Maio 2020 archive

Posição do Conselho Geral da Escola Secundária de Avelar Brotero sobre as aulas presenciais

Mais um Conselho Geral que toma uma posição.

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Regulação as atividades letivas em regime presencial a partir de 18 de maio

 

 

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Retoma das atividades de formação profissional

 

 

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Novas regras específicas para o preenchimento de necessidades temporárias

 

 

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Medidas excecionais de organização e funcionamento das atividades educativas e formativas

 

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Atualização da Nota Informativa – Processamento de Remunerações 2020

 

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A cruz de quem se esqueceu de renovar a MPD

Houve quem se esquecesse de renovar a MPD dentro do prazo. Para esses, a solução é realizarem o pedido de MPD como todos os anos.

A cruz que devem assinalar no relatório médico, nestes casos, é a seguinte.

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Da Enorme Humildade

Avaliar e monitorizar as condições do E@D por parte dos alunos e professores é importante para melhorar as condições e corrigir problemas. Tenho por hábito realizar inquéritos simples e de fácil resposta em momentos que considero oportunos e fulcrais.

Mas esta resposta chamou-me a atenção pela enorme humildade de quem com pouco recursos se sente bem com o que tem.  Ao contrário de muitos que com bastantes recursos passam a vida a queixar-se.

 

Está tudo bem tenho o telemóvel da minha mãe para assistir ás aulas, a minha mãe vai a papelaria e imprime quando há fichas, mas trabalho quase sempre nos meus manuais da escola por isso não me faz falta nada. Obrigada por se preocuparem comigo e com todos os meninos da escola.

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Orientações sobre direitos e deveres alunos

Olho com muitas reservas a aplicação das medidas de recuperação e de integração num modelo à distância. Mesmo de forma presencial é de difícil aplicação na maioria dos casos, quanto mais desta forma. E nesse caso se há incumprimento das medidas há retenção do aluno, o que contraria um pouco a ideia que o aluno não pode ser prejudicado por ausência de aulas presenciais.

Orientações sobre direitos e deveres alunos

 

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Ensinar à distância: Crónica de uma vida real – CARMO MACHADO

Ensinar à distância: Crónica de uma vida real

epois de quase dois meses em contacto quase diário com todos os meus alunos – distribuídos pelos três anos letivos do ensino secundário – através de meios digitais e tecnológicos variados (na primeira fase, o correio eletrónico, o whatsapp, o instagram, o telefone, etc.; numa segunda, a aplicação Zoom.us seguida da famosa plataforma Teams de que, assumo, eu nunca tinha ouvido falar), fui informada de que regressarei à escola dia dezoito de maio para dar aulas de Português ao 12ºano.

Se repararam bem no que escrevi na primeira frase deste texto, tenho estado em contacto com todos os meus alunos, o que não significa forçosamente que eu tenha estado a ensinar seja o que for e, muito menos, que eles tenham estado a aprender. Não retirem já conclusões precipitadas. Deixem-me primeiro explicar. Das minhas quatro turmas, duas do décimo ano, uma do décimo primeiro e uma do décimo segundo (com um tempo semanal de cinquenta minutos síncronos, seguido de outros cinquenta minutos de sessão assíncrona), posso garantir que, a ter ocorrido ensino e/ou alguma aprendizagem real, eficaz e significativa ao longo deste tempo, tal aconteceu apenas na turma do ano de exame, o 12º ano. Poderia enumerar variadíssimas razões para este facto mas deixo-vos apenas com algumas: a maturidade dos alunos, o seu empenho demonstrado ao longo do ano, a sua preocupação perante os resultados a obter nos exames de acesso ao ensino superior, o desenvolvimento de métodos de trabalho autónomo, o à vontade no uso das novas tecnologias e, sem sombra de dúvida, o respeito pelo professor.

Sobre as duas turmas do décimo ano, posso afirmar que uma delas revela algum interesse nas atividades propostas, colaborando com a professora, reagindo, participando, rindo… Exatamente como acontecia nas aulas presenciais. No que às restantes turmas diz respeito (uma do décimo e outra do décimo primeiro), a experiência é quase traumática. As aulas síncronas podem ser descritas de forma simples: tentativa desesperada por parte do professor para ouvir uma palavra do outro lado da rede. Perante a chamada, mal respondem. Recusam-se a ligar a câmara. Recusam-se a ler. Não respondem às questões. Basicamente, não participam. Conto com dois a três alunos por turma e pouco mais. Paira um silêncio tal nestas sessões que já me apeteceu desligar o microfone e a câmara e fazer de conta que a ligação à internet caiu. Apeteceu-me, note-se. Obviamente não o fiz. Suportei a humilhação até ao fim, desejosa de que os malditos minutos passassem para acabar com o tormento daquele monólogo digital.

A verdade, se querem saber, é que este ensino à distância, como lhe andam a chamar, não é ensino à distância absolutamente nenhum. Confesso que com a turma do 12º ano, houve momentos em que fui professora. Quando lhes agucei a curiosidade para a pesquisa de novos conhecimentos e autores (a poesia de autores do séc. XX); quando promovi a reflexão sobre temas como a mudança, temática recorrente nos contos em estudo; quando estabeleci pontes com a disciplina de Sociologia e pedimos, eu a colega desta disciplina, um só trabalho comum; quando promovi a criatividade ao pedir-lhes trabalhos em registo áudio e vídeo onde mostrassem momentos de fruição do texto poético e que muito me surpreenderam… O resto foi nada. A maioria dos restantes alunos das outras turmas limitou-se a uma postura acrítica, passiva e apática, recusando qualquer tipo de atividade que implicasse debate ou análise ou leitura, enviando trabalhos de fraquíssima qualidade, repletos de erros de todo o tipo e, na generalidade, copiados da internet. Em suma, alunos desinteressados e desinteressantes… Como, aliás, já eram presencialmente.

Serve tudo isto para vos dizer que o regresso à escola no dia dezoito de maio se revela, no meu caso concreto, totalmente desnecessário. Pelos riscos que implica e, sobretudo, porque os alunos que irão regressar são exatamente aqueles que conseguiram utilizar esta nova experiência como um excelente estágio para a vida que os espera no ensino superior. Quanto aos demais, até dia 26 de junho continuarão a fingir que aprendem e eu a fingir que ensino…

Sobre as reuniões de professores realizadas através das plataformas digitais, afirmo com deleite que estas se revelaram de uma espantosa eficácia tanto na poupança de tempo como de meios. Bendita plataforma! Quanto à documentação a preencher, esta não surpreendeu na medida em veio confirmar que os professores (ou quem os coordena) não conseguem sobreviver sem formulários, relatórios e afins. A grande questão com que termino este texto é se o leitor, desse lado, fará a mais pequena ideia do que é ser professor e simultaneamente diretor de turma, neste modelo de pseudoensino à distância, ainda por cima de uma turma com exames nacionais. Aí, confesso, a vida complicou-se deveras e, por vezes, não houve tempo para se ser professor.

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ISS e DGS parecem não se entender…

A cinco dias da reabertura das creches, o Instituto de Segurança Social publicou um guião orientador que difere das propostas da Direção-Geral da Saúde. Educadores de Infância aguardam novos esclarecimentos.

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Cartoon do Dia – Eu sou o vosso Professor…- Paulo Serra

 

 

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Argumentos que suportam o cancelamento das atividades letivas presenciais, por José Alves

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A nova ordem sanitária e o policiamento da vida colectiva – Santana castilho

 

A nova ordem sanitária e o policiamento da vida colectiva

A declaração de calamidade não suspende, muito menos suprime, direitos laborais, sociais e políticos. Nem, nunca, estes direitos prejudicaram o combate à covid-19. Prejudicariam, isso sim, o curso da propagação da pandemia do medo, em que os principais responsáveis políticos se empenharam, arrastando, com pouca ponderação, 1,3 milhões de trabalhadores para o lay-off, 170 mil independentes para a penúria e 55 mil para a sopa dos pobres.
O ambiente em que vivemos desde 3 de Maio é manifestamente inconstitucional, porque pretende suspender direitos fundamentais por uma decisão unilateral do Governo. Com efeito, a situação de calamidade colhe o seu suporte legal numa lei ordinária da AR (Lei n.º 27/2006), que não permite limitar o exercício desses direitos senão de forma temporária determinada e apenas em zonas claramente definidas do território nacional (Art.º 21º, nº 1, b) da citada lei).
Mas uma grande parte dos portugueses, resignada, deprimida pela campanha da promoção do medo a que foi submetida, parece querer aceitar em silêncio a limitação administrativa dos seus direitos. Vive-se, assim, numa cidadania apenas simbólica, tutelada pela polícia e pela Direcção-Geral da Saúde, que têm agora o monopólio do espaço público. Sente-se, assim, a opressão de uma espécie de religião do confinamento, que nos empurra, em rebanho, para a neurose colectiva. A retórica fascizante que a serve permitiu a António Costa armar-se em intérprete de um certo interesse superior, “diga a Constituição o que diga” e a um comandante da GNR recordar-nos o “dever de cada um ser o polícia de si próprio.” E, apesar de os cientistas do mainstream terem concluído que a quase totalidade das contaminações ocorreu em espaços fechados (habitações, lares e instituições de saúde), prepara-se agora o reforço das contínuas operações da PSP, da GNR e da Polícia Marítima, chamando “fuzileiros e artilheiros” (ministro do Ambiente dixit) para controlarem os perigosos areais. As medidas em estudo, refere a imprensa, admitem cercas, torniquetes, sensores, drones, vigilância privada, marcas na areia para espetar as sombrinhas e cordas para delimitar a separação entre banhistas. Por este caminho, ainda vamos ver um ajuste directo para amestrar carapaus, que vigiarão o distanciamento dentro de água.
À salvação pelo grande confinamento e pela ditadura sanitária, opõe-se uma racionalidade ponderada para combater o vírus, coexistindo com ele por via da imunidade adquirida. Trata-se da dicotomia entre um risco de infecção, probabilisticamente baixo, e uma morte lenta, mas certa, por catástrofe económica, psíquica e social, sem precedentes.
2. A casa dos professores e a casa dos alunos cederam a sua natureza privada a uma certa lógica totalitária, que o fetichismo do ensino à distância impôs. O impropriamente chamado ensino à distância invadiu a vida privada e familiar dos docentes, misturando perigosamente vida profissional e vida pessoal. Sem resistência, inebriada por essa estranha união nacional contra a covid-19, uma parte significativa dos professores alistou-se em jornadas de trabalho sem limite e disponibilizou-se para trabalhar a todo o momento, respondendo a todas as solicitações. É prudente reflectir sobre o que está a acontecer e separar águas.
Uma coisa é uma metodologia sólida, coerente e tecnicamente complexa de ensino a distância (maioritariamente destinado a populações adultas e definitivamente vedado a algumas áreas temáticas), outra coisa é uma solução improvisada e precária (para entreter crianças e jovens afastados da escola). Não discernir sobre a diferença entre estes conceitos pode conduzir a entusiasmos para “normalizar”, no futuro, o que agora é meramente instrumental, pobre e casuístico.
Custa-me ver que se aceite tão facilmente trocar relações pessoais por relações digitais, admitindo que a profissionalidade docente possa prescindir do contacto social e da empatia humana. Como se um colectivo de pessoas pudesse ser substituído por um colectivo de computadores, sem perda de humanidade. Tecnólogos e tecnocratas não entendem que a interacção pedagógica exige presença. Professores e alunos sabem e sentem isso. Agora, mais que nunca, interiorizaram, certamente, que uma aula tem múltiplos papeis sociais, que nenhuma máquina substitui.

In “Público” de 13.5.20

 

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Mobilidade por doença 2020/2021

 

Aplicação disponível entre o dia 13 de maio e as 18:00 horas do dia 2 de junho de 2020 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE

 Aviso de abertura Despacho n.º 9004-A/2016

 

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Mobilidade por doença 2020/2021 (13 de Maio a 2 de Junho)

Mobilidade por doença 2020/2021

 

Aplicação disponível entre o dia 13 de maio e as 18:00 horas do dia 2 de junho de 2020 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE

Aviso de abertura 

Despacho n.º 9004-A/2016

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Professores e Educadores podem entregar declaração de exclusão de responsabilidade

Confiantes de que a reabertura do ensino secundário (11.º/12.º ano), creches e pré-escolar, poderá ser sujeita a falhas no que diz respeito à aplicação das medidas de segurança previstas pelo Governo, os educadores e professores estão a considerar recorrer à apresentação de declarações de exclusão de responsabilidade na eventualidade de ser registado um caso de contágio de uma criança no seu local de trabalho.

Os professores e educadores podem recorrer, como qualquer trabalhador em Funções Públicas, a esta declaração caso se encontre ou os seus alunos em risco, não obstante o signatário desenvolver todos os esforços para obviar a que surja algum incidente de contágio e para exercer os seus deveres como educador/professor ao seu alcance, não deve assumir qualquer responsabilidade pelos acidentes ou incidentes que possam verificar-se em resultado das deficientes e anómalas condições de organização da escola que não sejam causadas por si.

A legislação prevê essa exclusão de responsabilidades. Fica aqui para vossa consulta e decisão sobre o que fazer.

 

Artigo 177.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas

1 – É excluída a responsabilidade disciplinar do trabalhador que atue no cumprimento de ordens ou instruções emanadas de legítimo superior hierárquico e em matéria de serviço, quando previamente delas tenha reclamado ou exigido a sua transmissão ou confirmação por escrito.
2 – Considerando ilegal a ordem ou instrução recebidas, o trabalhador faz expressamente menção desse facto ao reclamar ou ao pedir a sua transmissão ou confirmação por escrito.
3 – Quando a decisão da reclamação ou a transmissão ou confirmação da ordem ou instrução por escrito não tenham lugar dentro do tempo em que, sem prejuízo, o cumprimento destas possa ser demorado, o trabalhador comunica, também por escrito, ao seu imediato superior hierárquico, os termos exatos da ordem ou instrução recebidas e da reclamação ou do pedido formulados, bem como a não satisfação destes, executando seguidamente a ordem ou instrução.
4 – Quando a ordem ou instrução sejam dadas com menção de cumprimento imediato e sem prejuízo do disposto nos n.os 1 e 2, a comunicação referida na parte final do número anterior é efetuada após a execução da ordem ou instrução.
5 – Cessa o dever de obediência sempre que o cumprimento das ordens ou instruções implique a prática de qualquer crime.

 

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O Despacho de nomeação do novo Subdiretor Geral da DGAE

 

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Medidas de Prevenção e Controlo em Creches, Creches familiares e Amas

Medidas de Prevenção e Controlo em Creches, Creches familiares e Amas

 

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Prazos de contratação de professores encurtado

 

Ministério encurta prazos de contratação de professores para tentar garantir aulas

Directores de escolas receberam garantia da tutela. Medida pretende que não faltem docentes para as aulas presenciais que recomeçam a 18 de Maio para os alunos do 11.º e 12.º anos. Lisboa terá mais dificuldades em conseguir contratar porque na região a procura é praticamente nula.

 

 

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Dia 18 de maio numa escola perto de si…

 

… não verá crianças brincar.  Por momento pensará que a alegria do mundo se findou. As crianças já não brincam? Brincam. Não as transformarão em adultos antes do tempo. Não lhes tirarão a alegria de ser crianças, nem que para isso sejam obrigadas a reinventar as brincadeiras.

Quando as crianças deixarem de brincar, poderá o mundo acabar à vontade, não valerá a pena por cá andar.

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Mais de quatro milhões de máscaras em mais de 500 escolas

Façamos contas: se cada máscara custar 0,5€ (que não custou) o investimento do governo foi de dois milhões de euros em máscaras para a comunidade escolar. Esse investimento deverá chegar e sobrar até ao final do ano letivo. Resta saber se os 850 milhões mal investidos a semana passada num banco também são considerados um grande esforço financeiro… (sr. primeiro ministro, pense na conta da luz, da água e dos consumíveis que não tem que pagar por professores e alunos estarem a gastar do seu bolso, faça as contas, acrescente-lhe os impostos que nos enfia nas faturas e verá o lucro surgir-lhe diante dos olhos)

Há “mais de quatro milhões de máscaras em 500 escolas”

O Governo distribuiu “mais de quatro milhões de máscaras por mais de 500 escolas”, num “esforço financeiro enorme”, e deixa mensagem de confiança: “Desejamos que a partir de segunda-feira entrem na escola com confiança para retomar presencialmente o processo de aprendizagem”.

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Estudar em casa, por João Fernandes

 

Estudar em casa

Que família tão unida
e tão bem organizada
Estuda o pai
Estuda a mãe
e toda a rapaziada

Estudam na televisão
estudam no computador
é uma grande emoção
um momento arrebatador

E no final da jornada
ouve-se uma voz a dizer
quando é que esta porra acaba
que eu tenho mais que fazer

É uma vida alterada
uma enorme confusão
A malta desesperada
está farta da reclusão

João Fernandes

 

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Cartoon do Dia – Pac-Pof. – Paulo Serra

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Vamos Chegar Hoje às 1.000 Assinaturas Para a Petição ter Alguma Voz?

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Opinião de João Paulo Maia

Será eticamente aceitável retomar aulas como parece estar previsto? – Uma alternativa

 

Este regresso às aulas presenciais, nestas circunstâncias, parece ser de enorme leviandade e, consequentemente, um erro ético que não deve passar em claro

A pergunta ética crucial é: o que devemos fazer? Neste caso, o que devemos fazer quanto ao retomar ou não de aulas no ensino secundário, tal como parece estar previsto para breve, a 18 de Maio?

Manifesto a minha perplexidade e preocupação pela decisão desta retoma nas condições que são do conhecimento público, tanto quanto se pode ajuizar pela informação disponível, até à data, dado o risco para a saúde pública que é expectável esta decisão implicar, sem que nada de substantivamente equivalente ou mesmo superior se lhe possa contrapor.

Isto para já não referir os inúmeros obstáculos “técnicos” que esta decisão levanta. Comece-se por estes últimos. O que diz a resolução aprovada em Conselho de Ministros? Artigo 10.º – Regras de ocupação, permanência e distanciamento físico:

  1. Em todos os locais onde são exercidas atividades de comércio e de serviços nos termos do presente regime, sejam estabelecimentos de comércio, por grosso ou a retalho, ou grandes superfícies comerciais, conjuntos comerciais, mercados, lotas ou estabelecimentos de prestação de serviços, devem ser observadas as seguintes regras de ocupação, permanência e distanciamento social: a) A afetação dos espaços acessíveis ao público deve observar regra de ocupação máxima indicativa de 0,05 pessoas por metro quadrado de área; (…)”.
  2. Para efeitos do disposto na alínea a) do número anterior: a) Entende -se por “área”, a área destinada ao público, incluindo as áreas de uso coletivo ou de circulação, à exceção das zonas reservadas a parqueamento de veículos; b) Os limites previstos de ocupação máxima por pessoa não incluem os funcionários e prestadores de serviços que se encontrem a exercer funções nos espaços em causa”, o que parece incluir, se se for consistente, professores. 

1. Se (i) as orientações emanadas do Ministério da Educação (via Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares) para o recomeço das aulas presenciais não determinam um número específico de alunos por sala, já (ii) a Resolução do Conselho de Ministros n.º 33-A/2020, no seu artº 10º, alínea a), especifica uma ocupação máxima por m2 , a saber, 0,05 , o que implica a ocupação, num espaço fechado, de uma pessoa por cada 20 m2. Se assim for, uma sala com 100 m2 só poderia ser ocupada por seis pessoas (supostamente cinco alunos e um professor, visto a Resolução referir que prestadores de serviços não contam; mas assuma-se que professores e alunos contam como pessoas…).

2. Porém, este estado de coisas naturalmente levanta sérios problemas quanto à operacionalização de aulas presenciais. A Resolução em causa também determina a distância mínima a observar entre pessoas: no referido art.º 10º, b), lê-se: “A adoção de medidas que assegurem uma distância mínima de dois metros entre as pessoas, incluindo aquelas que estão efetivamente a adquirir o produto ou a receber o serviço, podendo, se necessário, determinar-se a não utilização de todos os postos de atendimento ou de prestação do serviço”. Ora, este último tópico parece enquadrar o caso de actividades lectivas presenciais, pois os docentes são prestadores de serviços.

Porém, nas Orientações do Ministério da Educação apenas se refere a distribuição de um aluno por secretária ou mesa. Se isto assim for, teremos de afastar secretárias ou mesas para que essa distância seja respeitada entre alunos e entre estes e o professor, o que coloca novamente em jogo os problemas de operacionalização supracitados (a “extensibilidade das salas de aulas” assume limites arquitectónicos bem objectivos).

3. Além destas anomalias difíceis de ultrapassar, o que se obteria no plano ético? Fazer regressar agora à escola alunos que tipicamente mantêm um número considerável de interacções sociais, incluindo não apenas alunos das disciplinas dos anos sujeitos a exame nacional (mesmo aqueles que os não irão realizar), mas também ao que parece alguns alunos dos cursos profissionais (e aqui a incerteza prevalece), parece ser uma decisão irresponsável porque todos estes alunos iriam estar em contacto com uma faixa etária de professores e funcionários, muitos dos quais acima dos 50 anos, alguns com 60 ou mais anos, e alguns com comorbilidades. Além de os alunos contactarem com pais, encarregados de educação e alguns parentes da faixa etária acima dos 70, havendo ainda comorbilidades que não devem ser, sem mais, lançadas para o conjunto vazio.

Logo, se esta decisão parece irresponsável no plano da saúde pública, será também uma decisão que fere a ética, pois previsivelmente coloca em risco a vida de pessoas inocentes. E aqui de pouco serve argumentar a favor da ideia de que esse poderá ser um efeito meramente colateral, mas não pretendido, apesar de expectável.

4. Um recente estudo da Fundação Champalimaud, envolvendo testes serológicos  reforça a ideia de que o número de infectados activos, logo, potencialmente contagiosos, e muitos deles assintomáticos, pode ser muito elevado. Dada a amostra – 1235 pessoas –, e mesmo tendo em conta o universo em causa, o resultado obtido foi 14 vezes superior ao que teria sido detectado em testes PCR, para a população testada do mesmo concelho de Loulé. Ora, isto é um forte indício que apoia a ideia de que este regresso às aulas presenciais, nestas circunstâncias, parece ser de enorme leviandade e, consequentemente, um erro ético que não deve passar em claro.

5. E a evidência científica pode, para já, ser reforçada. Na verdade, um outro estudo publicado no jornal da Canadian Medical Association, aponta, nomeadamente, três factores que contribuem claramente para reduzir esta progressão pandémica: 1) medidas de distanciamento social, 2) restrições de ajuntamentos de pessoas e, o que importa aqui sublinhar, 3) fecho de escolas.

6. Como professor do ensino secundário público, estou pronto para assumir as minhas responsabilidades e, creio, muitos professores, dentro e fora de Conselhos Pedagógicos e de Conselhos Gerais, dentro e fora de sindicatos, estarão também prontos para assumir as suas, tal como muitos pais e encarregados de educação — parece tratar-se da observação de princípios éticos inescapáveis, na defesa do interesse comum: minimizando estragos que esta pandemia tem provocado e tentado optimizar o ensino e as aprendizagens com os recursos que estão ao nosso alcance.

7. Mas haverá alguma alternativa credível ao que nos é ministerialmente “proposto”? É que a ética não deve ser advogada tendo por suposto a inexistência de algo fisicamente acessível em termos de melhores alternativas, ou no mínimo menos más, para os agentes implicados nestas tomadas de decisão. Ora, parece-me que a resposta para aquela pergunta é afirmativa, por exemplo, defendendo globalmente as soluções expressas publicamente pelos subscritores de Por que não devem reabrir as escolas para o ensino secundário que, neste momento, se constitui como petição que pode ser assinada no site do Parlamento nacional.

8. Ora, se há melhores alternativas — pelo menos uma! —, e que em nada hipotecam a equidade que deve prevalecer, nomeadamente no acesso de alunos ao ensino superior, por que razão persistir num erro que pode custar o sofrimento de vidas inocentes que poderiam não ser sacrificadas, caso se mantivesse o actual regime de Ensino Remoto de Emergência que, não negligenciando óbvias dificuldades, até se tem comportado com razoabilidade? Só porque tecnicamente já não estamos em estado de emergência? Isso é, para já, seguro. Mas também será muito provável que decisões irresponsáveis possam vir a assumir-se como calamitosas, esteja ou não legalmente decretado o estado que esteja.

Texto actualizado às 16h39: acrescentado o 5.º ponto.

 

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E os candidatos da 1ª Prioridade?

O quadro seguinte apresenta todos os candidatos que se encontram na 1ª prioridade distribuídos por duas colunas:

  • 1ª coluna – aqueles candidatos que tiveram 3 contratos completos e anuais;
  • 2ª coluna -candidatos que tiveram a sorte de ter ficado colocados em temporários que duraram até 31 de agosto. Muitos candidatos desta coluna o único completo e anual que têm é o deste ano… e alguns até ficaram em horários incompletos! (pelo menos segundo as listas publicadas pela DGAE)

Ficam os números…

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Escolas com autorização para completar horários e contratar professores

Escolas com autorização para completar horários e contratar professores

As escolas podem completar horários de professores, pagar horas extra e até contratar docentes para garantir o regresso às aulas presenciais dos cerca de 160 mil alunos do 11.º e 12.º anos na segunda-feira.

A garantia foi dada pelo Ministério da Educação a diretores de escola, preocupados com a falta de professores para ensinar turmas desdobradas ou substituir quem pertence a grupos de risco.

As normas de regresso às aulas presenciais obrigam a deixar dois metros entre cada pessoa e os sindicatos insistem que o número de alunos por sala não deve ultrapassar os 10 ou 12. Se assim for, as turmas que hoje têm um professor serão desdobradas em duas ou em três. Além disso, os docentes que pertencem a grupos de risco continuarão em teletrabalho. Por isso, é de esperar que sejam precisos mais professores.

 

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Reclamação da candidatura eletrónica

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 12 de maio e as 18:00 horas do dia 18 de maio de 2020 (hora de Portugal continental), para efetuar a reclamação das candidaturas ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento de 2020/2021.

Consulte o Manual de utilizador.

 

SIGRHE – reclamação

 Manual de utilizador

 

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Idade: Candidatos da 3ª prioridade

Os 24128 candidatos que se encontram na 3ª prioridade têm uma média de idades de 38 anos enquanto a moda é de 39. Tabela abaixo com dados completos:

 

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Idade: Candidatos da 2ª Prioridade

A 2ª prioridade é a que melhor traduz o panorama dos professores contratados. Serão estes 29024 professores que estarão no próximo ano a substituir os professores dos quadros (na maior parte dos casos).

Vejamos então:

A média de idades ronda os 42 anos.
A moda é 40. Entre os 35 e os 49 anos encontra-se o maior número de professores.
Alguns grupos caminham a passos largos para a extinção, porque aliada à elevada média de idades está a praticamente inexistência de professores abaixo dos 40 anos.

 

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As impraticáveis regras para a reabertura das creches…

Sentados no chão com espaçamento de 1,5m entre crianças… vão andar de fita métrica cada vez que uma criança se mexer…

Regras:

  • Existência de área de isolamento de casos suspeitos de Covid-19, com circuitos definidos e isoláveis
  • Não utilização de sistemas de ar condicionado em sistema de recirculação; arejamento noturno das instalações se possível.
  • Existência de um dispensador de gel desinfetante por sala
  • Utilização de espaços que estejam encerrados, se possível
  • Rigor na higiene de todos os espaços, com reforço de ações de limpeza e descontaminação, incluindo limpeza de mesas e cadeiras entre turnos nas “cantinas”
  • Distanciamento entre crianças nas pausas e espaços de refeição
  • Berços, camas ou catres sempre utilizados pela mesma criança e com espaçamento mínimo de 1,5mt entre si
  • Turmas fixas, ocupando diariamente o mesmo espaço, com o mesmo educador e com os mesmos circuitos de circulação
  • Mesas de trabalho orientadas no mesmo sentido (as creches trabalham habitualmente com mesas redonda ou dispostas em “U”)
  • Uso de “máscara cirúrgica” pelos profissionais e pelas crianças com idade superior a 6 anos (abaixo desta idade a máscara não é permitida)
  • Espaçamento de 1,5m entre crianças
  • Os brinquedos pessoais ficam em casa
  • Os pais devem disponibilizar calçado para uso exclusivo no interior das creches
  • Os pais não podem entrar nas creches, devendo a entrega e receção das crianças ser feita de forma individual

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Idade: candidatos da 1ª prioridade

Os 817 candidatos da 1ª prioridade têm uma média de idade superior a 45 anos. A idade mais comum é 40 (moda).

Em 9 grupos a média de idades é superior a 50 anos. Fica a tabela, para uma análise mais cuidada.

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GUIÃO ORIENTADOR DAS RESPOSTAS SOCIAIS CRECHE, CRECHE FAMILIAR E AMA

 

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Como está a ser vivenciado o processo de transição digital acelerada em contexto de Covid-19 nas escolas?

O momento de crise que vivemos atualmente, com a pandemia de Covid-19/ Coronavirus SARS-CoV-2, levou as instituições educativas por todo o mundo, a necessitar de, num curto período de tempo e de modo massificado, adotar práticas de ensino e aprendizagem a distância, mediadas pela tecnologia.
Uma equipa de investigadores do Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta, interessada em compreender este processo de transição acelerada e numa escala sem precedentes, pede a sua colaboração na resposta a um breve questionário sobre a forma como se tem processado esta transição de emergência para a educação a distância, e como ela está a ser vivida e experimentada por diversos agentes educativos, incluindo os Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

A questão de partida a que nos propomos responder por meio do estudo, é a seguinte: Como está a ser vivenciado o processo de transição digital acelerada em contexto de Covid-19 nas escolas e nas universidades?

Na qualidade de Educador de Infância ou Professor, solicitamos que responda ao questionário disponível em:
https://filipaseabraborges.wixsite.com/educacovid19
No mesmo espaço, estão também disponíveis os questionários dirigidos a outros agentes educativos (Concretamente, Pais e Encarregados de Educação de Crianças e Alunos do Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário; Docentes do Ensino Superior e Estudantes do Ensino Superior).

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75 Mil Gostos no FB

O Blog DeAr Lindo atingiu hoje 75.000 gostos na rede social Facebook.

Somando aos quase  6 mil seguidores por e-mail as publicações este espaço chegam a 81 mil seguidores.

Segundo uma estimativa do Facebook o público alvo tem maioritariamente seguidores do sexo feminino entre os 35 e os 54 anos de idade e a distribuição pelas restantes idades e sexo é o que consta da imagem seguinte:

Acompanhe o Blog DeAr Lindo pela rede social Facebook ou subscreva os artigos por e-mail para estar sempre a par em primeira mão das notícias sobre educação.

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497 professores contratados terão 60 anos ou mais…

… no dia 31 de agosto.  4 destes têm 69 anos.

Há mais candidatos na faixa dos cinquenta, do que aqueles que estão abaixo de 30.

Dois grupos têm uma média etária superior a 50… e estamos a falar de contratados.

O quadro abaixo apresenta a distribuição por faixa etária. Brevemente faremos uma análise por prioridade.

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53.969 Candidaturas ao Concurso Externo (Listas Provisórias)

Em 2020 encontram-se validadas 53.969 candidaturas ao concurso externo de 2020/2021 de acordo com a distribuição do quadro seguinte por grupo de recrutamento e prioridade.

Em 2019 existiram 50.303 candidaturas.

 

Das 53.969 candidaturas existem 18.558 candidaturas de docentes que concorrem a um ou mais grupos de recrutamento, pelo que existem nestas listas 35.411 docentes.

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Comunicado SPLIU – Medidas excecionais de organização e funcionamento das escolas

 

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Comunicado da Pró-Ordem Sobre as Aulas Presenciais

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