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Entrevista de Mário Nogueira ao JN

Depois do Orçamento de Estado aprovado na generalidade, foi lançado o líder da Fenprof para o palco antes do debate na especialidade.
Não sei se para fazer prova de vida ou se lançado para dar mais alguma força negocial ao PCP para o seu pretendido aumento de 10€ em todas as reformas.
 

Mário Nogueira: “Este ministro da Educação está no Purgatório”

 

mnjn

 

O líder sindical admite que os professores possam voltar à greve nas avaliações do primeiro período.

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3 comentários

    • Fernanda on 6 de Novembro de 2016 at 13:41
    • Responder

    Totalmente de acordo com o que disse Mário Nogueira.
    Foram tomadas medidas importantes já.

    Mas há uma questão que se põe: os professores sentem que muito ainda há a fazer, nomeadamente descongelamento de carreiras, organização das escolas, maior autonomia e revisão de condições de aposentação justas e dignas para quem já ultrapassou os 60 anos e tem perto de 40 anos de serviço.

    Seria fácil arranjar-se uma solução para estes professores mais experientes, dando-lhes outras tarefas na escola,reduzindo a sua carga lectiva e não lectiva, incluindo a transmissão da experiência acumulada no trabalho com os colegas mais novos.

    Desde a ex-ministra MLR, as horas de redução de idade foram sendo usadas para todo o tipo de actividades que sendo lectivas, são chamadas de não lectivas. E chega-se facilmente à conclusão que os professores trabalham mais agora ou, pelo menos o mesmo, do que quando começaram a trabalhar há décadas e décadas.

    Mas há uma questão que soma a esta – se MLR falou muito em professores (para os “tramar”), o actual ministro quase que não fala no papel dos professores e na sua dedicação. Nenhuma reforma, mudança (ou o que seja) se faz sem a dignificação dos professores. O exemplo de MLR devia chegar. O PS perdeu as eleições em grande parte porque os professores se sentiram atacados por todos os lados.

    Tiago Rodrigues ainda não percebeu que a boa vontade e confiança dos professores têm 1 limite.

      • Fernanda on 6 de Novembro de 2016 at 13:59
      • Responder

      Quase que dás para dizer que Tiago Rodrigues, um jovem com sangue novo, precisa, e muito, de ter alguém que perceba alguma coisa da vida escolar e da sua organização.

      Assim sendo, TB precisaria de um apoio, uma parceria uma coadjuvação de alguém mais experiente e conhecedor de todas as variáveis em jogo.

      Caso contrário, Tiago, ainda vais voltar à investigação.

    • Fernanda on 6 de Novembro de 2016 at 13:51
    • Responder

    Uma outra questão: a burocracia nas escolas continua, em duplicado e triplicado.

    Parece que agora querem que os professores definam “perfis” para os alunos do básico.

    Só para ficar lá para “memória futura”, já que o ministério anda, por outro lado, a fazer o mesmo.

    Assim, temos que , depois de nos mandarem fazer as metas de aprendizagem, depois vieram as metas curriculares e….finalmente vêm os “perfis”.

    Perfis estes que serão esquecidos porque alguém já anda a fazer o mesmo.

    Agora digam-me lá: sou eu que estou em burnout? Que tenho mau feitio?
    Ou anda tudo pirado e isto tudo me parece esquizofrénico, um ninho de cucos?

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