22 de Maio de 2013 archive

A Música do Blog

… a ver para a semana.

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=-FEWi4pZIt8]

 

The entire performance of Nick Cave and The Bad Seeds during the “Push The Sky Away” tour.

Shot on Friday, March 22 2013, at Metropolis in Montreal, Quebec Canada.

 

We No Who U R
Jubilee Street
Wide Lovely Eyes
Higgs Boson Blues
From Her To Eternity
Red Right Hand
Into My Arms
Deanna
Jack The Ripper
Your Funeral… My Trial
Papa Won’t Leave You, Henry
God Is In The House
The Weeping Song
The Mercy Seat
Stagger Lee
Tupelo
Push The Sky Away

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Reconhecimento Internacional

… de um projecto utilizando as novas tecnologias e baseado no património local (currículo de EV 3º ciclo)

Escola Manuel Fernandes vence mais um prémio internacional com mais um produto de Rio de Moinhos

 

charcuterie

 

 

O Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes, em Abrantes, foi distinguido, pelo segundo ano consecutivo, no concurso internacional “Onisep – Agefa PME”, cujo objectivo é a promoção de um produto regional de forma original e criativa. Mas desta vez, a turma do 9.ºA arrebatou o primeiro lugar com o tema “Salsicharia Artesanal”.

O trabalho dos 10 alunos que compõem esta turma pode ser visto no site http://charcuterie-artisanale.blogspot.pt/, onde são descritas as várias etapas de fabrico artesanal dos enchidos, ontem e hoje. O projecto integra como exemplo a empresa familiar de Rio de Moinhos – MF Salsicharia Artesanal. Os enchidos fazem parte da gastronomia tradicional do concelho de Abrantes sendo a preparação um segredo ancestral que passa de geração em geração.

Recorde-se que em 2012 o tema foi igualmente desenvolvido em Rio de Moinhos, tendo a turma do PIEF escolhido as tigeladas.

E à semelhança do que aconteceu no ano passado, os alunos vencedores irão a Paris de 17 a 22 de Junho, sendo a entrega de prémios no dia 18. O segundo lugar vai para Bucareste e o terceiro foi também atribuído a Portugal, à Escola Artur Gonçalves, em Torres Novas.

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Professores Com Salário em Risco

Notícia de hoje na edição em papel do Correio da Manhã.

 

Professores_com_salarios_em_risco

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As Notícias de Hoje do Diário Económico

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Crónica de Santana Castilho

No Jornal Público de hoje.

PB-A_falta_de_senso_dos_defensores_do_consenso

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Manifesto – Escola Secundária de Camões

manifesto

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Dúvidas Normais Sobre o “Exame” do 4º Ano

Chegaram-me por mail as seguintes dúvidas relativamente à prova final do 4º ano que estou certo serão respondidas na caixa de comentários.

 

Gostaria que me esclarecesse de algumas dúvidas que tenho como professora de 4.º ano.

As provas finais de ciclo valem 25% da nota final nas disciplinas de Português e Matemática.
Ora como professora classificadora e com os critérios que foram definidos já constatei que provavelmente irão ocorrer uma série de níveis 1 e  2 nas Provas.
Caso o aluno reprove terá de ir à 2.ª fase. Mas na lei 5/2013 não é claro a obrigatoriedade, pois se o aluno tiver 3 de frequência com 2 na Prova ficará com 3.
Ao ir à 2.ª fase, o aluno ficará apenas com a classificação do exame. Imaginemos que o aluno tira 2. Ficará reprovado. Penso que os pais não irão arriscar a ida à 2.ª fase.
Nem o Coordenador do meu Ciclo nem o órgão de gestão da escola dão resposta a estas questões.

Outra questão:

A pauta será afixada no dia 12 de junho, então a entregas das avaliações aos Encarregados de Educação será feita quando? Após a primeira fase? Ou teremos de aguardar para os resultados da 2.ª fase.

Os alunos que estão automaticamente Aprovados terão de esperar para a saída dos resultados da 2.ª fase?
Pedia-lhe o favor que me ajude a resolver estas questões.

Grata pelas ajudas prestadas.
Com os melhores cumprimentos

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Um Pai Tem Sempre Razão

Infelizmente!

Porque realmente isto já não tem conserto.

 

capai

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Resolução da FNE

Resolução do Secretariado Nacional da FNE – 21 de maio de 2013

 

 

  1. A proposta de lei do Governo que pretende substituir a figura da mobilidade especial pela da requalificação profissional merece a nossa viva reprovação, por representar uma violação ilegal, unilateral e inaceitável do contrato estabelecido pela entidade patronal, neste caso, o Estado, e os seus Trabalhadores.
  2. Neste caso concreto, está-se perante uma clara inconstitucionalidade que não pode deixar de ser denunciada, devendo evitar-se uma nova intervenção do Tribunal Constitucional que, em última análise, não deixará de anular legislação que desrespeita os princípios básicos da organização das relações de trabalho dentro do Estado.
  3. É inaceitável ainda que se esteja a proceder, no âmbito da mesma proposta de lei, a uma revisão do Estatuto da Carreira Docente, o qual, pela sua natureza, e no caso de se pretender fazer a sua alteração, deve ser sujeito a uma negociação específica com as organizações sindicais do setor.
  4. O conteúdo da proposta de revisão do ECD que consta da proposta de lei viola ainda princípios que já foram estabelecidos em acordo com o atual Governo, nomeadamente no processo sn21maio2013_4de revisão do regime de concursos.
  5. Em síntese, as propostas conhecidas continuam uma lógica que vem sendo adotada pelo Governo de tudo justificar por insuficiência orçamental,  sem que se conheçam quaisquer pressupostos, estudos ou critérios acerca da configuração dos serviços públicos em Portugal.
  6. Continua a legislar-se para poupar e para cortar, sem quaisquer preocupações de garantia de serviços públicos de qualidade, particularmente na área da Educação, da Saúde e da Segurança Social.
  7. Em termos de Educação, é claro que não há professores excedentários e que continuamos a precisar de todos os professores para garantir respostas educativas de qualidade e com equidade.
  8. Aliás, os professores dos quadros atuais são de certeza insuficientes para as respostas educativas de que o País precisa, nomeadamente ao nível do reforço imprescindível da Educação para a Infância, e da maior e mais intensiva oferta educativa e formativa no ensino secundário.
  9. É inaceitável que o MEC continue a prática de recurso a docentes contratados, sem reconhecer o direito que lhes assiste de verem convertida a sua situação de precariedade em estabilidade, nos termos da legislação em vigor, pelo que não abandonaremos a defesa do direito à vinculação dos docentes sucessivamente contratados
  10. Nestes termos, entendemos que o Ministério da Educação detém informação suficiente para saber que não há professores que tenham de ser colocados num qualquer regime de mobilidade especial/requalificação profissional, pelo que não faz sentido que sobre eles possa a estar a recair uma tal ameaça, sendo essencial o compromisso público de que aquela situação não se verificará.
  11. A ter de se definir, num quadro legal, um regime de requalificação profissional na Administração Pública, despido da orientação para o desemprego que a proposta atual contém, a adoção de um tal procedimento para os professores tem de respeitar os princípios que constam do regime de concursos, no que diz respeito à situação de docentes com ausência de componente letiva.
  12. Em relação à organização do tempo de trabalho na administração pública, entendemos que não razões para que se determine o seu crescimento para as 40h.
  13. No caso concreto dos docentes, é inteiramente inaceitável e reprovável que se aumente o tempo da sua componente letiva, não sendo identicamente aceitável que se elimine a redução da componente letiva prevista no artigo 79º do ECD, em reconhecimento do especial desgaste que a profissão docente provoca.
  14. Estamos perante um conjunto de propostas conhecidas e de outras que se adivinham que merecem a nossa total oposição, em nome dos Trabalhadores que representamos.
  15. Não deixaremos de participar ativamente em todos os processos negociais que venham a ser estabelecidos, exigindo alterações às propostas que nos são apresentadas, continuando desta forma a apostar na via do diálogo e da negociação como a forma mais adequada para ultrapassar divergências desta natureza e encontrar as melhores soluções para os que representamos.
  16. Mas também usaremos todos recursos de que dispomos para procurarmos atingir estes nossos objectivos.
  17. Deste modo, o Secretariado Nacional decide:

17.1.    Manter, entre 27 de maio e 14 de junho, a campanha nacional “a educação em ação por um futuro melhor”;

17.2.    Participar nas ações de contestação e luta que venham a ser desenvolvidas pela FESAP e pela UGT para combate a estas medidas;

17.3.    Promover, pelos meios ao seu dispor, a contestação jurídica das medidas que o governo pretende implementar;

17.4.    Esclarecer e mobilizar a sociedade em torno do objetivo de garantia de uma escola pública de qualidade com equidade;

17.5.    Participar na manifestação nacional de professores determinada em conjunto com várias outras organizações sindicais de professores para o dia 15 de junho;

17.6.    Convocar greve ao serviço de avaliações para os dias 11,12,13,e 14 de Junho, bem como para 17 de Junho, em articulação com outras organizações sindicais, se no quadro das negociações que vierem a ser desenvolvidas os seus resultados não corresponderem aos objetivos que na presente resolução ficam expressos.

Lisboa, 21 de maio de 2013

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Mesmo Que Lhes Tirem os Suplementos

… há sempre alguém que goste de ser uma Maria de Lurdes Rodrigues a título gracioso.

 

Decisão infeliz e contraproducente

 

 

O problema da greve aos exames resolve-se com a definição de serviços mínimos e/ou a requisição civil dos professores.

Por outro lado, a greve ao serviço de avaliação só dificilmente produzirá resultados. De facto, no atual quadro legislativo, uma reunião do Conselho de Turma apenas é adiada caso se verifique a falta de algum membro por motivo imprevisto.

Ora, estando convocada greve, o motivo da falta não é imprevisto.

Daí, o Conselho de Turma funcionará desde que exista quórum – 50% + 1.

Nestes termos, se o diretor assumir as suas responsabilidades de garantir o funcionamento da escola e de salvaguardar os direitos dos alunos – a razão de ser da Escola – providenciará para que as propostas de classificação sejam entregues nos Serviços Administrativos até 24 horas antes da reunião, para o que bastará uma simples Ordem de Serviço.

No final, o resultado será os professores saírem ainda mais fragilizados. Infelizmente.

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O Professor Cigano

Professores sem horário podem ser colocados em qualquer escola

 

economico22mai13

 

Proposta inicial para a mobilidade dá poder ao Governo de colocar um docente com horário zero em qualquer ponto do país.

O Ministério da Educação quer ter o poder de colocar os professores com horário zero (sem turma atribuída) em qualquer escola do país, independentemente do seu lugar de origem, sem que se realize qualquer concurso. E pretende que a medida entre em vigor já a partir de Setembro.

Esta é uma das várias regras que fazem parte da proposta inicial do Governo para o novo sistema de requalificação (mobilidade especial) para a função pública, que vai ser discutida amanhã numa reunião conjunta entre os sindicatos e o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, e o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino. Regime no qual, até este ano, os professores eram excepção entre os trabalhadores do Estado.

 

Ver proposta de revisão do ECD aqui.

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