20 de Maio de 2020 archive

Publicação de lista – Equiparação a bolseiro – Ano letivo de 2020-2021

 

Listagem dos docentes a quem foi autorizada Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2020/2021.

 

Lista Nominal de Equiparação a Bolseiro para o ano escolar de 2020/2021

 

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Mobilidade Estatutária 2020/2021

Exmº(ª) Senhor(a)

Diretor(a)/Presidente de CAP

Vimos por este meio informar V. Exa. de que o processo de mobilidade do pessoal docente para o ano escolar de 2020/2021, decorrerá obrigatoriamente através de aplicação informática a disponibilizar no portal da DGAE, de acordo com os prazos indicados.

Salienta-se que os prazos definidos e que agora se divulgam deverão ser rigorosamente observados sob pena de não poderem ser consideradas as propostas de mobilidade estatutária rececionadas de modo diferente do previsto.

Acresce informar V. Exa. que a submissão da(s) proposta(s) de mobilidade estatutária de docentes, nos termos previstos nos artigos 68.º alínea a) do Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores do Ensino Básico e Secundário, decorrerá: entre 22 de maio e 04 de junho, impreterivelmente.

Pede-se, também, a especial atenção de V. Exa. para o cumprimento dos prazos de validação de dados e emissão de parecer sobre o(s) pedidos de mobilidade estatutária relativos a docentes providos/colocados na unidade orgânica que dirige e que decorrerão entre 22 de maio e 05 de junho, impreterivelmente.

Com os melhores cumprimentos e votos de bom trabalho,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Susana castanheira Lopes

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Perguntas Frequentes sobre o Decreto-Lei n.º 20- H/2020

 

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Como se organizará a escola em setembro?

A imprevisibilidade do futuro sempre foi uma certeza. O futuro sempre se viu coberto pelo manto da incerteza. Nos tempos que vivemos qualquer que seja o nosso futuro não o podemos prever a médio/longo prazo.

O retorno à escola está previsto para setembro, mas os cenários possíveis vão da conhecida normalidade, à continuidade do trabalho que hoje estamos a desenvolver a partir de casa. A ameaça que nos assombra o pensamento e as vidas, segundo os especialistas, pode voltar, em força ou não, a qualquer momento. Convém traçar cenários futuros para que não sejamos, novamente, apanhados de surpresa apesar de todos os avisos e evidências.

Se as medidas de contingência e afastamento social se mantiverem ou vierem a ser retomadas tem que se partir de um plano diferente do atual, o E@D é um remendo que não pode prolongar-se indefinidamente no tempo. Por isso, está a decorrer a experiência com os alunos do 11.º e 12.º ano, nas creches e no dia 1 de junho iniciar-se-á no Pré-escolar. Se esta experiência se demonstrar minimamente segura, estou certo que no próximo ano letivo será aplicada aos outros níveis de ensino.

Como poderá isso ser operacionalizado?

Esta reflexão baseia-se na possibilidade de desdobramento de turmas e redução da carga horária letiva presencial, assim como no cumprimento da promessa do primeiro ministro em equipar cada aluno com meios informáticos. Não me vou debruçar sobre os resultados que poderão advir deste modelo de ensino porque são uma incógnita, tal como o futuro, podem surtir efeitos ou não, mas sempre serão melhores do que aquilo que estamos a viver presentemente.

No 1.º ciclo esta operacionalização poderá passar por desdobrar as turmas e criar um turno da manhã e outro da parte da  tarde. Uma turma de 24 alunos será desdobrada em duas de 12, permitindo assim o distanciamento social exigido. A permanência dos alunos na escola também pode ser reduzida. Em vez das 5 horas letivas presenciais, poderão ter apenas 2,5 horas presenciais onde os conteúdos são lecionados (não havendo intervalos), deixando as outras 2,5 horas para a prática e resolução de exercícios em casa sobre supervisão assíncrona dos professores

Nos 2.º, 3.º ciclo e secundário o esquema seria semelhante. Com as regras em vigor para o 11.º e 12.º ano, as aulas presenciais veriam a sua duração reduzida para 25/30 minutos e o tempo restante seria em trabalho autónomo. Neste tempo seriam ministrados os conteúdos. Nas suas residências, com horários pré-estabelecidos, desenvolveriam em contactos assíncronos com os docentes de cada disciplina a prática, resolução de exercícios e esclarecimento de dúvidas. Dar-se-ia primazia à pesquisa e ao trabalho autónomo.

Julgo que assim, seria possível manter as regras de distanciamento social, minimizar contactos e evitar, dentro do possivel, reduzir o aparecimento de surtos dentro dos estabelecimentos escolares.

Podendo esta ser uma de muitas soluções que possam a vir ser encontradas, não é o ideal para o processo de ensino/aprendizagem, mas devido às contingências que a sociedade vive pode ser adotada enquanto o retorno à “normalidade” tarda.

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O contraste das creches portuguesas e francesas

As imagens que correram as redes sociais das creches em França ,acabaram por chocar muita gente pela frieza do distanciamento social, num recreio de cimento. As imagens que correm desse mesmo distanciamento social em Portugal, são muito mais agradáveis e sossegam espíritos de pais e população em geral.

Em Portugal temos boas creches e bons profissionais que conseguem transformar a pior das situações num momento agradável.

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Orientações sobre recolha dos dados de saúde dos alunos

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Adoção de Manuais Escolares

Adoção de Manuais Escolares

 

 

De acordo com o Anexo I ao Despacho n.º 4947-B/2019, de 16 de maio de 2019, publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 94, foi suspensa a adoção de manuais escolares, designadamente:

No ano de 2020, com efeitos a partir do ano letivo de 2020/2021, é suspenso o procedimento de adoção de novos manuais escolares:

· Na disciplina de Inglês do 8.º ano de escolaridade do 3.º Ciclo do Ensino Básico;

· Em todas as disciplinas do 9.º ano de escolaridade do 3.º Ciclo do Ensino Básico;

· Em todas as disciplinas do 10.º ano de escolaridade dos cursos científico-humanísticos do Ensino Secundário.

Assim, foi prorrogado o período de vigência dos manuais escolares no ano de 2020, com efeitos a partir do ano letivo de 2020/2021, dos manuais escolares das seguintes disciplinas e anos de escolaridade:

· Na disciplina de Inglês do 8.º ano de escolaridade do 3.º Ciclo do Ensino Básico;

· Em todas as disciplinas do 9.º ano de escolaridade do 3.º Ciclo do Ensino Básico;

· Em todas as disciplinas do 10.º ano de escolaridade dos cursos científico-humanísticos do Ensino Secundário.

Registo da estimativa do número de alunos para o ano letivo de 2020/2021

O período de registo da estimativa do número de alunos, para o ano letivo de 2020/2021, a realizar por cada escola do agrupamento ou escola não agrupada decorre entre os dias 1 e 29 de junho de 2020.

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«Professores vão ter um trabalho muito duro em Setembro»

Mas o vencimento será o mesmo… As condições de trabalho não mudarão, a carreira não será “a do autocarro” e quem pagará a fatura serão os mesmos de sempre. Mesmo sabendo tudo isto vale a pena ler…

Nada será igual. «Professores vão ter um trabalho muito duro em Setembro», alerta OCDE

Andreas Schleicher, director do Departamento de Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), alerta os professores, numa entrevista ao ‘Observador’, para a necessidade de terem de alterar o método de ensino, em Setembro, numa altura em que nada será igual.

«Os estudantes que têm autonomia estão bem, não é preciso grandes preocupações. Mas o mesmo não se passa com os que estão em desvantagem. Para estes, o papel do professor será extremamente mais importante e isso foi uma coisa que esta crise mostrou. Se olharmos para o futuro da educação, vamos ver uma maior procura por professores que vão para lá do seu papel de instrutor», refere o responsável, acrescentando que «os professores vão ter um papel muito duro em Setembro».

Relativamente à dependência da tecnologia por parte dos alunos, devido às aulas online, Schleicher considera que «a tecnologia não é tão decisiva, não é o aspecto definidor do modelo. Este envolve mais co-criação. Os alunos consumidores estão a tornar-se sujeitos activos no seu processo de aprendizagem e isso é mais importante do que o aspecto tecnológico», defende.

«O professor já não pode apenas dar um texto pré-fabricado a um grupo de estudantes, tem que desenhar novos cenários e ambientes inovadores de ensino, tem de perceber que alunos diferentes aprendem de maneira diferente e acolher essa diversidade, praticar uma pedagogia diferenciada. O professor tem de conhecer os alunos como indivíduos para os envolver no processo de aprendizagem», continua o especialista.

Schleicher, que é também conhecido como o pai do PISA, ‘Programme for International Student Assessment’, a ferramenta internacional que mede o nível de conhecimento dos alunos em diversas áreas, refere que «a falta de uma distribuição igualitária de tecnologia está a amplificar as desigualdades na educação. E isto acontece não apenas em Portugal mas em todo o lado».

«Em Portugal, os melhores professores, os que estão melhor preparados, ensinam nas escolas mais fáceis. E as mais problemáticas têm de lutar para conseguir atrair os professores mais talentosos», afirma o responsável.

Quando questionado sobre o fecho das escolas o especialista considera que «a escola não é apenas uma instituição académica. É o centro das nossas comunidades e sociedades. E sobretudo para os estudantes que podem não ter em casa o ambiente social adequado (à aprendizagem) é importante que as nossas escolas estejam a funcionar novamente».

E acrescenta ainda: «É possível ter uma interrupção de dois ou três meses, mas se ela se prolonga por muito mais tempo, então há uma certa faixa considerável de estudantes que nunca mais voltará à escola».

Para o responsável o custo social e económico do fecho das escolas é muito elevado e na sua opinião foi ignorado a longo prazo. Contudo, sublinha que «agora há que olhar para as consequências de longo prazo da crise e mediar o seu impacto, mas também reconstruir a educação de forma a servir as nossas sociedades».

Quando confrontado com uma alternativa ao encerramento das escolas, Schleicher  refere que é necessário «abrir as portas das escolas o mais rapidamente que for possível fazê-lo em segurança. E há tantas boas abordagens ao redor do mundo para criar espaços seguros que permitem reconciliar requisitos de saúde com os de educação. Mas o futuro está no blending learning, ou seja, parte do ensino é feito online e outra parte presencial.

«Devemos pensar como configurar o espaço, o tempo, a tecnologia de forma a providenciar o melhor ensino para alunos diferenciados. Precisamos de nos tornar muito mais criativos no uso dos recursos educativos em vez de dizer apenas até aqui tivemos a escola e vamos voltar para ela», afirma.

Relativamente ao próximo ano lectivo o especialista defende que «os sistemas educativos têm de pensar melhor como atrair e recrutar os professores mais talentosos para as turmas mais desafiadoras e garantir que os alunos que têm mais dificuldades terão também mais apoios. A oportunidade educativa tem de se tornar muito mais personalizada e individualizada».

 

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