[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Alteracao_DL_14_G_2020_Consulta.pdf”]
Mai 11 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Alteracao_DL_14_G_2020_Consulta.pdf”]
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Mai 11 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/orientacoes_funcionamento_crtic.pdf”]
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Mai 11 2020
As creches são “um sítio para brincar” e as crianças são “muito pequeninas e, portanto, não é possível” impor-lhes regras de comportamento, disse Graça Freitas na conferência de imprensa diária sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal
No entanto, sublinhou, “devemos fazer tudo, mas tudo, que os adultos e o espaço permitirem para minimizar o risco das suas brincadeiras”.
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Mai 11 2020
Das 872 vagas abertas para o concurso externo nas listas provisórias de ordenação constam 817 docentes a concorrer em 1.ª prioridade, faltando assim ainda 55 docentes que poderão após a reclamação constar nestes listas como docentes em 1.ª prioridade.
Caso não existam mais docentes nesta prioridade, após a reclamação, as vagas serão para os docentes mais graduados em segunda prioridade.
É no 1.º Ciclo onde faltam mais docentes em 1.ª prioridade (24).

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Mai 11 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/1.pdf”]
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Mai 11 2020
Com a publicação das listas provisórias começa a contar a partir de amanhã o prazo de 5 dias úteis para as reclamações das listas.
O Prazo decorre entre as 10 horas do dia 12 e as 18 horas do dia 18 de maio.
A aplicação da reclamação eletrónica dispõe de três opções, podendo os candidatos selecionar uma ou mais, de entre as seguintes:
a) Desistência da candidatura efetuada aos Concursos Externo /Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento. [Opção A];
b) Reclamar, corrigir dados, desistência parcial de graduações do Concurso Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento [Opção B];
c) Reclamar da validação efetuada pela entidade de validação dos Concursos Externo/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento [Opção C].
No mesmo prazo os docentes podem desistir total ou parcialmente do concurso.
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Mai 11 2020
Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso Externo para o ano escolar 2020/2021.
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Mai 11 2020
Durante o fim de semana foram feitas quatro perguntas aos leitores do blog,
As questões foram propostas de forma independente o que fez com que o número de respostas fosse díspar. Optou-se por esta forma, porque uma das questões é apenas direcionada para quem tem filhos em idade para frequentar uma creche.
Os resultados foram esclarecedores sobre a opinião que os nossos leitores têm sobre o assunto, a reabertura das creches no dia 18 de maio.
A primeira questão tem a ver com a informação divulgada sobre a reabertura das creches. é visível que, mesmo com os esclarecimento que foram prestados na sexta-feira, os docentes não ficaram esclarecidos. A falta de noção da realidade que se vive nas creches do nosso país pode estar na origem das informações e regras que foram transmitidas pelos responsáveis escolhidos pelo governo.

Sobre a opinião dos professores sobre se as Creches e JI apenas abrirão por pressão economicista por parte das empresas para libertar os pais trabalhadores para regressarem aos postos de trabalho, as respostas foram no sentido do sim. Os docentes são da opinião que a economia está por de trás desta reabertura. A pressão vem de todos os lados, das empresas, do governo e das próprias creches.

A pergunta a que mais docentes responderam foi a da concordância ou não com a reabertura das creches no dia 18 de maio.
Os resultados mostram uma clara maioria de discordância com o governo sobre esta medida. Os docentes consideram que ainda não é tempo para esta abertura. As razões apontadas nos comentários apresentam várias razões, mas o ainda ser muito cedo e as creches não terem condições para cumprir as regras impostas são das mais apontadas.

A última pergunta foi a que menos respostas teve. A média de idade dos professores assim o dita, já não há muitos professores com filhos em idade de creche.
As respostas apontam para que muitas das crianças que frequentavam creches em março não vão aparecer em maio nas mesmas. O medo, a falta de confiança na exequibilidade das medidas anunciadas, não acalmaram os país. A imprensa, durante o fim de semana, focou bem o problema que pode ser a reabertura deste nível de ensino, os pais leram e ouviram os muitos responsáveis de creches e as suas dúvidas em relação às condições em que poderão executar as medidas propostas.

Não creio que esta reabertura vá surtir um grande efeito na reabertura da economia…
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Mai 11 2020
Enquanto a França se prepara para começar retomar a vida pública após oito semanas sob um bloqueio de coronavírus, muitos pais estão profundamente divididos sobre uma pergunta sem uma resposta clara ou correta: Devo mandar meu filho de volta à escola?
Apenas pré-escolas e escolas do 1.ºciclo estão programadas para começar no início, e as aulas serão limitadas a 10 alunos nas pré-escolas e 15 nos outros ciclos.
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Mai 11 2020
Alunos fazem teste na instituição mais próxima de casa e podem candidatar-se a todas as instituições da região. Três consórcios, no Norte, Centro e Sul, vão fazer as provas específicas da nova modalidade de acesso às licenciaturas.
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Mai 10 2020
Na sequência da Sessão Informativa realizada no dia 8-5-2020 para apresentação das Medidas para Reabertura das Creches pela Direção Geral de Saúde pela Secretaria De Estado da Acção Social, a ACPEEP reiterou a sua posição de que algumas das medidas propostas não são exequíveis nem adequadas para a resposta social de CRECHE, solicitando a respetiva revisão e adaptação.
Referimo-nos, em concreto às seguintes medidas:
1) As crianças não podem partilhar o seu brinquedo / os materiais didáticos com os colegas, os materiais devem ser unipessoais (funcionalmente impossível e pedagogicamente inaceitável);
2) As mesas devem estar viradas para o mesmo sentido, as crianças não devem estar em U (desapropriado, as crianças estão sentadas no chão/no tapete ou em pequeno grupo a imitar/repetir o que a educadora e os colegas fazem, é assim que aprendem, têm que se ver umas às outras, não se mantêm no mesmo lugar e na mesma posição por muito tempo, muito menos sentadas);
3) As crianças devem manter um distanciamento social entre elas, de cerca de 2m (não conseguimos, nem queremos restringir os movimentos das crianças e a sua aproximação dos colegas, não podemos impedir ou orientar as suas deslocações, as interações entre crianças são necessárias ao seu desenvolvimento);
4) Os catres e os berços devem estar a uma distância de 2m entre eles (as salas não têm dimensões suficientes para tal);
5) É preciso haver espaços, que não estejam a ser utilizados, para dividir ou reduzir turmas (na maioria das creches não existem espaços que não estejam a ser utilizados. Além disso, ao dividir os grupos, as crianças deixam de estar com os adultos de referência);
6) Cada bebé deve ter a sua própria espreguiçadeira (não há espaço na sala parque para colocar tantas espreguiçadeiras, mas mesmo se assim fosse, as crianças iriam gatinhar por cima das espreguiçadeiras, porque ficariam sem espaço para exploração);
7) A definição de circuitos de circulação com entradas e saídas distintas, para não haver cruzamento de pessoas, poderá obrigar as pessoas a percorrer mais espaços dentro da instituição. O ideal é não passarem das entradas.
Assumimos que estas medidas não são exequíveis, pelo que os diretores das creches não se podem responsabilizar pela sua implementação. Consideramos que, apesar de tudo, podem existir condições e procedimentos adequados para minimizar o risco de contágio do Covid19 nas creches, sendo que há riscos que nunca poderão ser eliminados, pelo que temos que aprender a conviver com eles.
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Mai 10 2020
Estar saudável não é o mesmo de ausência de doença. Ser saudável é viver em ambiente seguro e com equilíbrio físico, mental, emocional e social.
O artigo 31º da Declaração Internacional dos Direitos da Criança consagra que “os Estados Partes reconhecem à criança o direito ao repouso e aos tempos livres, o direito de participar em jogos e atividades recreativas próprias da sua idade ”
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Mai 10 2020
Os sindicatos de professores consideram “absolutamente irresponsável lançar o retorno proposto para 18 de maio”.
Unidade sindical. Algo incomum no País Basco. Mas, nesta ocasião, o anúncio da Secretaria de Educação do retorno à sala de aula a partir de 18 de maio para os alunos do secundário levou os sindicatos a unirem forças. Os sindicatos ELA, LAB, STEILAS, CCOO e UGT alertaram a Educação de que os professores não retornarão à sala de aula a menos que as condições de retorno “sejam negociadas e garantam a saúde”.
Ou seja, “o plano de retorno é caracterizado pela improvisação e precipitação”. “Seria uma irresponsabilidade absoluta lançar o retorno proposto para 18 de maio.”
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Mai 10 2020
Os testemunhos de alguns pais são esclarecedores…
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Mai 09 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Os-direitos-por-linhas-tortas.pdf”]
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Mai 09 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/AE_Romeu-Correia_Feijo_-tomada-posicao-do-CG.pdf”]
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Mai 09 2020
No primeiros semestre de 2020 aposentaram-se pela Caixa Geral de Aposentações 691 docentes da rede pública do Ministério da Educação e em apenas meio ano este número já ultrapassa os valores totais dos anos 2016 e 2018 e está muito próximo do número de aposentados de 2017.
Este número vai ao encontro das previsões do número de aposentados para 2020 que prevê 1.358 docentes aposentados.

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Mai 09 2020
Tenho refletido, por estes dias, sobre as formas como se poderá iniciar o próximo ano letivo. Esta será a altura própria para pensarmos nisso!
Sim, porque não podemos esperar que em setembro a situação da pandemia esteja resolvida. Os problemas criados pela pandemia nas escolas não passam com as férias do verão e muito menos se resolvem sozinhos.
Parece-me por isso necessário que se comece a pensar em alternativas que sejam viáveis e que não coloquem em causa a saúde pública, será assim até que se encontre um tratamento ou uma vacina.
Perante a continuidade da pandemia em setembro impõe-se as seguintes questões:
Perspetiva-se que devido à situação económica do país no pós-covid, haja uma migração de alunos do ensino privado para o ensino estatal, pelo que um aumento de turmas em algumas escolas poderá ser uma realidade.
Pode até parecer precoce estarmos já a pensar nestas questões todas, mas uma vez que este período, e por sua vez ano letivo, será concluído no formato atual, é importante levantar certas questões que preocupam a comunidade social e escolar.
Ao final das matrículas do ensino público, 26 de junho, junta-se o concurso de professores 2020/2021, que está a decorrer, e obtemos o número de alunos existentes e o número de professores necessários para iniciar o próximo ano letivo.
Não podemos esperar muito mais tempo para decidir, teremos de enfrentar o próximo ano letivo com a certeza de que a situação continuará a ser extraordinária. Agir em vez de reagir!
Contudo, parece-me óbvio que não podemos mandar os alunos de volta à escola com 28 ou 30 alunos por turma. Sempre fui contra as “turmas galinheiro”, mas infelizmente o desinvestimento na educação a isso tem obrigado.
Esta situação poderá ser mitigada caso o ME e o governo desencadeiem medidas excecionais para resolver o problema na ajuda às famílias. Ao não o fazer irão aumentar a despesa pública, tendo de contratar mais professores, sobrando sempre para os contribuintes. Haveria também muita dificuldade de encontrar professores em grande quantidade para o registo de substituição das escolas não agrupadas e agrupamentos.
O facto de o Estado não ter resposta para as creches até aos 3 anos, assim como não ter resposta para um grande número de alunos na educação pré-escolar, sobretudo nas zonas urbanas, seria “obrigado” a apoiar as famílias, através das diferentes formas da resposta social que o país tem.
Neste momento, arrisco-me a dizer que, quanto mais novo é o aluno mais dificuldades estará a ter com este método de Ensino à Distância. As crianças do 1.º ciclo, por exemplo, precisam voltar à escola, porque é uma altura muito delicada da sua vida de aluno é quando aprendem a ler e a escrever e isso faz-se também através do afeto, da proximidade entre professor e aluno. Que seja com máscara e com todas as outras medidas necessárias de segurança, o importante é que voltem!
Todas estas decisões/planificações devem ser elaboradas em estreita colaboração com os organismos responsáveis pela saúde, por forma a acautelarem vários cenários que devem ter em consideração o superior interesse do Aluno.
Neste sentido e no intuito de promover o debate deixo algumas ideias que poderão vir a ser princípio de soluções e de responder às questões levantadas, nomeadamente:
Regressar é imperioso! É agora o tempo de planear!
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Mai 09 2020
António Dias Figueiredo reuniu algumas sugestões.
Em resumo, são estes os desafios que se colocam à educação em Portugal a partir do próximo mês de setembro:
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Mai 09 2020
Apesar de algumas das medidas anunciadas esta sexta-feira já estarem contempladas nos planos de contingência das creches, outras, agora anunciadas e que serão formalizadas nos próximos dias, são um autêntico desafio para educadores, crianças e pais.
No essencial, as medidas detalhadas pela DGS são as seguintes, para todas as creches:
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Mai 08 2020
https://twitter.com/govpt/status/1258783708204560384?s=20
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Mai 08 2020
Foram colocados 74 contratados na Reserva de Recrutamento 29, distribuídos da seguinte forma:

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Mai 08 2020
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 29.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 11 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 12 de maio de 2020 (hora de Portugal continental).
A apresentação dos docentes é efetuada no AE/ENA, nos dois primeiros dias úteis após a respetiva colocação. Excecionalmente, devido à vigência do Estado de Calamidade, deverá ser efetuada por e-mail dirigido à Direção do Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada onde ficaram colocados.
Consulte a nota informativa.
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Mai 08 2020
O plano do Ministério da Educação para o regresso às aulas presenciais para os alunos do 11.ª e os 12.ª anos de escolaridade não será perfeito. Mas classificá-lo como irresponsável e absurdo, como fez o líder do maior sindicato dos professores, é passar um atestado de incompetência aos diretores de escolas, aos professores e também aos alunos.
É certo que o cumprimento das regras anunciadas vai depender em grande parte da capacidade das escolas e dos recursos técnicos e humanos disponíveis. Todos os estabelecimentos de ensino têm as suas particularidades, quer em dimensão quer em contexto social e económico. Todos são diferentes, como o são professores e alunos.
O que é importante é minimizar as desigualdades no ensino. É bom não esquecer que a presença dos alunos não será obrigatória e, portanto, adivinha-se que os estudantes com melhores condições económicas vão socorrer-se de mais explicações, recurso que já seria frequente nesta fase do calendário escolar, independentemente das circunstâncias atuais. Portanto, é necessário garantir aos outros alguma justiça nas condições em que serão avaliados.
Duvidar ainda que os alunos serão capazes de se comportarem dignamente durante os intervalos que terão de permanecer dentro das salas de aulas é tratar, por exemplo, os mesmos jovens que estão na vanguarda da consciencialização ambiental como irresponsáveis.
Os professores estão neste momento à beira de um ataque de nervos. À custa do ensino à distância estão exaustos. Precisam de preparar aulas na Internet, enviar trabalhos, corrigir e responder aos alunos e aos encarregados de educação. E muitos são ao mesmo tempo pais e mães de filhos iguais aos seus alunos.
Argumentar que as escolas não são capazes de garantir o bem-estar e segurança de toda a comunidade é contribuir para a degradação da imagem dos professores construída muitas vezes por quem os representa.
In JN
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Mai 08 2020
Um artigo a ler…
A professora Cláudia recebeu um convite de videochamada de um aluno, para acabar insultada na praça pública. Paula diz que o peso dos pais no ensino à distância deixa-a mais perto de desistir. Os docentes estão à beira de um ataque de nervos e as baixas psicológicas e psiquiátricas não param de chegar.
Professores apontam a intervenção dos pais como um dos maiores motivos de stress. Ora comentam o que está a lecionar durante uma aula, ora dão as respostas aos filhos enquanto assistem à mesma, ora pedem aos educandos para a interromper com determinadas perguntas, ora exigem menos trabalhos, ora exigem mais.
As ferramentas utilizadas entre professores e alunos vieram “abrir a porta a muita gente com falta de princípios”, escondidos “cobardemente” atrás das mesmas.
“Em 26 anos de trabalho, pela primeira vez, fui insultada.” As aulas corriam normalmente, em formato de videoconferência, para garantir que a matéria fluía da mesma forma para todos. Um dia, depois de ter dado por terminada a aula síncrona, Cláudia recebe um pedido para atender uma nova videochamada de um aluno. Do outro lado, ouviu ser-lhe repetido vezes sem conta o mesmo insulto, “porca”.
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Mai 08 2020
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Conc_insp_Esclarecimento_proced_negociacao.pdf”]
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Mai 08 2020
De acordo com as declarações recentes (7 de maio) do Secretário de Estado da Educação, João Costa, os alunos dos 11º e 12º anos deverão frequentar as aulas em disciplinas nas quais não pretendam realizar exame.
Pensava que o critério era o da «realização dos exames», contudo o Secretário de Estado da Educação respondeu que a escola não visa apenas preparar os alunos para exames, mas também gerar aprendizagens.
Foi então que reformulei a ideia inicial: «então, o critério é o das aprendizagens».
Mas se este é o critério, então porque não têm aulas em todas as disciplinas, mesmo naquelas em que não se realizarão exames?
E já roçando o limite do disparate ainda procurei responder: «porque o critério é o dos exames».
Foi então que desisti.
Rui Pires
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Mai 08 2020
Não é necessário, outros houve que a transformaram.
Isto e muito mais…
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Mai 08 2020
Mais de 40% dos alunos portugueses de meios mais desfavorecidos dizem ter menos do que dois computadores em casa, conclui o Estudo Internacional de Alfabetização em Informática e Informação (ICILS). Um problema em tempos de pandemia, com famílias inteiras em teletrabalho.
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Mai 07 2020
Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República
Somos um grupo de professores do ensino básico e secundário que tem lecionado em várias escolas, onde tomámos contacto com realidades económicas, sociais e culturais muito diversas. A decisão de reabertura das escolas do ensino secundário, com vista à realização de exames nacionais, no contexto da actual pandemia da Covid-19, não cumpre o direito dos alunos portugueses ao ensino com garantia de igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.
Defendemos que as escolas não devem voltar a abrir para o ensino secundário no actual ano lectivo.
Petição – A aguardar assinaturas online
Subscritor(es): Maria Sanches Ribeiro
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Por-que-as-escolas-não-devem-reabrir.pdf”]
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Mai 07 2020
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Mai 07 2020
Ministério da Educação esclarece que os estudantes do 11.º ano não terão aulas presenciais às disciplinas às quais só vão a exame no 12.º ano. Era uma das várias dúvidas dos directores.

O Ministério da Educação (ME) esclareceu nesta quinta-feira que só existirão aulas presenciais “para as disciplinas do ensino secundário do ano em que se façam os exames nacionais”. “Assim, as disciplinas trienais apenas têm aulas presenciais no 12.º ano”, especifica o ME em respostas enviadas ao PÚBLICO. Nas restantes disciplinas as aulas continuam à distância, como até agora.
Por exemplo, um aluno do 11.º ano do curso de Ciências e Tecnologias ou de Ciências Socioeconómicas não terá aulas presenciais de Matemática A, visto que só realizam exame nacional desta disciplina no final do 12.º ano. Já os do curso de Línguas e Humanidades também não terão aulas presenciais de Português pela mesma razão.
Este esclarecimento surge na sequência de uma série de dúvidas levantadas por directores das escolas, nomeadamente no que respeita ao número de disciplinas a que os alunos do 11.º ano terão de assistir quando regressarem às escolas, a 18 de Maio.
Conforme o PÚBLICO deu conta na edição desta quinta-feira, uma das principais dúvidas dos directores era esta: o que se quer dizer exactamente quando se estipula que se “realizam presencialmente todas as aulas das disciplinas com oferta de exame nacional” e que “os alunos frequentam estas disciplinas, independentemente de virem a realizar os respectivos exames”? — como referido nas orientações da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste) enviadas nesta terça-feira para as escolas.
Tal significa, por exemplo, que os alunos do 11.º ano vão ter aulas presenciais a seis disciplinas, em vez das duas a que estão obrigados a fazer provas nacionais, porque terão de juntar a estas as cadeiras em que se realizam exames no 12.º ano?
A resposta, portanto, é “não”. Nas respostas enviadas ao PÚBLICO, o ministério confirma, no entanto, que “os alunos frequentam estas disciplinas [as que têm provas nacionais], independentemente de cada um dos alunos nelas realizar exame”. No caso do 11.º ano, existem três disciplinas sujeitas a provas nacionais em cada um dos cursos científico-humanísticos.
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