Argumentos que suportam o cancelamento das atividades letivas presenciais, por José Alves

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20 comentários

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    • Alexandra Almeida on 14 de Maio de 2020 at 11:59
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    Plenamente de acordo!

    • Zaratrusta on 14 de Maio de 2020 at 12:17
    • Responder

    Argumentos que suportam as atividades letivas presenciais:
    – Tem que se verificar o estado de imunidade coletiva;
    – Caso os exames corram mal, a responsabilidade será dos alunos;
    – Tem que se continuar a enganar os pais dando a ideia que os alunos vão aprender alguma coisa;
    – Há que continuar a isentar as Universidades de qualquer responsabilidade no acesso ao ensino superior;
    – Dá muito trabalho pensar numa via de acesso diferente;
    – É mais fácil passar toda a responsabilidade de tudo o que possa acontecer para as escolas e para os pais:

      • Matilde on 14 de Maio de 2020 at 14:04
      • Responder

      Exactamente!

    • €€€s on 14 de Maio de 2020 at 13:08
    • Responder

    Não se iludam.
    Será mais depressa demitido o “Mourinho dos OGE ” que a anulação da Atividade LP

      • Filipe on 14 de Maio de 2020 at 14:05
      • Responder

      Não existe imunidade coletiva , é uma falsa ( 1 ) esperança lançada ao povo pelo Governo Português , para eles se atirarem de cabeça ao vírus . O vírus tem tido mutações desde o início na China e esperam-se 25 por ano ( 2 ) , já vai em 15 . Caso , para o vírus da vulgar gripe ( 50 mutações por ano ) , não seria necessário vacina todos os anos . Apanhava-se e ficava-se imunizado , mentira . Não acreditem no tal R … é outra mentira ao povo para relançar a economia . Pelos dados de hoje o Estado já poupou cerca de 1 milhão de euros em reformas , dará 14 milhões por ano , com os mortos por Covid 19.
      1.https://www.who.int/news-room/commentaries/detail/immunity-passports-in-the-context-of-covid-19
      2. https://www.livescience.com/coronavirus-mutation-rate.html

    • Luluzinha on 14 de Maio de 2020 at 13:51
    • Responder

    Que falta de paciência para esta gente, francamente! Por favor, reduzam-lhes substancialmente os vencimentos e verão como mudam rapidamente de opinião. E em Setembro, continuarão a maçar-nos com esta lengalenga?

      • Zararusta on 14 de Maio de 2020 at 14:09
      • Responder

      A menina é professora de quê? Vai para a escola a partir de dia 18? É mãe? Se não, está a comentar um filme que nunca viu. Abstenha-se.

      • Filipe on 14 de Maio de 2020 at 14:10
      • Responder

      “Luluzinha” , a receita para si : Dar todos os dias um beijo na boca de um infetado , que tal ? Depois diga aqui quando sair , se sair … da tubagem como foi o Covid – 19 .

    1. Parece que a paciência é que não lhe falta. Está sempre presente e a opinar.
      Ainda bem que gosta da sala dos professores ainda que não seja um sentimento recíproco 😎

      • maria on 14 de Maio de 2020 at 17:30
      • Responder

      Paciência já não temos nós para o seu discurso! Será que é mãe e já está “farta” de aturar os seus filhos?
      O conselho de médicos que tenho na família e de outros meus amigos (alguns dos quais a trabalhar no estudo deste vírus) é para não mandar as crianças para a escola, pois este é um ato de uma irresponsabilidade tamanha.
      Quer ser um “Hitler a mandar inocentes para a morte”, faça-o, eu não!

    • Ana Justo on 14 de Maio de 2020 at 14:10
    • Responder

    Cá estasy tu, Luluzinha! Já tardavas! Já agora. não és professora? Se és, devias estar a trabalhar…

    • Matilde on 14 de Maio de 2020 at 14:19
    • Responder

    Subscrevo por inteiro os argumentos apresentados neste artigo de opinião.

    1. Pronto ,se esta subscreve…
      Falta só a volumoso do pássaro para estarmos todos elucidados . 🤣

    • Matilde on 14 de Maio de 2020 at 15:03
    • Responder

    O stress pós-traumático tem cura, assim haja capacidade para assumir que existe um problema e para procurar a ajuda necessária e adequada…

    Leitura recomendada, a quem servir:

    “Leis Fundamentais da Estupidez Humana”, segundo Carlo Cipolla.

    1. Na minha modesta opinião, acho que deverias ler mais vezes a dita obra. Não a conheço,mas se dizes que tem algum efeito… em ti, ainda não vislumbra. Vai lendo nos intervalos das aulas e aos fds … 😉

    • Matilde on 14 de Maio de 2020 at 15:07
    • Responder

    Correcção ao nome da obra anteriormente citada: “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”.

    • Matilde on 14 de Maio de 2020 at 15:47
    • Responder

    Há pessoas tão preocupadas em querer manifestar o seu menosprezo (gratuito, irracional e não fundamentado) por outras que, nessa sua obstinação, a única coisa que conseguem é atribuir aos seus visados demasiada importância…

    E isso leva-nos para as palavras de Carlo Cipolla na sua obra: “As Leis Fundamentais da Estupidez Humana”.

    Segundo o autor: “É estúpido aquele que causa danos a outro indivíduo ou a um grupo de indivíduos, ao mesmo tempo que não retira da sua acção nenhum benefício para si mesmo, podendo inclusive incorrer em prejuízos”.

    Mais acrescenta: “O indivíduo estúpido é o tipo de indivíduo mais perigoso. Não é possível prever as acções de um estúpido porque ele age sem razão, sem objectivo definido, sem lugar ou hora apropriada. Torna-se impossível prever quando um estúpido dará o próximo passo e, para as pessoas racionais, é muito difícil compreender a lógica de pensamento irracional”.

    É isto, não é?

      • Zaratrusta on 14 de Maio de 2020 at 16:52
      • Responder

      Leitura recomendada.

  1. Concordo plenamente.
    Não se sabe se o resultado da petição a favor da realização de testes para todos os professores, alunos, funcionários, se foi discutida se não? Se alguém a levou a sério, enfim. Ninguém leva os professores a sério.

    • ESPERANCA on 14 de Maio de 2020 at 22:24
    • Responder

    Exmo Sr. Secretário de Estado da Educação
    Tenho 64 anos de idade e 42 anos de carreira docente, sendo que , nas últimas duas décadas, lecionei a disciplina de Português no ensino Secundário.
    Ao longo da minha carreira, deverei ter faltado não mais que 30 dias por doença.
    A minha dedicação ao ensino e principalmente aos meus alunos foi sempre o que me norteou, procurando veicular as aprendizagens essenciais para o seu sucesso. Lecionei muitas aulas extra-letivas para assegurar que o desempenho no exame nacional fosse o melhor.
    É por isso que a situação a que estamos agora sujeitos me deixa deveras revoltada e apreensiva. Por razões pouco evidentes, pelo menos na minha perspetiva, os alunos do décimo segundo ano, ainda que não precisem de realizar o exame nacional na disciplina de português, são obrigados a frequentar as aulas presenciais. Numa altura em que os conteúdos programáticos previstos para este ano de escolaridade já foram praticamente todos lecionados; em que a avaliação dos mesmos já foi efetivada pela maioria dos professores, é de questionar o que vão os alunos fazer nestas cinco semanas de aulas que ainda faltam até ao final do mês de junho
    Levantam-se, então, as seguintes questões:
    O que interessa aos alunos a obrigação da frequência de uma disciplina que não vai ter continuidade no seu plano de estudos, quando deveriam estar concentrados com as específicas para acesso ao ensino superior?
    Que tipo de aprendizagens podem ainda ser veiculadas para manter a sua motivação?
    Qual o aluno que , perante uma situação de risco de saúde, pode ter vontade de trabalhar, só porque alguém decidiu que tem que assistir às aulas de uma disciplina que não lhe interessa mais?
    Em tempos de normalidade, este período, até ao final do ano letivo, seria de grande importância, uma vez que permitia uma consolidação da matéria do 10º e 11º anos de escolaridade, enquanto objeto de avaliação no exame nacional. E agora? Justifica-se essa consolidação? É claro que não, porque ninguém tem que prestar provas.
    Então, o que sucede? Alunos e docentes estão frente a frente, em situação clara de risco, a tentar inventar temas para trabalhar, sem qualquer motivação . Em nome de que interesses? Políticos? Fácil para quem não tem que sujeitar-se à vulnerabilidade deste momento, para quem está sentado num gabinete a dar ordens, para quem assumiu que assim tem que ser, porque há que defender o critério das aprendizagens. O problema que se coloca é que, na realidade, neste caso as aprendizagens já não são o critério, porque nenhum aluno. nestas circunstâncias, está interessado nas aprendizagens nesta disciplina
    Entretanto, os professores que receberam esta prenda só têm duas soluções-ou apresentam atestado médico, ou, por acharem que não é muito ético , dão o corpo às balas e embarcam numa aventura perigosa.
    E se não correr bem, a quem são pedidas responsabilidades?

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