24 de Novembro de 2016 archive

Plano de Formação da APEVT para 2016/2017

Plano de formação da APEVT para 2016/2017

 

 

O Centro de Formação realizou o Plano de Formação para 2016/2017 com vista a dar resposta diferenciada às necessidades/ dificuldades de lecionação das disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, no 2º ciclo, tendo em conta a atual configuração dependente das metas curriculares, bem como na oferta de valor acrescentado para o trabalho a realizar no espaço da Educação Tecnológica e na disciplina de Educação Visual no 3º ciclo, quer nas propostas de intervenção pedagógica, quer na incorporação das novas tecnologias de informação, na qual se destacam a construção e modelação 3D como ferramenta de trabalho, fazendo uma aproximação às novas realidades no plano pedagógico e científico em contexto de sala de aula.

A formação tem forte componente de metodologias de projeto em contexto escolar, assumindo as necessidades de um urgente reforço de formação e estímulos à auto formação no campo das Didáticas Especificas das nossas disciplinas.
Assim, a APEVT pretende desenvolver ações de formação  que decorrem das necessidades de formação dos agrupamentos de escolas e de professores sócios e não sócios que manifestam vontade de fazer auto-formação centrada no aperfeiçoamento das didáticas e processos metodológicos em contexto de sala de aula – Oficinas de Formação.

 
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Qualquer pedido de esclarecimento sobre a formação poderá ser remetido para:
 
Tel/Fax: 225107244
Telemóvel: 912355500
e-mail: info@apevt.pt

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Recordando as Perdas Salariais

Neste quadro elaborado pela FENPROF, a propósito do bloqueamento na carreira dos docentes que ingressaram na carreira desde 2013 e dos docentes bloqueados nos 4º e 6º escalões por ausência de publicação de uma portaria, que lhes permitisse progredir com a classificação de Bom, recorda-se as perdas salariais de todos os docentes com a transição da carreira de Maria de Lurdes Rodrigues e com esses bloqueamentos.

À custa dos docentes muito dinheiro foi desviado para outros fins.

Acrescentando a estas perdas o aumento do tempo de trabalho dos docentes, facilmente se compreende onde anda a motivação de cada professor no seu dia-a-dia de trabalho.

E a única justificação que ouvi até hoje para o congelamento das carreiras foi a presença da Troika em Portugal, assim não se entende como ainda não são dados passos para que esse desbloqueamento ocorra já em 2017.

 

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Mobilidade de docentes de carreira sem carga horária letiva atribuída para a rede de Centros de Emprego e Formação Profissional do IEFP

Mobilidade de docentes de carreira sem carga horária letiva atribuída para a rede de Centros de Emprego e Formação Profissional do IEFP, I.P. | Manifestação de interesse

 

No quadro da cooperação institucional entre o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e o Ministério da Educação, o Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.), em articulação com a Direção-Geral da Administração Escolar, encontra-se a promover um processo de manifestação de interesse de mobilidade de DOCENTES DE CARREIRA SEM COMPONENTE LETIVA ATRIBUÍDA para a rede de Centros de Emprego e Formação Profissional, nos termos do respetivo Aviso.
A requisição dos interessados visa responder às necessidades estimadas para a rede de Centros de Emprego e Formação Profissional do IEFP, I.P., para o período de 2016-2017, para ministrar formação nas componentes de formação de base, sociocultural e científica das diferentes modalidades do Sistema Nacional de Qualificações, e processa-se nos termos do previsto na alínea a) do n.º 2 do artigo 67.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro.
Para o efeito, devem os respetivos destinatários, formalizar a manifestação de interesse, no período compreendido entre 25 de novembro de 2016 e 02 de dezembro de 2016, assinalando essa intenção, por e-mail, através do endereço concursoiefp2016-2018@iefp.pt.

 

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Procedimento Concursal Local – Coordenação de Ensino da Namíbia

 

Aviso de Abertura de procedimento concursal simplificado local – 1.º, 2.º e 3.º CEB e SEC – Horário a provimento NAM02 – 2.º, 3.º CEB e Secundário

Abertura de Procedimento Concursal Local – Coordenação de Ensino da Namíbia, destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o nível 1.º, 2.º e 3.º CEB e Secundário, horário a prover NAM02 – 2.º, 3.º CEB e SEC.

 

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Este ano há mais professores contratados…

 

Já foram contratados 21.000 professores desde setembro em RR. Não se sabe, ao certo, quantos professores foram colocados em CE. No ano passado foram colocados 11.158 professores através das Reservas de Recrutamento e cerca de 4500 em BCE (número a confirmar pela tutela). Em 2013/2014 o número de contratados ficou pelos 9.970 em Reserva de Recrutamento.

A juntar à contratação em numero superior a outros anos, temos a redução no número das aposentações, que este ano se ficaram pelos 623 professores, menos 50% em relação ao ano anterior. Ou seja, é de esperar que, nas escolas, haja mais professores. Mas o incrível disto tudo é o O.E. mostrar um corte de 281,3 milhões na despesa com pessoal do Ministério da Educação…

 

Ministério já contratou o dobro dos professores este ano

 

Aumento de contratações Entre setembro e 18 de novembro foram contratados 20.829 professores, para este ano letivo, através das reservas de recrutamento – mini-concursos de colocação de docentes que são realizados todas as semanas. Os contratos são temporários (no mínimo são mensais, no máximo anuais).

No ano letivo 2014/2015, durante o mesmo período, a tutela tinha contratado apenas 11.158 professores. E se recuarmos a 2014, o número de contratados este ano já ultrapassa o dobro. Nessa altura, foram colocados 9.970 docentes através das reservas de recrutamento.

Os números provisórios agora conhecidos surgem no balanço das contratações realizadas pelo Ministério da Educação com base nas listas publicadas pela Direção Geral da Administração Escolar (DGAE), trabalhadas pelo blogue especialista em estatísticas da educação, “DeArLindo”.

O aumento do número de professores no sistema surge numa altura em que o Ministério da Educação vai sofrer um corte de 281,3 milhões de euros na despesa com pessoal, segundo o Orçamento do Estado para 2017. A despesa com salários é, aliás, a despesa com maior peso na tutela de Tiago Brandão Rodrigues, representando 71% do total dos encargos do Ministério da Educação.

Com este corte e com mais professores no sistema, o ministro Tiago Brandão Rodrigues terá de pagar a reversão salarial durante todo o ano e além disso os professores terão um aumento de 25 cêntimos/dia no subsídio de alimentação.

in Sol

 

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