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2 de Novembro de 2016 archive

É Já em 2017 Que a Maioria das Escolas Elegem Novos Diretores

No próximo ano a grande maioria das escolas terá de abrir o processo para a eleição da um novo Diretor.

Os primeiros mandatos tiveram início em 2009, a maioria delas ainda com a constituição de um Conselho Geral Transitório, e em 2013 muitos dos primeiros diretores eleitos viram a sua renovação de mandato aprovada pelo Conselho Geral.

Apenas é possível a renovação de um mandato, sendo que, para um terceiro mandato estes diretores terão de submeter-se novamente a concurso.

Para haver alterações ao modelo de Gestão teria de ser revista a legislação com alguma urgência, algo que não parece fazer parte dos planos deste governo.

Sem sombra de dúvida que em 2017 vai-se voltar a falar e muito no modelo de gestão, mas possivelmente tarde demais para evitar um terceiro mandato dos actuais diretores de gestão unipessoal que surgiram pela mão de Maria de Lurdes Rodrigues, do governo PS da altura.

 

 

Ter ou não ter diretores nas escolas?

escolas

 

 

Modelo de gestão escolar está a ser questionado. FENPROF quer mudanças, não concorda com uma gestão autocrática e vai lançar uma campanha em janeiro. FNE defende avaliação do funcionamento, constrangimentos e potencialidades, antes de qualquer alteração.

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Divulgação – ANAPE

 

A ANAPE (Associação Nacional de Professores e Educadores) é uma associação que nasce da vontade conjugada dos professores do 1º ciclo e educadores de infância, que há muito sentiam a necessidade de ver a sua especificidade profissional ter voz e representação activa. Estes profissionais são afectados por todas as vicissitudes que atingem a profissão docente (precariedade, baixos salários, desgaste profissional) tendo ainda problemas acrescidos pois são os únicos com calendários lectivos alargados, horários diferenciados e superiores a quaisquer outros, elevado desgaste profissional e exigência resultantes das faixas etárias com que trabalham, pouca representação dentro dos agrupamentos, fruto de um regime de autonomia e gestão que os remete a uma situação quase periférica, etc. etc..

A ANAPE pretende representar as reivindicações destes profissionais, de forma activa, consequente e contínua. O esquecimento a que os professores do 1º ciclo e os educadores de infância têm sido vetados nos últimos anos, trouxe a este grupo profissional um sentimento de grande descontentamento e revolta. As necessidades e aspirações da monodocência, têm sido consecutivamente remetidas para plano secundário nas políticas educativas da última década e até mesmo contrariadas de forma injusta e incompreensível. Os professores e educadores portugueses não poderão mais deixar de fazer ouvir a sua voz perante tantos e tão profundos ataques.

Colega, junta-te à ANAPE, dá voz à tua profissão! JUNTOS SOMOS MAIS FORTES

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Para Mudar

… este Ministério gosta de ouvir quem lhe dê razão.

E numa plateia com dezenas de participantes, o que dois ou três disserem a seu favor é justificação suficiente para efectuar essa mudança, mesmo que a restante plateia seja contrária às suas ideias e se fique pelo silêncio.

Mas como a cartilha está definida à partida, qualquer discordância tentará ser silenciada ou modificada.

E claro que perguntar aos alunos o que acham do Currículo é o mesmo que estar à espera que eles venham a ser reduzidos para breve ou não fosse o ponto de partida para este debate o que já foi identificado pelo próprio Ministério. – “O ministério identificou que há uma “excessiva centralização” dos currículos e uma “sobrecarga de conteúdos nos programas””

 

 

 

Ministro da Educação vai ouvir o que os alunos têm a dizer sobre currículos

 

 

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Conferência em Leiria, na sexta-feira, junta estudantes do ensino básico e secundário. Tradicionalmente, os alunos não são ouvidos em contexto de gestão curricular. Esta conferência visa corrigir essa prática”, diz ministério de Tiago Brandão Rodrigues.

 

O Ministério da Educação vai ouvir alunos do ensino básico e secundário. Quer que eles respondam a perguntas como: “O que aprendemos? Como aprendemos melhor? O que distingue os professores que constituem referências para nós? O que retemos do que aprendemos? Como utilizamos o que aprendemos? O que (não) mudaríamos na escola?”

A conferência com estudantes sobre o currículo e as aprendizagens acontece em Leiria na sexta-feira. “O trabalho de preparação da flexibilização da gestão curricular tem vindo a ser preparado e construído ao longo dos últimos meses, através de um debate e auscultação de diferentes actores”, diz o ministério de Tiago Brandão Rodrigues em comunicado. Já foram ouvidos professores, num inquérito nacional, especialistas vários e diferentes entidades e organismos, nota. Está ainda a ser feita uma “análise do estado de desenvolvimento das orientações curriculares nas diferentes disciplinas” e uma “análise de comparabilidade internacional, no âmbito da participação em projectos promovidos pela OCDE para o desenvolvimento de um quadro internacional de competências para 2030”, acrescenta.

Diz o ministério no comunicado que para o dia 4 de Novembro, “foram convidados alunos de várias escolas portuguesas, divididos em cinco grupos: 1.º ciclo, 2.º ciclo, 3.º ciclo, secundário (Científico-Humanístico e Profissional) e pós-secundário (alunos que estão a frequentar o Ensino Superior). Estes alunos participarão, durante a manhã, em workshops de discussão.” À tarde, acrescenta-se, serão apresentadas conclusões e, no fim da conferência, o ministro será “moderador” de um painel de alunos.

“Tradicionalmente, os alunos não são ouvidos em contexto de gestão curricular. Esta conferência visa corrigir essa prática, chamando à discussão os principais beneficiários do trabalho em curso, mas sobretudo coligindo os dados que esta auscultação gerará”, acrescenta o ministério.

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Afinal, porque melhoraram os resultados? Estudo aQeduto (conclusões)

 

Os resultados dos alunos portugueses, nos cinco ciclos PISA, melhoraram gradualmente a Matemática, Leitura e Ciências e, a partir do ciclo de 2009, aproximaram-se da média da OCDE. O último fórum aQeduto  debateu quais as variáveis que mais contribuíram para esta evolução.

 

Em Suma:

► Mais dinheiro não implica sempre um melhor sistema educativo.

► Chumbar como prática de combate ao insucesso na aprendizagem
não é eficaz.

► A família, embora importante, não é determinante para o sucesso escolar.

► A frequência no pré-escolar, por mais de um ano, tem influência positiva nas aprendizagens.

► A maioria dos alunos portugueses sente-se feliz e apoiada na escola, o que também conduz a melhores resultados.

► Segundo os diretores, a indisciplina surge como o maior obstáculo à aprendizagem.

► Os alunos consideram que o sucesso depende do seu próprio esforço e reconhecem o bom trabalho dos professores.

► Portugal é o país onde a escola pública serve uma maior heterogeneidade de classes sociais.

► Os rapazes têm maiores dificuldades a Leitura o que pode ser uma condicionante à sua aprendizagem global.

► A satisfação dos professores depende da sua capacidade de ajudar a aprender, estabelecer bom relacionamento com os alunos e manter a disciplina.

► O efeito escola foi dos mais determinantes na variação positiva dos resultados. Uma grande percentagem das escolas em meios socioeconómicos mais desfavorecidos destaca-se por ter conseguido melhorar de forma considerável o desempenho dos seus alunos.

Clicar na imagem para aceder ao documento final.

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Outros estudos:

 

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Aqui ao lado… Pais fazem greve inédita aos TPC dos filhos

 

De facto é uma greve inédita. São os pais que fazem greve aos trabalhos de casa, dos filhos.

E se por cá se fizesse o mesmo?

 

Nos fins de semana de novembro não se fazem os trabalhos de casa pedidos pelos professores. O desafio foi feito pela confederação espanhola de associações de pais.

Os trabalhos para casa (conhecidos por TPC) “invadem o tempo das famílias” e “violam o direito ao lazer, a brincar e a participar em atividades artísticas e culturais” reconhecido no artigo 31.º da Convenção dos Direitos das Crianças.

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Esperança em 2015? E agora?

 

Porque como professores temos muito interesse em demografia…

 

Em 2015, o número de emigrantes portugueses diminuiu 18,5%, face ao ano anterior. O Instituto Nacional de Estatística (INE) contou 40.377 emigrantes permanentes, ou seja, portugueses que foram trabalhar e viver para o estrangeiro por pelo menos um ano, contra os 49.572 de 2014. Entre os emigrantes temporários (os que saem por mais de três meses e menos de um ano), a diminuição foi ainda mais expressiva, tendo chegado aos 28,5%: foram 60.826 em 2015, contra os 85.052 de 2014.

 

(clicar na imagem)

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Nota à Imprensa – Esclarecimento sobre o O.E.

 

Relativamente ao orçamento do Ministério da Educação, esclarece-se o seguinte:

(clicar na imagem)

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