oncológica. Mas sendo os graus de risco muito variáveis, como se apressou a esclarecer a Ordem dos Médicos, era expectável que se conhecessem já normas mais específicas, designadamente uma lista das doenças crónicas que possam conferir a condição de aluno de risco. Aparentemente, a intenção é adaptar a estes alunos a portaria n.º 350-A/2017, que regula um regime especial de protecção aos jovens com doença oncológica e prevê, entre outras medidas, o apoio educativo individual no domicílio, pessoal ou através de meios informáticos de comunicação à distância. Diz a norma em apreço que a identificação da necessidade de medidas de apoio se efectua por iniciativa dos pais, dos serviços de saúde ou dos docentes, cabendo às escolas pô-las em prática, depois de cumpridas detalhadas formalidades de certificação e autorização. Neste quadro, não é aceitável que as autoridades da Educação e da Saúde não tenham, até hoje, conseguido estabelecer um quadro referencial preciso, que esclareça e tranquilize pais, professores e alunos, com as consequências carrascas que dessa falta possam advir.
Outra situação preocupante é a dos professores igualmente de risco, que a Fenprof disse serem 12.000. Sobre eles já falou, salomonicamente, o secretário de Estado João Costa, sentenciando: “o trabalho dos professores é para fazer nas escolas; quem não estiver em condições de assumir o ensino presencial, que meta atestado e fique em casa”. Mas não nos disse que plano tem para a eventualidade de serem muitos, dos 12.000 potenciais, a ficarem em casa. Preocupam-me as consequências carrascas que o adensar do problema pode deixar para os alunos. E preocupam-me as consequências carrascas de uma nova divisão na martirizada classe docente: é que já vi, com dor na alma, professores do público contra professores do privado, professores novos contra professores velhos e professores do quadro contra professores contratados; não gostaria de ver agora professores “sãos” contra professores doentes.
Em rigor, não se pode dizer que o Governo tenha um plano de respostas para contextos adversos, que vá além das regras triviais e, mesmo assim, “sempre que possível”. Mas pode-se dizer que, mais uma vez, a Educação lhe importou pouco.
Sobre o período que decorreu de Março passado até ao fim do ano escolar não se conhecem dados, que o Ministério da Educação deveria ter apurado, que permitam, com o rigor possível, medir a dimensão do prejuízo educativo para os alunos encerrados em casa. Apenas a Fenprof afirmou que mais de metade dos professores não conseguiu contactar os seus alunos nesse período.
Em matéria de Saúde, com cadência doentia, de hora a hora, sabemos todos os dias quantos novos infectados foram descobertos (ainda que não nos digam quantos deles estão realmente doentes), quantos estão internados, quantos estão entubados e quantos morreram. Abundam gráficos e charlas de especialistas e comentadores políticos sobre a descida dos indicadores económicos de toda a ordem e sobre a subida do desemprego em todas as áreas. Mas sobre Educação, só temos os miraculosos resultados dos exames, torpemente manipulados para dizer que já ficou tudo bem. Serão carrascas as consequências desta forma de fazer política.
In “Público” de 2.9.20

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Guia sobre procedimentos para contágios nas escolas? Só dia 7 de setembro…

 

Tendo em conta que alguns colégios privados iniciam nesse dia o ano letivo, ainda deve chegar a tempo.

Tendo em conta que as escolas espanholas, italianas,… já têm este documento há uns tempos, ainda deve chegar a tempo.

Tendo em conta que que já deve vir tudo organizado e operacionalizado, ainda deve chegar a tempo.

Tendo em conta que nas escolas não há mais nada que fazer e que organizar, ainda deve chegar a tempo…

A tempo de quê?

De alterar procedimentos, documentos, planos de contingência, protocolos de limpeza…

Ainda vem a tempo.

Guia de contágios nas escolas vai ser tornado público na próxima semana

A Direção-Geral da Saúde vai lançar, no dia 7, um manual com indicações, caso haja infetados nas escolas.

 

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Ofertas de Emprego – RAM

 

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