Nuno Crato e a Implosão Definitiva da Excelência

Caros(as) Colegas,

Anexo ao presente e-mail a minha crónica de ontem no Jornal Público, na secção “Debate”, intitulada “Nuno Crato e a implosão definitiva da excelência”, refletindo acerca do processo de requalificação profissional docente, que, segundo a tutela, permitirá docentes de um grupo de recrutamento obterem habilitação profissional para outro grupo, que não o seu (num curtíssimo espaço de tempo).

Poderemos estar diante da transfiguração total das listas de graduação como as conhecemos até então!

Lê e partilha! O debate está lançado.

Abraço,

César Israel Paulo

 

NC_IMPLOSAO EXCELENCIA

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3 comentários

    • Miguel Castro on 9 de Junho de 2013 at 20:08
    • Responder

    Aqui está um excelente sucessor do Albino: http://www.dailymotion.com/video/x10pq4i_confap-pede-greve-dos-profes-aos-fins-de-semana_news

    Estão bem um para o outro.

    • ferpin on 10 de Junho de 2013 at 2:17
    • Responder

    Não percebi o artigo.
    Conheço muita gente que tem cursos que davam habilitação própria para mais do que um grupo, que fizeram, para alargar as suas possibilidades, a profissionalização num segundo, ou mesmo terceiro grupo. Claro que pagaram do seu bolso a 2ª e 3ª profissionalização.
    O governo promete que vai deixar, por exemplo:
    1-licenciados em matemática/afim com profissionalização no 230 fazer profissionalização no 500?,

    2-ou vai deixar (pagar) um professor de 1º ciclo profissionalizar em físico-química do secundário? Ou um professor de EVT fazer a profissionalização em professor de alemão?

    Se é do tipo da 1ª opção não sei que risco corre a qualidade de ensino. Se é da 2ª possibilidade, acho loucura (a não ser que o professor do 1º ciclo seja também licenciado em físico-química)

    Na minha opinião o artigo dispara ao lado. O verdadeiro problema é a hipocrisia do MEC. Vão mandar para horário-zero gente de quase todos os grupos. Nos grupos em que há muita gente nessa situação dão a possibildiade de profissionalizar noutro grupo. Se é contratado não sei para que lhe serve, não o vai salvar. Se é do quadro, na maior parte dos casos também não serve para nada, poucas serão as escolas onde isso vai trazer vantagem operacional ao professor.

    Para mim este rebuçado tem o mesmo sabor daquele que o crato andou a tentar dar para não haver greve: Metiam na lei que os profs iam para a “mobilidade chuto no cu” e “para as 40h” e dava a sua garantia governamental de homem que nunca mente que nenhum professor ia para a mobilidade e que as 40h eram aplicadas mantendo a componente letiva e assumindo que já se trabalha 40h.

    O que o crato precisava sei eu.

  1. Nas palavras de NC, “Nada é verdade”, portanto também o não é quando diz na entrevista à revista VEJA: ““um mestre tem o dever de transmitir aos seus alunos os conteúdos nos quais se graduou”! Em que fica, Sr. Ministro?

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