Abril 2015 archive

Em Que Dia Cheryl Nasceu?

cheryl

O problema

O desafio passa por descobrir, entre dez datas qual o aniversário de Cheryl:

15, 16 e 19 de maio;

17 e 18 de junho;

14 e 16 de julho; e

14, 15 e 17 de agosto

 

Cheryl contou aos dois amigos – Albert e Bernard -, respetivamente, o mês e o dia em que nasceu.

A Albert revelou o mês e a Bernard o dia.

Albert diz: “Eu não sei quando é o aniversário da Cheryl, mas sei que o Bernard também não sabe.”

Bernard responde: “No início, eu não sabia qual o aniversário da Cheryl, mas agora já sei.”

E Albert conclui: “Então eu também já sei quando é o aniversário.”

 

 

Não coloco por enquanto o link desta notícia porque tem a solução, mas podem ir dando palpites.

 

Qualquer dia o IAVE lembra-se de perguntas deste género para uma PACC.

 

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Sobre o Término do Contrato

A 29 de Janeiro o Assistente Técnico colocou um post com o título

Atenção Caducidade – Data FINAL dos Contratos Docentes a Termo

 

e que tinha este conteúdo:

 

Várias escolas estão a receber notificações de tribunais com sentenças a favor dos docentes contratados, em virtude dos mesmos terem sido dispensados, antes do retorno do docente que estava a ser substituído!
Logo, os docentes contratados não devem em junho serem dispensados, devem ficar até 31 de agosto, segundo consta na sentença. Os Agrupamentos têm de fazer contas e retificar contas e tempo de serviço…
Mais uma vez o MEC condenado tal como nas indemnizações/caducidades de contrato, mas será que desta vez vai emitir uma nota informativa ou ofício circular ? Ou fecha-se em copas ?
Se receberem alguma coisa avisem.

 

 

Eu ainda não tive conhecimento de nenhuma sentença que indique o que o Assistente Técnico colocou nesse post, mas acredito que tal possa existir.

Se porventura algum de vós tiver uma sentença nesse sentido agradeço que me enviem para o meu e-mail, pois começa a chegar o final do ano letivo e muitos docentes contratados que deveriam ficar até 31 de Agosto pelo não regresso do titular do lugar acabam por se vir embora no final das avaliações.

 

Entretanto também me chegou um e-mail sobre as alterações repentinas aos avisos de abertura dos concursos em que passam um contrato a termo certo até 31 de Agosto de 2015 para um horário de duração temporária depois do docente já ter aceite a colocação.

 

 

Olá Arlindo,

Quero pedir-lhe opinião sobre o seguinte assunto:
Num aviso de abertura de uma escola estava:

Imagem inline 1

No entanto, na plataforma estava selecionado Horário temporário.
Quando confrontei, antecipadamente, a escola com esta questão, a mesma informou-me que o contrato era até 31 de agosto e que a seleção de Horário Temporário devia-se ao facto desta disciplina (apoios e professor coadjuvante) não permanecer para o ano seguinte.
Como fui a selecionada, e tendo em conta a informação dada, aceitei.
Hoje, passado uma semana, a secretaria da escola informou-me  que o horário era até a necessidade persistir.

 

E alterou  o aviso de abertura para
Imagem inline 2
De realçar que, a data do 1º aviso e a deste é do mesmo dia. Apenas alteraram o ponto III.
Como já não é o 1.º contrato que tive este ano, não posso/devo denunciar, pois ficaria sem poder concorrer a qualquer outro.

 

Posso fazer alguma coisa legalmente?

 

Desde já agradeço a atenção,

 

Cumprimentos

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Números do Chat

O chat do blogue tem quase 6 anos e ao longo destes anos já foram colocadas mais de 2 milhões e 300 mil mensagens o que dá uma média de 1113 mensagens por dia.

Esta é a primeira vez que analisei os números do chat porque nunca tinha reparado que existiam estes dados estatísticos.

Existem mais de 1500 utilizadores registados com um nick próprio.

Já por algumas vezes pensei encerrar este chat, principalmente quando a linguagem não era a mais adequada, mas sempre fui resistindo a essa vontade.

Se em tempos o chat servia essencialmente para partilha de informação, neste momento para além dessa função que continua a ter, tem uma muito importante, que são os laços de amizade que se criaram neste espaço e que ainda perduram.

E é nesse espírito de amizade que alguns membros se irão juntar no próximo dia 25 de Abril no Porto.

 

 

chat

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Nota Informativa – Mobilidade Estatutária 2015-2016

Este ano está bastante mais antecipado o pedido de mobilidade estatutária do que em anos anteriores o que é bom que esteja a acontecer.

Mas desde que não sejam publicadas as autorizações por Agosto e Setembro fora, obviamente.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/NOTA-INFORMATIVA-MOBILIDADE-ESTATUTÁRIA_2015-2016.pdf”]

 

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Projeto de Lista Ordenada – CEE dos Açores

PROJETO DE LISTA ORDENADA DE GRADUAÇÃO DE CANDIDATOS AO CONCURSO EXTERNO EXTRAORDINÁRIO DE PROVIMENTO PARA O ANO ESCOLAR DE 2015/2016

 

 

 

Nos termos e para os efeitos do disposto nos n.ºs 1 e 3 do artigo 4.º do Decreto Legislativo Regional n.º 8/2014/A, de 23 de junho, e n.º s 1 a 4 do artigo 14.º do Regulamento do Concurso do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 39/2012, de 24 de julho, alterado pelo art.º 36.º do Decreto Legislativo Regional n.º 2/2013/A, de 22 de abril, aplicável por via do artigo 3.º daquele Decreto Legislativo Regional n.º 8/2014/A, de 23 de junho e conforme aviso publicado na BEP – Açores, de 30 de janeiro de 2015.

O prazo de audiência no âmbito do direito de participação dos interessados e de desistência do concurso ou de parte das preferências manifestadas decorre de 10 a 23 de abril, sendo as mesmas formuladas através das respectivas aplicações eletrónicas, disponíveis em http:\\concursopessoaldocente.azores.gov.pt. As siglas identificativas das colunas que constituem o Projeto de Lista Ordenada de Graduação significam, da esquerda para a direita, o seguinte:
Candidatos detentores de habilitação profissional:

 

N.º – Número de ordem do candidato por grupo de recrutamento;
Referência – Número de inscrição;
Nome – Nome completo do candidato;
PR – Prioridade a que se refere o n.º 3 do artigo 4.º do Decreto Legislativo Regional n.º 8/2014/A, de 23 de junho;
GR – Graduação Profissional, de acordo com o artigo 10.º do Regulamento do Concurso;
TT – Tempo total em dias de serviço docente;
CA – Classificação Profissional;
ID – Idade (data de nascimento).

 

Consultar aqui o Projeto de lista ordenada

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Aposta Para Hoje

euromilhões 14 abril

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Houston, we have a problem

Foi há 45 anos.
 

Swigert: ‘Okay, Houston, we’ve had a problem here.’
Houston: ‘This is Houston. Say again please.’
Lovell: ‘Houston, we’ve had a problem. We’ve had a main B bus undervolt.’

 

 

Houston, we have a problem

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Mas Já Não Foi Dado Esse Compromisso por Escrito?

… que levou à desconvocação da greve à PETetice por parte da FNE?

 

acordo

 

Correio da Manhã (14-04-2015)

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Proposta de Uma Docente de EVT para a Constituição do Grupo 140

Arlindo em época de mudança politica jugo que somos mais ouvidos, pode ser só mera esperança minha, mas mesmo assim arrisquei e fiz uma exposição aos partidos acerca da situação dos docentes de Educação Visual e Tecnológica propondo um grupo de recrutamento à semelhança do 120 de Inglês para o 1º ciclo mas para a Expressão Plástica.
Boa tarde
 
O meu nome é CXXXX SXXXX e ou professora do Ensino Básico variante Educação Visual e Tecnológica, tendo acabado a minha licenciatura na Escola Superior de Educação de XXXXXXX em 2008.
 
Assim que saí da Faculdade tive logo colocação no anos a seguir e nos dois anos seguintes avizinhando-se ao contrário do que era expectante já na altura, uma vida profissional “dentro dos moldes” tranquila.
No entanto, o horror chegou quando realmente percebi em 2012 com a eliminação do par pedagógico nas escolas que havendo lugar só para um professor, e fazendo as contas muito globalmente, onde havia lugar para dois, passava a haver um, logo cerca de “metade” ficaria sem trabalho, e claro está, os contratados (grupo ao qual pertenço) seriam os primeiros a ficar de fora.
Globalmente, poder-se-ia dizer que esta medida iria afetar os contratados e poucos efetivos, mas a verdade é que também devido a esta medida ficaram muitos professores de Educação Visual e Tecnológica com horário zero.
 
Desnecessário será dizer que, fiquei sem trabalho na escola até aos dias de hoje.
 
O que me leva então aqui a fazer esta exposição trata-se de recentemente ter sido criado o grupo 120 (Inglês para o 1º Ciclo do Ensino Básico) sob a manutenção da lógica pedagógica do professor titular como responsável pelo processo de ensino de forma global, mas sendo o Inglês dado por um docente especializado para o efeito.
 
Ora, não me espanta nada que a longo prazo o mesmo se aplique a outras áreas e agora aqui defendo então que tal seja aplicado à Expressão Plástica.
Com a criação de um grupo especializado para o Ensino da Expressão Plástica no 1º ciclo poder-se-ia eliminar as AECS desta área (que são tão mal pagas e que de uma forma global apresentam problemas de várias ordens, como é do conhecimento geral) e dar-se-ia lugar a mais uma série de professores que estão neste momento ou com horários zero ou no desemprego.
 
Neste caso, há ainda a vantagem, que se relativamente ao grupo 120 foram necessárias ações de formação para qualificar este grupo, no caso de um grupo de recrutamento para a Expressão Plástica, tal não seria necessário, pois os indivíduos que tiraram cursos para leccionar Educação Visual e Tecnológica são portadores de habilitação profissional tanto para o grupo de recrutamento 110 como para o 240 simultaneamente.
 
 
Numa altura de mudança politica e de novos horizontes fica a proposta para ser levada à assembleia, não resolverá, mas minimizará o problema de alguns docentes do grupo 240 e por outros lado, trará aos alunos do 1º Ciclo um ensino especializado na área artística, tão importante para o seu desenvolvimento e tão relevada para 2º plano no nosso país.
Com os melhores cumprimentos

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Prorrogação do Prazo de Candidaturas dos Cursos Vocacionais

Despacho n.º 3687-B/2015 – Diário da República n.º 71/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-04-13

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

Prorroga o prazo estabelecido no nº.1 do Despacho nº. 3353, de 17 de março para as escolas públicas e privadas interessadas na candidatura a oferta formativa de cursos vocacionais no ensino básico e secundário, a iniciar no ano letivo 2015-2016, submetam o projeto no Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO)

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Blogosfera – ComRegras

Artigo do ComRegras que conta parte da história da EB 2/3 do Cerco do Porto (décadas de 80/90) e que antecede a publicação de uma entrevista ao Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco.

 

Especial ComRegras – O outro lado do Cerco.

 

 

Todos nos lembramos de casos de violência em determinadas escolas. Ainda este ano aconteceu um caso lamentável que levou a uma manifestação à porta da escola secundária do Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto.  Mas o Cerco não é apenas isso… Há muito trabalho dentro daqueles portões, trabalho de qualidade! O texto que se segue é da autoria de ex-professoras da antiga escola eb 2/3 do Cerco do Porto. Professoras que dedicaram grande parte da sua vida a essa escola, lutando contra a adversidade, fazendo das fraquezas força. Este especial inclui também uma entrevista ao atual diretor do Agrupamento, professor Manuel António Oliveira, a publicar durante a semana.

O ComRegras dedica este especial a todos os que lidam com a dificuldade e a todos os que não se resignam, apesar das “austeridades” da vida. Sois uns heróis “carago”!

 

Clicar para continuar a ler o artigo.
 

Viver o Cerco

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Jantar do Blogue no Dia da Liberdade

Está a ser agendado para o próximo dia 25 de Abril, dia da Liberdade, um jantar “cumbibio” na cidade do Porto bem junto da “movida” nocturna da cidade. Está previsto que seja na Adega do Carregal que tem um espaço reduzido de mesas e portanto tem de ser reservado lugar o mais rapidamente possível.

 

adega
 
Quem se mostrar interessado em participar nesse encontro pode enviar-me mail até ao final do dia 17 de Abril.

A regra número um e única do encontro é: quem falar de educação paga o jantar!

É a comemoração da liberdade, mas limitada, ok?

Sejamos livres para pelo menos um dia esquecer o tema Educação.

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Sobre as Listas da BCE

Uma longa troca de e-mails entre um professor e a DGAE sobre a publicação das listas de colocações em BCE, mas que só coloco os últimos dois.

O sublinhado e o negrito da resposta da DGAE são meus.

 

 

 

De: P XXX [mailto:[email protected]]
Enviada: segunda-feira, 13 de Abril de 2015 11:37
Para: DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA; Correio Geral DGAE
Assunto: Listas BCE

Exmos Srs

Conforme nota informativa da DGAE iriam ser publicadas as listas das colocações em BCE, sendo que a última saiu em Dezembro.

Estamos em Abril e as colocações posteriores continuam ocultas, adensando a opacidade, a desconfiança e a falta de transparência que esteve sempre por detrás desta forma de concurso.

Para quando a publicação dessas listas em cumprimento com a nota informativa?

Cumprimentos

P XXX

 

Resposta DGAE

 

Exmo. Sr. Professor
P XXX

Em referência ao assunto supra referenciado, informa-se V. Exa. que a publicação das listas de colocação em BCE é da responsabilidade dos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas.
Cabe ainda informar V.ª Exa. que foram registadas as preocupações manifestadas, e que a DGAE se limita, nos termos do artigo 3.º do CPA, a operacionalizar os comandos legais existentes, nomeadamente em termos de procedimentos concursais.

Com os melhores cumprimentos
DGAE/DSCI

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Deve Andar à Procura de Uma

Agora que a porta se encontra quase escancarada para entrar um governo PS em acção.

 

 

Maria de Lurdes Rodrigues defende regresso das Novas Oportunidades

 

 

Maria de Lurdes Rodrigues defende regresso das Novas Oportunidades

Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, lembrou a ex-ministra.

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues defendeu hoje a reativação de um programa como o Novas Oportunidades, e alertou para os perigos de enviar demasiado cedo as crianças para o ensino vocacional.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues a debater hoje, em Lisboa, a situação atual e os desafios com que se debatem as escolas.

Saudando o momento em que passou a ser obrigatório que todos os alunos concluíssem o 12.º ano, Maria de Lurdes Rodrigues lembrou que muitos estudantes ficaram de fora porque já eram maiores de idade: “Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, disse durante a sua apresentação no auditório do CNE, em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas, a ex-ministra defendeu a importância de retomar o programa Novas Oportunidades para que estes jovens, com menos de 24 anos, terminem os estudos: “Sim, eu falo no regresso de um programa das Novas Oportunidades”, disse, criticando a atual “escassez de oferta” formativa nas escolas para os jovens adultos.

Outro dos assuntos abordados foi o ensino vocacional, que levou a ex-ministra a criticar a política do atual governo que entende que vai contra a lei de bases, que determina um ensino obrigatório e unificado até aos 15 anos.

Para Maria de Lurdes Rodrigues, enviar crianças mais pequenas para o ensino vocacional poderá trazer problemas no futuro para as famílias e para o país: “Não é indiferente o encaminhamento para vias vocacionais aos 12 anos ou apenas aos 15”, alertou.

“Em nenhum outro país da Europa, a não ser os países com modelo germânico, encaminham precocemente as crianças”, disse a ex-ministra, referindo-se aos modelos existentes na Alemanha, Luxemburgo e Áustria, onde as escolas enviam os alunos com mais dificuldades para o ensino vocacional.

A ex-ministra lembrou que é consensual, nos países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a ideia de que só aos 14 ou 15 anos devem ser encaminhados os alunos, como se fazia antes em Portugal, para que se possa “respeitar a fase de crescimento das crianças”.

“É muito difícil responsabilizarmo-nos pelo encaminhamento de uma criança com 12 anos, que ainda está em processo de crescimento, além de ser um risco enorme”, alertou, dando o caso alemão, onde “faltam engenheiros” e outros quadros superiores, porque “deixam as crianças ficar para trás, mandando-as para cursos vocacionais, dos quais não podem sair nem sequer transitar para a universidade”.

Em declarações aos jornalistas à margem do seminário, David Justino lembrou que o ensino vocacional “nunca pode ser irreversível” e que os alunos podem sempre regressar ao ensino recorrente.

Para a ex-ministra, a medida do atual executivo é um “retrocesso anterior ao 25 de Abril”, enquanto para o presidente do CNE o ensino vocacional pode ser uma solução para reduzir as elevadas taxas de insucesso escolar, em especial no caso dos jovens que têm dificuldades no ensino recorrente.

“Muitas vezes, muitos jovens e muitas crianças têm dificuldades naquilo a que são chamadas as disciplinas académicas, mais teóricas e mais abstratas, mas têm mais sucesso quando têm um tipo de ensino mais ligado ao saber fazer. O que temos de fazer é encontrar alternativas para que os miúdos possam ter sucesso, independentemente de ser mais profissionalizante, teórico ou abstrato”, defendeu David Justino

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Quando Duas Cabeças Destas se Juntam

… é muito mau sinal.

Se bem que eu até concorde que o 2º ciclo é uma pequena coisa de nada no meio dos 12 anos de escolaridade.

Mas volta Maria de Lurdes Rodrigues à sua velha questão da quantidade de professores do 2º ciclo (não conheço turma do 2º ciclo onde existam 14 professores, nem nenhuma turma do 1º ciclo que só tenha um professor) e de David Justino que teve uma lei de bases do sistema educativo pronta com veto presidencial de Jorge Sampaio, onde separava o 1º ciclo de estudos até ao 6º ano e um segundo ciclo até ao 12º ano.

Já em Julho de 2013 coloquei artigo com o grande objetivo de David Justino para os tempos próximos, que parecem aproximar-se.

 

 

Ex-ministros da Educação defendem mudanças nos ciclos de ensino

 

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Para os ex-ministros David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, é preciso reforçar a articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo.

 

 

A necessidade de reorganizar os ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases, foi esta segunda-feira defendida pelos ex-ministros da Educação David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, de governos social-democrata e socialista.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues e o atual presidente do CNE, David Justino, a debater a situação atual e os desafios do ensino.

Para os ex-ministros, é preciso discutir uma nova fórmula de ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases: 1.º ciclo, a antiga primária, que vai do 1.º ao 4.ºano; 2.º ciclo (o antigo ciclo preparatório); 3.º ciclo, que vai do 7.º ao 9.º ano; e o secundário, do 10.º ao 12.º.

“Fomos construindo o ensino por camadas”, explicou Maria de Lurdes Rodrigues, sublinhando que “este é o momento de debater qual o melhor modelo” de organização de ciclos. “Muitos pedagogos identificaram um bloqueio na forma de organização que faz com que as crianças com dez anos passem de um único professor para 14. É muito desestabilizador para o desenvolvimento da criança”, disse Maria de Lurdes Rodrigues, lembrando ainda que com a mudança de ciclo as crianças tinham problemas de concentração e capacidade de relacionamento de matérias.

“É uma oportunidade de discutir isso e de propor para as legislativas seguintes um novo quadro de organização que ajude a combater o insucesso escolar”, defendeu Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas à margem do seminário, que hoje decorre na sede do CNE, em Lisboa.

Também David Justino entende que este é um dos temas onde será possível conseguir um acordo partidário, uma vez que está provado que existe um elevado insucesso no 2.º ciclo devido “à falta de articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo”.

“É preciso eliminar obstáculos”, disse David Justino, classificando o atual modelo como “uma espécie de bolo de noiva, que é feito às camadas”.

Ambos saudaram a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, as melhorias registadas nas taxas de escolarização, abandono e insucesso, mas reconheceram que ainda existem problemas para resolver: “Ainda estamos muito longe de uma escola de sucesso”, defendeu o ex-ministro David Justino.

“Durante muito tempo, a preocupação era a igualdade de oportunidades no acesso à escola, mas agora é a equidade no sucesso”, disse por seu turno Maria de Lurdes Rodrigues.

As elevadas taxas de insucesso escolar, em especial quando os alunos mudam de ciclo de ensino, foi apontado como um dos problemas a resolver.

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SOS Docentes em Timor-Leste

Reencaminhado para mim, bem como para toda a comunicação social, organizações sindicais e grupos parlamentares.

Pelos vistos apenas eu e o Ramos Horta temos ligado alguma coisa a isto, porque o que se vai passando em Timor com o PCAFE está a passar bastante ao lado dos problemas que são as condições de trabalho dos docentes portugueses nesse País.

 

NINGUÉM DETÉM ESTA VERGONHA?

 

Muito se tem falado sobre a situação dos docentes destacados em Timor-Leste (https://www.arlindovsky.net/?s=timor), no agora denominado de Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (PCAFE), anterior Projeto Escolas de Referência de Timor-Leste (PERTL).

A mais recente manifestação pública de repúdio ao que no referido projeto se passa (uma parte muito pequena é tornada pública, relativamente ao muito que havia para dizer…), feita pelo Dr. José Ramos Horta, no dia 23 do passado mês, na sua página de facebook (https://www.facebook.com/officialramoshorta?fref=ts), agitou um pouco a situação, especialmente porque em tudo ia ao encontro do que a Lusa tinha noticiado dias antes, ao ponto de, poucos dias passados, se ter noticiado que o Ministro da Educação de Timor-Leste, “desconhecedor” da situação constrangedora, iria rapidamente tomar as medidas necessárias para a rápida resolução desta questão.

A verdade é que nada foi feito, a não ser uma movimentação muito grande para se saber quem tinham sido os docentes responsáveis pelas notícias!

A verdade é que os docentes deste projeto não recebem, desde janeiro, o complemento a que têm direito, encontrando-se, por isso, alguns em situações muito complicadas de vida, em situações limite. E não fosse a ajuda de colegas que os vão socorrendo estariam mesmo a passar fome!

Se esta situação fosse nova aceitar-se-iam as pretensas justificações feitas, contudo, a realidade revela algo bem diferente: desde o início do funcionamento deste projeto que os docentes vivem esta e outras situações vergonhosas (por exemplo, seguros que não existem ou se existem nada “seguram” e substituições que demoram anos a fazer-se)! Independentemente da altura do ano, da aprovação do orçamento, da mudança governamental, a situação tem sido sempre vergonhosa! Haja vergonha! Haja quem se importe!

A embaixada de Portugal “olha para o lado e assobia”; a coordenadora portuguesa é da opinião que os docentes não têm que lamentar-se, pois até recebem vencimento em Portugal; a coordenadora timorense apenas quer o seu lugar salvaguardado, nem que para isso tenha que mudar de opinião a toda a hora; o ME de Timor-Leste “nada sabia”, mas “se soubesse” já tinha resolvido o assunto; O ME de Portugal ainda existe? A avaliar pelo silêncio conivente que sempre demonstrou, desconfia-se que realmente já implodiu!

Haja coragem para deter esta vergonha. A verdade é que este é um falso projeto que apenas serve os interesses privados de alguns.

O receio de represálias, com fundamentos provados (veja-se o caso dos juízes portugueses), faz com que por aqui nos fiquemos, apenas identificados, por agora, como: um grupo de docentes completamente abandonados à sua sorte e que deseja ver a sua situação resolvida. Investiguem. Há muito por onde o fazer.

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Começou Hoje a PETetice Oral

PET

 

Diário de Notícias (13-04-2015)

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Entrevista de Paulo Guinote ao Jornal i

São 3 páginas de uma longa entrevista que o jornal i fez ao Paulo Guinote.

 

pg jornal i

pg entrevista

Entrevista completa aqui.

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A Minha Escolha da Semana

Marriages – Salome

 

 

Lançado em 7 de Abril de 2015

 

Site da Banda e do Facebook.

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Resumo da Semana 1 e Antevisão da Semana 2 (3 Período)

SEMANA 1 3p1

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Números Residuais Sobre as Indemnizações da BCE

63 professores vao receber indemnizações por erros no concurso de colocação

 

 

A comissão de acompanhamento aos lesados pela Bolsa de Contratação de Escola (BCE) analisou 86 requerimentos, 63 dos quais foram aceites, 20 não tiveram direito a receber qualquer compensação e dois dos lesados não aceitaram os valores propostos.

 

A comissão de acompanhamento foi criada na sequência dos erros com a primeira BCE, que acabou por ser anulada, depois de terem sido detetados erros nas colocações de docentes, numa altura em que estes já estavam em serviço nas escolas, e em que já tinham assumido despesas de contratos de arrendamento e deslocação para ocuparem o lugar que lhes tinha sido atribuído no concurso.

Segundo dados do Ministério da Educação e Ciência dos 86 requerimentos apresentados, 63 tiveram como desfecho a aceitação dos montantes de compensação apresentados, “bem como com a renúncia ao direito ao recurso judicial”.

O MEC adiantou ainda que “20 docentes não discordaram, face à fundamentação apresentada pela comissão, com o facto de não lhes ser devida qualquer compensação” e “apenas dois docentes não concordaram com o montante da compensação financeira proposto”.

Tendo a comissão de acompanhamento encerrado os seus trabalhos com a entrega do relatório, caberá aos docentes que não concordaram com a proposta de compensação apresentada por este grupo de trabalho decidir se pretendem dar continuidade ao processo, recorrendo aos tribunais.

O ministro Nuno Crato assumiu no parlamento, em setembro de 2014, que o processo de colocações de professores nas escolas pela 1.ª BCE tinha erros matemáticos na fórmula de cálculo das listas ordenadas, tendo pedido desculpas a pais, alunos, deputados e ao país pelos erros que redundariam na demissão do Diretor-Geral da Administração Escolar, nesse mesmo dia, depois de ter afirmado que os problemas eram da exclusiva responsabilidade dos serviços do Ministério da Educação.

Os erros acabariam por obrigar a anular este concurso, a refazer a lista e corrigir colocações, que deixaram muitos professores inicialmente colocados sem um lugar nas escolas, em alguns casos a centenas de quilómetros das suas residências, o que implicou investimentos como arrendamentos de casas.

A 08 de outubro o ministro disse no parlamento que o Governo pediu ao Conselho Superior da Magistratura a designação de um representante para uma comissão avaliar junto das partes eventuais compensações a professores lesados com erros nas colocações, tendo nomeado o juiz conselheiro jubilado Soreto de Barros para presidir à comissão.

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Debate Sobre os Recursos Deferidos/Indeferidos

A colega Emília Pereira pediu-me para abrir um debate exclusivo às respostas dos recursos hierárquicos.

Porque constata-se que para casos semelhantes tem havido respostas diferentes, o que não é de estranhar, porque cada jurista interpreta de forma diferente casos idênticos (algo que não devia acontecer).

Ainda ontem me contaram uma história de dois casos exatamente iguais em que a única coisa que mudou nos dois recursos foi o nome do docente, um deles veio deferido e outro indeferido.

Fica aqui o tema para debate na caixa de comentários, agradeço que indiquem a resposta dada pela DGAE no caso de deferimento/Indeferimento e a situação que originou o recurso.

 

 

Bom dia, Arlindo.
Tenho lido no seu fórum  que muitos colegas têm recebido deferimento relativamente aos recursos apresentados pela não renovação. Sinto-me desesperada, pois não sei o que fazer. Também apresentei recurso porque não consegui a renovação, apesar de a escola me ter garantido que a tinha pedido, O meu recurso veio indeferido com base no seguinte: ”Contudo, compulsada a declaração de necessidades temporárias efetuada pelo Agrupamento …constata-se a inexistência de qualquer requisição de número de horas e horários para o referido grupo de recrutamento…”; ´´Desta forma, inexistindo qualquer horário naquele Agrupamento e no grupo de recrutamento da Recorrente, não se verifica o requisito constante na alínea b) do n.º 3, do artigo 42.º do DL n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83.º-A/2014, de 23 de maio: Manutenção do horário letivo anual e completo, apurado à data em que a necessidade é declarada.

Mas para meu espanto parece-me, aparentemente, que para situações iguais os serviços do MEC estão a dar respostas diferentes. Esta questão é vital para mim pois fico impossibilitada de aceder a uma vaga para QZP ( já tenho mais de 15 anos de serviço…).

 

Estarei eternamente grata se me puder ajudar a perceber esta questão e a agir na justiça se o meu caso foi mal indeferido.
Obrigada

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“Animação, hoje é sexta!” (Cartoon d’Or – 1999, 2004 e 2007)

Boa noite! Hoje é sexta, o dia de cinema de animação aqui pelo blog!

Em anteriores semanas, cheguei a divulgar alguns filmes de animação que foram vencedores de Óscars de curtas metragens de animação. No entanto, existe um prémio europeu, muito cobiçado no mundo da animação: o Cartoon d’Or. Pois bem, para hoje trago-vos 3 filmes de animação, claro está, vencedores do Cartoon d’Or em 1999, 2004 e 2007, respetivamente.

O de 1999 é Migrations, de Constantin Chamski. Esta animação, conta a história de um anjo de pedra de um monumento que ganha vida e se tenta libertar para acompanhar as outras aves num voo migratório. Não será fácil…

Em 2004 o vencedor do Cartoon d’Or, segunda animação de hoje, foi Fast Film, de Virgil Widrich. Esta animação é uma perseguição realizada a partir de várias perseguições, usando excertos de “found-footage” que depois são compilados e animados.

 

Finalmente, em 2007 o vencedor foi Luis Cook, com The Pearce Sisters, uma animação que ao mesmo tempo é divertida e mórbida, sobre duas irmãs: velhas, contundentes e solteironas. Vivem numa zona austera e remota da costa e com esforço conseguem arrancar uma existência miserável do mar. The Pearce Sisters é um conto de amor, solidão, entranhas, nudez, violência, fumo e xícaras de chá.

E por hoje terminamos! Até à próxima sexta!

 

 

 

 

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Aposta Certeira de Hoje

euromilhoes 10 abril

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Mas o Objetivo da Requalificação Não é Apenas Poupar?

Existe algum interesse em gastar dinheiro com a formação destes trabalhadores?

 

requalificacao

 

Jornal de Negócios (10-04-2015)

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Consequências das Más Colocações de 2014/2015

Que levaram imensos docentes a ganhar os seus recursos hierárquicos, em especial no que respeita ao direito à renovação de contrato.

Neste caso o MEC autoriza que o docente se mantenha na sua escola de colocação desde que declare que isso pretende.

recurso

Correio da Manhã (10-04-2015)

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Quantos Casos Destes Devem Acontecer?

De docentes que viram a resposta ao recurso hierárquico após o concurso 2015/2016, que não reuniam as condições para concorrerem na 1ª prioridade, mas com a resposta ao recurso passaram a ter direito a essa primeira prioridade?

O que aconselhei este colega foi a efectuar a reclamação quando forem publicadas as listas provisórias. E o MEC vai criar uma nova portaria de vagas para estes casos?

Será que existem mais casos idênticos?

 

A DGAE deu-me razão no recurso hierárquico que submeti por causa da não renovação da colocação, como faço para alterar o concurso que fiz e poder concorrer em primeira prioridade à norma-travão?

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Grande Entrevista – Filinto Lima, Vice-Presidente da ANDAEP (2ª Parte)

Nesta 2ª parte serão abordadas as temáticas dos assistentes operacionais, encarregados de educação, mega-agrupamentos escolares, municipalização da escola (contratação de professores), etc… Podem ler a 1ª parte aqui

 

GRANDE ENTREVISTA

(2ª Parte)

 

Segundo o autor do blog DeAr Lindo, os diretores lidam frequentemente com a falta de orientações por parte da tutela, que afetam de sobremaneira a vida dos professores/escolas. Isso foi visível por exemplo na contagem do tempo de serviço por doença acima dos 30 dias, desde a publicação do DL 15/2007; na tardia clarificação e contradição das reduções ao abrigo do artigo 79º do ECD; ou mesmo na contagem do tempo de serviço a docentes colocados como técnicos especializados. Como é que Diretores reagiram a tudo isto?

As escolas lidam frequentemente não com a falta de orientações, mas com desorientações, o que é mais grave. Muitas vezes esses esclarecimentos, são repletos de linguagem jurídica, bastante complexa, e só é decifrável por alguns advogados, eu até acho que nem é por todos… E isso não ajuda nada os diretores nem a vida nas escolas. Aliás, não me admira nada que, perante essas desorientações, os diretores procedam de forma diferente, pois têm interpretações diferentes e falaram com advogados diferentes. Isto origina procedimentos pouco uniformes, não indo ao encontro do pretendido pelo MEC. Os diretores não têm formação jurídica, os diretores não são assessorados por advogados, ao contrário da tutela, que tem muitos advogados a trabalhar para ela. Além disso, quando vamos pedir esclarecimentos ainda ficamos mais desorientados. É desorientação atrás de desorientação…

Ainda no mesmo blog, o autor afirma ter conhecimento que foram tomadas decisões por diferentes diretores, relativas ao pagamento das ajudas de custo e horas extraordinárias a professores que não foram uniformes nas escolas. A autonomia dessas decisões é benéfica? Ou está a exigir-se que os diretores assumam as consequências por sua conta e risco?
Se é assim como refere, bastava a tutela enviar os esclarecimentos devidos, de leitura fácil, apreensível pelo comum dos mortais, onde menciona qual o valor das ajudas de custo. Isto revela mais uma vez a falta de organização de alguns departamentos dentro da tutela. Não é por “burrice” dos diretores! Mais: neste momento os diretores trabalham no arame e sem rede!

Os diretores são muitas vezes, e desculpe a expressão, “pau para toda a obra”? Não estará o MEC a “empurrar” responsabilidades que deveriam ser assumidas por si?

Nós quando falamos em autonomia, sabemos que se tivermos mais autonomia vamos ter mais responsabilidades. O problema é que a pouca autonomia que nos é dada não é proporcional à responsabilidade que temos. Além disso, os diretores estão neste momento no meio de dois fogos. De um lado temos o MEC e do outro temos os sindicatos. Sobre os sindicatos é preciso dizer que não têm ajudado muito no que nós pretendemos para a escola pública. Penso que não é positivo, do lado dos sindicatos, ou pelo menos de alguns sindicatos, estarem sempre contra tudo. Não é correto! Perdem credibilidade, até junto dos seus sócios. Acho que é necessário alguma moderação. As pessoas podem manifestar-se e mostrar o seu desagrado, mas devem ser capazes de dialogar, mesmo quando a tutela não é muito aberta ao diálogo. Já no tempo da Ministra Maria de Lurdes Rodrigues acontecia o mesmo, e não foi fácil. A vida de diretor é muito complicada, mas não depreenda das minhas palavras que estou a lamentar-me. Eu gosto muito daquilo que faço e também dou aulas… Ser diretor é um cargo muito difícil e é um cargo mal estimado por parte do ministério.

Recentemente ocorreu uma greve dos assistentes operacionais, concorda com as suas preocupações?

Totalmente. Eu tenho apoiado publicamente as suas causas. Eu penso que o Ministério das Finanças, deve perceber que neste momento as escolas têm mais pessoas provenientes dos centros de emprego, do que assistentes operacionais efetivos. Deve ser feita uma aposta forte na contratação destes profissionais até porque ajudam, entre outras coisas, no combate à indisciplina. Esses profissionais precisam de ter formação e de continuidade nas escolas. É importante que se abra um concurso de admissão aos assistentes operacionais de carreira para as escolas públicas portuguesas. Por exemplo, no meu agrupamento tenho direito a 28 contratos de emprego e inserção, que ficam comigo no máximo 1 ano. Ao fim de 1 ano eles deixam a escola. Assistentes operacionais de carreira tenho apenas 24.

Não é um risco as escolas terem pessoas a lidar com crianças, algumas de tenra idade, sem qualquer formação específica na área?

Sim, é um risco. Chegam às escolas públicas portuguesas pessoas que nunca estiveram numa escola exceto quando foram alunos. Temos pessoas da área da restauração, cabeleireiras, etc… Depois é uma questão de sorte… No nosso caso felizmente tem corrido bem.

Não acha que os diretores, podiam ao menos ter poder de decisão na escolha das pessoas que são contratadas, provenientes do centro de emprego? Se são feitas entrevistas a professores, não faria sentido fazer o mesmo para o cargo dos assistentes operacionais?

Sim, e em parte isso acontece. O que se passa é que as escolas indicam as pessoas que precisam e pedimos que haja algum critério na sua escolha. Por vezes, ao fim de um dia, ou mesmo ao fim de uma hora dizemos “olhe, esta pessoa não tem condições” e trocam por outra. O que nós queríamos é ter “verdadeiros” assistentes operacionais. O estado está a utilizar estas pessoas a troco de pouco dinheiro, descurando as suas crianças e jovens. É preciso valorizar o assistente operacional!

Qual é a sua opinião relativamente ao interesse/atitude que os EE têm para com a escola?

É igual ou até piorou, comparativamente com anos anteriores. O que nós ouvimos sistematicamente nos conselhos de turma é que os pais que não precisavam de vir à escola aparecem, os pais dos alunos mais complicados nunca aparecem. Muitos pais ainda desprezam a escola dos seus filhos. No entanto, também é verdade que a própria escola devia valorizar mais os alunos que são problemáticos, por exemplo contactando os pais quando estes fazem algo relevante. Deve ser feito um esforço dos dois lados, mas há um caminho ainda longo a percorrer, por parte dos encarregados da escola, não escamoteando as responsabilidades da escola.

No estatuto do aluno está contemplada legislação específica para os EE, onde constam os seus deveres, define o seu incumprimento e as suas consequências. Acha que essa legislação é meramente teórica?

Claramente. Como referi anteriormente, acho que nenhum diretor propôs alguma vez uma coima. Nós não somos o Ministério Público, nós somos uma escola. Esta questão deve ser tratada com diferentes entidades, de modo a trazer os EE às escolas. Muitos alunos podiam melhorar o seu comportamento/aproveitamento se o EE valorizasse a escola do seu educando.

O diretor é o representante máximo da comunidade educativa. Considera que a sua eleição deveria ser mais democrática, não se restringindo apenas aos conselhos gerais das escolas?

O que eu ouço da parte dos meus colegas é que os conselhos gerais estão cada vez mais politizados. Antigamente os presidentes dos conselhos executivos eram eleitos por todos os professores. Ao restringir a eleição a um grupo muito pequeno, podemos estar perante uma democracia pouco representativa.

Estará o diretor “refém” do conselho geral?

Acho que não fica refém porque o diretor tem cabeça para pensar, mas essa pergunta pode ser a pergunta de muita gente. Repare: se o diretor quer ser eleito para o mandato seguinte tem de agradar às diferentes entidades/pessoas que ali estão. Eles representam muitos é verdade, mas o seu voto é secreto. Numa eleição, normalmente o diretor fala sobre o seu projeto e depois sai. Quem fica pode até dizer maravilhas, mas na hora “h” pode não votar em conformidade. Alargar o número de votantes seria uma solução, que apesar de não agradar aos presidentes dos conselhos gerais, pois é um órgão com poder, agradaria aos diretores e a base democrática seria ampliada.

A criação dos Agrupamentos Escolares foi um grande desafio para escola pública. Esse desafio foi superado?

Relativamente aos primeiros agrupamentos, do início do século, onde se agregaram as primárias às escolas EB2/3, eu acho que isso foi positivo. Sobre as últimas agregações, onde foram criados os mega agrupamentos, já não penso o mesmo. Na maior parte das comunidades educativas isso foi visto com maus olhos em que o objetivo foi claramente económico. Estes mega agrupamentos foram criados antes da chegada da “troika”, em 2010, e diretores, professores e sindicatos estão contra esta agregação. Isto não trouxe paz mas sim, guerra às escolas. Ocorreram situações em que professores foram afastados e depois viram a sua escola ser “invadida” por outros professores. Até para os alunos não foi benéfica. Temos pedido à tutela para não caírem novamente no mesmo erro e espero que o futuro governo não vá por esse caminho.

Tem-se falado na passagem da gestão das escolas para as autarquias. Quem está no terreno todos os dias fica com a sensação que tem menos influência no rumo da sua escola… Se esta opção for massificada, que papel estará destinado ao diretor?

Esse é um problema muito atual e até já fomos ouvidos no conselho nacional de educação. Este processo, denominado “Aproximar educação” começou mal e com muita desconfiança. Os sindicatos diziam que estavam a decorrer negociações entre o MEC e as Câmaras Municipais às escondidas e os diretores só tiveram conhecimento já no fim das negociações. Por outro lado, podemos ficar descansados, pois é um projeto-piloto e só adere quem quer. Na minha opinião, as escolas vão perder autonomia e corremos o risco do MEC, apesar de estar na 5 de Outubro, ser dividido em pequenos ministérios com assento nas diferentes câmaras municipais. Agora vai depender muito da sensibilidade do presidente da câmara. Por outro lado, a aproximação geográfica é pertinente. Em vez de ter que discutir certos assuntos em Lisboa é melhor para mim, enquanto diretor, fazê-lo com a minha autarquia. Contudo, julgo que se deve promover o debate para perceber se o caminho é este.

Na sua opinião, quais as áreas que nunca deveriam passar para a competência das Câmaras Municipais?

A gestão de professores, a gestão do currículo e o controlo (inspeção). No caso da gestão dos professores, a nossa sociedade ainda não está preparada para que as escolas ou as suas câmaras possam contratá-los. Neste âmbito os sindicatos têm muita culpa, no bom ou mau sentido (depende de quem estiver a ler aquilo que eu estou a dizer). As câmaras já disseram que não querem ter nada a ver com essas áreas. No entanto, sabemos que a contratação de professores está relacionado com emprego, emprego está relacionado com poder, e eu acho que os nossos autarcas querem muito poder… Daqui a uns anos, a contratação de professores poderá passar para as Câmaras Municipais mas isso não deveria acontecer. A responsabilidade pela contratação de professores, em último caso, deve pertencer às escolas. Por exemplo, os diretores até são favoráveis à bolsa de contratação de escola e este ano todos sabemos os problemas que ela deu. Agora, outras áreas como a ação social escolar, os transportes, o pessoal não docente e os edifícios escolares, etc., até vejo com bons olhos que passem para a competência das autarquias.

Não estará a escola pública a caminhar para a privatização?

Há quem diga que estas medidas vão ao encontro dessa privatização. De momento preferia não me pronunciar, mas é claro que temo que isso aconteça.

A título mais pessoal, já sei que é um diretor que não deixou de lecionar. Costuma ter problemas disciplinares?

Eu sou professor, aliás quando escrevo para o jornal “Público” coloco sempre professor/diretor. Daqui por dois anos termino o mandato, e o de muitos colegas. A nível disciplinar, acho que me tenho saído bem, até mesmo quando acumulei o cargo de diretor não notei grandes diferenças.

Existem uma série de fatores que contribuem para a ausência de problemas disciplinares: a forma como expomos a matéria, a nossa conduta dentro da sala de aula… Sabe, nós somos atores na sala de aula, o professor é um ator… Também é muito importante a forma como lidamos com os diferentes alunos, eu não posso dar uma aula da mesma maneira em contextos completamente diferentes. Sou um professor que gosta muito de estar na sala de aula, mesmo quando não estou a lecionar. Gosto muito de estar numa aula da Educação pré-escolar e do 1.º Ciclo, em que conto histórias e até leciono as matérias respetivas, de acordo com o professor titulaR do grupo/turma.

Os seus alunos gostam de si?

Eu acho que sim, acho que eles têm estima por mim.

É professor de que área curricular?

A minha formação de base é Direito.

Como se define enquanto professor?

Acho que sou dialogante, como professor, mas também como diretor. Penso também que sou um bom ouvinte, uma qualidade que o próprio MEC deveria ter… Vejo-me como conciliador e ligo muito às preocupações dos outros.

O que é para si a escola pública?

Escola pública é sociedade. Não reina a hipocrisia, reina a verdade. A escola pública é o espelho do que nos rodeia. Penso que um aluno que frequenta a escola pública sai muito bem preparado, e há estudos que o comprovam. Por exemplo, concluem a faculdade em menos tempo que um aluno do ensino privado. Além disso, os alunos da escola pública saem melhores cidadãos, mais bem preparados para enfrentar a sociedade, porque conviveram com uma heterogeneidade que não existe na escola privada. Na escola privada existe uma homogeneidade forçada, com estatutos sociais semelhantes. A escola pública é mais transparente, às vezes até demais… Atenção que também acho a escola privada útil. A escola pública é sinónimo de qualidade.

Pensa que a escola pública deveria ser mais defendida por todos os seus intervenientes?

Quando algumas escolas não admitem certo tipo de alunos, já não estão a cumprir a função da escola pública…Quando dizem mal da escola pública pessoas que vivem à custa dela… Quando fazem mal à escola pública pessoas que deviam orientá-la… Mais valia estarem calados ou quietos. A escola pública ficava-lhes eternamente agradecida!

Para terminar, sei que já conhece o blogue ComRegras. Qual a sua opinião?

De uma maneira geral, os blogues sobre educação são muito importantes. O ComRegras toca numa área muito importante para as escolas que é a (jn)disciplina. Acho que está a ser muito bem aceite pelas comunidades educativas e merece divulgação. Essa divulgação não passa só pelos media, mas também pelo “boca a boca”. Lembro-me que outros blogues, como o do professor Paulo Guinote, que nasceu em 2006, só passou a ser conhecido ao fim de alguns anos. Este tem ainda pouco mais de 2 meses… É um blogue a que a nossa equipa ministrial (esta e a próxima), deveria estar atenta. Eles estão atentos aos bons blogues e eu acho que o ComRegras é um bom blogue. A ANDAEP tem apoiado esta iniciativa desde o início e, por aquilo que sei, outros também já o fizeram.

Obrigado Diretor Filinto Lima pela disponibilidade de ter concedido esta entrevista ao ComRegras.

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História de Uma Requalificação

De José Meneses, professor de EVT.

 

meneses
Jornal de Notícias (09-04-2015)

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Crónica de Paulo Guinote no Público de Hoje

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Sociedade Civil – Chumbos: Sim ou Não?

Com a participação de José Eduardo Lemos, Anabela Grácio, José Matias Alves e Rui Vieira.

 

Sociedade Civil de 08 Abr 2015 – RTP Play – RTP

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De pequenino é que se torce o pepino… No 1º ciclo!

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Quando eu era criança, cada vez que os meus pais queriam que aprendesse algo de novo, foram muitas as vezes que ouvi a expressão, “de pequenino é que se torce o pepino”…

O MEC anda a levar essa expressão à letra. No próximo ano letivo, além da inovação que vai ser a introdução do Inglês no 1º ciclo, agora, lembrou-se de introduzir a disciplina de “Iniciação à programação no 1º Ciclo do Ensino Básico”.

Com a introdução do Inglês no 3º e 4º anos, as crianças vão sofrer um aumento da carga horária de 2 horas semanais, não tendo estas horas influência na carga letiva de 25 horas semanais já existente. Mas nesta nova “experiência”, é proposto que as 2 horas utilizadas para o efeito possam ser subtraídas às 25 horas letivas na área de Oferta Complementar ou então nas AEC. A primeira hipótese deixa em aberto o que farão os professores titulares nesse tempo. Aprenderão também eles a programar? Ou vamos assistir a uma dança entre salas onde ministrarão apoio educativo? Não se sabe, ficaremos atentos e expectantes em relação à organização do próximo ano letivo… mais um “pepino” para descascar…

A avaliação desta nova disciplina também não vem explicita. As crianças do 3º e 4º anos, não terão vida fácil nos próximos anos…

 

PS: A monodocência caminha a passos largos para a extinção. A organização do 1º ciclo, de forma camuflada e sem qualquer discussão, está a ser alterada nessa direção…

PS I: Há que referir que esta “medida” pode salvar alguns docentes da “mobilidade forçada”, quem tiver aptidões para esta nova área que aproveite…

 

 

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Regulamento do CNE

Publicado hoje em Diário da República.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/CNE.pdf”]

 

Por curiosidade fui ver a lista de conselheiros do CNE e verifiquei que encontra-se nesta lista o Mário Nogueira. Não seria de estranhar que o mesmo pudesse estar presente como membro da FENPROF no CNE, mas logo abaixo aparece o Paulo Sucena que é o representante da FENPROF ao CNE.

Em que representação se encontra Mário Nogueira como conselheiro do Conselho Nacional de Educação?

Alguém é capaz de adivinhar?

 

 

conselheiros

 

 

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Licença Sabática para 2015/2016

Como se previa.

Nenhuma será concedida em razão das contingências orçamentais atualmente existentes.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/NOTA-INFORMATIVA-LSN.º-1.pdf”]

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Servirá Para Alguma Coisa?

Porque o maior problema das refeições escolares não é o cumprimento das regras nutricionais, mas sim como são confeccionadas as refeições, o acondicionamento dos alimentos frescos e congelados bem como a qualidade dos produtos.

Porque na ementa tudo é feito ao maior pormenor para que se cumpram as regras “preconizadas pelas organizações”.

 

ementas

Público (07-04-2015)

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Entrevista a Filinto Lima

O site ComRegras publicou hoje a 1ª parte de uma entrevista ao Professor/Diretor de Escolas Filinto Lima. Amanhã será publicada a segunda parte dessa entrevista.

 

Grande Entrevista – Filinto Lima, Vice-Presidente da ANDAEP. Um exclusivo ComRegras

 

 

A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, através do seu vice-presidente, diretor Filinto Lima, concedeu uma entrevista exclusiva ao ComRegras.

Nesta primeira parte serão abordados assuntos como: a (in)disciplina, o estatuto do aluno, a escolaridade obrigatória e os contratos de autonomia.

GRANDE ENTREVISTA

(1ª Parte)

As questões disciplinares são uma preocupação para muitos professores e um problema sério em muitas escolas. Acha que os diretores dão o devido valor a esta problemática?

Filinto Lima

 

 

Ler a entrevista aqui.

 

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Crónica de Santana Castilho no Público de Hoje

santana castilho

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Pré-Aviso de Greve ao PET

Que começou hoje e termina no dia 6 de Maio a todo o serviço relacionado com a realização das sessões da parte oral e da parte escrita do exame da Cambridge “Preliminary English Test (PET)”.

Julgo que seria importante esclarecer se as faltas dadas à formação que decorrem esta semana estão salvaguardadas pelo aviso de greve e no caso de estar se o docente pode simplesmente não comparecer a essa formação e manter-se nas suas atividades letivas.

Esta dúvida é respondida neste artigo retirado do site da Fenprof.

 

Greve ao serviço da “Cambridge” inicia-se esta terça-feira

 

Foi adiado para a próxima semana o início dos testes de oralidade no âmbito do processo “Cambridge”, mas o pré-aviso de greve apresentado pelas sete organizações sindicais que integram a Plataforma Sindical de Professores permite que, a partir de amanhã, os professores que pretendam entrem em greve, não participando em qualquer serviço relacionado com esta prova.

Recorda-se que, para amanhã, foram convocados mais professores de Inglês para as formações que a Cambridge tem estado a promover, através do IAVE/MEC, o que significa que muitos, se estiverem a participar nestas formações, deixarão sem aulas os seus alunos logo nos dois primeiros dias do terceiro período letivo.

A adesão a esta greve não poderá ter qualquer custo para os professores uma vez que, não assumindo o serviço que pretendam atribuir-lhes no âmbito do processo “Cambridge”, os professores terão de garantir, na totalidade, o serviço que têm distribuído na sua escola. Acresce que, caso os professores aceitem participar neste processo – frequentando as formações, realizando os testes de oralidade e classificando as provas – terão as respetivas escolas de os libertar da componente não letiva de estabelecimento ao longo de todo o terceiro período, sendo-lhes ainda atribuídos mais doze dias de dispensa depois de terminadas as aulas.

As organizações sindicais valorizam muito estes direitos que o MEC reconhece para que os professores aceitem participar no processo “Cambridge”. Seria, porém, estranho que tais direitos apenas fossem reconhecidos para este efeito, pelo que, oportunamente, a Plataforma Sindical proporá ao Ministério:
i) uma alteração ao regime de dispensas para formação, passando este a contemplar a dispensa de atividade letiva para frequência de ações de formação;
ii) o reconhecimento de dispensa da componente de estabelecimento, bem como de dias de dispensas no final das aulas, para todos os professores que sejam classificadores de exames e provas finais dos alunos dos anos em que, por força do atual regime de avaliação, estes se realizam.

As Organizações Sindicais
6/04/2015 

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/Pre-aviso_de_Greve_-_7_de_abril_a_6_de_maio_2015.pdf”]

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Encontra-se Aberto o Pedido de Licença Sem Vencimento para 2015/2016

Na aplicação SIGRHE

 

 

Antes de iniciar o preenchimento deste formulário aconselha-se a leitura dos seguintes documentos:

Docentes

  • Pedidos de licença sem vencimento de longa duração: artigo 107.º do ECD e artigos 280.º e 281.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho.
  • Pedidos de licença sem vencimento de curta duração e por 1 ano: artigos 105.º e 106.º do ECD e artigos 280.º e 281.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho.
    (A autorização é da competência do Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares, nos termos da alínea a) do n.º 1 do Despacho n .º 6681-A/2013, de 22 de maio.)

Não Docentes

  • Pedidos de licença sem remuneração: Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, artigos 280.º e 281.º.

 

 

Em caso de dúvida ou de dificuldade de preenchimento tem ao seu dispor os seguintes recursos:

  • Loja – Atendimento presencial da DGAE, situado na Av. 24 de julho, n.º142, Lisboa. Este serviço está disponível todos os dias úteis, das 10h às 18h nos meses de fevereiro, março, abril, maio, junho e setembro e entre as 9h30m – 12h30m e as 14h – 17h, nos meses de janeiro, julho, agosto, outubro, novembro e dezembro.
  • CAT – Centro de Atendimento Telefónico da DGAE, 213 943 480, disponível todos os dias úteis, das 10h às 18h nos meses de fevereiro, março, abril, maio, junho e setembro e entre as 9h30m – 12h30m e as 14h – 17h, nos meses de janeiro, julho, agosto, outubro, novembro e dezembro.

 

As opções para os docentes para o pedido de licença sem vencimento são as seguintes:

 

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Terminou a Validação do Aperfeiçoamento

E a partir deste momento a DGAE pode proceder à ordenação dos candidatos que concorreram ao concurso interno/externo 2015/2016.

Este é um processo que deverá ser bastante simples e que não deverá levar muito tempo para ser finalizado.

Para quem tem a candidatura invalidada após a validação do aperfeiçoamento ainda poderá no período de reclamações (5 dias úteis após a publicação das listas provisórias) proceder à rectificação dos campos passíveis de alteração.

Contudo, estes docentes verão o seu nome na lista de excluídos das listas provisórias.

No mesmo prazo das reclamações também poderão desistir total ou parcialmente do concurso, de acordo com o disposto no n.º 7 do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio.

 

Para saberem as causa de exclusão do concurso e verificarem se os campos podem ser alterados devem ler o aviso de abertura do concurso, em especial os títulos, Causas de exclusãoVII. Campos não alteráveis (páginas 9 e 10 respetivamente).

 

 

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