Ninguém chamou a policia para dispersar a multidão?

 

Não venham, depois, dizer que foi na escola que o contágio se deu…

Cumpram a legislação em vigor e protejam os vossos filhos. Isto não é um ajuntamento de 10 pessoas.

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    • Prof Possível (aka Maria Indignada) on 18 de Setembro de 2020 at 2:19

    É com profunda tristeza que passo ante passo, o que eu e outros, nós “os histéricos” temíamos e prevíamos com temor e profunda consternação, pois sempre acreditámos existir alternativas exequíveis, está a adquirir forma.

    **E sobre Trump, Bolsonaro e a Suécia.**

    Tendo seguido com bastante interesse e simultaneamente temor, muito do que se ralaciona com a pandemia, que tão fortemente está a afrontar toda a sociedade a uma escala global, não pude deixar de me questionar:

    – Mas será que afinal o Trump e Bolsonaro, que tanto foram ridicularizados, insultados e demonizados na praça pública, pela suas propostas de abordagem à pandemia, na realidade sempre foi a abordagem mais correta, conforme parece que se concretizou na Suécia?

    Estive a pesquisar, pois aparentemente, a Suécia parecia estar a demonstrar, que afinal tais “anormais, palhaços, criminosos” foram os que tinham a razão do seu lado, e agora deveriam receber o devido crédito e reconhecimento, devido à postura antagónica dos demais líderes internacionais, que tão estoicamente defenderam.

    Até a comunicação social começou a retratar o caso Sueco como um aparento sucesso! Não s+o em Portugal mas também no estrangeiro. Era inevitável que isso despoletasse a minha curiosidade.
    Parecia que a solução afinal era a mais simples possível: ignorar o vírus, tomar algumas medidas de proteção sempre que possível, e continuar com as nossas atividades regulares. Esta, era a fórmula secreta, comprovada pelo aparente sucesso Sueco .

    Mas não. Sem querer ser demasiado exaustiva, exponho alguns excertos resultantes da pesquisa que fiz.

    “Sweden’s relaxed approach to living with Covid-19 has been the subject of international scrutiny, but now a group of 200 scientists, medical experts and teachers are turning up the heat on the official version of events.”

    “unethical, unresearched and unsubstantiated reporting of the disastrous handling of the pandemic in Sweden”

    “flawed and cherry-picked science”

    “officials have not tracked infections among schoolchildren – even when large outbreaks led to the closure of individual schools”

    “Sweden’s leading epidemiologist Anders paused the collection of data from children because he thought it would create anxiety among the public.”

    “The problem with this report and indeed others from the (agency) is that they are now being cited by policy-makers and decision-makers across the world as a way to open schools when the reports are gravely flawed,”

    “They offer a tantalising solution to desperate governments across the world looking for a way to get their societies back on track. But they are based on flawed and cherry-picked science.”

    “This was just a quick situation report and nothing more.” “not a peer-reviewed scientific study.”

    Resumo numa tradução livre e amadora:

    O “estudo sueco” a que vários países estão a recorrer consultando e citando, para decidirem como abordar o arranque do ano letivo, nunca foi um estudo/paper com credibilidade científica, e apenas um relatório, sem revisão científica.

    Um grupo de 200 cientistas, especialistas de medicina e doutorados, estão a contestar fortemente a versão oficial sueca dos resultados da estratégia implementada, que apelidam de sem ética, sem investigação, sem fundamentos, com falhas e ciência do acaso.

    Não foram feitos testes nos utentes das escolas, mesmo quando existiam grandes surtos, para evitar o pânico na população.

    Por isso, as conclusões desse relatório, que as infeções em contexto escolar eram equivalentes a outros contextos, é uma falácia grosseira e sem ética.

    O principal problema é que no presente, muitos governantes desesperados para tentarem perceber como enfrentar o arranque do ano escolar, estão a basear-se num relatório grosseiro e sem validade científica alguma.

    Para já, parece que ainda não posso agraciar o Trump e Bolsonaro. 😉

    • Luís Martins on 18 de Setembro de 2020 at 10:14

    Pois é meus caros, ninguém chamou a polícia para dispersar a multidão? Que pais mais desorganizados e alheios ao bom cumprimento das regras! Que alunos tão mal comportados que não respeitam o distanciamento!
    Pois é meus caros. Parece que a culpa não ficará alheia. Correntes de opinião espalhar-se-ão pelos próximos dias, cruxificando e julgando os pais e os alunos das escolas – eles serão os culpados da segunda vaga, sem dúvida!

    Mas não. Não aceito isso. Nunca irei aceitar. E quem o afirmar denuncia-se no patrocínio que fará ao discurso populista de culpabilização dos Portugueses. E para mais tarde se juntar àqueles que pretendem, sob o capote dessa culpabilização, do medo, e da instrumentalização da Saúde, da Educação, do Trabalho, atacar sem piedade os nossos pilares democráticos. Qual Igreja, qual Estado, quais Autarcas, quais políticos? O Povo Português está a sofrer o maior ataque à democracia de que há memória e está em permanente coação por todos aqueles que se escondem atrás das suas ambições mais promíscuas e da sua INCOMPETÊNCIA para lidar de forma sensata e equilibrada com esta questão.

    Sr. Rui Cardoso. Não embarque nessa onda. Saberá melhor que ninguém as (péssimas) condições proporcionadas à população escolar (pais, alunos, professores, dirigentes, funcionários). E não são exceções! Há uma panóplia de interpretações, aplicações desproporcionadas, faltas de organização, controlo, apoio, que inevitavelmente desaguarão num caos que injustamente tentarão imputar às nossas crianças, jovens e pais.
    Afirmo novamente. Jamais deixarei que perpetuem essa ideia falaciosa. E o senhor Rui também o deveria fazer.

    Informe-se, reflita e escolha.

    • Domingos Costa on 18 de Setembro de 2020 at 11:02

    Aparentemente foi comum, neste dia 17, em que muitas escolas fizeram a receção aos alunos pelos diretores de turma. A culpa é dos pais. Também, mas não só. A culpa é acima de tudo da falta de organização e previsão de eventuais problemas.
    Passo a expor um exemplo concreto. Escola com 5º e 6º ano. Um único portão de acesso. Receção ao 5º ano às 9h30. Previsão de duração de 1h30. Ou seja terminaria as 11h. Perfeito uma vez que a receção do 6º ano seria às 11h30.
    Na prática o 5º saiu às 11h45 e o 6º não foi autorizado a entrar antes. A escola tem 500 alunos.
    Imaginem o cenário.

    • OSVALDO LUCAS on 18 de Setembro de 2020 at 11:34

    Uma escola com 500 “pessoas” e um só acesso? Mesmo em condições normais o que aconteceria num caso de “emergência” não me parece famoso…

    • Pirilau on 18 de Setembro de 2020 at 12:08

    É proibido dizer em que escola se verificou isto? Ou o “politicamente correto” é apenas uma das máscaras da censura?

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