11 de Setembro de 2020 archive

O Habitual Trocadilho – (S)em Mil Computadores…

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É mesmo necessário desinfetar as escolas?

 

É mesmo necessário desinfetar as escolas?

Apesar das imagens impactantes dos homens vestidos de branco que, sobretudo durante os dois meses de confinamento, andaram a desinfetar vilas e cidades por todo o país, existem dúvidas sobre a eficácia deste tipo de desinfeção, feita com pulverização, não só porque, de acordo com os epidemiologistas, o contacto humano com o vírus a partir de superfícies infetadas é relativamente limitado, mas sobretudo porque o recurso em larga escala à dispersão de desinfetante à base de lixívia pode ter um impacto negativo na saúde de quem o inala.

Logo em março, a diretora-geral de Saúde, Graça Freitas, afirmou: “Não há nenhuma evidência científica de que estas desinfeções sejam eficazes. Não é prioritário ter trabalhadores a desinfetar ruas. O que vai travar a covid-19 é estarmos distantes uns dos outros.”

Em maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmava que “a pulverização ou fumigação de espaços exteriores, como ruas ou mercados, não é recomendada para destruir o novo coronavírus ou outros agentes patogénicos porque é inativada pela sujidade”.

Além disso, a OMS avisava ainda que esta medida, “mesmo feita no exterior, pode ser perigosa para a saúde humana”, e recomendava que “em caso algum devem ser pulverizadas pessoas” porque “não reduz a capacidade de um infetado propagar o vírus por gotículas ou contacto”. Pulverizar cloro ou outros produtos químicos tóxicos sobre as pessoas pode causar irritações dos olhos e da pele, broncoespasmos e problemas gastrointestinais, alerta a organização.

Por tudo isto, a entidade mundial para a saúde pública não recomendava “a aplicação sistemática de desinfetantes em superfícies por pulverização ou fumigação nos espaços interiores”. “Se for preciso aplicar desinfetantes, convém fazê-lo com um pano ou um toalhete embebido de desinfetante.”

Desta forma, a desinfeção – tal como está a ser feita em várias escolas – não é uma das medidas previstas na diretiva sobre “Limpeza e desinfeção das superfícies em ambiente escolar no contexto da pandemia de covid-19”, publicada em maio pela Direção Geral da Saúde (DGS) em conjunto com as Forças Armadas e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE). Este documento refere apenas a necessidade de fazer uma “desinfeção húmida”, com uma solução de hipoclorito de sódio (lixívia).

 

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SINDEP quer vacina contra a gripe gratuita para os docentes

 

Sindicato dos professores quer vacinação gratuita contra a gripe

O SINDEP acredita que faz sentido que os docentes e não docentes sejam abrangidos pelo plano de vacinação gratuita contra a gripe e que estejam no grupo prioritário de acesso à vacina da covid-19.

O Sindicato Nacional e Democrático dos Professores (SINDEP) propôs esta sexta-feira que todos os professores e trabalhadores não docentes da educação fossem abrangidos pelo plano gratuito de vacinação contra a gripe. Além disto, o comunicado propunha ainda que os docentes e não docentes estivessem incluídos no grupo prioritário de acesso à vacina para o novo coronavírus, quando estiver disponível.

O SINDEP alerta para o facto de a maioria dos especialistas considerar a escola como um dos locais de mais fácil propagação do vírus: “As medidas já decididas estipulam, por exemplo, o confinamento de uma turma, ou duas, no caso de serem detetados casos positivos de infeção. A razão é clara: quebrar a série de contactos entre os positivos e os ainda não contaminados. Faz sentido. Só que a cadeia de contactos vai continuar a existir pelos professores, que obviamente não têm apenas uma turma”

 

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Cinema Sem Conflitos: “Contact”

Título:  “Contact” | Autores: “Bancelin Léa

Marie é uma jovem de vinte e poucos anos. Um dia, ela liga sem querer para sua melhor amiga de infância, Anne. Marie lembra-se então das suas memórias sobre Anne e os sentimentos que sentia por ela.

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Cinema Sem Conflitos: “Programação do Festival de Cinema Ambiental FICASC, em São Miguel – Açores”

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Questões frequentes – COVID-19

Todas as questões relacionadas com os direitos do trabalhador em tempo de pandemia.

Clique na imagem para aceder

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Fecho das escolas “só com propagação comunitária intensa”

Fecho das escolas “só com propagação comunitária intensa”

“Vamos tentar ser cirúrgicos no nosso procedimento” – acrescenta Graça Freitas, Diretora-Geral da Saúde, sobre o número de casos de covid-19 que poderão levar ao encerramento de uma escola.

Graça Freitas reconheceu que o início do ano letivo representa “uma grande preocupação para todos” – desde pais a autoridades de saúde – mas que, “pelo menos por agora”, o encerramento de um estabelecimento de ensino será decidido apenas “em casos excecionais”.

 

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Concurso de docentes para a Escola Portuguesa de S. Tomé

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PAN quer pais a levar filhos à sala de aula

Já agora entravam e sentavam-se com os filhos ao colo…

A Sério? Andam A Fumar Material Orgânico Do Bom?

O PAN apresentou uma recomendação ao Governo para que as crianças que ingressam pela primeira vez no ensino Pré-Escolar ou no 1.º ciclo do Ensino Básico possam ser acompanhadas até à sala de aula, em vez de entregues à porta do estabelecimento.

(a mim dá ansiedades é quando ouço certo pessoal do PAN a falar…)

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Falta de auxiliares: “Ministério da Educação tem uma semana para mostrar o que vale”

 

Falta de auxiliares nas escolas a uma semana do arranque do ano letivo

As escolas do concelho de Viseu não têm auxiliares educativos suficientes para o arranque do novo ano letivo. O presidente da Câmara fala em cerca de 100 a menos. Uma situação que, segundo Almeida Henriques, se verifica em quase todas as escolas.

“Temos 230 auxiliares que são dos quadros da Câmara. A fatia principal ficava nos nossos jardins de infância, que são da nossa competência, e dispensávamos, todos os anos, cerca de  90 auxiliares para as escolas do ensino básico. Este ano, com as medidas de segurança que nos estão a ser solicitadas pela Direção-Geral da Saúde, temos que reforçar o número de auxiliares nas creches e jardins infantis”, começa por explicar o autarca.

“Por outro lado, as escolas, que estão na dependência do Ministério da Educação, face às limitações, estão a sentir a necessidade de reforço de auxiliares educativos. Não há, neste momento, praticamente nenhuma escola em que este problema não esteja a ser colocado. As aulas vão começar com défice de auxiliares educativos”, alerta Almeida Henriques, acrescentando que é o Governo que tem de resolver a situação.

“A Câmara não se pode substituir ao Ministério da Educação. Ainda não assumimos a descentralização de competências. Estamos a negociar para o fazermos no próximo ano. E aí, se tivermos que fazer a admissão de mais alguns auxiliares educativos, dentro da verba que o Ministério da Educação vier a transferir para a Câmara, poderemos vir a promovê-lo. Neste momento, não temos responsabilidade nisso. Tem de ser o Ministério a assegurar esse reforço. É uma questão que me parece que não esteja a ser acautelada e temo que, nos primeiros dias, surjam questões complicadas. O Ministério da Educação tem uma semana para mostrar o que vale”, frisa.

 

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Recomendações para crianças e encarregados de educação

 

 

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Professores alarmados com reuniões presenciais. “Vamos ter escolas com algumas falhas”

Têm-nos chegado muitas missivas em relação a este tema.

Os professores mostram-se preocupados e indignados em relação ao desrespeito em relação às medidas veiculadas no documento das Medidas para o Ano Letivo 2020/21 em que é referido que, se “devem suspender-se eventos e reuniões com um número alargado de pessoas”. A questão que assolará muitas escolas será qual o número alargado de pessoas. É tudo uma questão de bom senso. Se se quer dar uso à experiência que se obteve com o que aconteceu no 3.º período do ano letivo transato e manter um ambiente de segurança nas escolas, as reuniões podem, muito bem, ser realizadas de forma não presencial.

Tomemos com exemplo a área urbana da grande Lisboa onde o estado de contingência está ativo há algum tempo. Uma reunião com 20 pessoas num espaço de uma sala de aula é totalmente despropositadas e desrespeitosa do bem estar físico  de qualquer pessoa, além de ir contra as medidas impostas. A IGEC e a autoridade para as condições do trabalho deverão ser contatadas e as situações de incumprimento deverão ser relatadas.

Ainda estou para ver qual vai ser o diretor que vai permitir uma reunião presencial a partir de dia 15 de setembro…

 

Professores alarmados com reuniões presenciais. “Vamos ter escolas com algumas falhas”

Há professores que não voltaram aos estabelecimentos de ensino onde leccionam desde 13 de Março, quando encerraram as escolas por causa da pandemia, realizando o seu trabalho à distância, através de vias digitais.

Mas em diversos estabelecimentos de ensino, estão a decorrer reuniões presenciais de professores “com 20, 30 ou mais pessoas no mesmo espaço”, como se denuncia no blogue VozProf que se dedica às temáticas da Educação.

Uma realidade que é confirmada ao ZAP pela presidente da Associação Nacional de Professores (ANP), Paula Figueiras Carqueja, que nota que muitos professores têm contactado esta entidade para saber “o que podem fazer, considerando-se, muitos deles, de risco”, e para saber “quais são os direitos e deveres” que se aplicam nesta situação.

Paula Carqueja destaca que a ANP comunicou à Secretária de Estado da Educação, Susana Amador, a recomendação de que “todas as reuniões de professores fossem sempre através de uma plataforma digital e online“.

No documento “Orientações Ano Lectivo 2020/2021“, a própria Direcção Geral de Educação (DGE), em consonância com as regras da Direcção Geral de Saúde (DGS), nota que as direcções de cada agrupamento de escolas devem “privilegiar a via digital para todos os procedimentos administrativos, sempre que possível”, bem como “suspender eventos e reuniões com um número alargado de pessoas“.

“Vai contra as normas” e “é perigoso”

Numa altura em que as regras de “limitação de ajuntamentos” da DGS continuam a vigorar, determinando que não haja encontros com mais de 20 pessoas, ou no máximo 10 no caso da Área Metropolitana de Lisboa que está em Estado de Contingência, estas reuniões podem ter “resultados nefastos no bom funcionamento dos agrupamentos”, alerta o blogue VozProf.

Esta publicação refere que pode haver professores “empurrados” para “baixas médicas” e para a “obrigatoriedade de isolamento”, colocando “em causa o início do ano lectivo“.

Também no blogue Eduprofs se salienta essa ideia, com a ressalva de que pode estar em causa “a saúde de docentes, não docentes e de toda a comunidade educativa“, instando, assim, as direcções dos agrupamentos a cumprirem as orientações da DGS.

“Como vamos entender que possa haver gente infectada em reuniões que depois não possa cumprir o objectivo mais importante de dar aulas? Como se pode aceitar que possa haver alunos que fiquem sem aulas para se fazerem, dias antes, reuniões em cascata?”, questiona, por seu turno, o professor Luís Sottomaior Braga do Agrupamento de Escolas da Abelheira, em Viana do Castelo, através do seu perfil do Facebook

Este ex-director de um Agrupamento de Escolas critica o que chama de “carnaval carioca de reunite presencial nas escolas“, considerando que “vai contra as normas, é perigoso, põe em risco o objectivo de começar as aulas e até é pouco eficiente”. “As reuniões à distância foram mais eficazes”, conclui.

Também a presidente da ANP considera que em reuniões virtuais haveria menos “ruído”, o que as tornaria “mais céleres”.

Mas se há tanta preocupação quanto às reuniões presenciais que envolvem apenas adultos, a abertura do ano lectivo com o regresso das crianças não será muito mais preocupante?

Confrontada com esta pergunta, Paula Carqueja refere ao ZAP que o problema é que “neste momento, temos todos os professores“, incluindo “professores de risco“, que estão ao serviço desde 1 de Setembro.

Quando abrir o ano lectivo, “de certeza que não vai haver encontros de sala de professores” e “como cada turma vai ter a sua sala”, não haverá o “aglomerado” de pessoas que a DGS não recomenda, analisa Paula Carqueja.

 

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Recrutamento de docentes para a Escola Portuguesa de Luanda

 

A Escola Portuguesa de Luanda encontra-se a recrutar docentes para os grupos de recrutamento 110, 240 e 500.

Os interessados devem enviar o CV atualizado para o seguinte endereço eletrónico: dir.pedagogica@epluanda.pt.

 

 

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Este ano a falta de professores vai-se agudizar a níveis nunca vistos

 

Depois das declarações do SE e da informação que, ontem, chegou às escolas, a falta de professores vai passar a ser uma realidade antecipada.

Todos os anos há vagas que ficam por preencher, principalmente na área metropolitana de Lisboa. Este ano letivo com a pandemia de covid-19, o problema poderá agudizar-se se os professores mais velhos e pertencentes a grupos de risco recorrerem ao atestado médico.

Por todo o país e principalmente nos agrupamentos urbanos vamos assistir, já no início do ano letivo, a um fenómeno de falta de professores, a sua substituição não trará os mesmos recurso humanos às escolas, uma vez que os professores coadjuvantes e de apoio educativo dificilmente serão substituídos.

Em conclusão, toda esta situação provocada pela pandemia vai retirar recursos humanos essências às escolas e a qualidade do ensino vai ser afetada.

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