13 de Abril de 2015 archive

Blogosfera – ComRegras

Artigo do ComRegras que conta parte da história da EB 2/3 do Cerco do Porto (décadas de 80/90) e que antecede a publicação de uma entrevista ao Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco.

 

Especial ComRegras – O outro lado do Cerco.

 

 

Todos nos lembramos de casos de violência em determinadas escolas. Ainda este ano aconteceu um caso lamentável que levou a uma manifestação à porta da escola secundária do Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto.  Mas o Cerco não é apenas isso… Há muito trabalho dentro daqueles portões, trabalho de qualidade! O texto que se segue é da autoria de ex-professoras da antiga escola eb 2/3 do Cerco do Porto. Professoras que dedicaram grande parte da sua vida a essa escola, lutando contra a adversidade, fazendo das fraquezas força. Este especial inclui também uma entrevista ao atual diretor do Agrupamento, professor Manuel António Oliveira, a publicar durante a semana.

O ComRegras dedica este especial a todos os que lidam com a dificuldade e a todos os que não se resignam, apesar das “austeridades” da vida. Sois uns heróis “carago”!

 

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Viver o Cerco

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Jantar do Blogue no Dia da Liberdade

Está a ser agendado para o próximo dia 25 de Abril, dia da Liberdade, um jantar “cumbibio” na cidade do Porto bem junto da “movida” nocturna da cidade. Está previsto que seja na Adega do Carregal que tem um espaço reduzido de mesas e portanto tem de ser reservado lugar o mais rapidamente possível.

 

adega
 
Quem se mostrar interessado em participar nesse encontro pode enviar-me mail até ao final do dia 17 de Abril.

A regra número um e única do encontro é: quem falar de educação paga o jantar!

É a comemoração da liberdade, mas limitada, ok?

Sejamos livres para pelo menos um dia esquecer o tema Educação.

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Sobre as Listas da BCE

Uma longa troca de e-mails entre um professor e a DGAE sobre a publicação das listas de colocações em BCE, mas que só coloco os últimos dois.

O sublinhado e o negrito da resposta da DGAE são meus.

 

 

 

De: P XXX [mailto:XXXXXXXX@portugalmail.pt]
Enviada: segunda-feira, 13 de Abril de 2015 11:37
Para: DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA; Correio Geral DGAE
Assunto: Listas BCE

Exmos Srs

Conforme nota informativa da DGAE iriam ser publicadas as listas das colocações em BCE, sendo que a última saiu em Dezembro.

Estamos em Abril e as colocações posteriores continuam ocultas, adensando a opacidade, a desconfiança e a falta de transparência que esteve sempre por detrás desta forma de concurso.

Para quando a publicação dessas listas em cumprimento com a nota informativa?

Cumprimentos

P XXX

 

Resposta DGAE

 

Exmo. Sr. Professor
P XXX

Em referência ao assunto supra referenciado, informa-se V. Exa. que a publicação das listas de colocação em BCE é da responsabilidade dos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas.
Cabe ainda informar V.ª Exa. que foram registadas as preocupações manifestadas, e que a DGAE se limita, nos termos do artigo 3.º do CPA, a operacionalizar os comandos legais existentes, nomeadamente em termos de procedimentos concursais.

Com os melhores cumprimentos
DGAE/DSCI

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Deve Andar à Procura de Uma

Agora que a porta se encontra quase escancarada para entrar um governo PS em acção.

 

 

Maria de Lurdes Rodrigues defende regresso das Novas Oportunidades

 

 

Maria de Lurdes Rodrigues defende regresso das Novas Oportunidades

Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, lembrou a ex-ministra.

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues defendeu hoje a reativação de um programa como o Novas Oportunidades, e alertou para os perigos de enviar demasiado cedo as crianças para o ensino vocacional.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues a debater hoje, em Lisboa, a situação atual e os desafios com que se debatem as escolas.

Saudando o momento em que passou a ser obrigatório que todos os alunos concluíssem o 12.º ano, Maria de Lurdes Rodrigues lembrou que muitos estudantes ficaram de fora porque já eram maiores de idade: “Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, disse durante a sua apresentação no auditório do CNE, em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas, a ex-ministra defendeu a importância de retomar o programa Novas Oportunidades para que estes jovens, com menos de 24 anos, terminem os estudos: “Sim, eu falo no regresso de um programa das Novas Oportunidades”, disse, criticando a atual “escassez de oferta” formativa nas escolas para os jovens adultos.

Outro dos assuntos abordados foi o ensino vocacional, que levou a ex-ministra a criticar a política do atual governo que entende que vai contra a lei de bases, que determina um ensino obrigatório e unificado até aos 15 anos.

Para Maria de Lurdes Rodrigues, enviar crianças mais pequenas para o ensino vocacional poderá trazer problemas no futuro para as famílias e para o país: “Não é indiferente o encaminhamento para vias vocacionais aos 12 anos ou apenas aos 15”, alertou.

“Em nenhum outro país da Europa, a não ser os países com modelo germânico, encaminham precocemente as crianças”, disse a ex-ministra, referindo-se aos modelos existentes na Alemanha, Luxemburgo e Áustria, onde as escolas enviam os alunos com mais dificuldades para o ensino vocacional.

A ex-ministra lembrou que é consensual, nos países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a ideia de que só aos 14 ou 15 anos devem ser encaminhados os alunos, como se fazia antes em Portugal, para que se possa “respeitar a fase de crescimento das crianças”.

“É muito difícil responsabilizarmo-nos pelo encaminhamento de uma criança com 12 anos, que ainda está em processo de crescimento, além de ser um risco enorme”, alertou, dando o caso alemão, onde “faltam engenheiros” e outros quadros superiores, porque “deixam as crianças ficar para trás, mandando-as para cursos vocacionais, dos quais não podem sair nem sequer transitar para a universidade”.

Em declarações aos jornalistas à margem do seminário, David Justino lembrou que o ensino vocacional “nunca pode ser irreversível” e que os alunos podem sempre regressar ao ensino recorrente.

Para a ex-ministra, a medida do atual executivo é um “retrocesso anterior ao 25 de Abril”, enquanto para o presidente do CNE o ensino vocacional pode ser uma solução para reduzir as elevadas taxas de insucesso escolar, em especial no caso dos jovens que têm dificuldades no ensino recorrente.

“Muitas vezes, muitos jovens e muitas crianças têm dificuldades naquilo a que são chamadas as disciplinas académicas, mais teóricas e mais abstratas, mas têm mais sucesso quando têm um tipo de ensino mais ligado ao saber fazer. O que temos de fazer é encontrar alternativas para que os miúdos possam ter sucesso, independentemente de ser mais profissionalizante, teórico ou abstrato”, defendeu David Justino

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Quando Duas Cabeças Destas se Juntam

… é muito mau sinal.

Se bem que eu até concorde que o 2º ciclo é uma pequena coisa de nada no meio dos 12 anos de escolaridade.

Mas volta Maria de Lurdes Rodrigues à sua velha questão da quantidade de professores do 2º ciclo (não conheço turma do 2º ciclo onde existam 14 professores, nem nenhuma turma do 1º ciclo que só tenha um professor) e de David Justino que teve uma lei de bases do sistema educativo pronta com veto presidencial de Jorge Sampaio, onde separava o 1º ciclo de estudos até ao 6º ano e um segundo ciclo até ao 12º ano.

Já em Julho de 2013 coloquei artigo com o grande objetivo de David Justino para os tempos próximos, que parecem aproximar-se.

 

 

Ex-ministros da Educação defendem mudanças nos ciclos de ensino

 

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Para os ex-ministros David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, é preciso reforçar a articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo.

 

 

A necessidade de reorganizar os ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases, foi esta segunda-feira defendida pelos ex-ministros da Educação David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, de governos social-democrata e socialista.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues e o atual presidente do CNE, David Justino, a debater a situação atual e os desafios do ensino.

Para os ex-ministros, é preciso discutir uma nova fórmula de ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases: 1.º ciclo, a antiga primária, que vai do 1.º ao 4.ºano; 2.º ciclo (o antigo ciclo preparatório); 3.º ciclo, que vai do 7.º ao 9.º ano; e o secundário, do 10.º ao 12.º.

“Fomos construindo o ensino por camadas”, explicou Maria de Lurdes Rodrigues, sublinhando que “este é o momento de debater qual o melhor modelo” de organização de ciclos. “Muitos pedagogos identificaram um bloqueio na forma de organização que faz com que as crianças com dez anos passem de um único professor para 14. É muito desestabilizador para o desenvolvimento da criança”, disse Maria de Lurdes Rodrigues, lembrando ainda que com a mudança de ciclo as crianças tinham problemas de concentração e capacidade de relacionamento de matérias.

“É uma oportunidade de discutir isso e de propor para as legislativas seguintes um novo quadro de organização que ajude a combater o insucesso escolar”, defendeu Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas à margem do seminário, que hoje decorre na sede do CNE, em Lisboa.

Também David Justino entende que este é um dos temas onde será possível conseguir um acordo partidário, uma vez que está provado que existe um elevado insucesso no 2.º ciclo devido “à falta de articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo”.

“É preciso eliminar obstáculos”, disse David Justino, classificando o atual modelo como “uma espécie de bolo de noiva, que é feito às camadas”.

Ambos saudaram a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, as melhorias registadas nas taxas de escolarização, abandono e insucesso, mas reconheceram que ainda existem problemas para resolver: “Ainda estamos muito longe de uma escola de sucesso”, defendeu o ex-ministro David Justino.

“Durante muito tempo, a preocupação era a igualdade de oportunidades no acesso à escola, mas agora é a equidade no sucesso”, disse por seu turno Maria de Lurdes Rodrigues.

As elevadas taxas de insucesso escolar, em especial quando os alunos mudam de ciclo de ensino, foi apontado como um dos problemas a resolver.

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SOS Docentes em Timor-Leste

Reencaminhado para mim, bem como para toda a comunicação social, organizações sindicais e grupos parlamentares.

Pelos vistos apenas eu e o Ramos Horta temos ligado alguma coisa a isto, porque o que se vai passando em Timor com o PCAFE está a passar bastante ao lado dos problemas que são as condições de trabalho dos docentes portugueses nesse País.

 

NINGUÉM DETÉM ESTA VERGONHA?

 

Muito se tem falado sobre a situação dos docentes destacados em Timor-Leste (http://www.arlindovsky.net/?s=timor), no agora denominado de Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (PCAFE), anterior Projeto Escolas de Referência de Timor-Leste (PERTL).

A mais recente manifestação pública de repúdio ao que no referido projeto se passa (uma parte muito pequena é tornada pública, relativamente ao muito que havia para dizer…), feita pelo Dr. José Ramos Horta, no dia 23 do passado mês, na sua página de facebook (https://www.facebook.com/officialramoshorta?fref=ts), agitou um pouco a situação, especialmente porque em tudo ia ao encontro do que a Lusa tinha noticiado dias antes, ao ponto de, poucos dias passados, se ter noticiado que o Ministro da Educação de Timor-Leste, “desconhecedor” da situação constrangedora, iria rapidamente tomar as medidas necessárias para a rápida resolução desta questão.

A verdade é que nada foi feito, a não ser uma movimentação muito grande para se saber quem tinham sido os docentes responsáveis pelas notícias!

A verdade é que os docentes deste projeto não recebem, desde janeiro, o complemento a que têm direito, encontrando-se, por isso, alguns em situações muito complicadas de vida, em situações limite. E não fosse a ajuda de colegas que os vão socorrendo estariam mesmo a passar fome!

Se esta situação fosse nova aceitar-se-iam as pretensas justificações feitas, contudo, a realidade revela algo bem diferente: desde o início do funcionamento deste projeto que os docentes vivem esta e outras situações vergonhosas (por exemplo, seguros que não existem ou se existem nada “seguram” e substituições que demoram anos a fazer-se)! Independentemente da altura do ano, da aprovação do orçamento, da mudança governamental, a situação tem sido sempre vergonhosa! Haja vergonha! Haja quem se importe!

A embaixada de Portugal “olha para o lado e assobia”; a coordenadora portuguesa é da opinião que os docentes não têm que lamentar-se, pois até recebem vencimento em Portugal; a coordenadora timorense apenas quer o seu lugar salvaguardado, nem que para isso tenha que mudar de opinião a toda a hora; o ME de Timor-Leste “nada sabia”, mas “se soubesse” já tinha resolvido o assunto; O ME de Portugal ainda existe? A avaliar pelo silêncio conivente que sempre demonstrou, desconfia-se que realmente já implodiu!

Haja coragem para deter esta vergonha. A verdade é que este é um falso projeto que apenas serve os interesses privados de alguns.

O receio de represálias, com fundamentos provados (veja-se o caso dos juízes portugueses), faz com que por aqui nos fiquemos, apenas identificados, por agora, como: um grupo de docentes completamente abandonados à sua sorte e que deseja ver a sua situação resolvida. Investiguem. Há muito por onde o fazer.

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Começou Hoje a PETetice Oral

PET

 

Diário de Notícias (13-04-2015)

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Entrevista de Paulo Guinote ao Jornal i

São 3 páginas de uma longa entrevista que o jornal i fez ao Paulo Guinote.

 

pg jornal i

pg entrevista

Entrevista completa aqui.

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