O primeiro-ministro convocou para hoje às 15:00 uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros, confirmou à Lusa fonte oficial.
Segundo fonte do gabinete do primeiro-ministro, a reunião destina-se a analisar o fecho da sétima avaliação do memorando de entendimento assinado com a `troika’.
Já nem comento o facto de não serem exigidas condições de higiene para o posto de trabalho a ocupar pelo sr. José Macedo, nesta oferta de emprego do site do IEFP.
Calcula o mec que semanalmente há 191.775 horas de redução da componente lectiva dos professores.
O que, se tomarmos com bom o número de pouco mais de 100.000 professores nos quadros (os únicos com direito a redução), significa algo perto das 2 horas/aulas semanais de redução média (ou seja, cerca de 9% se contabilizarmos as 22 horas anteriormente consideradas como horário completo).
Depois de retificarem os dados não validados (atenção á página 13 do manual) devem ir validando os dados no menu candidatura até aparecer o botão submeter.
Podem ter de fazer essa validação de dados algumas vezes.
NOTA: O aperfeiçoamento só fica submetido depois de inserirem a vossa password.
Nota
: Recorda-se que nesta fase intermédia, a alteração efetuada a um determinado campo não válido, alterável, pode comprometer a consistência da candidatura eletrónica pelo que, determinadas alterações a efetuar em campos alteráveis invalidados, podem não ser possíveis nesta fase por originarem a inconsistência de um campo validado. No momento da reclamação, esses campos serão passíveis de alteração.
Assim, a alteração pretendida pode não ser possível, face aos dados inseridos em campos anteriores ou posteriores que se encontram válidos, devido à validação subjacente a cada campo da candidatura eletrónica.
As alterações que tenham como consequência a modificação de campos não alteráveis, definidos no Aviso de Abertura do Concurso, não serão permitidas pela aplicação do aperfeiçoamento.
Depois de ter recebido um e-mail com um Questionário de Satisfação das Publicações Estatísticas da DGAEP, onde se identificam os endereços de correio eletrónico de mais de 100 pessoas de vários organismos públicos e privados para onde foi enviado este mail?
Eu pensava que isto só acontecia em algumas ofertas de escola por azelhice, mas afinal também acontece num organismo desta natureza.
O Departamento de Estatística de Emprego Público (DEEP) da DGAEP leva a cabo um inquérito online com a finalidade de avaliar de uma forma geral o grau de satisfação sobre a qualidade e oportunidade da informação estatística que disponibiliza.
Sendo a sua opinião essencial para a melhoria da informação estatística sobre emprego público, este inquérito oferece ainda a possibilidade de partilhar connosco opiniões e sugestões.
Depois do polémico concurso extraordinário da Região Autónoma da Madeira que tem uma petição a circular contra a ordenação dos candidatos, que não considera a graduação profissional dos docentes mas apenas o tempo de serviço total, foram terminadas as negociações para o concurso ordinário de professores da Madeira, que tal como o concurso do continente, funciona de 4 em 4 anos.
O secretário regional da Educação e Recursos Humanos assinou, hoje, acordos com sindicatos para o processo de contratação de pessoal docente. “O Governo Regional não pode avançar para um regime de vinculação dinâmica, em que automaticamente cada professor, ao fim de um determinado tempo em regime de contrato, passaria a ter um contrato sem termo”, justificou Jaime Freitas numa conferência de imprensa em que apresentou a legislação regional sobre esta matéria.
O decreto legislativo regional inclui algumas novidades, entre elas a possibilidade de os professores poderem, simultaneamente, fazer uma transferência de estabelecimento e concorrer à transição do grupo de docência. “Se um professor tiver três licenciaturas, por hipótese, que lhe permitam concorrer a cinco grupos de docência pode fazê-lo”, esclarece.
Jaime Freitas fez questão de sublinhar que este concurso ordinário, que acontece a cada quatro anos, é independente do concurso extraordinário de contratação, que resultou de uma norma comunitária sobre vinculação de professores.
Confirmei hoje que o meu agrupamento não validou a minha candidatura (e a de mais 22 colegas!) por alegadamente não terem tido tempo suficiente até às 18h.
Pergunta:- Como poderá ser esta situação ultrapassada? Quem deverá ser responsabilizado por esta grave incúria?
Se tiveres conhecimento, essa partilha seria benvinda!
Aposentações. caixa prevê despachar a grande maioria dos processos até Setembro. Este será o ano com mais saídas na classe docente. Aposentados vão libertar horários nas escolas.
O ministro da Educação e Ciência garantiu hoje que a tutela está a “combater” os horários zero dos professores e que o ministério não possui “indicações nenhumas” sobre o número de docentes que poderão enfrentar a mobilidade.
“Nós estamos a combater os horários zero, mas para combater os horários zero é necessário que haja uma maior fluidez no sistema, uma maior mobilidade dos professores”, disse Nuno Crato.
Sobre o processo de mobilidade, Nuno Crato afirmou que a tutela não tem “indicações nenhumas” sobre essa matéria, avançando com algumas medidas no sentido de combater essa situação.
Não estando disponibilizado no site da DGAE qualquer informação sobre as datas ou o manual para o aperfeiçoamento da candidatura (Manual de aperfeiçoamento da candidatura) deixo em baixo a informação constante no menu aperfeiçoamento. De acordo com o aviso de abertura os prazos a cumprir são estes:
2- Validação da candidatura em três momentos distintos:
2.1 – Oito dias úteis, destinados à validação das candidaturas por parte dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas ou pela Direção-Geral da Administração Escolar. (Já realizado)
2.2 – Três dias úteis, destinados a que o candidato proceda ao aperfeiçoamento dos dados introduzidos apenas nos campos alteráveis, que no primeiro momento não tenham sido validados. (a decorrer até ao dia 14 de Maio)
2.3 – Dois dias úteis, destinados a que as entidades responsáveis procedem a nova validação, caso tenha havido, por parte do candidato, o aperfeiçoamento dos dados da candidatura, ou a apresentação de algum documento em falta. (entre o dia 15 e o dia 16 de Maio)
Para verificarem se a candidatura está validada têm de entrar no menu aperfeiçoamento e clicar na vossa candidatura.
O Manual de aperfeiçoamento foi disponibilizado depois das 10 horas e já contém as datas para o aperfeiçoamento que são as mesmas que identifiquei em cima. Como tem sido costume no último dia do prazo a aplicação só se encontra aberta até às 18 horas.
Bem-vindo(a) ao módulo do Aperfeiçoamento da Candidatura Eletrónica do Concurso Nacional para o ano letivo de 2013/2014.
Antes de prosseguir, deve proceder a uma leitura cuidada e completa dos seguintes diplomas/documentos:
– O DL n.º 132/2012, de 27 de junho – diploma que rege este concurso;
– O DL n.º 27/2006, de 10 de fevereiro – diploma que cria e define os grupos de recrutamento para a seleção e recrutamento de pessoal docente; – O Aviso de abertura do concurso;
– Manual de Instruções – Concurso Nacional – Candidatura Eletrónica;
– Manual de Instruções – Concurso Nacional – Aperfeiçoamento.
– Outros documentos que considere importantes e que se encontrem disponíveis no endereço
http://www.dgae.mec.pt. Nos termos da alínea b) do n.º 2 do art.º 13.º do DL n.º 132/2012, de 27 de junho, conjugado com o ponto 1.2 do capítulo VI da Parte III do aviso de abertura do concurso, podem proceder a este aperfeiçoamento os candidatos cujas candidaturas tenham campos alteráveis invalidados no primeiro momento de validação.
Cabe ao candidato proceder à apresentação/upload, às respetivas entidades de validação, da documentação justificativa das alterações produzidas ou da documentação em falta que originou a invalidação da candidatura no primeiro momento de validação.
Os campos não alteráveis são os constantes do capítulo VII da Parte III do aviso de abertura do concurso.
O aperfeiçoamento só será considerado para as etapas seguintes quando completados todos os passos. No último passo ser-lhe-á fornecido um comprovativo para futuras referências, o Recibo.
Depreendo isso porque João Grancho disse que o MEC avançou com algumas novidades, entre as quais se inclui o facto de o Ministério da Educação e Ciência passar a assegurar as aulas até às 16h30, em vez das atuais 15h30. E por essa razão mantém as AEC até às 17:30.
ADENDA: de acordo com outra notícia, desta vez do Expresso, as atividades entre as 15:30 e as 16:30 serão asseguradas para reforçar período as atividades de acompanhamento dos alunos do 1º ciclo, com vista à promoção do sucesso, e que o apoio ao estudo será assegurado por professores do agrupamento de escolas que tenham disponibilidade no seu horário. Assim, deve manter-se a mesma carga horária letiva dos docentes do 1º ciclo, ficando distribuído o restante tempo entre os docentes sem componente letiva do agrupamento e os professores das AEC. Parece uma solução justa e equitativa.
O presidente do BPI considerou hoje “uma boa notícia” a possibilidade dos depósitos acima de 100 mil euros poderem ser chamados a contribuir para a reestruturação e resolução de problemas de bancos.
Apesar de esta ser uma medida que nunca me irá afetar diretamente. 🙁
Lembro-me que em 2008 a gigantesca manifestação que juntou 150 mil docentes começou por iniciativas deste género.
Quem sabe se desta vez também existirá um crescendo de tomadas de posição dos docentes nas suas escolas.
Contra a mobilidade e a favor da escola pública
Os professores da Escola Secundária Francisco de Holanda, de Guimarães, reunidos em plenário e abaixo assinados, tomando em consideração as políticas deste Governo e do Ministério da Educação, nomeadamente:
o esgotamento e empobrecimento da Escola Pública através de turmas sobrelotadas, dificultando inaceitavelmente o trabalho pedagógico com os alunos, prejudicando particularmente aqueles com mais dificuldades e desvantagens sociais;
o horário de trabalho letivo dos professores, de 22 horas, contadas ao minuto, a que se somam mais 13 horas não letivas, num montante total de 35 horas semanais, mas manifestamente abaixo do trabalho efetivamente realizado, sem qualquer direito a horas extraordinárias;
o número crescente de turmas e alunos por professor, alcançando cerca de 150 alunos num grande número de casos e, noutros, podendo chegar aos 200;
a diminuição de horas de trabalho para que os professores possam relacionar-se diretamente com as famílias dos seus alunos, condição essencial do sucesso educativo das crianças e jovens;
o completo congelamento das carreiras e progressões profissionais, há pelo menos seis anos, eliminando desse modo qualquer estímulo ao desenvolvimento profissional;
a redução acentuada dos salários, diminuindo as condições básicas de atualização e dignidade profissional, bem como da qualidade de vida das suas famílias;
e, como é do conhecimento público, a recente proposta de Governo de despedir todos os professores colocados em situação de horário zero, que se estima possam ser mais de quinze mil (não por falta de alunos ou tarefas educativas essenciais às escolas e aos país mas, bem pelo contrário, por uma sobrecarga pedagogicamente absurda do número de alunos e tarefas a desenvolver pelos professores), bem assim como a proposta de aumento do horário de trabalho das 35 para as 40 horas, o que conduzirá inevitavelmente à degradação das condições mínimas das tarefas pedagógicas a realizar com os alunos,
Deliberaram:
Rejeitar em absoluto o aumento do horário de trabalho dos professores para as 40 horas semanais, não porque se discorde, em princípio, com a ideia da igualdade do número de horas de trabalho dos trabalhadores do setor privado e da Função Pública (assinalando-se que, no caso da educação, os professores das escolas privadas têm o mesmo horário de trabalho semanal que os professores da Escola Pública, 35 horas), mas porque o desenvolvimento das tarefas educativas e docentes impõe exigências de esforço físico, intelectual e emocional, de atualização académica e trabalho de investigação fundamental e pedagógica, incompatíveis com tão elevado tempo de trabalho, que se antecipa essencialmente de caracter letivo. De facto, todos os indicadores internacionais de trabalho dos professores dizem que os professores portugueses são dos que trabalham mais horas dentro da sala de aula, não se percebendo esta medida a não ser como uma absurda tentativa de despedimento de professores, aos milhares, em necessário detrimento da qualidade da educação e do ensino e, portanto, da igualdade de oportunidades entre todos os portugueses.
Rejeitar em absoluto a integração dos professores no “regime de mobilidade especial da Função Pública”, objetivo ostensivamente negado por este Governo e por este Ministro da Educação em várias intervenções públicas e não constante do Programa de Governo aprovado na Assembleia da República ou nos programas eleitorais dos partidos membros da coligação de Governo, o que corresponde, de facto, ao seu despedimento liminar, em muitos casos de professoras e professores com mais de vinte e vinte cinco anos de serviço, com quarenta ou quarenta e cinco anos de idade, ou mais, que toda a sua vida adulta foram formados para as profissões que desempenham, vidas inteiras ao serviço do ensino, da educação e do progresso de Portugal, e que agora se propõe sejam descartados e abatidos, nem sequer com subsídio de desemprego.
Solicitar aos vários sindicatos de professores, particularmente aos mais representativos, que encetem todas as formas de luta visando combater este anunciado assassínio da profissão docente e da Escola Pública, que irá destruir, de modo cruel e contrário aos interesses do país, milhares de vidas de professores e outros profissionais da educação.
Que essas formas de luta passem, desde já, pela convocação de greves em períodos coincidentes com as avaliações e os exames dos 11º e 12º anos, forma de luta extrema mas proporcional ao genocídio educacional e profissional posto em marcha por este Ministério da Educação e por este Governo.
Solicitar aos pais dos nossos alunos que dialoguem ativamente com os professores dos seus filhos, de modo a melhor compreenderem o actual processo de desestruturação da Escola Pública por parte deste Governo, de que o despedimento massivo de milhares de professores e a destruição das suas vidas é apenas a primeira parte, mas de que os seus filhos e as suas expectativas de ascensão e progresso social serão as vítimas principais.
Desenvolver todas as ações necessárias ao combate a estas medidas ilegítimas e contrárias aos mais elementares interesses das famílias, dos alunos, das escolas, dos professores, de Portugal e dos portugueses.
Mais se delibera enviar este comunicado para todas as instituições oficiais do país, para outras escolas, instando-as à acção, bem assim como para os meios de comunicação social.
O Ministério da Educação e Ciência acaba de confirmar a adesão de Portugal ao projeto E-ELT, o maior telescópio óptico do mundo, que custará mil milhões de euros e será inaugurado em 2023 no Chile.
Tenho quase certeza que as rescisões amigáveis propostas apenas para algumas categorias do estado são inconstitucionais, por não abrangerem todos os trabalhadores da administração pública.
Para quem se regozijou tanto com a decisão do tribunal constitucional em chumbar normas que violavam o princípio da igualdade, como justificação para avançar com medidas penalizadoras para os funcionários públicos, parece-me que de novo o Governo segue no caminho de querer aprovar novas leis inconstitucionais.
Em entrevista ao programa Terça à Noite da Renascença, o ministro da educação explicou que a recente decisão do tribunal constitucional levou a que “tudo tivesse que ser reequacionado” e portanto, ao contrário do que chegou a prometer, o ministro diz agora que “as 40 horas e a mobilidade especial são para aplicar a todos”. Nuno Crato garante no entanto que estas medidas “não podem pôr em causa a preparação do próximo ano lectivo”.
Em breve também deve abrir o concurso externo extraordinário da Madeira, mas neste caso ainda não existe qualquer previsão de datas.
A partir do último dia do prazo para as escolas validarem as candidaturas terá de existir 3 dias úteis para o aperfeiçoamento da candidatura e tendo em conta que dia 9 é o último dia para as validações é provável que entre o dia 10 e o dia 14 de Maio seja possível efetuar esse aperfeiçoamento.
Cercado por crianças indisciplinadas e pelo aumento de violência dentro das salas de aula, o diretor de uma escola pública de ensino médio da cidade de Boston, nos Estados Unidos, tomou uma medida que, à primeira vista, pareceu loucura: ele demitiu todos os funcionários da segurança e, com o dinheiro, reinvestiu contratando professores de arte.
Em menos de três anos, o colégio Orchard Gardens, que figurava entre os cinco piores do estado Massachusetts, tornou-se uma das unidades onde houve maior salto de qualidade no aprendizado de alunos. O segredo?
Que pode levar a que um docente que perde a componente letiva para 2013/2014 que foi originada pela agregação de escolas a processar o Sr. Mário Pereira ou então a exigir-lhe a atribuição de componente letiva para 2013/2014 porque o concurso interno apenas se realiza de 4 em 4 anos.
E como entretanto pode haver aquela coisa da requalificação que dura 18 meses …
Mas o mais curioso nisto tudo é que o sr. Mário Pereira continua a insistir num Decreto Lei que não existe.
… quem neste momento vai lendo as propostas da requalificação dos funcionários públicos, apesar de criar desassossego em quem tem vindo apenas a conseguir colocação nas AEC.
Mas desde que se cumpra e não se fique pelas intenções até que um dia se lembrem a sério de acrescentar estas atividades à componente curricular do 1º ciclo.
Crato quer professores com horário zero no lugar dos profissionais contratados pelas autarquias para ocupar os tempos não lectivos dos alunos do 1.º ciclo.
O Ministério da Educação quer colocar os professores com horário zero – sem turma atribuída – nas actividades extracurriculares do 1º ciclo, retirando aos municípios a competência de contratar directamente os profissionais que asseguraram estes tempos não-lectivos. Uma medida com a qual a tutela poderá gerar uma poupança de 75 milhões por ano e que permite aos professores escapar aos horários zero e evitar assim passar para o regime de mobilidade especial da função pública.
Recorde-se que Nuno Crato diz estar a trabalhar em várias medidas para “que nenhum professor com ausência de componente lectiva entre em mobilidade especial“.
E sei que logo à noite vai haver um ou outro professor a dizer que se esqueceu do prazo da candidatura e vai perguntar o que pode fazer para ainda se candidatar a este concurso.
É assim todos os anos e em todas as fases do concurso.
A implicação para os candidatos ao concurso externo por terem deixado passar o prazo é não poderem candidatar-se em Julho às necessidades transitórias e por conseguinte não poderem ser colocados através da contratação inicial e das reservas de recrutamento, no entanto podem sempre concorrer às contratações de escola.
Não encontro na legislação qualquer penalização para os docentes dos quadros de zona pedagógica que se esqueçam de apresentar-se a concurso nesta fase, apesar de serem obrigados a manifestar preferências pelo menos ao seu QZP e a um agrupamento de um segundo QZP.
Os docentes dos quadros de agrupamento que não sejam candidatos nesta fase podem sempre por sua opção candidatar-se à mobilidade interna em Julho, não sendo necessário ser opositores ao concurso interno como antigamente acontecia com o destacamento por aproximação à residência.
E já agora, a aplicação encerra às 18 horas e não à meia noite.
… que na portaria de vagas para a satisfação de necessidades permanentes dos estabelecimentos públicos de ensino artístico especializado da Música e da Dança o número de vagas positivas seja superior ao número de vagas negativas.
Neste caso 38 positivas, contra 32 negativas.
Clicar para aceder à Portaria 257/2013, de 6 de Maio, que fixa a dotação de vagas para 2013/2014 do concurso interno/externo dos estabelecimentos públicos de ensino artístico especializado da Música e da Dança.
E neste caso só em casos especiais é que as escolas devem colocar que o docente não recupera vaga, porque em todas as situações normais deve ser colocado que a vaga é recuperada caso o docente seja colocado noutro lugar de quadro.
“Caro candidato, A resposta a conferir à presente pergunta, é totalmente autónoma do estabelecido na Portaria n.º 156-A/2013, de 19 de abril.
Assim, as entidades de validação deverão somente responder que o docente não recupera vaga, se o disposto nos normativos que criaram a respetiva vaga, estabelecerem que a mesma se extingue com a sua vacatura, como sucedeu, por exemplo, com os docentes portadores de habilitação suficiente, que foram integrados em quadros de escola da rede do MEC, por aplicação do Decreto-Lei nº 109/2002, de 16 de abril, e do Decreto-Lei nº 66/2000, de 28 de abril.
Tal entendimento é igualmente válido, quando a vaga tenha sido criada em resultado de decisão favorável ao docente em resultado de recurso a meio impugnatório administrativo (Ex- recurso hierárquico) ou judicial (Ex-ação administrativa especial).
O secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, definiu nesta segunda-feira como objectivo até ao final da legislatura reduzir em 100 mil o número de funcionários. Para esse objectivo, contarão as rescisões amigáveis, as novas regras da mobilidade especial, o aumento do horário de trabalho, assim como as reformas antecipadas.