6 de Setembro de 2020 archive

Ó Costa! Podes decretar o estado de contingência…

 

… Já acabou a Festa do Avante.

A segunda vaga está a caminho e em passos largos…

Espanha já sofre “segunda vaga” e outros países europeus estão por dias, alerta estudo

Ponham-se a brincar às reuniões presenciais e depois queixem-se que a brincadeira deu asneira… já bem vai bastar a partir de dia 17…

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Cinema Sem Conflitos: “Ficasc – Festival Internacional de Cinema Ambiental” pela 1ª vez nos Açores”

O Cinema Sem Conflitos convida a todos os interessados em questões ambientais a estarem presentes no Auditório da Expolab http://expolab.centrosciencia.azores.gov.pt/ para assistirem ao Filme Povo da Floresta de ( Classificação Livre ) no Dia 18 de setembro às 21h. Existirá ainda um debate com um moderador especialista da área ambiental.

A história do Seringal Cachoeira, perto da fronteira entre Brasil e Bolívia, tem sido marcada pela resistência, perseverança e morte. Ela inicia com o sonho de um líder carismático e filho desta região, Chico Mendes, que em 1987 tornou-se o rosto do mundo na defesa da floresta Amazônica.

COLOQUE AS SUAS QUESTÕES AO REALIZADOR EM DIRETO

https://www.youtube.com/watch?v=BFf3KIrK6s0&ab_channel=FestivalFicasc

Restante programação em https://www.ficasc.com.br/

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência,  Ambiente  e Género em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Não vale a pena “mandar” o filho com febre para a escola

 

É usual termos crianças e jovens com febre na escola. Este ano vai dar direito a isolamento, telefonema para os pais, telefonema para a Saúde 24, telefonema para o delegado de saúde e muito trabalho de desinfeção, mesmo que não se venha a verificar uma infeção por COVID.

Este ano, os pais, evitem dar trabalho suplementar aos profissionais de educação e saúde, fiquem com os filhos em casa, porque se não faltam ao trabalho vão ter que sair a meio ou mal o efeito do xarope ou comprimido passe.

Poupem-nos, que nós zelaremos pelo bem estar de todos, mas saberemos atuar conforme a circunstância…

Alunos com 38 ou mais graus de febre serão isolados nas escolas

 

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Comunidades autónomas procuram recrutar desesperadamente de 39 mil professores

O presente lá por Espanha, o futuro cá por Portugal…

Comunidades autónomas procuram recrutar desesperadamente de 39 mil professores

O objetivo deste procedimento sem precedentes é aproximar o limite de 20 alunos por sala de aula recomendado pelos Ministérios da Educação e da Saúde. O desafio centra-se no ensino secundário e na FP

No filme de 1963 The World Is Crazy, Crazy, Crazy, Crazy, um grupo de motoristas compete numa corrida frenética para obter um tesouro, enfrentando obstáculos e armadilhas. Algo semelhante é enfrentado pelas comunidades autónomas para contratar milhares de professores contra o relógio sem apelar à oposição. O que normalmente demorara alguns meses a resolver, resolverão em semanas. O objetivo: aproximar o máximo de 20 alunos por sala de aula recomendado pelos ministérios da Educação e da Saúde. Alguns, como a Catalunha ou a Galiza, vão reforçar os modelos, mas não vão cair de 25 alunos por sala de aula.

Contratar 39.000 professores em tão pouco tempo é mais complexo do que escolher um bom perfil e contratá-lo como na empresa privada: burocracia, prazos, listas de provisórios não atualizados ou escassez de profissionais — Matemática, Física Secundária, disciplinas técnicas de FP do ramo de beleza ou cabeleireiro, ou temas altamente especializados de línguas ou conservação. Isto levou, por vezes, os vereadores a baixarem os requisitos para cobrir os perfis mais complexos. E nesta situação invulgar – nem tantos professores foram contratados neste procedimento – aqueles que estão mais atrasados, como Madrid, não descartam medidas excecionais como o recurso ao Serviço Público de Emprego, como confirmou ao EL PAÍS o Diretor de Recursos Humanos do Ministério da Educação de Madrid.

O processo é um disparate. A primeira opção para a maioria das comunidades é recorrer a listas daqueles que não conseguiram um lugar noutras oposições. A última grande chamada foi em junho de 2019. O maior numa década. Havia 30.000 lugares e sete candidatos por assento em jogo. Por trás disso, atualmente podem acumular-se 100 mil candidatos ao ensino básico e 100 mil para escolas secundárias em toda a Espanha, segundo cálculos de José María Ruiz, Secretário de Educação Pública Não Universitária da Federação Estadual de Ensino dos Trabalhadores, que preparou o relatório da oposição de 2019 para a função docente. Mas nem todos valem a pena.

O processo atual “vai aumentar o pessoal dos professores em Madrid em quase 14%”, explica Miguel José Zurita, Diretor de Recursos Humanos da Comunidade de Madrid. Mas nesta região ou na Andaluzia — onde a Administração defendeu que os fundos necessários devem ser gastos até 2020 – todo o esforço será apenas até dezembro, esperando para ver como evolui a pandemia. Noutros, como o valenciano, já estão contratados até ao final do curso. Ali, em junho organizaram os processos para atribuir os lugares e no dia 4 de agosto foi resolvido. “Enviámos uma proposta organizacional aos centros para desdobrar os grupos, tiveram um mês para mudanças. No dia 25 de julho, tudo estava fechado e, no dia 7 de agosto, foram retirados 4.374 lugares de ensino extra”, explicam o Departamento de Educação Valenciana.

 

 

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Aulas regressam com um “pé atrás”

 

Aulas regressam com um “pé atrás”

A uma semana do arranque do novo ano letivo, prevista para 14 de setembro, a comunidade escolar mostra-se de “pé atrás” com as condições estipuladas para os estabelecimentos de ensino pelas autoridades de saúde.
Desde o primeiro dia do mês que os professores estão a apresentar-se nas escolas, mas nem todos. Alguns docentes, considerados doentes de risco, apresentaram atestados médicos e não estiveram presentes no dia do arranque. O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares e também diretor do Agrupamento de Escolas de Cinfães, Manuel Pereira, confirmou isso mesmo ao Jornal do Centro.
O responsável reconhece que, face à atual situação de pandemia, torna-se “normal” que “alguns professores e operacionais não se sintam com condições para irem trabalhar” por terem limitações físicas ou outras de saúde, nomeadamente diabéticos, doentes oncológicos e hipertensos. Manuel Pereira refere que a lei permite esta situação. Diz o dirigente que as escolas aguardam agora por informações do Ministério da Educação sobre a resolução destes casos. “Nós só vamos substituir se tivermos autorização, mas os professores que forem substituídos não perdem direitos”, frisa. Manuel Pereira admite a hipótese de os professores darem aulas a partir de casa. “Se a escola tiver um ou dois casos, não me parece muito difícil. Mas, na maior parte, não temos recursos humanos para acompanhá-los nestas circunstâncias”, alerta.
Já os sindicatos da classe docente apontam para outros problemas. Francisco Almeida, coordenador do Sindicato dos Professores da Região Centro, queixa-se do que considera ser o elevado número de alunos por turma. “Defendemos que as escolas devem regressar com o ensino presencial, mas isto deve ser feito com condições. O Ministério teve julho e agosto para ter criado essas condições e não o fez. A dimensão das turmas é uma questão central e há situações em que vamos ter 26 alunos numa sala de aula”, explica.
A falta de auxiliares nas escolas é outra preocupação do sindicato. Francisco Almeida lembra que o “número deficitário” já vinha antes da pandemia. “Para além se der necessário fazer o trabalho normal do dia-a-dia, nesta altura de pandemia é obrigatório o reforço da higiene e desinfeção dos espaços”, refere o sindicalista acrescentando que os funcionários auxiliares existentes não são os suficientes.
Entretanto, a Fenprof responsabilizou o Ministério da Educação pela abertura do ano escolar, em regime presencial, sem alegadamente ter assegurado as condições de segurança sanitária necessárias nos estabelecimentos de ensino. “As condições que se exigem para uma abertura das escolas não foram criadas”, afirmou o secretário-geral , Mário Nogueira.
Para o dirigente sindical, “o ensino presencial é essencial” para devolver alguma normalidade às escolas, já que “o ensino remoto, outra vez, seria trágico” para alunos, professores e pessoal auxiliar. O regresso às aulas, entende Mário Nogueira, deve ser acompanhado de “medidas rigorosas”.
Mário Nogueira voltou a defender, por exemplo, que o Ministério da Educação deveria ter efetuado “um rastreio à covid-19 a toda a comunidade escolar”.
Na opinião do líder da Fenprof “o ministério da educação esteve dois meses a dormir”, já que, argumenta, “não há rastreio, não há distanciamento, não há pequenos grupos de alunos e também falta pessoal”.

“Temos de ser todos agentes de saúde pública”, referem pais
Também os encarregados de educação mostram apreensão no regresso às aulas, já a partir do dia 14 de Setembro. Rui Martins, dirigente da Federação Regional das Associações de Pais, assegura, no entanto, que se mostra confiante na tomada de decisões que tornem seguro este voltar à escola. “Pais e filhos desejam o regresso às aulas. Temos de ter esperança que tudo vai estar assegurado de modo a evitar que qualquer um dos nossos filhos possa infetar-se. É isto que preocupa qualquer pai”, refere. Numa de altura em que a preferência recai no ensino presencial, a opção pelas aulas à distância pode ser, de novo, tomada. “Foi algo que funcionou, mas acabou por demonstrar a desigualdade de oportunidades. Nem todos os alunos tiveram acesso ao ensino quando foi à distância. Devemos evitar que isso torne a acontecer. Se assim for, ganhamos ao vírus”, argumenta Rui Martins.

 

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Pais veem “com bons olhos” fecho das escolas apenas em casos excecionais

 

Pais veem “com bons olhos” fecho das escolas apenas em casos excecionais

As confederações de pais veem com “bons olhos” o encerramento de escolas apenas em casos excecionais no contexto da pandemia, considerando que o ensino presencial é “fundamental” para os alunos em termos de saúde física e psicológica.

O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) disse hoje à Lusa ser “bom” que o regresso às escolas não seja “muito extemporâneo” e que tudo seja feito para que o regime presencial decorra até ao final do ano letivo.

“Por isso, parece-me natural que só se feche uma escola em caso de exceção, o que não quer dizer que não se faça sempre que se justifique”, referiu Jorge Ascensão.

Manter uma escola a funcionar é, no seu entender, bom por todas as razões, sobretudo pela importância da saúde física e psicológica dos alunos.

Afirmando que as escolas não estão isoladas – logo, não são imunes aos contágios -, o dirigente considerou que na presença de um caso de infeção a primeira decisão não pode ser fechar o estabelecimento.

Por vezes, acrescentou, o alarmismo para a situação é pior do que o problema em si.

“Pararmos não vai ser solução e vai trazer consequências gravíssimas para toda a gente, sobretudo ao nível da saúde”, reforçou.

A título de exemplo, Jorge Ascensão afirmou que as estradas têm perigos, mas não é por esse motivo que as pessoas deixam de andar nelas.

Partilhando da opinião, o presidente da Confederação Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) frisou que o ensino presencial é “indispensável”, sobretudo para assegurar a igualdade.

“Não há risco zero, por isso, cada um de nós deve agir como um agente de segurança”, ressalvou Rui Martins.

Em jeito de crítica, o responsável sublinhou que se os pais deixam os filhos irem para os bares e praias à noite com os amigos, mais rapidamente devem confiar nas escolas e nos mecanismos traçados para agir em caso de identificação de um caso de infeção.

As escolas só serão encerradas em caso de “elevado risco” e o rastreio de quem esteve em contacto com doentes covid-19 será feito “preferencialmente nas 12 horas seguintes à identificação do caso”, recomenda a Direção-Geral da Saúde (DGS).

 

 

 

 

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A realidafe das salas de aula…

 

 

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