Tag: Contratados

Nuno Crato e a Implosão Definitiva da Excelência

Caros(as) Colegas,

Anexo ao presente e-mail a minha crónica de ontem no Jornal Público, na secção “Debate”, intitulada “Nuno Crato e a implosão definitiva da excelência”, refletindo acerca do processo de requalificação profissional docente, que, segundo a tutela, permitirá docentes de um grupo de recrutamento obterem habilitação profissional para outro grupo, que não o seu (num curtíssimo espaço de tempo).

Poderemos estar diante da transfiguração total das listas de graduação como as conhecemos até então!

Lê e partilha! O debate está lançado.

Abraço,

César Israel Paulo

 

NC_IMPLOSAO EXCELENCIA

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Reflexão – César Israel Paulo

Os professores contratados (a termo), a escola pública e a ação sindical

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A Questão da ADD nos Docentes Contratados

Que sendo apenas um pormenor não deixa de fazer sentido a questão que o Luís coloca.

Mas como os efeitos da avaliação nos contratados só tem implicações a partir de duas menções consecutivas de insuficiente, acredito que quem faz este concurso pouco se importe com estes pequenos pormenores.

 

 

Depois de ter estado quase 1h à espera que me atendessem o tel. no CAT… e, ninguém soube “ajudar-me”/esclarecer-me, pedindo-me que recorresse ao” e-concurso” (que só depois de o utilizar percebi que só posso colocar uma questão por dia e estou limitado a 500 caracteres… absurdo!)

E a resposta que me deram foi: “Boa tarde. Se nunca foi avaliado no âmbito do Estatuto da Carreira Docente terá de selecionar Não.”
A minha questão é em relação ao quadro:

add

No meu caso, nunca fui avaliado… (sou licenciado desde de 2008 mas, só consegui dar algumas aulas nas AEC).

Uma vez que o que está em questão é se fui avaliado com uma nota igual ou superior a BOM?
Ao responder, não! Estou a assumir que fui avaliado com uma nota inferior a bom! (O que não faz sentido nenhum!)

É óbvio que quem elaborou a aplicação não pensou nestes casos… o que não deixa de ser lamentável… não sei o trabalho que dá… mas, o que deviam fazer… era alterar esse campo na aplicação… e não, estarem a dizer aos professores para fazerem escolhas que não são verdadeiras…

Parece que o objetivo desta questão é apenas a atribuição da bonificação de 1 ponto a quem responde, sim. Mas, na prática não é só isso que vai acontecer, uma vez que nas futuras listas, serão distinguidos os professores que responderam “SIM” dos que responderam “NÃO”, ou seja, quem foi avaliado com “regular” ou “insuficiente”… e quem não foi avaliado…… não terá distinção… peço desculpa mas, não consigo concordar com isso…   🙁

A minha dúvida é se no futuro… quando tentar concorrer a uma oferta de escola… se não poderei ser “prejudicado” ao responder, não?

Luis Miguel Guerreiro

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Ex-Ministros Ajudam Professores Precários

…mas melhor era se o tivessem feito enquanto ministros.

Na edição de hoje do Diário de Notícias.

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Reportagem de Clara Viana no Público de Hoje

De professora contratada a “desempregada com pulseira electrónica”

 

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Evolução das Colocações de Contratados

Quadro com o número de contratados colocados por grupo de recrutamento até à reserva de recrutamento 14.

Estão incluídos nestes dados as colocações em renovação de colocação e em contratação inicial.

COLOCADOS ATÉ RR14 CI REN

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Síntese de Reunião (Contratados)

CONCLUSÕES DA REUNIÃO COM PROFESSORES CONTRATADOS

Síntese reunião professores contratados

 

No dia 2 de Outubro pelas 18:30h, realizou-se uma reunião na sede do sindicato SPZN, dirigida pela professora Laura Martins, com a presença dos dirigentes Eugénia Casais, Anabela Ferreira, e Paulo Pereira.

Foi feito um breve balanço e resumo histórico, acerca da evolução do corpo docente nos últimos anos, bem como, do papel determinante que o SPZN/FNE teve na vinculação dos professores num passado recente.

SPZN/FNE sempre defendeu que, deverão ser apuradas as reais necessidades do sistema de ensino, para posterior abertura de lugares de quadros, uma vez que, saíram milhares de professores do ensino, sem que estas vagas tenham sido recuperadas.

No debate, foram ouvidas as opiniões, dúvidas, receios dos professores em geral, e dos professores contratados em particular.

Uma preocupação de todos os presentes foi que, a renovação de contratos, não deverá ser um fator determinante para a VED (vinculação extraordinária de professores), uma vez que, está repleta de injustiças, com as sucessivas alterações de regras que foram acontecendo, sobretudo neste dois últimos anos e não respeita de forma alguma a graduação profissional e o tempo de serviço.

Uma das dúvidas apresentadas, prende-se com o facto de, para o próximo ano, estar já previsto o concurso para os quadros, daí que, exista alguma incompreensão e desconfiança em relação à VED.

No último concurso nacional, constatou-se que a mobilidade se centrou quase exclusivamente na dos professores dos quadros, das ilhas para o continente e de QZP para QA, sendo a vinculação de professores contratados quase residual.

Uma das sugestões para a vinculação de professores foi no sentido de igualar as exigências do sector público e privado (empresarial), onde ao fim de três anos de contrato (de acordo com a lei geral do trabalho), as empresas (entidades patronais) têm de passar os trabalhadores aos quadros. Porque não exigir o mesmo ao estado português? Respeitando a graduação profissional e antiguidade para o efeito.

Houve consenso que, no concurso nacional, as vagas que ficam livres pela mobilidade do concurso interno, devam automaticamente ser tidas em conta nesse mesmo concurso.

Foi referido também que o levantamento de vagas para a vinculação extraordinária deva incluir os TEIP e as escolas  com contrato de autonomia.

A criação de uma bolsa de professores vinculados extraordinariamente afetos a uma zona geográfica poderia eventualmente ser benéfico para o sistema, evitando, ou atenuando desta forma, que todos os anos tenham de ir a concurso de contratação um número tão significativo de docentes.

O fim da contratação de escola foi muito reivindicado dado que tem gerado situações injustas para os candidatos (pelas decisões apressadas que têm de tomar), para as escolas (pela morosidade do processo de seleção) e para os alunos que acabam por ter professores colocados tardiamente.

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Contos

O tempo de grande crise em Portugal está marcado pelo desprezo pela educação e pelo desprezo pelos professores que durante anos educaram e formaram gerações de homem e mulheres.

Dia 27 é dia de mais uma grande manifestação, desta feita não só de professores como também de todos os portugueses.

Eu não me manifesto, tenho horror a grandes massas, no entanto, como professor contratado, sinto-me impelido a demonstrar a minha indignação perante a situação do ensino, o meu desprezo por aqueles que todos os dias criam leis que dificultam a árdua tarefa de ensinar jovens, o meu descontentamento pelas horríveis condições de trabalho que um profesor tem de enfrentar.

Estou no ensino como profesor contratado e passo igualmente muitas dificuldades, como é sabido de  todos e estou solidário com todos os meus colegas.

É preciso denunciar a Portugal e de todas as maneiras possíveis o que estes ministros têm feito ao ensino em Portugal.

Esta estória forma de indignação que pretende denunciar as políticas desfazadas no tempo que arruinam professores e jovens.

Com os melhores cumprimentos

Professor contratado

 

Clicar na imagem para o ler.

 

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Anos de Serviço por Grupo Disciplinar

Para não andarem a criticar-me por apresentar apenas os dados dos docentes com mais de 10 anos de serviço deixo aqui os quadros com o número de anos de serviço de todos os docentes que se encontram nas listas definitivas de ordenação. O primeiro quadro tem apenas os docentes que concorreram na 1ª prioridade e o segundo quadro os que concorreram na 2ª prioridade.

 

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Boleias Portugal – Grupo do FB para Partilha de Boleias

Ora aqui está mais uma excelente ideia para os tempos de crise que pode ser acedida nesta página do Facebook.

A forma de transporte que aconselho para quem é da zona do Porto e fica colocado no Algarve é usar o vôo da Ryanair comprando as viagens com alguma antecedência. O preço e a rapidez das viagens, o sol e o preço das casas na época baixa são vantagens que tornam o Algarve mais atrativo do que tudo o que fique abaixo do Mondego.

Agora não se lembrem todos de concorrer para o Algarve, ok?

 

Somos um grupo de amigos, dois dos quais professores contratados e estamos a partilhar este perfil de facebook, onde se encontram boleias para várias rotas de viagens disponíveis, caso queiras partilhar no blog.

Podem ser úteis para os professores irem trabalhar diariamente e também irem a casa mais frequentemente ao fim-de-semana.
Basta que cada pessoa interessada adicione o grupo de boleia desejado ou adicione pessoas que eventualmente estejam interessadas nessa(s) mesma(s) rota(s).

O grupo “Boleias: Porto-Lisboa … e … Lisboa-Porto!!” tem cerca de 5000 membros e já funciona muito bem..

Os restantes grupos ainda estão no início, por isso quantas mais pessoas se inscreverem melhor.

Caso hajam mais rotas a sugerir são sempre bem vindas.

Obrigado

http://www.facebook.com/boleias.boleias

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Blogosfera – Educar Portugal

Há três tipos de professores contratados: os que se mexem, os que estão quase a mexer-se e os que nunca se mexerão!

 

Assim, só podemos contar com os primeiros e com a segunda classe de professores contratados. Portanto o trabalho está em convencermos este segundo tipo de professores. Apostaria que nem os vamos precisar de convencer. É só esperar pelo dia 1 de Setembro!

 

 

 

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A Vínculação Extraordinária, Hoje na RTP1

Provedor de Justiça considera que regime de contratação viola direiro comunitário

O Provedor de Justiça já enviou um ofício ao Ministério da Educação. Há diferenças no salário e nas horas de trabalho entre os docentes efectivos e com contrato a termo não estando assegurado “o principio da não discriminação”. As habilitações complementares, como Mestrado e Doutoramento, também não servem para a progressão na carreira.

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Confirmada a Disponibilidade Para a Vinculação de Contratados

… por parte do MEC.

Palavras de João Dias da Silva à TVI no fim da reunião com Nuno Crato.

 

 

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Uma Evidência Pré-Anunciada

Professores contratados podem não conseguir colocação

 

Os professores contratados estão em risco agravado de não conseguir colocação nas escolas. Os estabelecimentos de ensino estão a finalizar os mapas de horários e a dispensar muitos dos docentes a contrato.

 
No entanto ainda existem possibilidades de reconduções que poderão ser anuladas pela obrigatoriedade de uma mobilidade de cerca de 7000 docentes dos quadros que quer queiram quer não estão em concurso para lugares onde neste momento existe alguma esperança pela renovação de colocação.

Pior do que isso. Os docentes dos quadros não colocados em 31 de Agosto regressam à sua última escola à ESPERA DE COLOCAÇÃO EM RESERVA DE RECRUTAMENTO.

Infelizmente não será apenas nas lista de 31 de Agosto que poucos docentes contratados serão colocados. Preve-se também uma ausência de colocações ao longo de todo o ano letivo pelo número de DACL de diversos grupos de recrutamento que continuarão nessa reserva.

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Um Movimento com Pernas para Andar

O grupo de trabalho constituído em prol da Vinculação dos Professores Contratados, esteve reunido todo o dia (e noite) de ontem, na cidade de Lisboa, no sentido de estruturar a sua ação imediata na defesa dos professores contratados deste país, que ano após ano se mantêm no sistema público de ensino em situação laboral precária.

Nesta reunião foram analisadas as mais variadas possibilidades de uma ação judicial individual, ou coletiva, tendo em conta as informações obtidas numa reunião precedente com um reconhecido gabinete de advogados. Relativamente a este assunto, foi-nos dada a garantia, por parte desse gabinete, de que a nossa causa tem reais “pernas para andar”, situação que muito nos alentou, e nos reforçou a energia para a grande luta que se avizinha.

Analisamos ainda, na presente reunião, com o máximo cuidado e atenção (e com o apoio de uma assessoria jurídica), o parecer de Sua Excelência o Provedor de Justiça, relativo ao exercício de funções docentes ao abrigo de contratos sucessivos, e princípio da não discriminação das condições de trabalho – Análise da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de junho de 1999, respeitante ao acordo-quadro CES, UNICE e CEEP relativo a contratos de trabalho a termo. Quando a este importante documento, concluímos que existem condições para que sejam interpostas as referidas ações judiciais contra o Ministério da Educação, no sentido de salvaguarda dos direitos do trabalho.

Durante os próximos dias realizaremos novas reuniões de trabalho, e serão já, a todos os professores contratados deste país, indicadas ações reais a colocar em prática, num preciso momento em que se espera (face às notícias mais recentes) um mega despedimento, senão despedimento total e massivo, de todos os professores contratados deste país, que foram, ano após ano, satisfazendo as necessidades permanentes do sistema de ensino português.

Colegas e amigos, a LUTA VAI COMEÇAR. Só com a UNIÃO DE TODOS neste processo ATINGIREMOS O NOSSO OBJETIVO – O DIREITO À VINCULAÇÃO DOS PROFESSORES CONTRATADOS, que TODOS NÓS AMBICIONAMOS HÁ TANTOS E TANTOS ANOS !!!!!!!

ESTAMOS JUNTOS, ESTAMOS VIVOS!!

… E ESTAREMOS TODOS EM LISBOA NO DIA 12!!

ATÉ QUINTA!!

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Se Der Para Prolongar o Contrato

…até à decisão final do recurso eu comparecia à reunião.

Não será caso único mas que demonstra claramente o abuso que tem sido seguido por alguns diretores na cessação dos contratos e em muitos casos não cumprindo a legislação que também determinam prazos legais para o fazerem.

 

Este ano, tal como muitos professores, assinei um contrato a termo incerto e fui dispensado do serviço a 22 de junho, data da última reunião, fiquei com 16 dias de férias para gozar. Entretanto, hoje recebi um telefonema da minha escola a pedir para interromper as férias, pois tinha havido um recurso e portanto, tinha que estar presente no conselho de turma, estando eu a gozar férias, sendo que termino dentro de poucos dias. Não sei até que ponto isto é legal e por mim não iria a essa reunião, mas uma coisa é certa, os professores contratados estão a ser usados e descartados como nunca.

Com os melhores cumprimentos

A

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Professores Contratados Temem Desemprego

Está a aumentar o receio entre os professores contratados. Há docentes há mais de onze anos no ensino, sempre com contrato a termo. E agora, com o aumento de alunos por turma, muitos temem ficar sem trabalho.

“… A RTP contactou o Ministério da Educação, mas sem resposta até ao momento.”

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O Drama Normal de um(a) Contratado(a)

“Será que vou trabalhar para o ano?” As incertezas dos professores contratados

 

O final do ano lectivo representa o início da angústia e da ansiedade daqueles que ensinam a termo.

 

Carla Oliveira vive em Coimbra mas, em busca de uma colocação, já percorreu o país. É assim para os professores contratados: o último dia de aulas pode também ser o último dia de trabalho. São milhares nesta situação em Portugal.

“Assim que terminam as aulas e começam as primeiras reuniões de avaliação, a sensação é: será que vou fazer isto pela última vez?”, confessa Carla Oliveira à Renascença.

E férias? “Féria nenhumas! São todas passadas a ler blogues, a ler notícias, a estar atenta a alguma coisa que possa sair da parte do Ministério, que nos possa dar a mínima esperança para um futuro um bocadinho melhor”, revela a professora que tirou o curso há 11 anos.

Como contratada, Carla Oliveira, mãe de uma criança de cinco anos, vive em busca de uma colocação, sempre incerta. E as perspectivas para o ano não são animadoras.

“Se calhar, praticamente todos os professores contratados vão ficar sem emprego. A seguir, haverá um maior número de professores com horário zero. Isto, obrigatoriamente, vai-se repercutir ao nível da qualidade do ensino”, avisa, acrescentando que são “muitos mesmo” os professores que vão ficar de fora.

Ainda assim, para o ano, Carla vai voltar a concorrer para todo o país. Porque precisa de trabalhar.

Os sindicatos dizem que as mais recentes medidas do Ministério da Educação, tal como a revisão curricular e os mega agrupamentos, ameaçam levar para o desemprego dezenas de milhares de docentes.

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Entrevista a César Paulo no Educare

Nova “página” na luta contra a precariedade

Têm horários completos e contam anos consecutivos de serviço, mas não têm lugar nos quadros das escolas. Os contratados recusam a lógica ministerial que os identifica como uma necessidade transitória do sistema. Unidos através do Facebook, 17 mil professores reivindicam a vinculação.  

A dúvida permanece em cada professor contratado: “Serei uma necessidade transitória?”, questiona César Israel Paulo, o porta-voz do recém-criado Movimento pela Vinculação dos Professores Contratados. Usando uma página da rede social Facebook, este professor contratado está a mobilizar a união de todos os que se encontram na mesma situação.

Reivindicam “o total respeito pela lei nacional e internacional vigente“, traduzido na integração nos quadros de milhares de contratados. A começar por todos os docentes com pelo menos três anos sucessivos de serviço.

continua

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Carta a Mário Nogueira

…enviada pelo peticionário da petição à UE e posterior queixa ao Tribunal de Justiça da UE.

Esta chamada de atenção de Jorge Costa vem no sentido de salvaguardar o tempo de serviço de cada um dos docentes de forma a encontrar mecanismos que permitam a vinculação dos docentes em função da sua antiguidade em detrimento de um mecanismo legal pela sucessiva renovação de contratos.

” Exmo. Sr. Professor Mário Nogueira

Escreve-lhe o autor da Petição à AR de Portugal discutida em Plenário em 8 de Abril de 2010 que resultou nas recomendações de realização de um concurso extraordinário para vinculação de professores contratados com dez ou mais anos de serviço, e também autor da Petição à UE e posterior queixa ao Tribunal de Justiça da UE. Venho por este meio mostrar a minha indignação pelas notícias vindas a lume acerca de a Fenprof estar a ponderar avançar com uma queixa idêntica ao Tribunal de Justiça da UE, no sentido de exigir a vinculação de todos os professores contratados que renovaram contrato nos últimos quatro anos (notícia do DN de 12/6/2012). Ora, como o colega saberá, existem no sistema professores que estão a contrato a termo há 10, 15 e 20 anos, sem nunca terem permanecido na mesma escola, ou seja sem terem renovado contrato no mesmo estabelecimento de ensino, mas trabalhando, ano após ano, sempre para a mesma entidade patronal, ou seja, para o Ministério da educação. Portanto, considero que a Fenprof age mal se levar por diante uma pretensão de inclusão nos quadros unicamente daqueles professores que, no meio da aleatoriedade dos concursos de professores, tiverem tido a sorte de “cair” numa escola que depois lhes renovou o contrato. Caro Mário Nogueira, entendo que se a Fenprof finalmente quer fazer algo de concreto pelos professores contratados, deve fazê-lo bem, não deixando cair nas suas reivindicações os professores com muitos anos de serviço, centenas deles, senão milhares, com cerca de 20 anos de serviço, sempre a trabalharem em escolas diferentes. Tanto mais que, dessa forma, ocorreriam situações de professores menos graduados a ficarem nos quadros só porque foram os felizes contemplados na lotaria dos concursos a ficarem na escola que depois lhes renovou durante 4 anos o contrato.

Mário Nogueira, envio-lhe toda a argumentação que apresentei à comissão de Petições da UE para posterior encaminhamento para o tribunal de Justiça da UE. Deixo à consideração do colega e dos advogados da Fenprof, a possibilidade de tomarem estes documentos como uma referência para a queixa que irão apresentar a este tribunal. Mas, alerto desde já que os termos em que coloquei essa queixa englobam todos os professores contratados, independentemente de terem ou não renovado contrato com determinada escola.

Caro colega, toda a correspondência que enviar para a Fenprof será divulgada publicamente no blog pessoal e em blogs que o queiram fazer, assim como no Facebook e em fóruns virtuais, uma vez que considero ser um assunto do domínio público.

Com os melhores cumprimentos,”

Jorge Costa

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Pergunta da Semana a Marcelo

Por sugestão do peticionário da queixa ao tribunal europeu, Jorge Costa, foi sugerida a formulação de uma questão ao Professor Marcelo para o programa do próximo domingo.

Tendo em conta a elevada adesão dos professores ao movimento criado para a vinculação dos professores contratados aguarda-se que esta pergunta seja enviada por milhares de professores contratados. Se acharem por bem na formulação da pergunta colocar a vossa situação enquanto contratados, nomeadamente os anos de serviço e o número de contratos devem-no fazer. Podem também anexar o link para o ofício do provedor de justiça enviado ao ministro da Educação e a Directiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999

O email para o envio da questão é este [email protected]  e o assunto deve ser este: vinculação de professores contratados

O que pensa acerca do facto de os professores contratados, independentemente das escolas públicas onde lecionaram, estarem há 10, 15 ou 20 anos a contrato a termo sem nunca entrarem para os quadros das escolas“.

Ou em alternativa, esta questão sugerida na caixa de comentários.

“O que pensa acerca do facto de os professores contratados, independentemente das escolas públicas onde lecionaram, estarem há mais de 3 anos a contrato a termo sem nunca entrarem para os quadros das escolas, ignorando o ofício do provedor de justiça enviado ao ministro da Educação e a Directiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999 ?”

Este é apenas mais um pequeno passo para manter o tema aceso na comunicação social e despertar a opinião pública para esta problemática.

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Ofício do Provedor de Justiça Anexado à Queixa ao Tribunal de Justiça da UE

Informação dada pelo autor da petição ao parlamento europeu.

 

Do autor da Petição ao Parlamento Europeu, Jorge Costa

 

Tenho lutado, ao longo de 15 anos, pela vinculação dos professores contratados que estão há muitos anos numa situação de injusta precariedade. Resolvi avançar com duas petições: uma ao Parlamento de Portugal e outra ao Parlamento Europeu. A primeira resultou em duas recomendações da AR para que ocorresse a vinculação dos professores contratados com 10 ou mais anos de serviço. A segunda resultou numa queixa ao Tribunal de Justiça da UE, cujos documentos de instrução do processo podem consultar no blogue (…). Ontem mesmo, juntei ao processo o ofício do provedor de Justiça que nos dá razão, para que o Tribunal de Justiça da UE perceba que só o Estado português é que continua a ignorar esta injustiça social de grande alcance.

Continuarei a lutar para que se faça justiça.

Jorge Costa

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Docentes Contratados Vão Para Tribunais

Poucas horas após a criação do Movimento pela vinculação de professores Contratados surge hoje em vários jornais a referência a este movimento.

No Jornal Público é feita referência a Jorge Costa que fez seguir uma queixa para o Tribunal Europeu e da qual já dei conhecimento em post anteriores do ponto de situação.

O DN tem uma breve entrevista com o César Israel Paulo criador do movimento no FB que conta neste momento já com 6418 membros.

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Movimento pela vinculação de professores contratados

Foi criado hoje no FB um movimento denominado Movimento pela vinculação de professores contratados que tem por objetivo obrigar o estado à vinculação dos professores contratados com mais de 3 anos de serviço e/ou levar a tribunal o MEC pelo não cumprimento da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999.

O Movimento criado pretende também nas próximas semanas organizar um encontro nacional de professores contratados de forma a ter mais força para os objetivos que pretendem alcançar.

Uma boa iniciativa do César Israel Paulo que podem acompanhar no link em cima.

 

Caros Colegas,
Um grupo de professores a que pertenço tem insistido há vários anos na necessidade do cumprimento da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999.
Considerando que a chama foi novamente acesa estes dias, pela saída na comunicação social de uma notícia que refere a obrigatoriedade do estado português cumprir este normativo legal, temos de agir com a maior brevidade na perspectiva de que os nossos direitos sejam salvaguardados, e seja cumprida a vinculação dos docentes contratados com mais de 3 anos de serviço.
Temos já um grupo de professores decididos em avançar com uma ação judicial contra o MEC, e teremos brevemente uma reunião com um advogado neste sentido.
Gostaríamos do apoio de todos os que quiserem abraçar esta causa, e ver o seu problema profissional resolvido definitivamente.
Colocarei brevemente mais informação neste espaço.
Por favor divulguem este movimento.

JUNTOS VENCEREMOS!

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Um Caminho Para a Integração dos Professores no Quadro

Nos próximos posts irei proceder à análise de alguns documentos que podem obrigar o estado português a integrar no quadro os docentes com sucessivos contratos a termo ou a intentar ações de responsabilidade civil contra o estado conforme foi confirmado pelo provedor de justiça neste ofício e que decorre da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999.

Lê-se no anexo IV do referido ofício que compete aos interessados duas possibilidades:

a) Intentar ações judiciais tendentes a obter, por aplicação do Direito da União Europeia, a conversão dos respetivos contratos, cujo equacionamento cuidado, em alguns casos, não é de afastar; e/ou


 b) Intentar ações de responsabilidade civil extracontratual contra o Estado por violação de direito dos docentes à proteção conferida pela Diretiva em referência.

 

Agora vou analisar o que se tem feito ao nível do tribunal europeu para que o estado cumpra o direito consignado na Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999.

Todos os elementos referentes ao(à) peticionário(a) e outros que estejam identificados em situações de exemplos estão retirados dos próximos documentos, ficando apenas visíveis os decorrentes das listas de colocações.

Deu entrada em finais de 2009 uma petição no parlamento Europeu que é transcrita de seguida, ficando para outro post a resposta dada pelo MEC e o seu desenvolvimento até aos dias de hoje.

 

O Estado Português não cumpre o princípio de igualdade de tratamento dos cidadãos no que se refere à segurança e estabilidade no emprego e à justa retribuição do trabalho docente, nomeadamente no que diz respeito ao tempo que exige em termos de limite dos contratos de trabalho a termo no sector privado, não aplicando esse limite ao sector público, mas também à discrepância de vencimentos dentro do sector público para os trabalhadores docentes que exercem a mesma atividade com vínculos laborais diversos – contrato a termo e professores dos quadros. De facto, enquanto no sector privado, e reportando-nos ao caso dos professores do ensino básico e secundário, o Estado Português exige que a entidade empregadora vincule o trabalhador docente aos seus quadros ao fim de três anos de contratos anuais sucessivos, já no sector público, o professores podem ficar com contrato de trabalho anual a termo anos seguidos, chegando a existir centenas de professores com 10, 15 e até 20 anos de contratos a termo sem que o Estado Português assuma qualquer obrigação para si em vincular estes docentes aos seus quadros com um contrato permanente, sem termo.

 

A comprovar o que se disse, veja-se a Lei n.º 99/2003 de 27 de Agosto, denominada “Código do trabalho, e que se aplica ao sector privado, e nomeadamente o seu artigo 139º, nº 1 e 2, diz:

DIVISÃO II

Termo certo

Artigo 139.º

Duração

1 – O contrato a termo certo dura pelo período acordado, não podendo exceder três anos, incluindo renovações, nem ser renovado mais de duas vezes, sem prejuízo do disposto no número seguinte.

2 – Decorrido o período de três anos ou verificado o número máximo de renovações a que se refere o número anterior, o contrato pode, no entanto, ser objecto de mais uma renovação desde que a respectiva duração não seja inferior a um nem superior a três anos.”

Portanto o empregador privado, não pode exceder os três anos de contratos com o trabalhador, na pior das hipóteses ainda pode ir até seis anos de contratos a termo.

 

Mas, já no sector público, o Estado Português inibe-se desta responsabilidade de vincular o trabalhador ao fim de três ou de seis anos de contratos sucessivos, argumentando que o emprego público deve ser sempre obtido por concurso público e que, portanto, os contratos a termo nunca se podem converter em contratos sem termo, tal como refere o número 2 do artigo 92.º da Lei n.º 59/2008 de 11 de Setembro, denominada Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas”:

 

“ Artigo 92.º

Termo resolutivo

(…)

2 — O contrato a termo resolutivo não se converte, em caso algum, em contrato por tempo indeterminado, caducando no termo do prazo máximo de duração previsto no presente Regime ou, tratando -se de contrato a termo incerto, quando deixe de se verificar a situação que justificou a sua celebração.”

 

Assim, criando uma lei especial só para si, o Estado Português não cumpre a regra básica de proporcionar igualdade de direitos aos seus cidadãos, o que viola em primeira instância a Constituição da República Portuguesa mas também o princípio da igualdade de tratamento dos cidadãos, entenda-se aqui dos trabalhadores com funções da mesma natureza como é o caso dos professores do ensino público e do ensino privado.

 

Como prova evidente do que foi dito, apresenta-se a Lista de ordenação dos professores ao concurso para o ano 2009/2010, na qual figuram os professores que não estão nos quadros, denominados pela sigla “E” e que são os chamados “professores contratados”, vê-se claramente que muitos possuem um tempo de serviço que ultrapassa os seis anos de contratos precários. Veja-se este estracto dessa Lista:

Assim, vê-se claramente que, se contabilizarmos a soma dos dias de serviço docente antes e após o estágio profissional, atinge-se em vários casos um número de anos acima dos 15 anos de serviço docente como professor contratado com vinculo precário, ou seja, todos os anos sujeito a ficar sem o seu emprego, apesar de ter ultrapassado há muitos anos o limite de seis anos de contratos a termo(!).

 

Vemos no próximo estrato, agora da lista de colocação, que estes professores conseguem a sua colocação embora por mais um ano a somar a tantos anos de contrato a termo sem que o Estado Português aja da mesma forma que exige ao sector privado, com um prejuízo absolutamente deplorável para uma parte dos seus cidadãos, os que trabalham no sector público a contrato a termo, eternizando a sua precariedade laboral. A prova de que estes professores continuam a ser necessários é então dada pelo seguinte estracto da lista de colocação de professores a contrato a termo:

 

A atitude do Estado Português é meramente economicista, pois os salários que paga a estes trabalhadores docentes com muitos anos a contrato a termo é muito inferior ao dos docentes integrados no quadro e consequentemente na carreira. Ou seja, apesar de os professores contratados a termo exercerem exactamente as mesmas funções que um professor do quadro, recebem um salário que chega a ser 50% mais baixo do que este aufere, apesar de em muitos casos possuírem o mesmo tempo ou até mais anos de serviço exercidos como docentes do Ensino Público. De facto, os professores com contratos a termo, independentemente de terem 10, 15 ou 20 anos de serviço docente, são remunerados pelo índice 151 da tabela de vencimentos, que corresponde a  cerca de 1373 Euros. Ou seja, independentemente dos anos de serviço os professores contratados a termo estagnaram neste valor e não evoluem, portanto não usufruindo de um salário que esteja de acordo com a evolução dos índices ao longo da carreira docente. Já os professores dos quadros, com contratos sem termo, integrados na carreira docente, vão vendo os seus salários serem aumentados, e bem, de acordo com o seu tempo de serviço. Assim, e a título de exemplo, o Professor A, contratado a termo e com 18 anos de serviço, recebe no final do mês um salário ilíquido de cerca de 1373 Euros, enquanto que um professor B do quadro, exactamente com o mesmo tempo de serviço, ou seja, 18 anos de exercício da profissão, recebe 1982 Euros, ou seja um professor contratado ganha menos cerca de 600 Euros, apesar de ambos exercerem exactamente as mesmas funções e de trabalharem as mesmas horas semanais (!). Claro que, com o aumento dos anos de serviço a diferença entre vencimentos vai aumentando dada a estagnação indiciária do vencimento dos professores com contratos a termo.

As tabelas abaixo comprovam o que foi dito. O primeiro quadro refere-se aos professores contratados a termo. A segunda tabela refere-se à carreira docente, não aplicável aos docentes contratados a termo, mas sim aos docentes dos quadros, com contrato sem termo:

 

 

Para os professores do quadro a tabela é a seguinte (onde se progride conforme o tempo de serviço, sendo que aqui apresentamos um estracto que se refere a um professor com dezoito anos de serviço integrado no 4.ºEscalão de vencimento):

 

Ou seja, o Estado Português explora os seus trabalhadores mais frágeis, neste caso os professores contratados a termo, que auferem de vencimentos muito abaixo dos seus colegas que estão integrados nos quadros do Ministério da Educação, apesar de exercerem a mesma profissão, com os mesmos deveres mas, como se pode ver, sem os mesmos direitos. Tal atitude do Estado Português revela um desrespeito em relação a alguns dos seus cidadãos, que também são cidadãos Europeus de pleno direito. Tal atitude constitui em um atropelo aos Direitos Humanos dos cidadãos de um país Europeu. Por isso, a peticionante espera que o Parlamento Europeu se pronuncie e imponha ao Estado Português a imediata alteração desta situação que, por si só, configura uma aberrante discriminação destes cidadãos.

Nota – Em anexo são enviados todos os documentos que serviram de base a esta exposição, a saber:

–  Lei n.º 99/2003, de 29 de Agosto (Código do Trabalho)

– Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro (Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas)

– Lista de Ordenação dos candidatos à docência – Concurso de Professores 2009/10

– Lista de colocação 2009/10 – contratação a termo – Concurso de Professores 2009/10

– Tabelas anexas ao Despacho n.º 2563/2009, publicado no DR de 20/01/2009

 

Com os melhores cumprimentos,

 

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Uma Esperança Para os Contratados

Professores contratados em condições de reclamar o quadro nos tribunais 

O provedor do Justiça, Alfredo José de Sousa, admite que os milhares de professores que já cumpriram múltiplos e sucessivos contratos a termo possam vir, com sucesso, a intentar acções judiciais contra o Estado. Em causa está a não transposição para o regime jurídico português de uma directiva europeia de 1999 que visa evitar os abusos decorrentes da utilização dos contratos a termo.

 

Eis um caminho para a integração de professores contratados no quadro.

INFORMAÇÕES:

Ofício enviado ao ministro da Educação

Directiva 1999/70/CE do Conselho, de 28 de Junho de 1999

 

Porque não gosto de números lançados para o ar ao acaso fica aqui o quadro que elaborei para este post onde também estão incluídas as renovações para o ano letivo 2011/2012. Não são 12000, mas sim 7915.

Fica também aqui disponível o quadro elaborado através das listas provisórias do concurso de 2012/2013 com o número de candidaturas existentes de candidatos com tempo de serviço entre 5 e 9 anos e com mais de 10 anos de serviço para se preceber melhor a realidade destes números.

 

 

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Manifesto Contra a Prova de Ingresso

Na caixa de email

 

MANIFESTO CONTRA A PROVA DE INGRESSO NA CARREIRA DOCENTE

 

Bom dia!!

 

Os professores contratados, vêm por este meio, mostrar o seu manifesto contra a prova de ingresso na carreira docente que:
– desvaloriza a formação dos professores, bem como as instituições formadoras e seus docentes;
– anula a experiência acumulada dos professores nos seus anos de serviço lectivo;
– desvaloriza a avaliação anual de que os professores contratados são alvo;
– contradiz em absoluto o facto incontornável de os consecutivos Ministérios da Educação, incluindo o actual, terem considerado os professores contratados profissionalmente competentes para leccionarem, estabelecendo contrato, para agora pôr essa competência em causa;
– é injusta: São dispensados da prova quem obteve BOM até 24 de Junho de 2010 e São dispensados da prova quem obteve MUITO BOM depois de 24 de Junho de 2010-ONDE ESTÁ A JUSTIÇA???Porque não falam em anos lectivos!?
– é injusta: o “Bom” que é referido para a dispensa da prova não é considerado até ao final do ano letivo 2009/2010
– é injusta: divide docentes entre o antes e o depois de 24 de Junho de 2010, data esta que não pertence a termo de qualquer ciclo de avaliação.
– desvaloriza ainda todo o trabalho realizado até agora em prol da Escola e dos Alunos, trabalho esse feito em condições precárias (quer pessoais como profissionais), facto esse habitual nos actuais professores nos primeiros anos de serviço.
Estamos fartos, desgastados e revoltados com toda esta situação.
BASTA de injustiças e ilegalidades que fazem muitos dos professores desacreditarem desta Nação, deste Estado que se diz Democrático. As políticas deste ME, estão a provocar uma ENORME onda de indignação junto dos professores contratados, que parece querer destruir a toda a força e de forma desmedida a classe docente, desacreditá-la e espezinhá-la. Nós não somos um número, somos pessoas. Pessoas conscientes da importância que a nossa profissão tem na sociedade!
Não queremos mais desigualdades entre colegas, NÂO QUEREMOS ESSA PROVA INJUSTA
Queremos esta questão tem de ser RESOLVIDA NO IMEDIATO.

 

Cumprimentos

 

Os docentes contratados

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Números do Desemprego Docente

Desemprego entre professores disparou 120% no último ano

Apenas 451 docentes foram colocados na mesma área, de um total de 7.945 inscritos no IEFP. No ensino, um em cada sete desempregados são mulheres.

O número de professores desempregados mais do que duplicou no ano passado e o ensino foi o sector que mais cresceu no número de inscritos nos centros de emprego. No final de 2011, eram 7.945 os docentes do secundário e superior e profissões similares que estavam inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Mais 120% em relação ao ano de 2010, que terminou com 3.608 professores inscritos nos centros de emprego. Uma percentagem que sobe para 225% quando se compara o número de 2011 com o 2009, que se ficava nos 2.442.

Os dados constam do último relatório anual do IEFP, que retrata a “Situação do Mercado de Emprego”, e a conclusão é a de que o ensino foi a profissão que destacadamente sofreu maior crescimento percentual do número de desempregados, entre 2010 e 2011. Um panorama que se agrava, se for tido em conta que dos 7.945 professores inscritos nos centros de emprego apenas 451 foram colocados na profissão – embora aí se revele uma melhoria de 57% relativamente a 2010, ano em que só 287 foram colocados pelo IEFP.

O cenário no ensino é, de resto, desolador. A ocupar a segunda posição na tabela das profissões com o maior crescimento do número de desempregados estão os profissionais de nível de intermédio de ensino – docentes do ensino básico, primário, pré-primário e educadores de infância. Nesta categoria, a subida do número de inscritos no IEFP atingiu 40%, e no final de Dezembro de 2011 havia 5.368 docentes do ensino básico e educadores de infância nos centros de emprego. Mais 1.538 em relação a 2010, quando foram registados 3.830 inscritos.

Do universo de professores desempregados no ano passado – que representam 0,7% do total de 576.383 portugueses desempregados e inscritos no IEFP – a esmagadora maioria (71%) são mulheres e quase metade (44%) da zona Norte.

Taxa vai agravar
Apesar da percentagem esmagadora, os sindicatos não estão surpreendidos e dizem ter “consciência que o número de professores desempregados disparou no ano passado”, sublinha o dirigente da Fenprof, António Avelãs ao Diário Económico. Ainda assim, tanto a Federação Nacional da Educação (FNE) como a Federação Nacional de Professores (Fenprof) prevêem um agravamento na taxa de desemprego entre os docentes. “O próximo ano lectivo vai ficar marcado por uma diminuição no recurso a professores contratados”, alerta o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva. Isto porque, completa António Avelãs, as políticas educativas que têm vindo a ser adoptadas, como a revisão curricular – que extinguiu disciplinas como o estudo acompanhado e a área de projecto e suprimiu a disciplina de EVT – o alargamento do número limite de alunos por turma, e o encerramento de escolas que resulta da concentração dos agrupamentos escolares, vão ter como resultado “a diminuição da contratação de professores”.

Uma tendência que já se fez sentir em Setembro do ano passado, quando mais de 73% (37.253 de um universo de 47.732 candidatos) dos professores que foram a concurso não conseguiram um contrato. E em 2011 houve menos 25% (cinco mil) de colocações que em 2010.

No entanto, o número de contratados foi subindo durante as bolsas de recrutamento que foram surgindo durante o ano lectivo e o número de professores contratados chegou a cerca de 27 mil. Um número que, ainda assim, os sindicatos asseguram ser “insuficiente” e que representa “apenas 38% do universo de 110 mil docentes que estão no sistema de ensino”, explica Dias da Silva.

As inscrições para o concurso de colocação de docentes contratados arrancam no início de Abril. Contactado pelo Diário Económico, o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, garantiu “a realização do concurso nacional para a entrada nos quadros em 2013, tal como previsto na legislação.”

Educação contrata 632 trabalhadores
O Ministério da Educação deu ontem início ao processo de contratação de 632 trabalhadores para as escolas (563 assistentes operacionais e 69 técnicos), para exercer funções de auxiliares de acção educativa e para executar “tarefas de apoio indispensáveis ao funcionamento das escolas”, segundo um documento da tutela de Nuno Crato. As contratações vão ser feitas por tempo indeterminado (estes lugares actualmente são ocupados por trabalhadores contratados a prazo) e será dada prioridade ao pessoal não docente com contratos a termo certo celebrados no ano escolar de 2005/06 ou seguintes.

Retrato do professor desempregado

1 – 44% são da região Norte do País
Cerca de 44% (3.523) do total de 7.945 docentes desempregados e inscritos nos centros de emprego são da região Norte. Lisboa e Vale do Tejo ocupa a segunda posição com o maior número de professores desempregados, atingindo os 1.895, pouco mais do que a região Centro do País, onde no final de 2011 havia 1.847 inscritos.

2 – Maioria são mulheres
Em cada dez professores do ensino secundário, superior e profissões similares, inscritos nos centros de emprego, sete são mulheres. No final de Dezembro de 2011, apenas 29% destes 7.945 professores eram homens. Uma tendência que se verifica também nos docentes do ensino básico e entre educadores de infância, onde 84% são mulheres.

3 – Taxa sobe 225% em relação a 2009
O aumento de 120% no número de professores do ensino secundário e inscritos no centro de emprego entre 2010 e 2011 é ainda agravado ao serem comparados os números com o ano de 2009. Isto porque, em 2009 eram apenas 2.442 os docentes que estavam nos centros de emprego. O que significa uma subida de 225%.

4 – 6.913 estão no IEFP há menos de um ano
Do total de docentes do secundário inscritos no IEFP, 6.913 estão no centro de emprego há menos de um ano. Um número bastante superior aos 1.032 que estão nesta situação há mais de um ano. Tendência que também se mantém entre os docentes do básico, em que 4.376 (de um total de 5.368) estão no IEFP há menos de um ano.

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Blogosfera – Professores Lusos

Vinculação dos Professores Contratados

O Álvaro Vasconcelos iniciou no blog Professores Lusos uma rúbrica dedicada à vinculação dos professores contratados. Este tema aumentou de intensidade após a assinatura do acordo sobre o diploma de concursos em que foi notório que com este acordo se abriu algumas portas para a vinculação dos professores contratados para o concurso de ingresso a realizar em 2013.

O próprio SPZN apresenta um cartaz que tem como objetivo da sua pirâmide como próxima “conquista” a vinculação de professores contratados e aponta esse como um dos grandes objetivos para um futuro muito próximo.

E existem grande possibilidades de no próximo concurso de ingresso abrirem todas as vagas necessárias por algumas das razões que apontarei de seguida:

  • O fim da ajuda internacional, segundo Vitor Gaspar, termina no dia 23 de Setembro de 2013;
  • A rede escolar ficará encerrada definitivamente a 31 de Agosto de 2013;
  • Em 1 de Setembro de 2013 prevê-se que seja o ano de arranque na sua totalidade da nova estrutura curricular.

Enquanto não for conhecido o documento da revisão da estrutura curricular não consigo apontar números para a vinculação de professores contratados em 2013. Segundo as minhas contas com este currículo era possível abrir cerca de 10000 lugares de quadro (não encontro o post com esses números).

Com o novo currículo esse número baixa significativamente, contudo haverá sempre alguns grupos onde haverá mais necessidades do que outros para ingresso na carreira. Com alguma facilidade digo que os grupos 100, 110, Português e Matemática do 2º e 3º Ciclo e Secundário estão mais resguardados e não irão sofrer as reduções que afetarão quase todos os outros grupos com maior ou menor intensidade.

Voltarei a este tema com dados concretos logo que seja conhecida a revisão da estrutura curricular e com os dados que disponho sobre as necessidades por grupo de recrutamento.

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Número de Contratados (Ana Drago vs Nuno Crato)

No Passado dia 6 de Março Nuno Crato esteve presente novamente na Comissão de Educação e Ciência e entre Ana Drago e Nuno Crato assistiu-se também a um debate sobre o número de contratados no ensino público.

Ana Drago por duas vezes refeiru que o número de professores contratados eram de 28000 (0:37 e 3:07) ao que Nuno Crato respondeu que apenas haviam neste momento 15817 (7:00) e pediu a Ana Drago que lhe indicasse onde recolheu esses dados.

 

Os dados que Ana Drago usou foram os publicados neste post

Transcrevo o que disse na altura.

Depois de ter identificado 9000 ofertas de escola desde Agosto para os diversos grupos de recrutamento,  desenvolvimento de projectos e técnicos especializados e juntar a este número os 395 contratos para as áreas específicas de dança e música dos conservatórios e  adicionar os 7915 contratos renovados para 2011/2012 mais os 4834 colocados na lista de 31 de Agosto e ainda acrescentar os 1465 colocados na BR1, os 3054 colocados na BR2 e os 1048 colocados na BR3 teremos em exercício de funções nas escolas portuguesas  públicas do continente, no dia 3 de Outubro de 2011, 27711 ”docentes” a contrato.

Não havendo dados oficiais do MEC estes números são os únicos conhecidos e  comprovados pela recolha que foi feita até hoje.

Se porventura Nuno Crato quiser confirmar os números é só seguir os links com todos os dados que estão comprovados.

Deixei de apresentar os números totais de contratados nessa altura por uma única razão: a partir do dia 30 de Setembro era possível que exitissem docentes colocados noutras escolas que tinham terminado contratos de um mês e assim voltarem a ficar colocados e desvirtuarem o número total de contratados.

Para quem precisar de recolher outros dados sobre o número de contratados basta procurar no blog ou ver estes posts: números de ofertas de escola totais até 29 de Fevereiro ou listas da Bolsa de Recrutamento até 28 de Dezembro. (a lista de colocados em todas as bolsas em formato excel é prenda minha, façam bom uso 😀 )

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Cortes na Educação atingem 20 mil professores contratados

Para atingir 102 milhões de poupança inscritos no relatório do OE/2012, é necessário um corte drástico no corpo docente a contrato.

O Ministério da Educação pretende poupar, em 2012, 102 milhões de euros com professores contratados. Um objectivo que, para ser cumprido, implica que cerca de 20 mil profissionais não tenham lugar nas escolas no próximo ano lectivo.

A medida de poupança vem inscrita no relatório do Orçamento de Estado para 2012. No documento, o Governo explica que estes 102 milhões de euros – de uma redução de despesa global que deverá atingir os 600 milhões de euros nas pastas da Educação e da Ciência – serão conseguidos através da “supressão de ofertas não essenciais no ensino básico.” Concretizando, o ministério adianta que ali se incluem medidas como a supressão da área de projecto nos 2.º e 3.º ciclos; o ajustamento do estudo acompanhado no 2.º ciclo e a sua supressão no 3.º ciclo; e em “outras a anunciar oportunamente”. E terão de ser várias. A fusão das disciplinas de História e a Geografia, o fim do par pedagógico em Educação Visual e Tecnológica (passando de dois professores para apenas um), o fim do carácter obrigatório da segunda disciplina estrangeira ou até a redução de horas a Educação Física são algumas das hipóteses avançadas.

Certo é que esta é uma poupança que diz directamente respeito a uma diminuição de encargos com salários de professores contratados. Um universo que, apurou o Económico, se situa já na casa dos 27 mil, depois da 5.ª bolsa de recrutamento, que ocorreu no passado dia 13 de Outubro.

Esta notícia do Diário Económico vem no seguimento de outras notícias que referem os mesmo cortes curriculares para 2012/2013. Como já disse na altura estas são notícias que ainda não passam de especulação e que tiveram início em postas de pescada lançadas para a comunicação social.

O mais curioso é que o relatório do OE2012 é específico a anunciar medidas para 2012 que já se concretizaram em 2011, também deve acontecer o mesmo quando é anunciado para 2012 o aumento do número de alunos por turma.

 

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Blogosfera – educar A educação

ADD de professores contratados ainda por concluir!

 

Mas não foi só numa escola! E quase de certeza que o tempo de serviço de 2010/2011 dessa escola já foi validado.
Enfim…

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Lista ao Pai Natal

Bloco quer que professores com três anos de serviço ingressem no quadro das escolas

O BE apresentou hoje um projecto de lei na Assembleia da República (AR) no qual defende o ingresso de professores com três anos de serviço nos quadros das escolas.

Concordo com uma abertura de vagas de acordo com as reais necessidades das escolas e até aceito que não haja alteração de posição remuneratória pelo ingresso de carreira até 2014, mas dizer que os 3 anos de serviço são condição para ingresso no quadro parece uma condição irreal.

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Bolsas Comparadas

Dados do lm

Comparando o número de contratados colocados atá à 5ª bolsa de recrutamento existem menos 9931 docentes.

Como não consigo comparar o número de contratados colocados até à data de hoje em Contratação de Escola não posso dizer se estes números representam a verdadeira redução do número de docentes nas escolas públicas portuguesas.


NOTA: Atenção que os números das Bolsas de 2010 e 2011 não representam o número de docentes colocados em cada uma das bolsas, mas sim o número de horários em concurso.

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Noite de resistência

Professores que pernoitaram no Ministério querem reunir com Nuno Crato

Os professores que passaram a noite no átrio do Ministério da
Educação mantêm a decisão de reunir com Nuno Crato para denunciar os erros ocorridos na colocação de professores contratados no concurso deste ano.

“Vamos continuar a nossa luta”, garantiu ao JN Belandina Vaz, professora de História, que dormiu no átrio do Ministério da Educação. “E apelamos a todos os professores, a todos os precários que se juntem ao protesto“.

Os professores que pernoitaram no ministério, cerca de 12, estão agora reunidos com outros docentes para decidiram quais as próximas acções a tomar.

Consideram-se lesados na segunda bolsa de colocação de professores
contratados, afirmando que em alguns casos foram ultrapassados por centenas de colegas menos graduados porque não se candidataram a horários temporários, mas apenas aos horários anuais.

“Queremos demonstrar os erros cometidos pela Plataforma neste concurso”, explicou Belandina Vaz, de 37 anos, contratada há 12 anos. “Há professores com 15 e 20 anos de contratos que ficaram sem colocação”, explicou ao JN.

“Os professores devem pertencer a outro quadro laboral para ser possível passar tantos anos a contrato, já que a lei laboral estipula um máximo de três contratos para os restantes trabalhadores”, sublinhou a docente.

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27711 Contratados nas escolas Portuguesas

Depois de ter identificado 9000 ofertas de escola desde Agosto para os diversos grupos de recrutamento, desenvolvimento de projectos e técnicos especializados e juntar a este número os 395 contratos para as áreas específicas de dança e música dos conservatórios e adicionar os 7915 contratos renovados para 2011/2012 mais os 4834 colocados na lista de 31 de Agosto e ainda acrescentar os 1465 colocados na BR1, os 3054 colocados na BR2 e os 1048 colocados na BR3 teremos em exercício de funções nas escolas portuguesas públicas do continente, no dia 3 de Outubro de 2011, 27711 “docentes” a contrato.

Não havendo dados oficiais do MEC estes números são os únicos conhecidos e comprovados pela recolha que foi feita até hoje.

Estes são números que merecem uma reflexão séria e que refletem muito do descontentamento que existe na classe docente. Mais importante do que ter sido encontrada uma solução pacífica para a Avaliação Docente é urgente que se encontre também uma resposta para esta instabilidade no corpo docente especialmente para quem ainda se encontra a contrato. Durante os próximos tempos tentarei colocar a debate a forma como um próximo modelo de concursos pode servir para tentar ultrapassar este problema.

Esta preocupação não é exclusivamente portuguesa e foi associada ao dia 7 de Outubro pela Confederação Internacional de Sindicatos uma campanha mundial pelo direito ao trabalho digno que este ano tem como tema o trabalho precário.

Nota: é possível que o número seja maior tendo em conta que não consegui contabilizar 3 ou 4 grupos nas diversas bolsas de recrutamento, contudo não haverá mais de 200 colocados nestas 3 bolsas.

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Este Blog está solidário com esta LUTA

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Compensação por caducidade do contrato

Tudo aponta para que o MEC seja obrigado a reconsiderar a ausência de compensação por caducidade de contrato que saiu na circular de 8 de Junho. Aguarda-se desenvolvimentos futuros.

Provedoria de Justiça confirma direito a pagamento de compensação por caducidade do contrato

 

 

 

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Questionário Professores Contratados

Conforme dei conta aqui, o SPZN/FNE está a elaborar um estudo para obter informações precisas sobre a situação de contrato de cada um dos sócios que representa, sendo que também os não sócios o podem fazer. Esta informação contribuirá para uma melhor negociação e para a elaboração de uma proposta do SPZN/FNE a entregar ao Ministério da Educação.

Não acreditando muito que em 2011 possa existir qualquer possibilidade de abertura de concurso para ingresso nos quadros, não deixa de ser interessante demonstrar o erro sucessivo do estado português em não fazer cumprir regras que ele próprio define para o sector privado.

Quem tiver disponibilidade de preencher o questionário deve enviá-lo por mail para [email protected] até ao dia 10 de Dezembro.

Fica aqui disponibilizado novamente o questionário em formato word e excel.

Entendo que todo o contributo que sirva o interesse particular dos professores contratados deve ser motivo para fazer a divulgação deste estudo.

Se me for facultado o resultado do tratamento dos dados coloco-os aqui.

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Os efeitos imediatos do OE2011

Foram sentidos logo no primeiro dia útil após a aprovação do Orçamento de Estado para 2011.

O Paulo deu conta aqui do mail enviado às escolas que interrompem o pedido de horários para Bolsa de Recrutamento a partir do dia 30 de Novembro até ao dia 29 de Dezembro.

Exmos. Srs. (as) Directores (as) de Agrupamentos de Escolas/Escolas Não Agrupadas

1. A DGRHE informa que as colocações de professores através da Bolsa de Recrutamento se efectuaram até dia 29 de Novembro. Após esta data, verificar-se-á uma interrupção nas colocações através da Bolsa de Recrutamento até ao dia 30 de Dezembro, data em que, no presente ano lectivo, se efectuará este tipo de colocações pela última vez, nos termos do disposto no Decreto-lei 20/2006, de 31 de Janeiro com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei 51/2009, de 27 de Fevereiro.

2. Mais se informa, contudo, que nos termos dos normativos legais mencionados no ponto anterior e no que diz respeito aos candidatos dos quadros sem componente lectiva que se encontram em concurso (DACL), a Bolsa de Recrutamento continuará em funcionamento até ao final do ano lectivo.

3. No que se refere à aplicação da contratação de escola, a mesma estará indisponível no período de 30 de Novembro a 29 de Dezembro, inclusive, para qualquer tipo de necessidade, passando a estar disponível a partir do dia 30 de Dezembro, para as situações previstas nas alíneas b) e c) do artigo 2º do Decreto-Lei nº 35/2007, de 15 de Fevereiro (técnicos especializados e desenvolvimento de projectos).

4. A partir do início de Janeiro de 2010 todas as colocações, com excepção das referidas no ponto 2, serão efectuadas por contratação de escola.

Nota: Durante este período todas as funcionalidades estarão disponíveis, excepto a funcionalidade de “Adicionar Horários”. 

Melhores Cumprimentos,

O Director-Geral

Mário Agostinho Alves Pereira

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