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Mai 09 2020
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22 comentários
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Aplaude-se este Conselho Geral pela coragem e determinação demonstradas!
Muito bem.
Então em setembro a situação estará normalizada? É óbvio que não!
O que defenderão nesse momento alguns senhores professores e professoras? Continuar a partir de casa, num faz de conta monumental?
O que vos incomoda tanto nos exames? O fim de uma espécie de julgamento público no qual muitos não gostam de se rever?
Com estas posições, só estão a dar razão a todas as crises deste mundo. Patético!
Muito bem!
Bem hajam. Excelente.
Roberto Paulo: É professor? É pai?
Zoroastro,
1. Não sou professor.
2. A esposa diz que sim, que sou pai de jovens que frequentam o secundário e o superior, e confio nela plenamente.
Vossas inxelências adotam estas posturas, dando toda a munição para as crises e catatuas carecas deste mundo vos virem perguntar se estão dispostos a receber apenas 2/3 do salário.
Uma tomada de posição inútil e ridícula que, felizmente, não levará a lado nenhum. Acordem: toda a Europa está a tomar medidas para o retorno à normalidade possível.
Pois é, lula. Sucede que, na Dinamarca, a cena está a tornar-se demasiado normal, pá. Na Suécia, país de gente asquerosa e que deixou à mercê a população, com os reflexos que se conhecem em Estocolmo, eles caem que nem tordos, apesar daquilo parecer o Alentejo ao contrário na questão do clima. Na Inglaterra, o Boris, depois de se ter borrado todo ao ver a morte tão perto, vai abrir mais ciclovias e não sei o quê, para desincentivar o uso de transportes públicos. Na França, um português faleceu e os tugas lá do sítio foram em procissão acompanhá-lo à derradeira morada, daí resultando um novo surto del coronita.
Mas concordo com a tua primeira frase.
Luluzinha, tontinha, no seu caso, voltar à normalidade será impossível, pois só volta ao “normal” quem já o era antes :))
Orgulho de já lá ter trabalhado! Parabéns a todos que não se deixam vergar!
É curioso: o agrupamento de escolas de Beja não disse nada; o de Nelas idem; o de Vila Viçosa idem; o de Figueira de Castelo Rodrigo idem; o de Cabeceiras de Basto idem; o de Melgaço idem; o de Nisa idem; o do Redondo idem; o de Barrancos idem; o de S, Marcos da Serra idem; o de Serpa idem; e por aí fora.
Quem é que se tem pronunciado? Onde estão localizados? Qual a sua realidade social?
Olha a Lulupoucochinha à falta do pardaleco arranjou outro mentecapto que detesta professores. Estão bem um para o outro, pois ela de professora deve ter muito pouco.
Ela é o pardal.
É ridícula e gasta estratégia do vigarista Sócrates e da famigerada lurdes rodrigues.
Não se esqueçam que o Costa era o goebbels do falso engenheiro.
Nota: só nos sentiremos vingados quando aquelas criaturas aparecerem na pág da necrologia.
Muito bonito e muita gente a aplaudir, mas esquecem-se de referir determinados problemas a acrescentar. Cancelamento dos exames, e fazem-nos quando? A triplicar no 12° ano? Cancela-se definitivamente para este ano, e quem para o ano não conseguir acesso á universidade, no ano seguinte irá com toda a certeza ter de os fazer, pois entrará num grupo que os vai fazer para ter acesso. Opta–se por outro mecanismo, qual? Os exames do 9 ano, ou apenas a nota interna!? E aqueles alunos que estiveram mais de metade do ano letivo sem docente, e aqueles alunos que por uma série de razões tiraram uma nota interna baixíssima? É muito bonito ser-se populista e ir de encontro á opinião de alguns colegas pois dá jeito para talvez ser-se eleito num próximo ano ou algo do género, mas mais uma vez não vejo soluções definitivas e completas, apenas remendos que cada escola vai metendo nos buracos que muitas vezes elas próprias criaram, ou porque o sistema on-line não funcionou pois os seus docentes estão envelhecidos demais para saber usar uma plataforma eletrónica, ou porque …porque..porque …etc, mas quem se lixa serão sempre os alunos. E já agora sou pai e professor, portanto excusado será apontarem armas aos pais.
“Cancelamento dos exames, e fazem-nos quando?”
Este ano não deveriam fazê-los, portanto a resposta à pergunta “Quando”? deveria ser: Nunca.
Devia, isso sim, ser encontrada uma forma de efectuar o concurso de acesso ao ensino superior que não contemplasse a ponderação actualmente atribuída aos mesmos.
Não terá o Ministério da Educação competência técnica e científica para o fazer?
O sistema de classificação/seriação de alunos (exames) serve a quem, nas actuais circunstâncias?
Os alunos, pais e professores não “sobrevivem” sem os exames? Que virtudes têm os mesmos para que sejam considerados como essenciais e imprescindíveis?
– ” E aqueles alunos que estiveram mais de metade do ano letivo sem docente”. O meu filho teve, durante todo o ano letivo, um mês de aulas a uma disciplina à qual vai ser obrigado a fazer exame para o próximo ano, curiosamente é uma disciplina que não vai ter aulas presenciais a partir do dia 18. Para si isto faz sentido? Esta falta de professor foi ignorada pelo ME que sempre se recusou a resolver o problema, aliás, a máquina de propagando do ministério continua a negar que haja falta de professores. Acha que o meu filho vai estar preparado para esse exame? Acha mesmo, tal como a secretária de estado Amador, que vai ser possível colocar professores em falta, em tempo útil, a partir do dia 18? Não considera que seria preferível preparar o próximo ano atempadamente, salvaguardando os interesses destes alunos?
– Sabe-me dizer quantos alunos do ensino privado estiveram sem professor a qualquer disciplina durante todo o ano? Parece-me que com esta pergunta dou resposta à Matilde: “O sistema de classificação/seriação de alunos (exames) serve a quem, nas actuais circunstâncias?”
– “e aqueles alunos que por uma série de razões tiraram uma nota interna baixíssima?” Sabe-me dizer qual a percentagem de alunos do ensino público que melhora a classificação interna com a classificação do exame?
– Saberá o senhor que nos últimos anos as 50 melhores classificações nos exames pertencem a alunos do ensino privado?
Numa coisa estamos de acordo- quem se lixa são sempre os alunos.
Parabéns e aplausos à coragem e à verdade, pois os exames são a maior idiotice da idade das cavernas que o governo insiste devido a meios economicistas de poupar dinheiro, pois fica barato colocar os professores do secundário a corrigi-los do que dar às universidades o poder de ter provas de acesso, como se faz na Europa.
Portugal é o único país da Europa que tem este sistema de acesso à universidade, a OCDE todos os anos afirma-o como injusto , os nossos alunos/filhos não estão a ter o mesmo tratamento que os outros alunos europeus, são castrados, nem os papás que apoiam este sistema de seleção imaginam que estão a cometer suícido no acesso a oportunidades dos seus filhos.
Informem-se mentes atrasadas e não se deixem injetar com lobies de partidos que veiculam informação constantemente na comunicação social que os exames são a melhor forma de selecionar e na igualdade de oportunidades.
ACORDEM do SONHO !
Parabéns! Isso mesmo!
Discordo, em absoluto, da opinião.