13 de Maio de 2013 archive

Por Viana

Textos publicados num jornal local de Viana sobre a situação criada pela determinação da sede e nome da agregação dos agrupamentos de Darque, Monte da Ola e Foz do Neiva.

 

 

Foz do Lima 2013-05-10_Página_1 Foz do Lima 2013-05-10_Página_2 Foz do Lima 2013-05-10_Página_3

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Mais Uma Oportunidade

Desta vez não me importo de dar 10 milhões ao estado e mandá-lo depois pentear macacos.

Já sabem, basta colocar um comentário neste post com um mail válido para sonharmos juntos.

 

 

euromilhões3

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Sobre a Educação Especial no Concurso dos Açores

Não se aplica o despacho nº 866/2013, conforme troca de mails com a secretaria regional dos Açores.

 

Sei que há muitas pessoas com dúvidas sobre como concorrer à Educação Especial no concurso dos Açores, por isso coloquei esta questão por e-mail e envio-te a resposta que me deram para publicares, se achares pertinente. Penso que também seria importante mencionar que o tempo de serviço é contabilizado tendo em conta a data de conclusão da licenciatura de base e não da especialização. Há muitas pessoas confusas, como mudou no continente, pensam que lá também.

 

 

Sent: Monday, May 13, 2013 2:31 PM

To: concursopessoaldocente@azores.gov.pt

Subject: Habilitação Profissional Grupo 700

Exmos Srs,

Vou concorrer ao grupo 700 (Educação Especial). Gostaria de saber o que seleccionar na seguinte questão do ponto 6:

“Selecione o Curso que confere Habilitação para a docência do nível/grupo a que se candidata”

Devo colocar a minha licenciatura de base, que me confere habilitação profissional para os grupos 320 e 330, ou a pós-graduação em Educação Especial?

 

———- Mensagem encaminhada ———-

De: <concursopessoaldocente@azores.gov.pt>

Data: 13 de maio de 2013 15:53

Assunto: Re: Habilitação Profissional Grupo 700 Para:

 

Informa-se V. Ex.ª que, deverá colocar a sua licenciatura de base.

Com os  melhores cumprimentos.

Pelo Júri  do Concurso

Lúcia Maria  Espínola Moniz

/FS

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Tranches de 10

… no Agrupamento de Escolas Lima de Freitas, em Setúbal.

Mais um motivo de reclamação caso um dos candidatos entre o 6º e o 10º lugar ultrapassem os primeiros cinco candidatos.

 

n_95  entrevistas 400 1_tranche

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Evolução dos Não Colocados em Mobilidade Interna

Entre a Reserva de Recrutamento e a Reserva de Recrutamento 33 com algumas falhas nas últimas reservas.

Neste momento são 578 docentes que ainda encontram-se nas listas de não colocados.

Os grupos com mais docentes sem componente letiva são os grupos 530, 240 e 100.

Dos 578 docentes sem colocação, 390 são docentes dos quadros de agrupamento e 188 são dos quadros de zona pedagógica. Mais uma vez não se entende a necessidade do alargamento dos QZP para 10 zonas.

 

MI-NC ate 33

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Reserva de Recrutamento 33

Publicitação das listas definitivas de colocação e não colocação da Reserva de Recrutamento 33

Docentes de Carreira

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Momentos e Prazos Oficiais do Concurso 2013/2014

Espero que vos ajude a orientar nos momentos que ainda estão para vir.

Fora do âmbito do concurso ainda falta conhecer o momento da Mobilidade por Doença e do pedido das Licenças Sem Vencimento para 2013/2014.

Terminando a fase de validação no dia 16 de Maio é muito provável que a lista provisória possa ser conhecida no final da próxima semana. Tendo em conta o elevado número de campos que são passíveis de alteração mas que por motivos de “inconsistência” (????) de campos validados (Página 13 do Manual) e só podem ser alterados na fase de reclamação prevejo um grande número de candidaturas excluídas se entre o dia 15 e 16 de Maio as escolas não poderem fazer elas próprias as retificações com o acordo do docente.

 

Retirado do Fórum a partir daqui.

 

Ficam os momentos e prazos oficiais.

I – Concursos interno e externo –

1- Apresentação da candidatura (através do SIGRHE)
Data: [3 de maio – 7 de maio]
– Primeiro grupo de A a K – Das 10:00 horas de Portugal Continental do dia 23 de abril às 18:00 horas de Portugal Continental do dia 3 de maio de 2013
– Segundo grupo de L a Z- Das 10:00 horas de Portugal Continental do dia 26 de abril às 18:00 horas de Portugal Continental do dia 7 de maio de 2013

====
2- Validação da candidatura em três momentos distintos:
2.1 – Data: [30 abril a 10 de maio]
Oito dias úteis, destinados à validação das candidaturas por parte dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas ou pela Direção-Geral da Administração Escolar.

2.2 – Data: [10 de maio (10:00 h) a 14 de maio (18:00 h) ]
Três dias úteis, destinados a que o candidato proceda ao aperfeiçoamento dos dados introduzidos apenas nos campos alteráveis, que no primeiro momento não tenham sido validados.

2.3 – Data: [15 a 16 de maio]
Dois dias úteis, destinados a que as entidades responsáveis procedem a nova validação, caso tenha havido, por parte do candidato, o aperfeiçoamento dos dados da candidatura, ou a apresentação de algum documento em falta.

====

=> 3- Publicitação de listas provisórias de admissão, ordenação e de exclusão.
Data: [?]

=> 4- Verificação e Reclamação dos dados constantes nas listas e verbetes.
Desistência total ou parcial do concurso

Data: [?]
Cinco dias úteis, a contar do dia imediato ao da publicitação das listas

=> 5- Publicitação de listas definitivas de admissão, ordenação e de exclusão.
Data: [?]

=> 6- Recurso hierárquico dos resultados das listas definitivas de ordenação, colocação e de exclusão
Data: [?]
Cinco dias úteis a contar do dia seguinte ao da sua publicitação.

=> 7- Aceitação de colocação:
Data: [?]
Cinco dias úteis, contados a partir do dia seguinte ao da publicitação das listas definitivas de colocação.
A aceitação é feita na aplicação eletrónica disponibilizada pela DGAE,

=> 8- Apresentação dos colocados:
Data: [2 de setembro]
– 1.º dia útil do mês de setembro
– No agrupamento de escolas ou escola não agrupada onde foram colocados.

==============
E os concursos seguintes…

II – Mobilidade interna – Apresentação da candidatura
Data: [?]
Cinco dias úteis, em data a divulgar, após a publicitação das listas definitivas de colocação do concurso interno e externo.​

III – Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento
Data: [?]
1 — “A seu devido tempo”, a publicitar pela DGAE em www.dgae.mec.pt

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Ainda o Número de Professores

Há professores a mais?

 

Por Alexandre Homem Cristo

 

1. Naturalmente, as corporações, os sindicatos e os partidos da extrema-esquerda acreditam que não – o que há é professores a menos. É uma posição preconceituosa e, para além de fazer agitar bandeiras, de nada serve. Mas, não sejamos ingénuos, também há, na posição oposta, muito de preconceito. E se à esquerda estamos habituados a um certo alheamento face aos factos, à direita esse mesmo alheamento não pode ser consentido.

A recente intervenção de Marques Mendes sobre o assunto é disso exemplar. Recorrendo a um conjunto de dados estatísticos, Marques Mendes verificou que o número de professores duplicou entre 1980-2010 e que, no mesmo período, o número de alunos matriculados no 1.o ciclo do ensino básico caiu para metade. Verificando esse contraciclo, concluiu que há professores a mais no sistema. O seu raciocínio está errado.

Não se pode comparar o sistema educativo português em 1980 com o de 2010. É que, entretanto, houve dois alargamentos da escolaridade obrigatória. Não é coisa pouca. Em 1986, a escolaridade mínima obrigatória passou para o 9.o ano e, mais recentemente, passou para o 12.o ano (18 anos). As implicações são tremendas. Desde logo, os alunos passam mais anos a estudar, e em ciclos de estudos diferentes, pelo que é normal que sejam necessários mais professores nos ciclos que, antes do alargamento da escolaridade, a maioria dos alunos não frequentava. Depois, a partir do 2.o ciclo do ensino básico, os alunos passam a ter vários professores (um por disciplina), o que faz naturalmente aumentar o número de professores.

Ainda não é legítimo comparar o número de alunos do 1.o ciclo com o número total de professores no sistema educativo. Não se pode comparar uma parte com o todo. Entre 1980-2010, no 1.o ciclo, é certo que diminuiu o número de alunos mas, se olharmos para o número de professores nesse ciclo, notamos que também diminuiu em 19%. Convenhamos que é muito diferente de um aumento de 50%. O exercício não é inédito. Mas, feito por um dos principais líderes de opinião, o facto assume particular gravidade, pela legitimidade que atribui a esta argumentação errónea. E, claro, pelo potencial de influência que o ex-líder do PSD tem nos corredores do poder.

2. Foquemo-nos no que realmente importa: há professores a mais no sistema educativo? É verdade que o sistema educativo viveu muitos anos num desfasamento, não fazendo corresponder a queda do número de alunos com a evolução do número de professores. Mas é também claro que esse desfasamento tem vindo a ser corrigido.

Primeiro, há cada vez menos professores nos quadros. No ano lectivo 2007/2008, no ensino básico e secundário, havia 110 mil, enquanto no ano lectivo 2010/2011 já só havia 96 mil (fonte: DGEEC). Em apenas 3 anos, diminuiu em 14 mil (13%), sobretudo devido a aposentações. De resto, entre funcionários e professores do quadro, a corrida às aposentações tem sido uma realidade desde 2006: aposentaram-se quase 28 mil no Ministério da Educação, entre 2006-2013 (fonte: “Diário da República”), e só para este ano estão ainda 6 mil em lista de espera para a reforma.

Segundo, há cada vez menos professores contratados. É sabido, pois foi amplamente mediatizado, que o início do ano lectivo ficou marcado por uma acentuada diminuição do número de professores contratados. Não há ainda dados oficiais. Mas na Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP, 13 Fevereiro 2013) é possível observar, entre Dezembro de 2011 e Dezembro de 2012, uma queda abrupta de funcionários no Ministério da Educação. Ou seja, num ano apenas, saíram 15 475 funcionários (a esmagadora maioria são professores contratados). A expectativa é de que a tendência se mantenha. Assim, somando os referidos dados, é inevitável constatar que o ajustamento está a ser feito. Mantendo o rumo, o desequilíbrio do sistema educativo ficará resolvido. Havia professores a mais. Está a deixar de haver. Abandone-se, portanto, essa retórica.

3. Daqui surgem duas conclusões. A primeira, óbvia, é que continuar a diminuir o número de professores, como se nada tivesse acontecido desde 2011, é um erro que pode pôr em causa o funcionamento do sistema educativo. A segunda é que, com o ajustamento em curso, a pergunta que importa passa a ser outra: como agilizar os sistemas de contratação e de colocação de professores, para evitar os horários zero (e consequente mobilidade especial)? O desafio está em flexibilizar o sistema, para que um professor que faz falta numa escola não fique preso a uma outra onde não faz falta. Há muitos caminhos para o fazer – preparar o futuro passa por discuti-los.

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