24 de Setembro de 2020 archive

A Estupidez É uma Doença Muito Pior

… porque quem sofre deste vírus nunca na vida terá cura.

 

Membro de comunidade ameaça de morte funcionários e professores por haver um caso de Covid-19 na escola do filho

 

O caso remota para a Escola EB 2,3 Guilherme Correia de Carvalho, em Seia.

Num vídeo direto partilhado nas redes sociais é possível ver um pai a deslocar-se para a escola, onde o filho frequenta o quinto ano, após descobrir que, alegadamente, havia um caso positivo de Covid-19 naquele estabelecimento de ensino.

“Meus amigos, fiquem todos a saber que na escola Guilherme de Carvalho, em Seia, há um caso positivo de Covid. Não deixem os vossos filhos ir para a escola que eu agora vou matar aqueles senhores à porrada. Vou dar uma sova àqueles senhores todos”, começa por dizer o pai, descontrolado, enquanto se deslocava para a escola de automóvel sem o cinto de segurança colocado.

“Se acontecer alguma coisa aos meus filhos eu mato tudo. Eu mato os professores todos”, atira o pai. As autoridades foram entretanto alertadas pelo mesmo: “Já chamei a GNR. A GNR já lá vai.”

Ao chegar à escola, o homem em fúria, ameaça o funcionário da portaria que lhe pede para ter calma. “Se acontecer alguma coisa aos meus filhos, mato-vos a todos. Faço aqui uma morte”, grita o pai.

De acordo com a mãe da criança, o menino tem asma e ninguém avisou os pais para o facto de ter sido confirmado um caso positivo naquele estabelecimento de ensino. “Um menino com asma e nem sequer avisam…”

Entretanto, as ameaças do pai continuaram e o mesmo exigiu ao funcionário da portaria que chamasse o diretor da escola, afirmando que o matava. Já o porteiro, manteve a calma e continuou a pedir ao pai que fizesse o mesmo: “Tenha calma, tenha calma.”

Pouco depois, a GNR chegou à escola e o pai, ainda furioso, exigiu que fosse feito um exame de Covid-19 ao filho. As autoridades acabaram por acalmar o homem.

Veja o momento:

 

 

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Com falta de auxiliares nas escolas pais foram «convidados a ser voluntários»

 

Com falta de auxiliares nas escolas pais foram «convidados a ser voluntários»

A situação aconteceu na Escola Primária de Aldeia dos Chãos, em Santiago do Cacém, onde a falta de auxiliares tem causado muita preocupação aos encarregados de educação, que segundo a ‘SIC’, foram «convidados a ser voluntários» na impossibilidade de colocarem mais gente.

De acordo com o canal televisivo os pais enviaram um pedido ao Ministério da Educação para colocar cinco pessoas nas escolas do concelho do Cacém, mas a resposta do organismo não foi a esperada, pois sugeriu uma mobilização de auxiliares, apenas durante três horas e meia por dia.

«Não é com três horas e meia que se consegue higienizar, tomar conta das crianças e manter o distanciamento, se num ano normal já é difícil, este ano ainda é pior», disse uma das mães à ‘SIC’, adiantando também que o agrupamento fez inclusive um convite aos pais para que fossem voluntários nas escolas.

«O Ministério diz que o agrupamento tem funcionários a mais. O agrupamento diz que não, devido ao desdobramento de horários. A solução foi convidar os pais a serem voluntários nas escolas. Os pais entenderam que não pode ser assim», explicou.

A encarregada de educação revelou que são 66 crianças com cinco professores, sublinhando que a falta de profissionais «causa muito transtorno às famílias e este é um ano que os pais não podem deixar passar, não pode valer tudo».

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Professores de 1º ciclo participam em projeto de investigação e divulgação da astronomia

Professores de 1º ciclo participam em projeto de investigação e divulgação da astronomia

 CoAstro: Um Condomínio de Astronomi@ é um projeto de ciência cidadã, que procurou descobrir se o envolvimento de professores do 1º ciclo na investigação em astronomia promove a disseminação, quer de resultados, quer de processos científicos, às crianças e restantes membros da comunidade escolar.

Para Ilídio André Costa, o autointitulado “administrador do condomínio“: “O CoAstro permitiu perceber como um projeto de ciência cidadã, sem recursos humanos ou financiamento próprios, pode contribuir, com efeitos duradouros e abrangentes em termos de público, para que a escola se abra à comunidade e esta à escola, e para que o público se abra à investigação e esta se abra ao público“.
Este projeto de investigação, coordenado pelo Planetário do Porto – Centro Ciência Viva e desenvolvido na Unidade de Ensino das Ciências (UEC1) da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e no Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA2), foi o tema da tese3 de doutoramento de Ilídio André Costa. Costa é professor no Agrupamento de Escolas de Santa Bárbara (Fânzeres, Gondomar), mas está atualmente destacado no Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP), a desenvolver trabalho no Planetário do Porto.

Para Costa, o autointitulado “administrador do condomínio”: “O CoAstro permitiu perceber como um projeto de ciência cidadã, sem recursos humanos ou financiamento próprios, pode contribuir, com efeitos duradouros e abrangentes em termos de público, para que a escola se abra à comunidade e esta à escola, e para que o público se abra à investigação e esta se abra ao público”.

Uma das orientadoras do projeto é Carla Morais (UEC & Dep. Química e Bioquímica da FCUP), que acrescenta: “O projeto de ciência cidadã CoAstro permitiu que ao longo de vários meses professores do 1.º ciclo, astrónomos e divulgadores de ciência participassem de forma colaborativa em processos de investigação e de divulgação da astronomia”.

Numa primeira fase, professores do 1.º ciclo participaram em dois projetos de investigação do IA, um relacionado, com a determinação de parâmetros estelares e outro com a deteção de exoplanetas.

No projeto “Estrelas”, os professores analisaram espectros de estrelas-padrão e calcularam a respetiva luminosidade, recorrendo ao Data Release 2 da missão GAIA (ESA). No projeto “Planetas” e após aprenderem linguagem de programação Python, os professores produziram um vídeo do trânsito de Mercúrio. Analisaram ainda curvas de luz de estrelas obtidas com o satélite TESS (NASA), para sinalizar, através da plataforma online Planet Hunters, a eventual presença de exoplanetas, pelo método dos trânsitos4.

Numa segunda fase, desenvolveram iniciativas de divulgação de astronomia junto dos seus alunos e comunidade escolar, com o apoio de comunicadores e de investigadores do IA.“O projeto constituiu-se como uma via de alcançar a consciencialização, a compressão e o envolvimento com a ciência e a com a natureza do conhecimento científico, tendo alcançado expressividade não apenas pela participação empenhada e competente de todos os intervenientes diretos, mas também pelo seu alargamento à comunidade destinatária das iniciativas de divulgação – grupos de professores, alunos, encarregados de educação, outros membros da comunidade educativa”, comenta Carla Morais, que também é investigadora no Centro de Investigação em Química da Universidade do Porto (CIQUP).

Desta forma, a astronomia alcançou diretamente cerca de um milhar de participantes, mas pelo efeito desmultiplicador de influências que a escola permite, terá alcançado indiretamente um número muito maior de pessoas e que não é possível de contabilizar.

Para além dos contributos científicos para a astronomia, Os resultados do CoAstro revelam, para os professores do 1º ciclo, aumento de conhecimentos da área da astronomia e dos processos envolvidos na produção de conhecimento. Houve ainda uma alteração nas suas atitudes e crenças em relação à astronomia, bem como um aumento na qualidade das suas práticas de divulgação científica.

Para astrónomos e profissionais da divulgação, o CoAstro contribuiu para a alteração da perceção que tinham da classe profissional dos professores. Por outro lado, consideraram que o trabalho desenvolvido reforçou neles a perceção sobre a importância e finalidades das práticas de divulgação, promovendo novas competências comunicacionais e novas formas de estruturar essas mesmas práticas de divulgação.

Para o investigador do IA e diretor do Dep. de Física e Astronomia da FCUP, Mário João Monteiro: “este projeto, enquanto estudo de caso, foi importante ao permitir explorar a forma como comunidades distintas – divulgadores, investigadores, professores – podem colaborar para benefício de todos os envolvidos, tendo ainda um impacto significativo nas comunidades ligadas a estes profissionais. A Astronomia pode efetivamente ser um bom ponto de partida para reforçar o papel e a importância da Ciência na sociedade através de um projeto de Ciência Cidadã com características muito particulares”.
Imagens e vídeo em alta resolução disponíveis em: https://tinyurl.com/IA-CoAstro

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Prorrogada a declaração da situação de contingência

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 24 de setembro de 2020

 1.  O Conselho de Ministros aprovou hoje a resolução que prorroga a declaração da situação de contingência em todo o território nacional, no âmbito da pandemia da doença Covid-19, até às 23h59m do dia 14 de outubro de 2020.

 

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Caso positivo de covid-19 numa escola implica fazer «gestão do risco» mas não justifica isolamento da turma

 

Caso positivo de covid-19 numa escola implica fazer «gestão do risco» mas não justifica isolamento da turma

O primeiro caso positivo de covid-19 identificado ontem entre os alunos da Escola Secundária Afonso de Albuquerque, na Guarda, levantou algumas dúvidas sobre os procedimentos a seguir. Foram realizados testes aos contactos considerados de risco identificados pelo jovem e os restantes elementos da turma a que pertencia o aluno prosseguiram com as actividades lectivas. «Foi feita uma análise ao percurso do aluno e identificados os contactos mais próximos», explicou ao TB, o delegado de saúde, José Valbom.

Os colegas referenciados pelo aluno foram contactos que aconteceram em «períodos em que não se consegue estar com máscara ou porque almoçaram juntos ou estiveram na explicação». Caso haja algum resultado positivo será «aberto um segundo anel de observação» e assim consecutivamente «as vezes que forem precisas».

O delegado de saúde da Guarda, José Valbom, explicou ao TB que não se justifica ter a comunidade escolar parada e do ponto de vista «epidemiológico também não é eficaz». «A comunidade escolar precisa de vida. Deve continuar a sua actividade. É um grupo pouco vulnerável». Além disso, José Valbom sublinha que é suposto que comunidade educativa adopte as medidas correctas. «Se houver comportamento de risco numa sala de aula em que esteja o professor é porque alguma coisa falhou. A comunidade escolar tem de se auto-responsabilizar e não pode ter comportamentos de risco», aponta.

O delegado de saúde reitera a necessidade de cumprir o plano de contingência das instituições, como o uso de máscara, cumprir a etiqueta respiratória e o distanciamento social e reduzir os contactos ao mínimo entre professores e alunos.

José Valbom diz ter «confiança» na comunidade escolar e que «os professores são pessoas diligentes e competentes e penso que isso está a ser feito». «Penso que os pais devem ter também essa expectativa sobre a comunidade escolar. Estou convencido que no ambiente de turma não há comportamentos de risco», reforça.

José Valbom sublinha que outras situações venham a acontecer e que o risco «é global». O delegado de saúde refere que os pais e a comunidade em geral «está com ideia pré-definida que este problema se resolve com a separação», mas esta fase, sublinha, «não se vai resolver com a separação física». E avisa que não é a autoridade de saúde local ou regional que vai decidir encerrar uma escola. «Tem de ser uma decisão do Ministério. E é altamente desaconselhável privar os miúdos do seu meio ambiente natural», sustenta.

Sempre que surge um caso positivo numa escola é necessário fazer «a gestão do risco» e analisar «porque cada caso é um caso», explica José Valbom. E as medidas que se tomam num caso identificado num lar são diferentes das de uma escola. «Num lar as pessoas são altamente dependentes e vulneráveis. Numa escola estamos a falar de um grupo que é muito resistente a este vírus». O delegado de saúde sustenta que «parar uma comunidade escolar não é gestão de risco. É uma medida cega de intervenção». «A probabilidade de adoecer e as sequelas são radicalmente diferentes», sublinha José Valbom.

 

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Workshop Online – Desenvolvimento da Competências Sócio Emocionais Baseadas em Mindfulness

 

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A Lei da Rolha em relação às escolas

De outra forma não se podia falar de tranquilidade…

 

Governo não revela números de infecções em escolas desde o início do ano lectivo

Pelo menos cinco estabelecimentos já tiveram que encerrar de forma temporária ou enviar alunos para casa por causa de casos covid-19. O ano lectivo em Portugal arrancou entre 14 e 17 de Setembro.

O Ministério de Educação não revela quantos casos de infecção foram, até esta altura, detectados em escolas desde o início do ano lectivo. Esta terça-feira, uma semana depois do início do novo ano escolar, o PÚBLICO questionou a tutela para perceber, por um lado, quantas escolas tinham registado infecções (em alunos, funcionários ou professores) e, por outro, quantas turmas foram colocadas em ensino à distância por causa do mesmo motivo e quantos alunos estão em isolamento.

Na resposta, que chegou esta quarta-feira, fonte do Ministério da Educação não revela nenhum destes dados e redirecciona as perguntas para o documento publicado no início de Setembro pela Direccção-Geral da Saúde (DGS) que tem como objectivo orientar os estabelecimentos escolares ou de educação perante casos suspeitos, confirmados ou mesmo surtos.

 

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Cinema Sem Conflitos: “Kuap”

Título:  “Kuap” | Autores: “Nils Hedinger

Um girino de alguma forma deixa de se tornar um sapo e é deixado para trás, sozinho. Mas há muito a descobrir no lago e a primavera certamente voltará no próximo ano. Uma pequena história sobre crescimento.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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