16 de Maio de 2020 archive

NOTA INFORMATIVA – Regras específicas para o preenchimento de necessidades temporárias

 

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Lista Colorida – RR30

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR30.

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62 Contratados colocados na RR30

Foram colocados 62 contratados na reserva de recrutamento 30, distribuídos de acordo com a seguinte tabela:

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Educadoras e funcionárias das creches não podem ficar em casa com os filhos

 

Educadoras e funcionárias das creches não podem ficar em casa com os filhos

As creches estão a tentar reabrir sem recorrer aos trabalhadores com filhos pequenos, uma vez que estes não têm direito a ficar em casa a dar apoio à família.

Na segunda-feira as creches reabrem depois de dois meses de portas fechadas por decisão do Governo como forma de tentar conter a disseminação do novo coronavírus, que já provocou mais de mil mortes em Portugal.

O Governo decidiu dar um período de 15 dias (entre 18 de março e 1 de junho) para que as famílias possam deixar as crianças nas creches no momento em que se sentirem mais seguras, tendo em conta a pandemia de covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

No entanto, as educadoras e funcionárias com filhos pequenos poderão não ter esta oportunidade, já que “são trabalhadores do setor social, que são considerados essenciais”, explicou o gabinete de imprensa do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em informação enviada à Lusa.

Estão assim obrigados a regressar ao trabalho mesmo os que têm crianças com menos de 12 anos.

“Sendo considerados de serviços essenciais, tal como os profissionais de saúde, poderão deixar os filhos nas escolas de referência que estão abertas para receber os filhos desses profissionais. Se os filhos estiverem em idade de creche, poderão frequentar as creches que vão reabrir”, acrescentou a tutela.

Questionada pela Lusa, a presidente da Associação de Creches e Pequenos Estabelecimentos de Ensino Particular, Susana Batista, garantiu que as creches “estão a trabalhar para que isso não aconteça”.

Susana Batista explicou à Lusa que nestes primeiros quinze dias são esperadas poucas crianças nas creches e, por isso, muitas creches vão conseguir abrir as portas recorrendo apenas aos trabalhadores que não têm filhos ou que têm filhos mais velhos.

“Estamos a jogar com tudo o que podemos para não obrigar as pessoas com filhos pequenos a ter de regressar, nos casos em que preferem ficar em casa”, acrescentou.

A presidente da associação referiu que algumas creches já tiveram de encerrar por incapacidade financeira de se manterem em funcionamento depois da redução significativa de crianças provocada pelo impacto da pandemia de covid-19.

Os estabelecimentos de ensino receberam orientações da Direção-Geral da Saúde assim como um guia prático do ministério da Solidariedade Social, que está disponível online para facilitar a divulgação de questões práticas que foram articuladas com os vários parceiros.

Até segunda-feira, todos os trabalhadores destes estabelecimentos deverão ter realizado o teste de despistagem da covid-19, anunciou esta semana o primeiro-ministro.

In JN

 

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Despacho n.º 5545-C/2020 (a aplicar nas secretarias das escolas)

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Ninguém acredita no regresso à escola em setembro…

 

Próximo ano letivo: menos alunos nas escolas e menos matéria

 

Não há decisões, mas ninguém acredita ser possível que todos os alunos regressem às aulas em setembro. Por isso, terão de alternar: uns na escola e outros em casa. E os programas têm de ser reduzidos

“Essa é a pergunta de um milhão de euros.” João Dias da Silva, líder da FNE, graceja quando a pergunta é o que podemos esperar do próximo ano letivo em tempo de coronavírus. Mas a sua resposta espelha bem o sentimento geral no sector da educação, ministério incluído. Ao Observador, o ministro Tiago Brandão Rodrigues promete um ano de “recuperação e de soluções inovadoras” — algo que deverá assentar na promessa do primeiro-ministro de ter todos os alunos munidos de equipamento informático —, e garante ter “vários cenários em cima da mesa”. Para além disso, está atento às experiências que se vão fazendo noutros países e que podem ser importadas. As decisões, explica o governante, serão tomadas no tempo devido, com base também na evolução da pandemia.

Por agora, setembro está a 4 meses de distância e não há prognósticos sobre a evolução da pandemia, o que dificulta a tomada de decisões. Se andássemos essas mesmas 16 semanas para trás encontrávamos, em janeiro, um Portugal pouco preocupado com a chegada do novo coronavírus. “Se em fevereiro, aparecesse um aluno de máscara numa turma era alvo de processo disciplinar. Agora, é o contrário. Se não trouxer a máscara, arranja problemas. O mundo mudou muito”, diz o presidente da associação de diretores de escolas públicas (ANDAEP), Filinto Lima, ilustrando assim a imprevisibilidade com que passámos a viver.

O que ninguém acredita é que, sem uma vacina, o próximo ano letivo possa recomeçar com todos os alunos nas salas de aula. “Se e quando recomeçar o ano letivo…”, ironiza o presidente da Confap (confederação de associação de pais), “dificilmente” o regresso será para todos. “Veja-se a confusão que é para regressar uma minoria de alunos. Em setembro, regressam todos? Não estou a ver como”, reforça Jorge Ascenção.

 

 

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Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa – “Criação de conteúdos educativos”

Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa – “Criação de conteúdos educativos”

O #EstudoEmCasa chega ao YouTube através de 5 novos canais, com aulas para crianças e jovens da Educação Pré-escolar ao ensino secundário.

Num momento em que as atividades letivas presenciais estão suspensas, é fundamental que sejam disponibilizados recursos de apoio às atividades de ensino e aprendizagem que têm de decorrer a distância.

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“Estudo sobre a Tecnologia na vertente Educativa, no Período da Pandemia COVID-19”

Este inquérito faz parte de um projeto de investigação sobre a temática da tecnologia na vertente educativa, no período da pandemia COVID-19, aplicado aos Docentes.
Para tal pedimos que preencha um curto questionário, que não ocupará mais do que 10 minutos do seu tempo.
A sua participação neste estudo é voluntária.
A informação recolhida destina-se unicamente a fins de investigação e será tratada unicamente pelos investigadores.

Para tal pedimos que preencha um curto questionário, que não ocupará mais do que 10 minutos do seu tempo.

A sua participação neste estudo é voluntária.

A informação recolhida destina-se unicamente a fins de investigação e será tratada unicamente pelos investigadores.

Este projeto de investigação é uma iniciativa de um grupo de Investigadores: Prof. Paulo Afonso (IPCB) & Prof. Bruno Trindade (AENACB) & Prof. Pedro Silva (IPCB) & Prof. Ricardo Pocinho (IPL) & Prof. Paulo Silveira (IPCB) & Prof. Domingos Santos (IPCB).

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSck04pUks7T31CdXJXRhflH5RhzUrEFEtfdy0uGwqHhk62Ymw/viewform

Agradecemos a sua colaboração,

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