Blogosfera – Educar Portugal

Há três tipos de professores contratados: os que se mexem, os que estão quase a mexer-se e os que nunca se mexerão!

 

Assim, só podemos contar com os primeiros e com a segunda classe de professores contratados. Portanto o trabalho está em convencermos este segundo tipo de professores. Apostaria que nem os vamos precisar de convencer. É só esperar pelo dia 1 de Setembro!

 

 

 

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4 comentários

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    • Lili on 13 de Agosto de 2012 at 16:06
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    Acabei de ler o texto anterior na íntegra e não podia concordar mais, principalmente na caracterização no 3.º tipo de contratados… até parecia que estava a ver 2 ou 3 personagens da escola onde estive este ano… e que nervos me davam!!!
    Foram alcunhados de os “pau-para-toda-a-obra” ou “escravos-do-chefe”… faziam TUDO o que as “chefias” lhes pediam/mandavam, quer fosse ou não, no âmbito das suas funções, e nas reuniões, quando lhes diziam “fulana tal, importaste de fazer isto e isto e isto?”, abanavam a cabeça que sim, e resmungavam entre dentes “… mas eu só ganho mil euros… tenho que fazer tudo?”…
    Mas faziam… tudo, menos as greves claro! E sempre que era para reclamar algum tipo de direitos… metiam o rabinho entre as pernas e lá diziam “não faz mal, eu nem me importo…”
    Mas claro que tal servidão teve os seus frutos… não deve ser muito difícil adivinhar quem teve MUITO BOM na ADD e a quem foi prometido fazer tudo-por-tudo para haver contrato para renovar (que muito provavelmente e justamente será para um DACL).
    Eu, independentemente de fazer ou não greve, sempre fiz o meu trabalho o melhor que consegui e que sabia, sempre EXIGI o cumprimento dos meus DIREITOS e nunca “vendi” e jamais “venderei” a minha DIGNIDADE.
    É isso que falta à classe de professores, cada vez mais desmembrada… DIGNIDADE para bater o pé a “uma só voz”… mas há sempre quem tenha “medo”…
    (Mas se alguém se questionar… sim, eu tinha pouco mais que “meio horário” a 50 km de casa e fiz greve – e o meu filho “não morreu à fome” nem teve que andar “descalço”!)

    • Lili on 13 de Agosto de 2012 at 16:09
    • Responder

    *importas-te* e não #importaste#

  1. As greves devem ser convocados em momentos que provoquem mossa à entidade patronal, no caso concreto ao Ministério da Educação e Ciência.

    E que momentos são esses no caso dos professores?

    No meu entender só há um, na altura dos exames nacionais.

    Greve nessa altura e com adesão em massa provocaria graves danos no Ministério. Em qualquer outra altura do ano o Ministério agradece pois é mais uns milhares de euros que irá poupar.

    Algum vez algum sindicato marcou greve nesse período?

      • Ana410 on 14 de Agosto de 2012 at 23:48
      • Responder

      Sim, já foi marcado, em 2005 ou 2006, por aí. O resultado? Serviços mínimos…já ouviu falar? Estou farta de ouvir essa conversa de fazer greve aos exames como se fosse essa a solução. O problema não está no momento em que a greve é feita, mas sim em quem adere ou não. A greve não funciona pela pouca adesão, caso contrário funcionaria em qualquer momento. Nos exames, volto a dizer, infelizmente, de nada adianta, pois devem ser garantidos os serviços mínimos. Em 2005, fui requisitada, ou seja, quis fazer greve e nem pude, pois fui requisitada para esses serviços mínimos.

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