Há agrupamentos com mais colocações em Mobilidade por Doença?
Set 08 2016
Já Conheço um Agrupamento com 72 MPD
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/09/ja-conheco-um-agrupamento-com-72-mpd/
Set 08 2016
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Qual é?
Também gostava muito de saber…
Como é óbvio essa escola (e outras) não vai ter nem componente letiva nem outras atividades para tantos professores e muitos deles nem estão doentes (apenas a apoiar os pais). O salário por sua vez é completo (e pago pelos impostos de todos), tal como serão pagos os salários de todos esses horários a novas contratações que será necessário fazer nas escolas das quais estes saíram (ou seja 2 salários pagos pelo mec sem nenhum trabalho realizado, salvaguarda-se a situação de quem está efetivamente doente e está a contribuir como pode de outra forma)
A proposta do ME era muito mais normal, com prioridades na MI e limites por escola (ainda que as situações de doença pessoal pudessem vir a ficar melhor salvaguardadas).
Caro Fernando,quando se tem pais doentes graves e dependentes de nós tb se justifica a MPD.Tanto azedume fica-lhe mal. Vá fazer uma purga.
Cristina
Concordo com a MPD mas apenas se houvesse vaga para lecionar na escola.
Como se pode pagar vencimento a professores para não fazerem nada ou com tempo para dar explicações ou trabalhar em colégios?
A MPD deveria ser apenas para o próprio e em casos de problemas graves de mobilidade. Quantos aos Pais há lares para cuidarem deles…
Credo, que resposta imbecil. Isto vem de uma professora?
Não me parece que a resposta seja tão imbecil como quer fazer crer… ou não lhe parece que é perfeitamente razoável exigir como critério mínimo que haja uma vaga de horário completo numa escola para que essa mesma escola possa acolher um(a) professor(a) que solicitou a MPD?
Os professores não podem pura e simplesmente exigir que lhes seja garantida a mobilidade só porque sim, por mais legítimas, dolorosas ou difíceis que sejam as motivações. Em qualquer outra profissão a entidade patronal em momento algum tem condições para fazer coisa semelhante e não podem querer que o Estado, que tem (ou deveria) de garantir o uso criterioso dos impostos de todos nós, assegure o salário da pessoa em mobilidade sem que haja serviço para assegurar.
Não creio que a resposta venha de uma professora, não. Basta ler esta frase desta pessoa, ora veja:
“Como se pode pagar vencimento a professores para não fazerem nada ou com tempo para dar explicações ou trabalhar em colégios?”
Só diz este tipo de coisas quem não é professor, claramente. É um “troll”, na internet há muitos.
Fazem tudo para aborrecer as pessoas, depois riem-se das nossas respostas, é um tipo de Psicopatia.
Concordo
A quem está a chamar imbecil ao semprea@tento ou à Cristina? Parece-me que não estou a ver mal ou estou.Então, os pais vão para os Lares os filhos para as Cercis e outras instituições e só os próprios é que pediam MPD????!!!! Credo estou a ficar estúpida, pq eu não vejo as coisas assim….
Para pessoas como você…….não há resposta. Tanta imbecilidade junta é deplorável.
A sua resposta nem merece comentários? A sua resposta está no comentário que indevidamente dei a «delice» mas é tudo o que merece como resposta.
«Então, os pais vão para os Lares os filhos para as Cercis e outras
instituições e só os próprios é que pediam MPD????!!!! Credo estou a
ficar estúpida, pq eu não vejo as coisas assim….»
Todos os Pais estão dependentes de nós, até pela idade que já têm, mas não faço disso uma razão para ir para a MPD. Não é azedume é coerência em vez de oportunismo!
Haja bem mais professores com seriedade como a Ana e todos terão de volta o respeito dos demais Portugueses que têm vindo a perder!
Ana, não vale a pena responder a esta “Cristina”. É um troll. Há muitos na internet, quando se pode colocar comentários anónimos. São psicopatas. E essa pessoa não é professor/rprofessora. Está aqui só para chatear. Mais vale ignorar.
Ouça está a chamar «troll» a quem, veja bem quem comentou o quê e depois fale…
E para sua informação sou professora sim.
cruzes!
Não acha razão suficiente ser colocada a 265 KM de casa, com um pai doente, que não pode de forma alguma ficar sozinho e pedir MP por esse motivo? Pior fazem os professores que mentem e arranjam doenças para vir para perto de casa. E sabem se posso pagar um lar? Falem quando vos bater à porta um problema idêntico.
Tem toda a razão Helena.
Depende da doença dos pais. Agora vejamos se os filhos são dependentes e por eles se pode pedir MPD ; os pais que são ascendentes e dependentes e com doenças graves faz-se-lhes o quê? Vão para Lares e os filhos para Instituições???!!! Em minha opinião deviam ir passear todos os que pensam assim mas, é só a minha opinião!!!
Vá fazer a sua purga pra outro lado que você já chateia!
Preocupe-se mais com as reformas vitalícias dos políticos e vá comer açúcar para a azia.
e os pais não são pessoas e não merecem a assistência dos filhos? Que disparate!
E os filhos não são pessoas e não merecem a assistência dos pais? Depois de 8 meses sem dormir e numa fase em que mudava 500 fraldas por mês em filhos, fazia mais de 200km/dia para ir trabalhar. Graças a Deus somos todos saudáveis cá em casa e por isso não há mobilidade que me valha… não estou contra ninguém, foi só um desabafo!
olhe então digo-lhe que estive quase dois anos sem dormiram noite inteira, pq de 3 em 3 horas tinha uma bebé que me acordava. fazia 120 km por dia, tinha mais 2 filhas mais velhas e nunca me queixei. Quando queremos ter filhos, estamos sujeitos….
Palmas para a super mãe!
Obrigada colega! Também tenho um super marido! Sejamos felizes, com o bem estar dos outros e não uns tristes invejosos e frustados, como vejo alguns por aqui. Palmas para todas as “super mães” e “super maridos”.
Mas esperem lá..os professores podem entrar numa escola em mobilidade mesmo que não haja lá horário???? Quem diz 1 tb diz 72? Olha esta não sabia. Não parece fazer grande sentido realmente
É pô-los a fazer as funções dos auxiliares que estão em falta em tantas escolas!
Concordo com a Cristina. Sim, pedi MP pelo meu pai. Pode ser que um dia precise que o apoiem na velhice e na doença e não tenha. Respeite os idosos, com as suas fragilidades e limitações. Quanto ao impostos, também os pago e tenho a certeza que, mesmo sem turma, farei um trabalho útil na Escola onde fiquei colocada. Tome um Kompensan que isso passa-lhe.
Obrigado Helena, aja alguém com 2 dedos de testa!
Agrupamento ou Hospital?
Caro Luis,quando se tem pais doentes graves e dependentes de nós tb
se justifica a MPD.Tanto azedume fica-lhe mal. Vá fazer uma purga.
Efetivamente Cristina, diz bem aliás, diz muito bem. Quando essas situações existem na realidade, acho que todos, sem excepção devemos ter o direito a usufruir dessa condição. No entanto e a valer por aquilo que aconteceu em anos anteriores, o que leva a julgar é que esse número de mobilidades por doença, coincidentemente no mesmo agrupamento, levantam a suspeita de que poderá ter havido algum de favorecimento ou falta de profissionalismo nas etapas deste processo. Ou então… nem imagino o panorama nesses agrupamentos, aliás, preocupa-me os concelhos em questão: Braga e Vila Real, a ser verdade um com 97, outro com 128 e outro com 162… mobilidades por doença, todos eles com menos de 1500 alunos, se o do tópico era exagero, 72, aqui não sei o que seja.
Bem, a única leitura positiva é que de certo a doença anda quase toda pelo Norte do país e isso até pode ser bom, só porque, assim sendo somos uma país maioritariamente saudável.
Cristina… deixemo-nos de hipocrisias e haja vontade política de tratar as coisas como elas são.
Não se trata do direito a prestar apoio à família… trata-se sim de usufruir de forma escandalosa de uma ferramenta para apoiar a família e que por situações destas de certo terá os seus dias contados.
Concordo com estas palavras… Já não há ética profissional… Mas a culpa é do sistema… Doente uma vez doente para sempre…
Também tenho em casa a minha mae idosa, tem 87 anos. Tem alzheimer, entre outos, e faz-me muitos disparates e eu estou colocada a 70km de casa. Nem sequer me ocorreu pedir MPD.
Há una anos, uma colega pedia pelos pais…… quando ambos se encontravam…………… no lar!!! Desde então faleceram, mas ela continua a pedir, não sei por que motivo. É uma pessoa que nunca saiu da sua zona (eu andei por 2 QZP diferentes antes de vir para o meu) e que logo com 2 ou 3 anos de serviço dizia barbaridades sobre a possiblidade de não ficar próxima de casa.
Claro que a MPD deve existir, mas cada cao deve ser muito bem analisado. Todos sabemos que a maioria o faz para ficar perto de casa.
Oriana peça MPD pela sua mãe, tem direito ela é doente de Alzheimer( também a minha) e eu não a abandono. Se não concederem já é outra coisa. Mas peça para a próxima ou este ano ainda. Força.
olhe, então em vez de vir expor o casem praça pública, faça queixa a quem de direito! Que mania de falarem dos casos alheios!
Olhe… e leu nalgum lado que a situação foi ou não foi denunciada?
E que mania de falarem do que desconhecem!!!
“Todos sabemos”?????? Com que direito é que fala por todos???? “Maioria”???? Que dados tem para tal afirmação????Proponho uma petição para seja sua excia a analisar todos os pedidos de MPD….dessa suposta maioria, está disponível????
O “todos” é referente a professores (já vi que não é, logo há muita coisa que não domina).
Concordo consigo,Luís em tudo o que diz, daí que eu até defenda que as MPD deviam ser todas sujeitas a Junta Médica. Quem não deve não teme.Certo. Eu não.
Felicitações por uma resposta coerente e não ofensiva, como algumas de patetas que por aqui há. Aziados.
Então que vão todos a junta médica. São tantos, que a verificação acaba lá para 2030. Acha que algum médico se sujeitaria a mentir e por em risco a sua carreira? Os que eu conheço, e são muitos, nunca! Nem por familiares!
Então o melhor é pararem de julgar os outros e dar palpites,cada qual sabe de si!
Está errada… Há… e não é só pela família…
Já sei… já sei… “enquanto cidadãos temos o dever de denunciar”…
🙂
Lá está você!! Mude de site! Experimente fazer trolling no youtube. É melhor para adolescentes . Aqui seria de supor que é para professores.
O Continente da zona já esfrega as mãos com a quantidade de chã e bolachinhas que vão vender.
fdoc,Tanto azedume fica-lhe mal. Vá fazer uma purga.
Afinal a doença não a impede de vir para aqui mandar postas de pescada!
Já agora, qual é a sua doença?
Isto que esta pessoa, esta “Cristina” está a fazer chama-se “trolling”, que é basicamente chatear os outros. Como este site não oferece garantias sequer de que esta pessoa é professora, estamos sujeitos a isto. Se por acaso esta “Cristina” é mesmo professora e está a fazer claramente trolling, ainda nos perguntamos porque é que as coisas correm mal para nós Professores? Enfim!
Sou professora sim e sugiro-lhe que leia os comentários todos antes de estar a falar de mim e não insulte, que eu a si não a conheço de parte nenhuma.
Para sua informação as postas de pescada manda-as vc sem conhecer as pessoas. Sim a doença é de ascendente e a sua é o quê ? Vá pastar.
Outra vez? Vá lá, agora devagarinho. Vá para o Youtube e faça trolling lá! Vá, experimente. Vai ver que é melhor para as pessoas da sua idade. vá! Com calma. Youtube sim? Aqui é para gente crescida, para professores, está a ver?
Vá pastar, Constança.
Isto é só para professores??? não sabia nem vi tal regra. Para que conste, não sou professor mas sou pai, daí que tudo que diga respeito ao sistema educativo, considero que me diga respeito, não só a mim como a todos os pais. De facto o que por aqui se passa é bestial….E são muitos de vós a que cabe a dura tarefa de ensinar os nossos filhos….
Quando o pedido é feito por outrem, há necessidade de componente letiva.
Pois, mas a MD deveria de ter sido deferida antes para isso acontecer. Agora vamos para as escolas sem componente letiva, porque já não há horarios para atribuir. Felizmente, fui colocada em Mobilidade Interna na Escola onde estava o ano letivo passado e obtive agora o deferimento para esta escola. Portanto, agora vão aparecer muitos horários completos na RR, quando podiam ter sido atribuidos a um colega em MD ou outro em MI ou Contratado.
Não Paula Pinto… não devia… pelas razões que já expus abaixo a fim de evitar a “barbaridade” que aconteceu no ano letivo anterior…
Vilareal, creio que independentemente de ser MPD pelo próprio ou por outrem o destacamento não obriga a componente letiva.
Ah não? Então fica um ano assim sem fazer nada só porque sim? Quem paga esse salário. Quando quiser ficar um ano sem fazer nada PEÇA LICENÇA SEM VENCIMENTO.
A MPD/DCE seja porque razão for, não obriga à atribuição de componente letiva… mas se esse destacamento não impossibilitar para a docência e havendo componente letiva, esta pode-lhe ser atribuída…
72????? 72 colegas sem horário nesse Agrupamento! No meu sou só eu. J
não sei se é bem assim….
Num país envelhecido, todos têm idosos na família, por isso, não é difícil um professor ter um idoso a seu cargo ou a precisar de apoio.
Acredito que as MPD aumentarão nos próximos concursos.
Portanto e o resto da população que não é professor não terá certamente idosos na família, certo?
Assumindo a narrativa oposta, uma vez que todos terão a dada altura idosos a seu cargo, vamos exigir à entidade patronal, seja o Estado ou entidades privadas, que garantam um lugar de trabalho (ou melhor, um salário, independentemente de haver trabalho) num local distinto do local habitual de trabalho só porque trabalhamos longe do local onde vivem os nossos familiares.
Entende porque é que esta figura da MPD começa a ter contornos absolutamente irrealistas? Estão a por-se a jeito para um dia se terminar com essa figura definitivamente.
atenção que é preciso que tenha uma doença incapacitante, das que constam na lista do decreto! Não basta ter um idoso em casa! Santa ignorância!
atenção que é preciso que tenha uma doença incapacitante, das que constam na lista do decreto! Não basta ter um idoso em casa! Ignorância!
Conheço um com 96…
Deve ser em Chernobil
Qual??
Onde obteve essa informação? Teve alguma “aparição”? Existem dados que só são divulgados a algumas pessoas ou tudo não passa de invenções vis e mal intencionadas de quem pensa nunca vir a precisar de MPD? Não se aborreça na espera…
Cara Maria,
Não sei qual é o seu hábito… mas não tenho por norma mentir… nem na net…
Por acaso a cidade até já foi identificada nos comentários a este post… como tive acesso à informação não lhe diz respeito… acredite se quiser… não acredite se não quiser… Simples…
Nada tenho contra o DCE… bem pelo contrário… tenho é contra os que se aproveitam deste expediente para conseguir destacamentos de forma fraudulenta, pondo em causa o futuro deste tipo de destacamento para quem realmente precise ou venha a precisar… Isso Sim…
Realmente há por aqui muito azedume de ambos os lados… não é só de um…
As colocações da MI antes dos DCE é só uma questão de justiça… evita-se o que aconteceu no ano letivo anterior em que foram ocupadas vagas de um concurso plurianual, o da MI (até para preservar a continuidade pedagógica), por docentes colocados em DCE que são colocações anuais (e não vou explicar o porquê de serem anuais)… isto é tanto pior se se tiver em conta que a colocação de um/a colega em DCE não implica a existência de horário na escola de colocação… por isso nunca tinha que ser primeiro, ou pelo menos não tinha que ocupar vaga até terminar o concurso à MI…
Contudo há algo que me deixa mais surpreendido no meio disto tudo… e já conheço alguns casos… Não percebo a lógica de manter o processo de DCE de um professor que ficou colocado na MI numa escola da cidade para onde pediu o DCE, mesmo que o pedido do DCE tenha sido para outra escola dessa mesma cidade (até porque é o processo que assim o obriga… a escolher uma escola em vez da localidade)… não tem grande lógica, para não dizer mesmo, lógica nenhuma… Ou no sistema (plataforma), ou o próprio docente devia ser retirado do DCE… E nada de desculpas… a informática de hoje em dia, resolvia o problema a brincar…
Outra coisa que devia (e que segundo constou vai começar a acontecer) era haver uma fiscalização mais cerrada aos pedidos de DCE a fim de evitar casos de pedidos fraudulentos… pois caso contrário, qualquer dia tiram-nos este possibilidade, com toda a restante população a bater palmas porque somos logo todos tratados pela mesma bitola… Como aliás já aconteceu com outras coisas que já tivemos e que perdemos ou foram substancialmente alteradas, apoiadas no abuso de alguns pagaram todos…
Concordo, não tarda muito estes números estarão na comunicação social e as consequências acho que todos sabemos quais irão ser.
Quanto a isso, concordo!
Concordo
Pois eu dou-lhe já uma explicação lógica: deficiência motora ou doença que afecte o sistema neuroesquelético e escola antiga sem elevador. Escola no mesmo concelho, com elevador.
Realmente… ou está a gozar ou perto disso…
“Mas tirando de barato”… e indo por esse argumento… esse está longe de ser o caso da esmagadora maioria dos DCE…
Para além disso, então o hipotético colega também já não devia ter concorrido na MI para uma escola onde essa deficiência motora fosse um problema, mas apenas para aquelas com as infraestruturas todas… Certo???!!!…
Bragança e Vila Real – um com 97, outro con 128 e o terceiro com 162. Acrescento que nenhum dos 3 agrupamentos tem mais de 1500 alunos. E em todos há mais professores em mobilidade por doença do que professores dos respetivos quadros.
Coimbra – 20 a 30 por agrupamento.
Viseu e Guarda – mais de 50 por agrupamento.
Porto – 5 a 10 em alguns agrupamentos.
Lisboa – 12 em toda cidade (viva a saúde dos professores lisboetas).
Como diria a outra: é uma festa!
Pois…
Como disse atrás… Com estes números, depois admirem-se se os DCE forem extintos…
Temos conhecimento do passado de consequências de abusos… e claro que não falo só da classe docente…
Hum… não sei porquê, mas tenho um pressentimento que para o ano acaba a MpD… Isto ainda vai dar mais bronca que no ano passado.
Haverá Termas nessa zona?
Onde escrevi “Bragança e Vila Real”, referia-me só ao concelho de Bragança (agrupamentos Miguel Torga, Emídio Garcia e Abade de Baçal).
Mas em Vila Real também são muitos.
Está com azia. Por acaso é médica? Vá mas é trabalhar.
Nota-se onde anda o azedume…
Pelo menos que fique bem reduzida a lista dos não colocados …. a nível nacional tenho mais de 400 à minha frente, a nível de qzp tenho 120 … porque quanto a vagas irão sair poucas (tendo em conta as 11 vagas que saíram no final de agosto para todo o meu qzp que é o 2). Só espero que as (poucas) vagas que forem libertadas pelos destacamentos sejam destinadas para os docentes que estão em horário zero e não para os destacamentos, senão a lista dos não colocados nunca mais diminui.
Pois, mas este ano houve colegas que ficaram em duas escolas (o código não corresponde ao nome do agrupamento/escola). Por isso não se admire com os números tão altos.
Gente de Bragança que não quer andar de carro para as aldeias!
Apoiado. Tem que existir fiscalização rigorosa para abusos. Em Bragança e Vila Real é só doentes mas é só em período de aulas. Nas férias fartam-se de partilhar fotos no “facebook” e afins em locais distantes como Cuba ou Caraíbas. Claro que existem pessoas mesmo doentes no entanto é necessário urgentemente acabar com abusos.
o colega viu? Então denuncie esses casos ao MEC.
Por acaso conheço uns casos e estou seriamente a pensar nisso…
enquanto cidadãos temos esse dever.
colegas,
Recebi agora email que autoriza o destacamento mas que : “No entanto, salvaguardando-se o interesse dos alunos, deve V. Exa. aguardar pela sua substituição, tendo em vista evitar constrangimentos no processo ensino aprendizagem e contribuir para um ambiente educativo estável e de qualidade.”
Isto significa o quê? Fui agora apresentar-me ao agrupamento onde me colocaram por MPD e já me atribuiram serviço letivo e agora no mail diz que tenho de aguardar no outro onde estava colocada???que confusão…
Impossível gerir uma situação destas, que acabará por se voltar contra quem realmente precisa. E, no entanto, era possível fazer diferente…
https://escolapt.wordpress.com/2016/09/08/saiu-a-mobilidade-por-doenca/
Acabei de receber e-mail da dgae com o deferimento.
Mandam aguardar até ser substituído.
Agora fica o dilema. Aguardar a onde? Na escola de vinculação, depois de nos autorizarem a aguardar na escola de colocação do ano anterior?
Quem ajuda?
Agora é que são elas! Como havia muitos “doutores” cada um interpretava como lhe convinha. De qualquer maneira só poderia aguardar até sair a MPD. Agora tem de ir para a escola de mobilidade até ser substituída. O mail é bem claro. Os alunos não podem ficar sem professor.
O email é claro mas é estúpido. Na escola de MPD tinha horário atribuído e agora vão contratar POR UM ANO um professor para esse horário e quando me libertarem da escola de MI ficam a pagar dois professores (eu ficarei com outras atividades). Meus ricos impostos.
Mas todos os anos vamos encontrar mais Professores em MPD porque serão cada vez mais velhos. Num tivemos um corpo docente tão envelhecido. Quem não vê isto sofre de profunda estupidez.
As MpD sempre foram uma palhaçada! Uma desculpa para efetivar na aldeia mas trabalhar sempre na cidade!
Um dia acaba-se a palhaçada e que sairá prejudicado serão os poucos colegas que verdadeiramente necessitam destas mobilidades!
Mas todos os anos vamos encontrar mais Professores em MPD porque serão cada vez mais velhos. Num tivemos um corpo docente tão envelhecido. Quem não vê isto sofre de profunda estupidez.
Antes pedir mobilidade por doença a ter de colocar atestado o ano todo, porque se tem tratamentos ou problemas de mobilidade, ou até filhos ou pais a precisar, porque eu não acredito que alguém invente uma doença incapacitante e nenhum médico estaria disposto a mentir e colocar em causa a sua profissão!
Lamento… mas até conheço uns casos (não só um) e estou seriamente a ponderar denunciar…
Então, enquanto cidadão deve fazê-lo!
Não pondere, denuncie e já. É um dever cívico. Procuradoria Geral da República.
A julgar por alguns comentários que alguns professores colocaram por aqui denotam uma clara distância da realidade e é por essa mesma distância que hoje em dia não têm o mesmo respeito que tinham antigamente. Senão vejamos: quando um professor decide escolher a vinculação numa determinada escola ou quadro de zona, tinha perfeita noção de que essa decisão o(a) vinculava a essa zona geográfica. O mesmo em relação a quadros de escola.
Ninguém põe em causa o dever de assistência à família, mas alegar que esse direito não pode ser limitado à existência na escola de destino de um horário completo, é no mínimo descabido. Estas MPD deveriam sempre partir desse pressuposto, de que haveria essa vaga disponível, por necessidade (e a ser alocada antes de ser disponibilizada nos concursos nacionais), por permuta, ou por outro mecanismo qualquer que não lesasse os cofres do Estado como parece acontecer um pouco por todo o país.
Já tentaram fazer o exercício mental de tentar transpor essa reivindicação para o setor privado (e falo no geral, não estou a restringir-me ao da educação)? Parece-vos exequível que alguém viesse exigir a uma determinada empresa que lhe garantisse um posto de trabalho numa outra zona do país onde não há uma necessidade de colaboradores? E se eu trabalhar numa empresa em Lisboa mas tiver familiares em Trás-os-Montes que necessitem assistência, serão esses meus familiares menos importantes que os vossos?
Aliás, curiosamente a maior parte das reclamações que por aqui vejo são mesmo de MPD motivadas não por doença do próprio, mas de familiares… porque não equacionar a hipótese de acompanhar esses familiares na zona onde estão vinculados?
E notem que nem sequer estou a tocar nos inúmeros casos duvidosos de MPD que muitos conhecem mas que por conivência ou por amizade não os denunciam… e falo disso com mea culpa, porque tenho pessoas conhecidas que trabalham no ensino público e que com o auxílio de profissionais da saúde amigos atestando “problemas de saúde” dos filhos desses professores conseguiram MPD.
Resumindo, a MPD é um privilégio a que os professores têm acesso e que poucas outras classes profissionais têm. Acho muito bem que façam uso dele em situações que verdadeiramente o merecem. Contudo, todas as lamentações e toda a arrogância que transmitem ao tentar fazer desse privilégio um direito sem limites só desprestigia o ensino público. Perdem o respeito dos Portugueses, incluindo o de muitos colegas que acabam por levar por tabela à custa disso.
Concordo plenamente com o seu comentário. Investigue-se a sérios os abusos.
Tenho que concordar… é bom que isto seja devidamente investigado… sobre pena de um dia destes (até porque não se vai para novo e/ou não estamos livres de qua algo nos aconteça) virmos a perder esta possibilidade por abuso de outros… aliás como já se verificou com muitas outras coisas que perdemos por abusos de alguns/muitos… :-/
A MPD é para toda a função pública.
Anda aí uma PALERMA sempre a mandar os colegas fazer uma purga, enfim. Espero que não seja professora, porque qualquer um pode comentar aqui, professor ou não.
Recordo só que quando se abre uma janela de oportunidade destas – MPD – haverá sempre, mas SEMPRE, casos mais do que justficados e casos oportunistas. É sempre assim e sempre assim será em relação a tudo na vida.
Ó sua palerma, Cristina, não precisa de mandar as pessoas fazer “a purga”. Basta não ler o site, nem por aqui os pés, está combinado? Vá lá fazer a sua purga para outro lado. vá. Retire-se.
Ouçam lá… o tempo apaga a memória e já não me lembro bem, mas não terá sido num desses concelhos que há uns anos houve uma série de atestados, passados a alunos de um determinado colégio, por faltarem aos exames da 1ª fase e para usufruírem do facilitismo esperado da 2ª fase? Não me recordo mesmo… mas tenho ideia que era para a zona Norte do país.
Não querendo levantar suspeitas pois não é minha intensão… a ser verdade, sei lá, até pode ser que haja aqui algum elo comum ou físico ou comportamental.
Quando eu tive na tropa, havia nas imediações do quartel uma rapariga muito nossa amiga… sei lá, pode que aí seja um médico amigo.
Atenções… os colegas que de direito utilizam esta condição, não se sintam provocados com este comentário. Os outros oportunistas, que nesta altura lembram-se que têm pais a precisar de cuidados médico e que durante o restante ano lectivo nem sequer se lembram da sua existência… esse não merecem o meu respeito e tenho pena que de uma forma egoísta estejam a dar um forte contributo para o término desta ferramenta tão preciosa, para aqueles que vêm a sua vida atormentada por questões de saúde.
Oh Luís, não entendi muito bem o que disse, mas, como professores, antes de mais nada, temos de ter cuidado com a forma como nos expressamos e evitar erros, neste caso, ortográficos.
Diga lá Sofia Ferreira, o que é que não entendeu? estou sempre pronto a ajudar e na eventualidade de ser necessário, até faço um desenho, só para evitar os erros, claro está!
Mas o seu contributo não foi grande coisa… afinal de contas não corrigiu os erros.
Mas vou passar os olhos por cima ver se me passou algum.
Com todo o gosto, Luís. “intensão”, escreve-se Intenção”; Quando tive, deverá escrever-se, quando estive…
Fico-me por aqui, devido ao adiantado da hora, Luís.
E o que não percebi foi o paralelismo entre os médicos e a rapariga da tropa. Isto é, entendi, mas talvez fosse melhor não ter entendido.
“Estive” a passar os olhos… realmente verifiquei algumas incorreções, mas sabe, como estamos num ambiente virtual não formal… muitas vezes o comentário ganha a espontaneidade e a “intensidade” do momento quando o texto é corrido e não estamos absolutamente focados com o rigor. Mas Ana, deixe que lhe diga… ISTO SIM É SERVIÇO PÚBLICO, responder a uma provocação às 4 da manhã.
Oh Ana… e afinal vejo que percebeu ou entendeu o paralelismo entre os médicos e a rapariga da tropa, é tão só, que ambos fazem favores, sabe-se lá porquê.
Ana… NÃO, Sofia Ferreira queria eu dizer.
DESCULPASSSSSSSSSSSSSS
Mas isto, é demasiada dinâmica para mim!
Kakakakakkakak
Desculpado. Luís e bom ano para si. 🙂
Muito obrigado e BOM ANO para si também.
Embora o meu esteja a começar de forma bastante conturbada, tenho esperanças que as coisas venham a compor-se nos próximos dias.
FELIZ RENTRÉE!
Nunca concorri a MdP e espero nunca ter de o fazer. É provável que haja abusos, não posso negar nem afirmar. mas com tanto azedume por causa desse destacamento, não será de pensar que há mais destacamentos onde os cuidados de saúde são mais escassos e menos acessíveis a toda a população?
Há mais destacamentos onde há apenas um hospital para uma área enorme? Não haverá mais destacamentos onde as pessoas que pagam os mesmos impostos têm menos direitos na saúde? Reflitam … e não sejam invejosos e oxalá não precisem nunca de pedir esse destacamento.
Oh Ana, tenha juízo. Em Bragança,com uma populaçao de 15000 habitantes, estão 300 professores doentes. Em Lisboa, com 2 ou 3 milhões de habitantes, os beneficiários da MPD são 12. É necessário dizer mais alguma coisa?
Foi um tiro tão certeiro que nem vou comentar… 😉
“i má nada”… curta e grossa, como se costuma dizer. E para meio entendedor, meia palavra basta. Resta-me fazer o reparo de não serem 300 mas sim 387 os doentes.
Viu Ana… se tivesse perdido tempo a fazer as contas de certo o seu comentário teria perdido alguma espontaneidade. Digo eu, que sou mais números que letras.
Um bem-haja para si e não entenda isto como uma provocação. É brincadeira mesmo.
Não é provocação nenhuma. Eu entendo perfeitamente… Mas em Lisboa, os doentes têm apoio quase na mesma rua onde moram e em Bragança não. É muito mais difícil viver com uma escoliose quando tenho de fazer 100 km para trabalhar do que se tiver de fazer 10 porque a escola é ali ao lado! Eu sei que há muito abuso. Incomodam-me muito mais as injustiças do concurso que os palermas que abusam do sistema. Se souberem de algum abuso, denunciem, é uma obrigação nossa. Passem bem.
Oh Ana… desculpe lá, mas… realmente o meu comentário era dirigido para a Sofia Ferreira… e claro está que estes comentários não se dirigem a pessoas que justamente usufruem desta condição… se é o seu caso, naturalmente não se reveja neles e de consciência tranquila usufrua desta ferramenta. Estou certo que se pudesse abdicaria dela de certeza. Mas… como diz a Sofia Ferreira e MUITO BEM… são demasiadas situações no mesmo sítio, acredito piamente que algumas serão verdadeiras. Mas o tempo o dirá… ou não, sabe-se lá!
Não é o meu caso, oxalá nunca seja. Vivo de perto situações que o são de facto e estão no lote dos cento e muitos. E sei que se tivessem de fazer 10 min de viagem não precisariam de destacamento nenhum, mas quando se trata de fazer cento e tal pelas estradas que nós sabemos, é insustentável. Quanto aos abusos eu digo o que disse a um senhor que estacionou no lugar de deficiente de um familiar meu: se trocar de saúde eu troco de lugar consigo! Eu faço 100 km para ir trabalhar e não os trocava por motivo nenhum de MpD. Quem joga com o sistema há-de um dia pensar que se calhar não o deveria ter feito. Se alguém souber de alguma fraude tem obrigação de denunciar. Eu prefiro acreditar que algum sentido isto há-de ter, nem que seja porque há poucos agrupamentos e poucos apoios na saúde, num raio de muitos quilómetros…coisa que não acontece na capital!
Esta lista é de apenas os professores em MPD a quem ainda não tinha sido atribuído horário. Se pensarem bem onde é mais difícil ficar-se sem horário? Em Bragança ou em Lisboa? Em Bragança, porque há menos alunos. Por isso, mesmo, os colegas de Lisboa já tinham ficado colocados, pois há mais escolas e mais alunos. No entanto, não quer dizer que não pediram na mesma MPD, apenas não figuram nesta lista. Quanto ao que a Ana diz também é verdade, se tiverem um pai ou um filho com uma doença incapacitante daquela lista em Bragança ou em qualquer outra zona do interior e, tiverem esse mesmo pai ou filho a viver em Lisboa perto do Hospital de Santa Maria, São José ou outro qualquer hospital de Lisboa, é mais importante a companhia do filho/pai na zona do interior que tem que pegar em seu pai/filho e transportá-lo até ao Hospital de São João no Porto ou o que tem o mesmo familiat em Lisboa?
Alguma alma caridosa é capaz de me esclarecer sobre o mail recebido ontem às 23 horas??? Tenho a escola onde fui colocada em MI a dizer-me que tenho de voltar para assegurar o serviço até ser substituída!!!
Também estou com essa dúvida, a escola de provimento diz que tenho que regressar até ser substituída. A escola onde obtive MPD diz que não tem qualquer tipo de informação sobre isso.
As direções não pedem esclarecimentos à DGRHE sobre o assunto? Tenho serviço nas duas escolas !Para onde vou????
Vai para a escola de provimento até ser substituída (novas listas de colocação saem dia 16, mas a apresentação é só dia 20). São essas as indicações da dgae. Se a escola da MPD tem horário “guardado” para si não o deveria ter. Todas as necessidades da escola já deveriam ter ido a concurso. Não existe obrigatoriedade em ter componente letiva na escola da MPD.
Duas soluções: MPD que não seja para o próprio não deve contar nem tempo de serviço nem tempo para reforma e atribuir-lhes nestes casos tarefas dos auxiliares de educação, que estão em falta nas escolas.
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