19 de Maio de 2020 archive

Professores Herois: Obrigado – EPIS

 

 

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Importância da Avaliação Pedagógica em Ensino a Distância (E@D)

Importância da Avaliação Pedagógica em Ensino a Distância (E@D)

 

João Costa, Secretário de Estado Adjunto e da Educação

 

Em tempos de pandemia, avaliar não só é possível como necessário.

Desde a suspensão das atividades letivas presenciais, a transição abrupta para um sistema de ensino a distância tem suscitado, como é natural e fruto da preocupação em prestar o melhor serviço educativo, inúmeras dúvidas e inquietações. Várias das questões frequentes prendem-se com o processo de avaliação.

 

Neste âmbito e numa lógica de apoio às Escolas, no roteiro Princípios Orientadores para uma Avaliação Pedagógica em Ensino a Distância (E@D), enumeram-se alguns princípios e orientações para a avaliação e dão-se vários exemplos de instrumentos e técnicas que funcionam a distância.

 

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Tiago admite segunda vaga e aulas em setembro…

Diz que está a trabalhar em vários cenários, para isso tem a ajuda de uma bola de cristal, de uma mão cheia de búzios e um baralho de cartas…

Ministro da Educação já admite segunda vaga, mas deseja início do ano letivo em setembro

“Existirá certamente uma segunda vaga de covid-19 no outono”, disse o ministro. “O que temos de entender é que dimensão terá”, frisou. Tiago Brandão Rodrigues explicou que “o Ministério está a trabalhar em vários cenários”, seja aquele em que a doença existirá de forma “incipiente”, com intensidade idêntica à da gripe, sejam “outros cenários para os quais temos de fazer compromissos entre o ensino presencial e o não presencial”, explicou.

 

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Educação: o regresso em força da desconfiança? por Isabel Le Gué

 

Educação: o regresso em força da desconfiança?

Meados de Março de 2020. Pelo país (pelo mundo) fora todos os jovens em idade escolar vêem as suas vidas interrompidas: aprendizagens, relações e projectos são colocados em modo “pausa”, à espera de um outro tempo. Num país marcado por assimetrias várias, as comunidades educativas mobilizam-se e respondem ao apelo o melhor que sabem e podem, em muitos casos melhor do que julgavam saber e poder. Pela primeira vez desde que há memória nestas últimas décadas da nossa democracia, a divisão das várias forças políticas, partidárias, sindicais e corporativas dá lugar a um imenso consenso que perpassa e parece unir toda a sociedade portuguesa. Instala-se um espírito comunitário que nos conforta e convida à resiliência e à esperança.

A população e o poder político renovam a sua fé no Sistema Nacional de Saúde e, na Educação, as Escolas e os Professores respondem à chamada, de mãos dadas, @ distância, com as Famílias. O discurso político é marcado pelo elogio à população, aos profissionais de saúde, a todos os que garantem a manutenção dos serviços essenciais, às escolas e aos professores. Pela primeira vez desde o início do seu primeiro mandato, o ministro da Educação granjeia alguma simpatia e instala-se a convicção da pertinência e da sensatez das medidas aprovadas e implementadas. Nas suas intervenções públicas, difundidas na comunicação social, multiplicam-se os elogios às escolas e sublinha-se a importância das medidas adoptadas, no âmbito da sua autonomia e dos meios e recursos disponíveis.

Maio de 2020. No regresso gradual a uma realidade que não é exactamente a que conhecíamos, nem tão-pouco aquela que desejamos, após o enorme esforço colectivo, a mobilização de todos os intervenientes, o consenso alargado que se gerou em torno das medidas excepcionais adoptadas pelo Governo, dificilmente se compreende agora que, nas mais altas esferas do sistema educativo, a principal preocupação seja (pareça ser) a de lembrar o Estatuto do Aluno, seus direitos e deveres, nomeadamente o dever de assiduidade e as consequências do seu incumprimento, seja no sistema de actividades presenciais ou, mais caricato ainda, não presenciais, uma vez que, recorde-se, a ampla maioria dos alunos permanecerá em casa… 

Decorridos dois meses sobre a interrupção das actividades lectivas, tal como as conhecíamos até então, as recentes Orientações gerais relativas aos direitos e deveres dos alunos e ao seu acompanhamento, no âmbito das atividades letivas presenciais e não presenciais, documento enviado às direcções escolares na semana que precede o regresso às escolas dos alunos do 11.º e do 12.º ano, mais do que anunciam e introduzem a subsequente alteração legislativa “à medida”, o recente aditamento ao Decreto-Lei n.º 14- G/2020, de 13 de Abril; mergulhados numa estéril discussão em torno de quais são efectivamente as “disciplinas que têm oferta de exame final nacional”, assistimos a uma inversão do discurso político, (de novo) marcado por um tom prescritivo, autoritário e, porque não dizê-lo, de desconfiança face às famílias, aos alunos, às escolas…

Em declarações públicas veiculadas pela comunicação social, com a impunidade de quem detém um poder recentemente “referendado” pela solidariedade e pelo espírito construtivo instalado, responsáveis da pasta da Educação proferem afirmações, no mínimo, bizarras: a secretária de Estado da Administração Educativa afirma não haver qualquer problema com a colocação de professores em substituição [não haverá quaisquer problemas, de facto, a não ser o pequeno pormenor de não haver, em determinadas regiões do país, e em determinados grupos de recrutamento, quaisquer professores profissionalizados a aguardar colocação…]; o secretário de Estado da Educação, por seu lado, ao mesmo tempo que defende ser importante combater o “Medo” do regresso a alguma normalidade, paradoxalmente não hesita em amedrontar alunos e pais, ao declarar, em entrevista, que a decisão dos pais de não permitir a frequência de actividades presenciais, muito embora sustentada na lei de carácter excepcional e temporário, pode prejudicar os alunos, retirando assim, de uma assentada, o livre arbítrio às famílias e a autonomia às escolas, empenhadas nas respostas mais adequadas às suas populações escolares, docentes e discentes incluídos.

Enquanto os alunos do 1.º ano do primeiro ciclo ao 10.º ano do ensino secundário permanecerão em casa, com o acompanhamento a distância garantido pelas respectivas escolas, bem como pela Direcção-Geral de Educação e RTP [#estudoemcasa], os alunos do 11.º ano e do 12.º ano são agora compelidos a frequentar presencialmente quatro e duas disciplinas, respectivamente, ou nenhuma, numa política autoritária de “tudo ou nada”, de desígnios difusos, com objectivos pouco lógicos e inconsistentes, e relativamente aos quais não se vislumbram vantagens do ponto de vista pedagógico e educativo.

Depois de terem assistido, perplexos e angustiados, a uma abrupta interrupção das suas vidas, com impacto ao nível do seu equilíbrio físico e psicológico, não era este, seguramente, o discurso que os nossos jovens, balão de ensaio desta importante fase de desconfinamento, aguardavam e fizeram por merecer.

 

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Validação da Reclamação das Candidaturas

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 19 de maio e as 18:00 horas de dia 21 de maio de 2020 (hora de Portugal continental), para efetuar a validação da reclamação das candidaturas ao Concurso Externo.

 

SIGRHE – validação da reclamação

Nota informativa

 

 

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Aprovada em dezembro, publicada hoje… “Desamientação”

 

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Cartoon do Dia – Entrada na escola… – Paulo Serra

 

 

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Há pais que resistem no regresso às aulas

E não é para menos. Primeiro lançam o medo depois querem que o percam só porque eles dizem que já é hora…

 

Muitas regras de higiene no regresso às aulas. Mesmo assim há pais que resistem

Milhares de estudantes do 11.º e 12.º anos voltaram à escola. Com máscara e muitas normas para cumprir.

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Por França preconizou-se o receio de muitos por cá (surtos nas creches e escolas)

O que está a acontecer por França pode muito bem replicar-se em Portugal. Uma semana após o retorno à escola, 70 escolas são encerradas por casos de contágio de COVID 19.

Quase um terço das escolas foram encerradas numa única cidade. Sens, localizada na região da Borgonha encerrou 24 unidades de ensino.
Segundo o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, o encerramento das escolas não deveria ser motivo de preocupação, uma vez que isso demonstra que as autoridades de saúde estavam vigilantes.

 

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