4 de Maio de 2020 archive

O CRI VAI A CASA…

CRI vai a casa… é um Guia de estratégias e atividades para crianças, jovens e famílias, em situação de confinamento, com um conjunto de orientações práticas ao nível da psicologia, da psicomotricidade, da terapia Ocupacional, da fisioterapia e da terapia da fala.

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César Israel Paulo o novo Subdiretor-Geral da DGAE

De professor contratado a Subdiretor-Geral da DGAE em poucos anos. César Israel Paulo, o professor que ficou conhecido como um dos fundadores da Associação Nacional de Professores Contratados, tem agora a oportunidade de combater as injustiças que apontou durante tantos anos do outro lado da barricada.

 

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Quem vai controlar a temperatura corporal dos docentes e alunos?

Vamos ter funcionários à porta das escolas secundárias, dos jardins de infância e das creches de termómetro na mão… se forem daqueles novos que parecem umas “pistolas” e se apontam à cabeça do “pessoal” até é rápido, mas se tiverem que os colocar no “sovaquinho” vai demorar…

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Começaram Hoje as Matrículas Eletrónicas

… e o portal já dá sinais de infeção.

Umas vezes parece saudável outras vezes mais parece que se encontra em confinamento.

 

 

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Pai, professor, teletrabalhador, por Ricardo Sant’Ana Moreira

 

Pai, professor, teletrabalhador

 

O fim do estado de emergência não vai alterar a maneira como as famílias estão a viver. Sem escola, os pais e as mães têm de fazer o impossível: ser progenitores, professores e teletrabalhadores em simultâneo.

A minha filha mais velha anda no 1º ano e tem o dia completamente ocupado: telescola às 9h, trabalho “autónomo” de português, matemática e estudo do meio, aula com a professora via zoom às 14h, mais trabalhos para entregar no googleclassroom e CAF virtual pouco depois. A minha filha mais nova, na pré-primária, também tem trabalhos para fazer, vídeos para ver e desenhos para fazer com o que aprendeu; e leva isso muito a sério, não quer ficar atrás da irmã.

Os trabalhos para a escola acabam às 16h e pelo meio tivemos de enfiar o pequeno-almoço, o almoço e o lanche, e ainda uma sessão de desporto em casa para combater o sedentarismo.

Pelo meio há telefonemas, whatsapps urgentes, emails para responder e reuniões de trabalho por videochamada, desligando o microfone e a câmara de vez em quando para responder àquela dúvida de matemática ou para ver o novo penteado da boneca. Na verdade, só depois de as deitar é que se torna possível responder às solicitações, pôr os emails em dia, terminar aquele documento que ficámos de enviar há dias… Quem pensa que quem está em teletrabalho trabalha menos é porque nunca experimentou.

Nos próximos dias o país vai entrar numa nova fase, com mais pessoas na rua e no local de trabalho. Muitas famílias estão angustiadas com isso, porque muitos patrões estão a exigir a presença dos seus trabalhadores e as escolas ainda se encontram fechadas. Mesmo quando há dois pais em casa, a saída de um fará cair todo o peso das tarefas sobre o outro. As próximas semanas podem exigir ainda mais esforço às famílias.

A presença de mais gente na rua e nos locais de trabalho pode traduzir-se em mais infeções, o que poderá resultar num novo período de confinamento total. Se assim for, se houver uma segunda vaga, voltaremos aos mesmos problemas durante várias semanas.

No reverso da medalha, há outras famílias em que alguém ficou em lay-off ou desempregado. Para essas, ao problema do vírus junta-se agora a incerteza quanto ao futuro. Antes do vírus, a taxa de desemprego era relativamente baixa e muitas famílias que tinham sido afetadas pela austeridade estavam a recompor-se. Agora, as nuvens negras dos cortes parecem surgir com a falência total da resposta europeia.

Neste momento, o que as famílias precisam é que o Estado Social funcione: as crianças que não têm recursos para ter computadores para estudar não podem ser deixadas para trás; as famílias que têm pessoas no desemprego não podem ficar sem apoio; as pessoas que não têm descontos suficientes ou que viviam na maior precariedade têm de ter acesso ao RSI; o SNS tem de ter meios para continuar a salvar as pessoas da Covid-19, mas também das outras doenças; as pessoas que tiveram cortes nos rendimentos não podem ficar sem casa; e a economia tem de ser estimulada para não se perderem mais empregos.

A palavra chave é segurança. As pessoas que estão a dar o seu melhor, fazendo de pais, professores e teletrabalhadores em simultâneo, precisam de segurança nas suas vidas e o Governo tem de garantir essa segurança e recusar a austeridade que a União Europeia parece querer fazer voltar.

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Só número residual de estudantes regressa às universidades, mesmo assim…

… os custos serão na base dos milhões.

Só número residual de estudantes regressa às universidades

Politécnicos lançam concurso para 200 mil máscaras. Fatura da covid-19 pode custar “milhões” em propinas de alunos estrangeiros. Reitores avisam que é preciso reforço.

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Apoio online gratuito a alunos do básico

Numa altura em que as escolas estão a funcionar com ensino à distância, devido à pandemia de Covid-19, a Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) lançou uma iniciativa direcionada a alunos do ensino básico, do 1º ao 9º ano, que pretendam ajuda.

Vários universitários voluntários, de diversas áreas científicas, estão dispostos a prestar apoio ao estudo, online, a quem dele necessitar. Tudo de forma gratuita.

A plataforma “ Aveiro é nosso ” já está operacional. E, ao entrar no site, há duas opções para escolher: “Preciso de ajuda” ou “Quero ajudar”. A primeira é destinada aos alunos do ensino básico que queiram usufruir de apoio ao estudo, devendo facultar os seus dados pessoais, bem como identificar a escola que frequentam, o ano de escolaridade e a que disciplinas necessitam de ajuda. A segunda destina-se aos estudantes da Universidade de Aveiro (UA) que queiram ser voluntários, a quem é pedido que preencham um formulário com os seus dados e com informação sobre qual a área científica em que poderão ajudar os alunos do ensino básico.

Mais informações clique aqui!

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Assim é que o Estado poupa os nossos impostos…

Que continuem com medidas apertadas pela AR… Que implementem o teletrabalho…

Pandemia faz cair para metade abonos dos deputados

Foram gastos menos 253 mil euros com deslocações de deputados a casa. Os apoios para contacto com os eleitores também desceram.

A Assembleia da República gastou em março menos 253 mil euros nas deslocações dos deputados entre a residência e o Parlamento do que em fevereiro. Uma redução de 73% no montante que normalmente é despendido, por mês, com este abono que, no ano passado, ultrapassou os 3,3 milhões de euros. Também as verbas relativas aos abonos para viagens ao círculo eleitoral caíram em março – menos 35 mil euros.

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