Dezembro 2016 archive

Divulgação – OLIMPÍADAS DO CONHECIMENTO 2017 da UFP

 

As Olimpíadas do Conhecimento da Universidade Fernando Pessoa são uma iniciativa pedagógica e lúdica, aberta a todas as escolas secundárias do País, com ou sem cursos profissionais, a funcionar, na formatação de 2016, nas seguintes modalidades: 
 
– A Modalidade de Prova Escrita e a Modalidade de Projeto: destinadas a equipas constituídas por três alunos do 12º ano de escolaridade, ou de ano pedagogicamente equivalente, de escolas dos subsistemas público e privado, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa.
 
– A Modalidade de Póster: nova aposta desta 6ª Edição, destina-se às escolas secundárias dos subsistemas público e privado, localizadas em Portugal Continental e Insular ou no estrangeiro sempre que disponham, oficialmente ou em opção, de Língua Portuguesa. 
 
As inscrições deverão ser realizadas, inclusive, até 08 de maio de 2016  e as provas nacionais, a apresentação dos projetos e dos pôsteres ocorrerão a 21 de maio de 2016, nas instalações da UFP, no Porto.
 
As equipas vencedoras obterão diversos prémios e incentivos à progressão de estudos superiores.
(clicar na imagem)
apresentacao1

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Mas quem será? Mas quem será…

… o pai da criança? Mas quem será?

 

A opinião de Paulo Guinote sobre a filiação da melhoria de resultados que vimos anunciada no TIMMS 2015. Parece que a família desta criança não é monoparental e muito menos uma família “normal”. Tem tantos pais e mães que quando decidirem a paternidade já a criança terá atingido a maioridade…

 

Os pais e mães do sucesso nos TIMMS 2015 são mais do que muitos quando chegamos ao campo da política e se trata de recolher os aplausos. E, como têm direito aos microfones e às câmaras, tratam de se congratular com a auto-satisfação típica de quem se vê ao espelho pela manhã sempre tão belo e responsável por todos os bens e por nenhum dos males. O decoro já não é o que era.

(clicar na imagem) in Público

Paulo-Guinote

 

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Propostas do ME em discussão…

 

Os sindicatos e as Associações profissionais, começam a movimentar-se para dar a conhecer as propostas do ME e ouvir a opinião dos professores.

Ficam aqui dois exemplos…

(clicar nas imagens)

plenario

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Comparação do Dec. Lei 132/2012 e a proposta ME de 29 Novembro 2016

Para uma melhor compreensão da proposta apresentada pelo ME, foi construído um documento que compara o Decreto Lei n.º 132/2012, de 27 de junho com as alterações do Decreto Lei n.º 9/2016 e a Proposta de Revisão do Decreto Lei n.º 132/2012, de 27 de junho. Este documento assinala todas as alterações constantes da proposta.

 

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com os devidos agradecimentos ao “Ti Quim”

 

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Comunicado – ANVPC

 

Comunicado – “Este é o momento cirúrgico para serem tomadas medidas que combatam claramente a precariedade docente em Portugal!”

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados considera que as propostas apresentadas pelo Ministério da Educação são insuficientes para a resolução da precariedade docente e dos principais problemas há muito diagnosticados na legislação de concursos.

Há vários anos que esta organização tem pautado a sua atuação pela apresentação de propostas concretas que resolvam definitivamente a precariedade docente de longa duração, e ainda que hoje destaque positivamente a abertura da tutela para realizar um novo Concurso de Vinculação Extraordinária (para os professores que já apresentam um longo percurso profissional), considera que as condições referidas não permitem o cumprimento desse desígnio essencial. Vejamos, a mero título de exemplo, que o tempo de serviço apresentado no projeto de portaria terá de ter sido prestado com qualificação profissional (condição que muitos professores não cumprem uma vez que até à publicação do Decreto-Lei n.º 6365/2005 de 24 de março, foi a própria tutela a responsável por estes docentes terem longos anos de serviço conferido com habilitação própria, uma vez que por não criar vagas de quadro, nem outros mecanismos legais paralelos, inviabilizou estes professores de obterem a sua justa qualificação profissional). Nessa medida, a ANVPC continuará a defender que qualquer modelo a definir não poderá diferenciar o tempo de serviço prestado (antes ou após a profissionalização) ou estaremos diante um novo tipo de descriminação e de precariedade, sem precedente. É ainda, por fim, importante referir que qualquer modelo de vinculação extraordinária a conceber, deverá, num curto espaço de tempo, convergir para o cumprimento da Resolução da Assembleia da República n.º 35/2010 de 4 de maio, sendo ainda essencial que, paralelamente, sejam criadas as condições necessárias para serem concretizados mecanismos anuais de vinculação, respeitando os prazos máximos de extensão dos contratos a termo estabelecidos pela legislação laboral portuguesa e um claro respeito pela graduação profissional dos docentes.

Ainda que esta organização seja consciente que estas são apenas as primeiras propostas apresentadas pela tutela, e que decorrerá um processo negocial que se estenderá até ao início de 2017, salienta que ainda não se encontram plasmadas nas mesmas alguns dos requisitos continuamente defendidos pela ANVPC, nomeadamente uma definição objetiva do conceito de necessidades permanentes do sistema; uma definição justa do conceito de horário anual (tendo em conta a ineficiência do mecanismo de recolha de horários e sua disponibilização atempada a concurso); assim como uma flexibilização do conceito de sucessividade contratual.

Torna-se, nessa medida, urgente que sejam tomadas medidas, nas próximas semanas, que combatam claramente a precariedade docente em Portugal, pelo que este é o momento cirúrgico para uma ação concertada entre a tutela e os representantes dos professores portugueses.

Nos próximos dias a ANVPC tornará públicos dois novos momentos de recolha de contributos, junto dos seus associados, para nova formulação de propostas objetivas relativamente à revisão do Decreto-Lei n.º 132/2012 de 27 de junho e das restantes matérias em negociação.

A direção da ANVPC

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“Os sucessivos ministérios não confiaram nos seus diretores”

 

Filinto Lima fala da falta de confiança com que os Diretores sempre se confrontaram da parte dos sucessivos ministérios e seus “dirigentes”. É uma entrevista ao representante da ANDAEP que reflete as preocupações dos diretores.

 

O representante dos diretores das escolas públicas, Filinto Lima, pede ao Ministério da Educação mais confiança em quem desempenha o cargo.

As escolas não podem ser joguetes dos partidos políticos e, nesta matéria, é mesmo desaconselhável que o sejam.

 

(clicar na imagem) in DN

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Sr.ª Secretária, isto é quase uma BCE…

 

A alteração ao ponto 3 do art.10º do DL n.º132/2012, nomeadamente, quando refere ser necessário ter 730 dias de serviço nos últimos cinco anos escolares, está a causar a indignação de muitos professores, mesmo daqueles que já possuem tal número de dias.
A proposta apresentada, aos sindicatos, pelo ME, aumenta o número de  dias de serviço e diminui o número de anos escolares para um professor contratado ser graduado na 2ª prioridade.
Se a BCE trouxe injustiças durante os últimos anos, no próximo ano letivo vamos presenciar um prolongar dessas injustiças uma vez que, esses últimos anos vão estar em “foco” para poderem concorrer na 2º prioridade.
Ou seja, os colegas “tapa buracos” vão continuar a sê-lo. Com horários incompletos, é difícil perfazer este tempo de serviço neste período de temporal. Para nem sequer falar nos que, cheios de esperança, vão sair do ensino superior com licenciaturas via ensino.
Já não bastava a norma-Travão, ainda inventam mais esta…
(Atenção: A Norma-Travão, tal como está inscrita na proposta, só entrará em vigor no anos letivo de 2018/2019, no próximo concurso, este ano letivo, permanecerá em vigor a redação do atual D.L: 132/2012. O que leva a pensar que nesse ano letivo poderá haver novamente concurso de vinculação extraordinária, ou não.)

 

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Diploma de concursos, a opinião de Mário Nogueira e a falta de “capital” da Secretária de Estado…

 

As declarações de Mário Nogueira deixavam antever a insatisfação geral com as propostas do ME, declarando mesmo que a proposta “não é aceitável”.

As declarações da Secretária de Estado deixam transparecer aquilo que já sabemos há muito, porque deixa entender que não há dinheiro, quando fala em “limitações e dificuldades que não podem ser ultrapassadas de imediato”.

 

Ministério propõe vincular quem ensina há 20 anos

 

A secretária de Estado Alexandra Leitão afirmou ao CM que “esta equipa ministerial já deixou clara a preocupação com a estabilidade do corpo docente” e nesse sentido “foi proposta uma vinculação extraordinária de professores, bem como alterações à norma travão”. “Pese embora existam limitações e dificuldades que não podem ser ultrapassadas de imediato, foram apresentados contributos que permitirão introduzir melhorias importantes no sistema”, rematou.

in CM

 

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Genéticas e heranças

 

A funcionária da portaria irrompeu pela escola adentro aos berros. Tinha levado uma valente galheta ao tentar separar dois jovens pré-adolescentes embrulhados numa briga à saída da escola.

Com o sangue a escorrer pelo roxo nariz abaixo, soluçava a sua fúria a quem a queria ouvir, que “não me pagam para isto, este bando de malandros sem educação, parecem uns animais selvagens” e avançou, pingando o átrio do pavilhão e salpicando umas quantas paredes que não se lhe desviaram do caminho.

A algazarra era tão audível que, na sala de professores, ficámos na expectativa de perceber quem seria o azarado DT que ia ter de tratar de mais este grossíssimo pincel. Azar dos azares, calhou ao Rodrigues, porque depressa se ficou a saber que os adolescentezitos eram dele.

O Rodrigues lá se encaminhou, cabisbaixo e rubicundo, a reclamar que sobrava sempre para ele, o que, felizmente, para os restantes é verdade. Calhou-lhe um concentrado de problemas ambulantes, mas, que se dane, porque cada um de nós, DTs, já tem a sua dose cármica de chatices.

Quando chegou ao portão, porém, constatou que nova animação se avizinhava, agora do lado de fora do muro.

A mãe de um dos gaiatos aproximou-se do colega briguento e tratou de exigir explicações: quis logo saber quem é que ele julgava que era para pontapear o seu honrado descendente de forma tão vil, acrescentou, resignada, que os progenitores sofriam de incompetência educativa, mandou-o de volta para o útero da infame progenitora e concluiu o pedagógico discurso com algum vocabulário do velhinho vernáculo nacional que, como todos sabem, valida sempre qualquer argumento.

Nisto, está a dita senhora junto ao muro exterior da escola com o filho agarrado à saia a incitá-la, ela a espetar o dedinho eriçado junto às narinas do outro flausino, e eis que entra em cena o pai do ofendido. Confronta a senhora, esta riposta quando, inesperadamente, no auge da cena, uma inesperada reviravolta na intriga nos apanha desprevenidos. Subitamente, o progenitor de tão genial criatura, irrita-se com o próprio filho e zááástráspás, toma lá que já almoçaste.

Não obstante a estrondosa galheta que o educando recebeu, ocorre, agora, nova alteração no enredo que nos deixou, a todos os que aguardavam o desfecho para cruzar sem perigo o portão da escola, boquiabertos.

Num breve segundo, o rapaz devolve igual ao pai, enquanto profere uns grossos adjetivos devidamente articulados.

Afinal, sempre devemos estar a fazer alguma coisa bem na escola, já que este aluno deu claras provas de brilhantismo  na articulação fonética e na extraordinária projeção de voz. Bem haja, que não houve quem não percebesse com precisão o vocabulário profusamente projetado.

O Rodrigues encolheu os ombros, deu meia volta e 1pediu para se chamar a escola segura, porque destas famílias modernitas, pouco há a saber e ninguém nos prepara para tanto.

Lá fora, um amontoado de pais e alunos prosseguiu aplaudindo a briga, agora de progenitor e filho que, entre empurrões e chapadinhas de amor, retribuía em igualdade as nomenclaturas de ternura, designando um sem fim de familiares dos quais cada um era, certamente, herdeiro.

Rapidamente me veio à lembrança a recente revelação de uma colega, numa escola secundária aqui perto, que desabafou ter sido seguida até casa pela encarregada de educação de um aluno a quem marcara falta disciplinar.

Ao fazer queixa na polícia, foi informada que de pouco lhe valeria, uma vez que só a ofensa física originava algum tipo de desenvolvimento. Pois, nada como um professorzito pontapeteado.

Depois, lembrei-me, também, da reunião que eu própria tive com o pai de um aluno da minha direção de Turma que rematou o discurso febrilmente condoído e questionando-me sobre o que mais poderia ele fazer pelo filho que não lhe obedecia, nem queria saber das suas ordens para nada. Estava, naquela altura, disposto a ir à CPCJ para se livrar de tamanho problema…

Tempos hediondos estes, em que a escola já não é um lugar de aprendizagens, mas um repositório descontrolado de emoções.

Pouco a pouco, desconfio, ainda alguém há-de legislar mais um acréscimo nas inenarráveis competências do professor do século XXI, exigindo-lhe que, além dos filhos, també eduque os pais…

 

PS – Qualquer semelhança com a realidade é puramente factual.

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Tanta prioridade? Porquê, Sr.ª Secretária?

 

As prioridades, nos concursos, também sofrem alteração. Há ali qualquer coisa que me causa “espécie”.

Porque é que nesta proposta passa a existir distinção entre QA e QZP nos concursos? Porque é que os QA, que já “têm escola,” concorrem à frente dos QZP, que não têm?

Porque é que na Mobilidade Interna acontece o mesmo, neste concurso não são todos iguais? Os QA estão numa prioridade acima dos QZP porque têm que ficar melhor colocados? As melhores vagas nem sempre são as Primeiras a aparecer. Isso, está mais do que provado.

Ontem, foi um “churrilho” de más noticias…

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Sr.ª Secretária, porque é que…

 

Ainda não entendi o porquê de, na proposta do ME, se voltar a concorrer, unicamente, a dois grupos de docência. Porque não manter o modelo atual? Porque é que os docentes não podem concorrer a todos os grupos para os quais têm habilitações? Não seria melhor para todos, docentes e ME? Os docentes veriam as suas hipóteses de colocação aumentadas e o ME teria “mais pessoal disponível”.

Quer-me parecer que esta mudança tem o dedo do pessoal ” informático, especialista em plataformas de concursos”, que não quer andar a cruzar dados, pois deve ser muito difícil e “eles” devem ter mais o que fazer. Andarão a fazer-lhes o jeito?

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