Novembro 2016 archive

Entrevista de Nuno Crato ao Sol

Com algum ressabiamento por não ser tão fofinho como Tiago Brandão e de não ter tido o apoio da Fenprof.

 

 

Nuno Crato: ‘Houve quase uma fatwa da Fenprof contra mim’

 

 

Acredita que em muitos casos a tensão entre ministério e professores era encenada pelos sindicatos. E não reconhece o que Brandão Rodrigues está a fazer no programa do PS.

 

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Passa cada vez mais tempo no estrangeiro e tem evitado criticar o seu sucessor Tiago Brandão Rodrigues. Mas vê no Ministério da Educação uma «política de negação» em relação ao que fez. E acredita que o que mais o separa do atual ministro é a sua consciência da importância da avaliação de alunos e professores. Acha que em breve as reformas de docentes vão levar a grandes necessidades de contratação e lamenta que essas entradas se façam sem uma prova de avaliação de conhecimentos aos candidatos a professor.

Como é que é a primeira semana a seguir a deixar de ser ministro?

É de um grande alívio. É pensar: vou ter tempo para descansar, vou ter tempo para mim, para pensar.

Há um sentimento de missão cumprida?

Sim, claro. Uma missão cumprida. Acabou. Só houve até agora quatro ministros da Educação que fizeram o mandato completo. E o meu foi dos mais longos.

Foi dos poucos ministros que não transitaram para o Governo que acabou por ser dos mais curtos da História…
Eu tinha dito de início que não queria ficar. Nem seria muito normal que ficasse. Seria a primeira vez na História que um ministro da Educação teria dois mandatos seguidos (risos).

Não ficaria em nenhuma circunstância?

Não. Se não o disse de uma maneira muito decidida e muito determinante foi porque acho que são coisas que cabe ao primeiro-ministro dizer. Mas já tinha dito ao primeiro-ministro várias vezes.

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Entrevista de Mário Nogueira ao JN

Depois do Orçamento de Estado aprovado na generalidade, foi lançado o líder da Fenprof para o palco antes do debate na especialidade.
Não sei se para fazer prova de vida ou se lançado para dar mais alguma força negocial ao PCP para o seu pretendido aumento de 10€ em todas as reformas.
 

Mário Nogueira: “Este ministro da Educação está no Purgatório”

 

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O líder sindical admite que os professores possam voltar à greve nas avaliações do primeiro período.

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Ó Mena! Não faço mais TPC…

AVISO: O relato abaixo contém alusão a vocabulário “menos próprio”…

 

– Ó Mena!

– Professora Filomena…

– Ó Mena! Quero falar contigo, porque isto não pode continuar. O Zeca não tem tempo para fazer os TPC! Eu não estou “pra” me “chatiar” “cu” gaiato todos os dias. Nem consigo ver a “nobela”…

– Mas…

– E depois, ainda me chega a casa a chorar, porque tu o chamaste à atenção em frente aos outros. Eu não quero, “pró” meu, menos que “prós” outros. Tens que tratar toda a canalhada da mesma maneira.

– Os outros fazem os TPC…

– Não fazem nada, que a “Jorgina” disse hoje no café, que não ajuda a filha a fazer TPC nenhuns.

– A Dona Georgina não sabe ler…

– Mesmo assim! Andas a arranjar-me problemas de “nerves”. O meu Alcino não me quer nervosa.

– A senhora não quer…

– Acabou! O Zeca não leva mais TPC. E se levar, não faz que eu não estou para isso.

– Espere lá! Mas quem é que não quer os TPC? É a senhora, ou o seu filho? Os TPC que o seu filho leva…

– Ai, o “Piiiiiii” !“Ca” velha é “Piiiiii”! Já disse! Acabaram-se os TPC. E se mandas mais TPC enfio co eles na “Piiiii”…

– Vai-me desculpar, mas assim não há diálogo. Faça o favor de sair.

– Saio o “Piiiiiii”, que tu aqui não mandas nada.

– Se não sai, chamo a polícia.

– Saio, mas saio porque quero, não por causa de ti, nem da “Piiiii” da policia. E ao “demais”, tenho a “Jorgina” à minha espera no café!

 

E assim vamos, andando e tinindo… “co” a saga dos TPC.

 

(Relato ficcionado. Qualquer semelhança com a realidade, é pura imaginação vossa.)

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“Se fosse ministro, reduzia carga horária para termos tempo de ser crianças”

 

Ontem, em Leiria, o Ministro da Educação ouviu os alunos dos diversos graus de ensino falar sobre a escola.

Eles não querem ser jovens formatados, mas sim cidadãos do mundo.

 

Alunos do 1.º ciclo ao ensino superior foram dizer ao ministro da Educação o que fariam se estivessem no lugar que ele hoje ocupa. Sugestões serão tidas em conta na revisão dos currículos que o ministério está a preparar.

Entre os alunos do 1.º ciclo, a escola ainda é basicamente “fixe e divertida”, o que já não sucede com os mais velhos. Mas todos coincidem no retrato da escola que queriam ter: mais aulas práticas, mais debates, mais trabalhos de grupo, mais visitas de estudo, possibilidade no secundário de poderem escolher disciplinas em vez de áreas compartimentadas, mais arte, mais cidadania, maior ligação à prática, turmas mais pequenas, menos trabalhos para casa, professores motivados e que não desistam dos alunos.

“Precisamos de saber que há mais vida para além da escola e não estar ali só para ir passando de ano”, comenta Manuel, aluno do 9.º ano de escolaridade. Do grupo do secundário vem a seguinte constatação: “A pergunta que mais fazemos aos professores é saber se o que estão a dar vai sair nos testes”. Consideram que o peso destes e dos exames está sobrevalorizado e que por causa disso não se podem “dar ao luxo” de aprender o que gostavam. Seja por causa disto, da extensão das matérias, das metas curriculares, queixam-se de que “professores e alunos andam todos stressados”.

(clicar na imagem) in Público

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Sindicatos e processos pressionam ministério a vincular 2000 professores

 

O que virá por aí? É com ansiedade que se esperam as propostas da tutela. Ainda quero ver se é desta que a Norma Travão desaparece e voltamos a ter um concurso de vinculação justo…

 

Ministério já foi condenado em primeira instância, devido à “norma-travão” que exige cinco contratos sucessivos para aceder aos quadros. Sindicatos exigem mudanças. Tutela diz ter propostas para as reuniões deste mês

Integrar já em 2017 cerca de dois mil professores nos quadros, adotando ainda um novo sistema de vinculação, ou manter as regras atuais e continuar a enfrentar processos judiciais que, no futuro, poderão sair mais caros ao erário público . Estas são as duas opções que o Ministério da Educação tem em mãos, numa altura em que se prepara para iniciar – no final do mês – aquela que será provavelmente a mais importante negociação da atual legislatura na área da Educação, com os concursos de professores como tema.

(clicar na imagem) in DN

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Procedimentos a Adotar Para Explicações Dadas Por Docentes Fora dos Estabelecimentos de Ensino

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Carta Aberta da Associação Portuguesa de Sociologia ao Ministro da Educação

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373 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 9

Foram colocados 373 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 9 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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Reserva de Recrutamento 9

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 9ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

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Brincar é Bom, diz o Secretário de Estado…

Numa escola como a portuguesa, há espaço para o desenvolvimento integral das crianças. Mas numa sociedade como a portuguesa, não há tempo para brincar.

O Secretário de Estado da Educação quer que as crianças brinquem na escola. Já que não o fazem em mais lado nenhum. Passam os dias entre, aulas, atividades extraescolares, centros de estudo… fechados dentro de casa e edifícios. Não apanham sol, não veem a lua…

O nosso Secretário de estado quer pôr os meninos na rua, porque a rua é um lugar de aprendizagem. Na rua também se pode aprender a ser gente.

A rua é a principal estrutura para a brincadeira. Abrir a porta, às vezes não é tão mau como se pensa. Eu próprio um dia abri a porta e agora eles voltam lá sempre.

Também afirmou que, o Ministério da Educação tem como vontade incluir tempos lúdicos nos tempos escolares de forma a contribuir para um desenvolvimento humanista e integral das crianças. Mas há que ter em atenção, que são necessários recursos e que nem todas as escolas os têm. Há, que primeiro, preparar a rua para receber as crianças.

João Costa afirmou ainda:

Uma escola a tempo inteiro é uma resposta para quem não tem alternativa.

Escola como espaço de desenvolvimento humano. Temos de reinventar a escola.

Tem-se transformado [a escola], talvez na última década, num campeonato individual.

Implica não confundir a energia com mau comportamento.

O que ele não disse foi como pensa operacionalizar tudo isto. Intenções todos temos, Todos parecem saber como transformar a escola num sitio melhor, mas ainda ninguém o fez.

A escola necessita de mudanças. A escola tem de sair de um “marasmo” onde caiu há décadas. E com a escola, talvez a sociedade, daqui a vinte anos, se torne responsável pelas suas crianças.

 

(clicar na imagem para ver mais declarações na Convenção dos Direitos da Criança) in Delas.PT

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Hoje, Por Leiria

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Docência vs Burocracia – Plataforma SIGO

Nota do SINAPE sobre o caos que a plataforma SIGO está a criar nas escolas, pois são os professores com turmas PCA, outras, que perdem horas a inserir os dados individuais de cada aluno

 

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Tornando-se Moda, Acabam-se Todos os Exames e Pronto!

Fim dos exames nacionais defendido para o ensino profissional e artístico

 

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A equipa escolhida pelo Governo para avaliar o regime de acesso ao ensino superior defende o fim dos exames nacionais de ingresso para os alunos dos cursos profissionais, que deveriam antes fazer provas especificas de acesso aos politécnicos.

 

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Pontos de vista sobre o O.E. para a educação e muito mais… de Mário Nogueira!

 

O sindicalista, Mário Nogueira, comentou o “estado” do Orçamento de Estado de 2017 para a Educação. Ficam as suas declarações, lutas e anseios em relação ao que aí vem. Sendo que tem como opinião que o dinheiro não vai chegar e que gostava de saber como é que vão ser feitos os 280 milhões de corte em Recursos Humanos… e muito mais!

(clicar na imagem para ver e ouvir)

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Emails Desmentem Versão do Ministro da Educação

Não tenho por hábito acreditar em quem segue cartilhas.

 

Mas cada um acredita em quem quiser.

 

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“Familiares dos funcionários públicos vão pagar para ter ADSE”

Em 2017, passam a ser receitas do subsistema de saúde as contribuições “dos familiares dos trabalhadores das administrações públicas, beneficiários do sistema de saúde ADSE”. Ou seja, filhos maiores de idade que até agora usufruíam desta assistência sem qualquer desconto passam a pagar para poderem aceder aos cuidados de saúde comparticipados. Nem tudo são rosas…

O diretor-geral da ADSE garantiu que só os cônjuges e os filhos maiores que adiram no futuro à ADSE serão chamados a pagar uma contribuição para poderem usufruir do sistema de saúde da função pública. Os familiares que atualmente não pagam e já beneficiam do sistema continuarão isentos.

 

A ADSE, o subsistema de saúde dos funcionários públicos, vai passar a ser um instituto público de gestão participada, com a representação dos beneficiários, e voltará a ter a dupla tutela da Saúde e das Finanças.

Os familiares dos funcionários públicos que queiram beneficiar da ADSE vão passar a pagar uma contribuição, ao contrário do que acontece actualmente. No decreto-lei que cria o instituto público da ADSE, a que o PÚBLICO teve acesso, o Governo alarga o leque de receitas que alimentam o subsistema de saúde da função pública, passando a contar com as contribuições dos familiares dos trabalhadores do Estado e com as prestações de serviços realizadas pela ADSE para outras entidades públicas.

 

(clicar na imagem) in Público

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TAF contra a Norma Travão…

 

O Tribunal Administrativo deu razão a uma queixa do Sindicato Nacional dos Professores Licenciados contra a Norma Travão no concurso de professores 2015. O tribunal concluiu que a lei não permite aos docentes que completem serviço de forma consecutiva e condenou o ME a integrá-los nos quadros.

O ME recorreu. Estava-se mesmo a ver. Quando se trata de despender mais uns trocos, são todos iguais.

 

(clicar na imagem para ler comunicado)

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É Já em 2017 Que a Maioria das Escolas Elegem Novos Diretores

No próximo ano a grande maioria das escolas terá de abrir o processo para a eleição da um novo Diretor.

Os primeiros mandatos tiveram início em 2009, a maioria delas ainda com a constituição de um Conselho Geral Transitório, e em 2013 muitos dos primeiros diretores eleitos viram a sua renovação de mandato aprovada pelo Conselho Geral.

Apenas é possível a renovação de um mandato, sendo que, para um terceiro mandato estes diretores terão de submeter-se novamente a concurso.

Para haver alterações ao modelo de Gestão teria de ser revista a legislação com alguma urgência, algo que não parece fazer parte dos planos deste governo.

Sem sombra de dúvida que em 2017 vai-se voltar a falar e muito no modelo de gestão, mas possivelmente tarde demais para evitar um terceiro mandato dos actuais diretores de gestão unipessoal que surgiram pela mão de Maria de Lurdes Rodrigues, do governo PS da altura.

 

 

Ter ou não ter diretores nas escolas?

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Modelo de gestão escolar está a ser questionado. FENPROF quer mudanças, não concorda com uma gestão autocrática e vai lançar uma campanha em janeiro. FNE defende avaliação do funcionamento, constrangimentos e potencialidades, antes de qualquer alteração.

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Divulgação – ANAPE

 

A ANAPE (Associação Nacional de Professores e Educadores) é uma associação que nasce da vontade conjugada dos professores do 1º ciclo e educadores de infância, que há muito sentiam a necessidade de ver a sua especificidade profissional ter voz e representação activa. Estes profissionais são afectados por todas as vicissitudes que atingem a profissão docente (precariedade, baixos salários, desgaste profissional) tendo ainda problemas acrescidos pois são os únicos com calendários lectivos alargados, horários diferenciados e superiores a quaisquer outros, elevado desgaste profissional e exigência resultantes das faixas etárias com que trabalham, pouca representação dentro dos agrupamentos, fruto de um regime de autonomia e gestão que os remete a uma situação quase periférica, etc. etc..

A ANAPE pretende representar as reivindicações destes profissionais, de forma activa, consequente e contínua. O esquecimento a que os professores do 1º ciclo e os educadores de infância têm sido vetados nos últimos anos, trouxe a este grupo profissional um sentimento de grande descontentamento e revolta. As necessidades e aspirações da monodocência, têm sido consecutivamente remetidas para plano secundário nas políticas educativas da última década e até mesmo contrariadas de forma injusta e incompreensível. Os professores e educadores portugueses não poderão mais deixar de fazer ouvir a sua voz perante tantos e tão profundos ataques.

Colega, junta-te à ANAPE, dá voz à tua profissão! JUNTOS SOMOS MAIS FORTES

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Para Mudar

… este Ministério gosta de ouvir quem lhe dê razão.

E numa plateia com dezenas de participantes, o que dois ou três disserem a seu favor é justificação suficiente para efectuar essa mudança, mesmo que a restante plateia seja contrária às suas ideias e se fique pelo silêncio.

Mas como a cartilha está definida à partida, qualquer discordância tentará ser silenciada ou modificada.

E claro que perguntar aos alunos o que acham do Currículo é o mesmo que estar à espera que eles venham a ser reduzidos para breve ou não fosse o ponto de partida para este debate o que já foi identificado pelo próprio Ministério. – “O ministério identificou que há uma “excessiva centralização” dos currículos e uma “sobrecarga de conteúdos nos programas””

 

 

 

Ministro da Educação vai ouvir o que os alunos têm a dizer sobre currículos

 

 

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Conferência em Leiria, na sexta-feira, junta estudantes do ensino básico e secundário. Tradicionalmente, os alunos não são ouvidos em contexto de gestão curricular. Esta conferência visa corrigir essa prática”, diz ministério de Tiago Brandão Rodrigues.

 

O Ministério da Educação vai ouvir alunos do ensino básico e secundário. Quer que eles respondam a perguntas como: “O que aprendemos? Como aprendemos melhor? O que distingue os professores que constituem referências para nós? O que retemos do que aprendemos? Como utilizamos o que aprendemos? O que (não) mudaríamos na escola?”

A conferência com estudantes sobre o currículo e as aprendizagens acontece em Leiria na sexta-feira. “O trabalho de preparação da flexibilização da gestão curricular tem vindo a ser preparado e construído ao longo dos últimos meses, através de um debate e auscultação de diferentes actores”, diz o ministério de Tiago Brandão Rodrigues em comunicado. Já foram ouvidos professores, num inquérito nacional, especialistas vários e diferentes entidades e organismos, nota. Está ainda a ser feita uma “análise do estado de desenvolvimento das orientações curriculares nas diferentes disciplinas” e uma “análise de comparabilidade internacional, no âmbito da participação em projectos promovidos pela OCDE para o desenvolvimento de um quadro internacional de competências para 2030”, acrescenta.

Diz o ministério no comunicado que para o dia 4 de Novembro, “foram convidados alunos de várias escolas portuguesas, divididos em cinco grupos: 1.º ciclo, 2.º ciclo, 3.º ciclo, secundário (Científico-Humanístico e Profissional) e pós-secundário (alunos que estão a frequentar o Ensino Superior). Estes alunos participarão, durante a manhã, em workshops de discussão.” À tarde, acrescenta-se, serão apresentadas conclusões e, no fim da conferência, o ministro será “moderador” de um painel de alunos.

“Tradicionalmente, os alunos não são ouvidos em contexto de gestão curricular. Esta conferência visa corrigir essa prática, chamando à discussão os principais beneficiários do trabalho em curso, mas sobretudo coligindo os dados que esta auscultação gerará”, acrescenta o ministério.

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Afinal, porque melhoraram os resultados? Estudo aQeduto (conclusões)

 

Os resultados dos alunos portugueses, nos cinco ciclos PISA, melhoraram gradualmente a Matemática, Leitura e Ciências e, a partir do ciclo de 2009, aproximaram-se da média da OCDE. O último fórum aQeduto  debateu quais as variáveis que mais contribuíram para esta evolução.

 

Em Suma:

► Mais dinheiro não implica sempre um melhor sistema educativo.

► Chumbar como prática de combate ao insucesso na aprendizagem
não é eficaz.

► A família, embora importante, não é determinante para o sucesso escolar.

► A frequência no pré-escolar, por mais de um ano, tem influência positiva nas aprendizagens.

► A maioria dos alunos portugueses sente-se feliz e apoiada na escola, o que também conduz a melhores resultados.

► Segundo os diretores, a indisciplina surge como o maior obstáculo à aprendizagem.

► Os alunos consideram que o sucesso depende do seu próprio esforço e reconhecem o bom trabalho dos professores.

► Portugal é o país onde a escola pública serve uma maior heterogeneidade de classes sociais.

► Os rapazes têm maiores dificuldades a Leitura o que pode ser uma condicionante à sua aprendizagem global.

► A satisfação dos professores depende da sua capacidade de ajudar a aprender, estabelecer bom relacionamento com os alunos e manter a disciplina.

► O efeito escola foi dos mais determinantes na variação positiva dos resultados. Uma grande percentagem das escolas em meios socioeconómicos mais desfavorecidos destaca-se por ter conseguido melhorar de forma considerável o desempenho dos seus alunos.

Clicar na imagem para aceder ao documento final.

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Outros estudos:

 

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Aqui ao lado… Pais fazem greve inédita aos TPC dos filhos

 

De facto é uma greve inédita. São os pais que fazem greve aos trabalhos de casa, dos filhos.

E se por cá se fizesse o mesmo?

 

Nos fins de semana de novembro não se fazem os trabalhos de casa pedidos pelos professores. O desafio foi feito pela confederação espanhola de associações de pais.

Os trabalhos para casa (conhecidos por TPC) “invadem o tempo das famílias” e “violam o direito ao lazer, a brincar e a participar em atividades artísticas e culturais” reconhecido no artigo 31.º da Convenção dos Direitos das Crianças.

(clicar na imagem) in JN

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Esperança em 2015? E agora?

 

Porque como professores temos muito interesse em demografia…

 

Em 2015, o número de emigrantes portugueses diminuiu 18,5%, face ao ano anterior. O Instituto Nacional de Estatística (INE) contou 40.377 emigrantes permanentes, ou seja, portugueses que foram trabalhar e viver para o estrangeiro por pelo menos um ano, contra os 49.572 de 2014. Entre os emigrantes temporários (os que saem por mais de três meses e menos de um ano), a diminuição foi ainda mais expressiva, tendo chegado aos 28,5%: foram 60.826 em 2015, contra os 85.052 de 2014.

 

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Nota à Imprensa – Esclarecimento sobre o O.E.

 

Relativamente ao orçamento do Ministério da Educação, esclarece-se o seguinte:

(clicar na imagem)

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Ministro da Educação Hoje na SIC

… para explicar que apesar de ter menos dinheiro em 2017 do que o que gastou em 2016 vai ter um aumento de despesa com a Educação.

 

Ministro explica esta noite a polémica em torno do orçamento da Educação

 

 

 

Os primeiros dados divulgados diziam que a Educação iria receber um reforço de 179,4 milhões, mas afinal vai sofrer um corte de 169,5 milhões.

 

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O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, vai esta noite à SIC explicar a polémica em torno do orçamento da Educação depois do i ter divulgado que a educação vai, afinal, sofrer um corte de 169,5 milhões de euros em 2017, ao contrário do que foi inicialmente divulgado pelo governo, na proposta de Orçamento entregue no parlamento.

Os últimos dados enviados pelas Finanças permitem ver que a despesa executada em 2016 (o que realmente foi gasto) foi de 6.192,2 milhões de euros. Com uma dotação prevista de 6.022,7 milhões de euros, há, de facto, uma redução na despesa com a Educação em 2017.

No entanto, em nota enviada às redações depois da notícia do “i” de ontem, o governo rejeita a ideia de corte na despesa com a Educação. A diferença está na forma como as Finanças tratam e divulgam os dados. Para Mário Centeno só se devem comparar as dotações previstas, excluindo os reforços que se vão fazendo ao longo do ano. Desta forma não é tido em conta o que realmente se gasta.

Os primeiros dados divulgados pelas Finanças diziam que a Educação iria receber um reforço de 179,4 milhões de euros nas verbas para 2017.

O corte de 170 milhões apanhou de surpresa as escolas e o presidente da Associação Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, garante que “não foi isso que o ministro prometeu”. Também a Fenprof diz que quer saber em que áreas se vão sentir estes cortes.

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Histórico de Colocações na Reserva de Recrutamento 9 e Previsão do Número de Colocações

O quadro seguinte apresenta o número de colocados até à Reserva de Recrutamento 9 desde o ano 2012 e a previsão do número de docentes a serem colocados na próxima sexta-feira.

Os links em baixo apresentam os artigos referentes às colocações da Reserva de Recrutamento 9 desde 2012 com o número de colocados por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

Esta semana apresento um número provável de colocações reduzindo o intervalo de erro para 40 colocações.

Se em 2012 e 2013 a Reserva de Recrutamento 9 teve mais colocações do que a reserva anterior o mesmo já não aconteceu em 2014 e 2015, e também acho provável que este ano isso também não aconteça.

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2015

320 Docentes Contratados Colocados na RR9

2014

169 Contratados Colocados na RR9

2013

223 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 9

2012

Números da Reserva de Recrutamento 9 (CONTRATAÇÂO)

 

Na reserva de recrutamento 9 foram colocados 209 docentes contratados. Dos 209, apenas 60 obtiveram uma colocação em horário anual e dos 60 apenas 30 obtiveram em horário completo.

 

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Datas das Reservas de Recrutamento e Previsão das Datas em 2016

Neste artigo ficam as datas de publicação das listas das Reservas de Recrutamento desde o ano lectivo 2011/2012 e as previsões assinaladas a vermelho para a publicação das reserva de recrutamento ainda no ano 2016. Relembro que este ano lectivo as reservas de recrutamento vão ser publicadas até final do ano lectivo.

Apesar dos feriados de Dezembro, 1 e 8, julgo que nessas duas semanas irão ser publicadas listas de colocações nos dias 2 e 9. Fazendo uma comparação com os anos anteriores é possível que a Reserva de dia 9 de Dezembro seja a penúltima do ano 2016 e seja publicada uma última lista em final de Dezembro, tal como nos anos anteriores.

 

 

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Mas Não São Amigos?

E os amigos não sabem as coisas uns dos outros, ou será que é apenas uma amizade virtual?

 

 

O ministro sabia? Cinco grandes dúvidas e contradições no caso das licenciaturas falsas

 

 

Ainda há várias pontas soltas no caso das falsas licenciaturas, noticiado pelo Observador. O que é que Tiago Brandão Rodrigues sabia? E tentou interferir na secretaria de Estado?

 

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Houve um certo consenso (no Governo, à esquerda e na oposição) sobre a demissão do chefe de gabinete do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Nuno Félix, como consequência das falsas licenciaturas noticiadas pelo Observador. Mas há versões contraditórias sobre o nível de envolvimento do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues. Das muitas perguntas, há uma fundamental: o ministro sabia ou não do caso? E uma segunda que daí decorre: era possível não saber? A oposição até já pediu a demissão do governante, mas a discussão política coloca-se agora na resposta a estas perguntas.

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Contas

Por aqui NO Meu Quintal.

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