De acordo com as declarações recentes (7 de maio) do Secretário de Estado da Educação, João Costa, os alunos dos 11º e 12º anos deverão frequentar as aulas em disciplinas nas quais não pretendam realizar exame.
Pensava que o critério era o da «realização dos exames», contudo o Secretário de Estado da Educação respondeu que a escola não visa apenas preparar os alunos para exames, mas também gerar aprendizagens.
Foi então que reformulei a ideia inicial: «então, o critério é o das aprendizagens».
Mas se este é o critério, então porque não têm aulas em todas as disciplinas, mesmo naquelas em que não se realizarão exames?
E já roçando o limite do disparate ainda procurei responder: «porque o critério é o dos exames».
Foi então que desisti.
Rui Pires




5 comentários
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O “mistério” é de simples explicação”. Se os professores estão a dar aulas presenciais não podem dar aulas a distância sem duplicar o numero de horas de trabalho!!!
Claro quem podiam complicar a organização (a critica que seria feita caso tivesse sido essa a opção, porque qualquer opção que não seja o fim das aulas e ferias prolongadas para os professores, seria logo alvo de criticas, tal como o e@d foi inicialmente criticado por causa das desigualdades que cria) se tivessem decidido que só iriam quem estivesse inscrito nos exames, porque isso seria a duplicação do trabalho com os professores a terem de dar aulas presenciais e e@d ao mesmo tempo.
Criticar é muito fácil. Tal como meter informações falsas sem confirmar as fontes e sem pedir desculpas por isso.
O critério é que não há critério, ou o critério é o de um ME permanentemente desnorteado com 3 nulidades a ocupar os principais cargos, ou o critério é o de um ME que sabe que os representantes dos diretores e dos pais dizem sempre sim a tudo, ou o critério é o de um governo que sabe que pode fazer o que entender porque tem um povinho domesticado e estupidificado.,
Exactamente!
É isso tudo, Zaratrusta…
ComRegras: https://www.comregras.com/regresso-as-aulas-alunos-que-faltem-podem-ser-prejudicados-na-avaliacao/
Chantagem pura e dura ao nível do estado novo
Se António Costa estivesse no Brasil, já teria organizado um Golpe de Estado.