… para 156 milhões.
Bolas! É muito milhão para hoje não sair.
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Out 06 2016
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Out 06 2016
Determina o artigo 18º do diploma dos concursos que quem não aceita uma colocação é penalizado apenas no próprio ano lectivo, não podendo celebrar novo contrato com o Ministério da Educação nesse ano.
Deveres de aceitação e apresentação
O não cumprimento dos deveres de aceitação e apresentação é considerado, para todos os efeitos legais, como não aceitação da colocação e determina a:
a) Anulação da colocação obtida;
b) Instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira com vista à demissão ou despedimento;
c) Impossibilidade de os docentes não integrados na carreira serem colocados em exercício de funções docentes nesse ano, através dos procedimentos concursais regulados no presente diploma.
O que pergunto é se acham que a penalização apenas no próprio ano é suficiente, ou se acham que ela deve ser mais penalizadora para quem recusa uma colocação?
O que acontece actualmente é que muitos docentes que não sabendo a sua situação profissional em 1 de Setembro de cada ano arriscam concorrer à espera de saber se conseguem ser colocados, mas sabendo que se forem colocados e tiverem uma situação profissional estável para o ano seguinte (quer seja no ensino particular e cooperativo ou noutra área que não o ensino) pouca diferença lhes faz que essa penalização seja apenas pelo ano em curso.
O que acontece nestes casos é que a penalização pouca diferença faz.
Será que não deveria ser mudada esta mentalidade e penalizar por mais do que um ano uma não aceitação de uma colocação?
Se a penalização regressasse ao que existia antigamente (no próprio ano e no seguinte) não havia mais cuidado no concurso?
O que acham?
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Out 06 2016
Nos últimos anos tem vindo sempre a subir o número de colocações de contratados na Reserva de Recrutamento 5.
Para verem as colocações por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas clicar em cada um dos links de baixo.
Em 2015
Em 2014
Em 2013
Em 2012
No total foram colocados 446 docentes contratados na reserva de recrutamento 5.
136 docentes em horários anuais e 310 em horários temporários. Dos 136 docentes que conseguiram horário anual apenas 61 conseguiram-no para um horário completo.
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Out 05 2016
Com pedido de divulgação de uma leitora do blogue.
Apesar de considerar que o dia dos professores é, como o Natal, todos os dias, a verdade é que no calendário comemora-se hoje. Assim sendo, gostaria de partilhar uma diversidade de recursos educativos que podem ser utilizados para trabalhar as diferentes histórias do livro “Crescer com histórias”, apresentado no sábado passado em Cantanhede.
Para poder adquirir este livro, cujo valor reverte a favor de crianças e famílias carenciadas, e aceder aos recursos basta clicar na imagem.
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Out 05 2016
«Portugueses,
no dia que hoje celebramos, um dia que festeja, simultaneamente, o dealbar de uma nova realidade política e os professores, pilares da nossa sociedade, desejamos homenagear o seu papel fundamental e imprescindível no nosso país.
Sabemos que um país só pode ser tão bom quanto os cidadãos que possui. E que estes, só podem ser tão excelentes quanto os professores que os ensinam.
A formação das mentes e das atitudes das jovens gerações depende grandemente deles. E é, também, graças a estes que desafios e oportunidades mundiais estão ao alcance dos mais jovens.
É graças aos professores que é possível um ensino inovador, inclusivo e focado no essencial, que são as crianças e os jovens portugueses.
Por isso, não exagero ao dizer que Portugal tem um compromisso solene com os professores que, com a sua profunda resiliência e espírito de abnegação, têm contribuído para o prestígio crescente do ensino português, dentro e fora do país.
Graças ao vosso esforço e empenho é possível sonhar o futuro, todos os dias.
Obrigado, professores, campeões da sala de aula, pelos conhecimentos que transmitem.
Obrigado, professores, campeões deste país, pelos quilómetros que percorrem para assegurar que esse conhecimento chega ao destino.
Obrigado, professores de Portugal, homens e mulheres de fé, que não desistem para cumprir o destino alheio.
Obrigado, professores de Portugal, pela vossa persistência, pela vossa fé, pela vossa serenidade ante a turbulência.
Um abraço aos professores de Portugal, por continuarem a acreditar, que é possível, a partir de um projeto, fazer-se cumprir um país.»
Texto ficcional inspirado no Discurso de agradecimento de Marcelo Rebelo de Sousa à Seleção Nacional (11.07.2016).
Se fosse verdade, tinha sido bonito, não tinha?…
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Out 05 2016
No próximo dia 8 de outubro, a FNE promove em Lisboa, no Hotel Altis Park, uma iniciativa que pretende assinalar o Dia Mundial do Professor e a abertura do ano letivo de 2016/2017, sob o título “Forum FNE 2016: Inovar em Educação para uma escola de qualidade”, com o seguinte PROGRAMA:
Link do Programa na imagem
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Out 05 2016
Link para o Abaixo assinado na imagem
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Out 05 2016
Talvez seja isto que os professores gostariam de ouvir da sociedade no seu Dia Mundial:
Excerto retirado daqui:
Presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, Conselheiro Nacional de Educação
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Out 05 2016
Dos sucessivos governos que olharam para a classe docente com desrespeito, apesar de todos eles dizerem o contrário dos actos que foram praticando ao longo dos últimos 11 anos.
E não tem nada a ver com o perfil da classe, como Fernanda Câncio tenta demonstrar. Mas também não duvido que ela própria saiba as razões que levaram a este sentimento geral na classe docente.
Um bom dia do Professor!
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Out 04 2016
…pede um consenso alargado e estabilidade nas Leis e Decreto-Leis por um prazo não inferior a 6 anos.
Mas pelas reacções que já se fizeram sentir este projecto de Lei deve ficar apenas por um projecto.
A proposta que o CDS apresenta para a organização dos ciclos é interessante propondo um ensino Básico de seis anos divididos em dois ciclos e um ensino secundário também com dois ciclos de três anos.
O debate sobre a duração dos ciclos foi feito neste artigo com a apresentação dos resultados de um inquérito feito aos leitores do blogue.
Nesse inquérito a maioria preferiu manter a duração dos ciclos como eles estão agora.
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Out 04 2016
No seguimento deste artigo com o número de candidaturas de contratados ainda não colocadas após a Reserva de Recrutamento 4 elaborei quadro comparativo com a mesma situação em 2015.
Em 2016 existem 51.024 candidaturas ao concurso de contratação inicial de 32.330 docentes.
Em 2015 existiam 39.369 candidaturas de 25.301 candidatos únicos.
Nos dados que retirei em 2012 havia quase 70 mil candidaturas.
Verifica-se assim uma grande redução de candidatos à Contratação Inicial (mesmo tendo entrado perto de 4.000 docentes nos quadros desde essa altura) o que demonstra que o ensino deixou de ser um emprego motivador e que muitos já encontraram outras alternativas a esta profissão. E por este andar (envelhecimento do corpo docente) chegará um dia a altura em que não existirão candidatos em número suficiente para substituir o grupo de professores que nos próximos 10 anos se irão aposentar.
E tendo em conta que a média de idades dos contratados se situa perto dos 40 anos, mas problemática se torna esta questão para futuro.
Apesar de existirem mais 7 mil docentes em concurso este ano do que em 2015, em 2015 havia 13.441 candidatos por colocar na Reserva de Recrutamento 4 e em 2016 existem 14.619.
Quadro com a diferença entre as candidaturas não colocadas de 2015 com as de 2016 após a publicação da reserva de recrutamento 4 retiradas das listas de contratados não colocados. Relembro que um docente pode concorrer a mais do que um grupo de recrutamento e para os dados sobre o número de docentes foram eliminadas todas as candidaturas duplicadas.
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Out 04 2016
…em que a redução da componente lectiva lectiva não era compensada com mais nada. Actualmente, por vezes, existe mais desgaste com a componente não lectiva do que com a componente lectiva completa.
Conheço muitos casos que preferiam ter o horário sem redução, em substituição das tarefas que são atribuídas nas horas de redução da componente lectiva.
Envelhecimento é o principal factor para que docentes tenham menos tempo de aulas, mas também há cada vez mais professores antes dos 50 anos com horários incompletos por falta de alunos.
A maioria dos professores do 3.º ciclo e ensino secundário estão menos de 20 horas por semana nas salas de aulas, segundo revela uma análise sectorial do perfil do docente em 2014/2015, divulgada na sexta-feira pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC). Ou seja, mais de metade dos cerca de 73 mil docentes destes níveis de ensino tem horário reduzido.
Até aos 50 anos, os professores dão 22 horas de aulas por semana. A partir dessa idade, tal como estipulado no Estatuto da Carreira Docente, têm direito a uma redução do seu horário. É o que se passa com 53,2% dos professores do 3.º ciclo e secundário — que são o maior grupo do contingente de professores do ensino não superior.
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Out 03 2016
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta segunda-feira esperar que sejam frutiferas as negociações entre o Ministério e a Fenprof sobre a revisão da colocação de professores.
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Out 03 2016
Retirado do site do SPGL
Clique aqui para ver a diferença entre o seu vencimento real e o seu vencimento se fosse cumprido o Estatuto da Carreira Docente!
Com este quadro elaborado pelo SPGL facilmente podem perceber o que foi retirado aos professores com os sucessivos congelamentos da carreira.
Basta posicionarem-se nos anos de serviço que têm para na última coluna verem o que se perde mensalmente de salário ilíquido.
Agora façam as contras as expectativas que tínhamos com a realidade actual e facilmente se percebe a motivação com que se trabalha no ensino.
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Out 02 2016
Espero que não haja um possível retorno a um concurso sem que as regras de acesso sejam claras e com critérios de acesso duvidosos que permitam este tipo de situações.
Agora que deve estar para breve a entrega da proposta do ME para a revisão do diploma de concursos aguardo com grandes expectativas a proposta inicial.
A Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal anunciou nesta sexta-feira que constituiu arguido um homem de 35 anos, suspeito de falsificação de documentos para melhorar as notas da licenciatura e conseguir os lugares de docência que pretendia.
Segundo um comunicado da PJ, as competências académicas e a experiência profissional que constava dos documentos falsificados pelo arguido permitiram-lhe obter um lugar como professor “numa escola da zona de Setúbal, ultrapassando milhares de candidatos”.
A polícia adiantou que aquele professor, licenciado em Informática, sabia que a classificação final que tinha obtido, de 11 valores, era insuficiente para obtenção dos lugares que pretendia, pelo que “falsificou declarações comprovativas de melhoria de nota, no âmbito da sua licenciatura e um certificado de habilitações do grau de mestre em Engenharia Informática, em qualquer dos casos com elevada classificação final”.
Para dar credibilidade aos documentos forjados, o arguido terá recorrido a “assinaturas digitalizadas retiradas de documentos verdadeiros e a cunhos de selos brancos, igualmente falsos, encomendados numa tipografia da margem sul do Tejo, desconhecedora da realidade”.
De acordo com a PJ, o arguido terá ainda falsificado as datas e os códigos de um comprovativo de acções de formação que leccionou, durante três anos, num Centro de Emprego, que comprovavam uma experiência profissional mais alargada, mas que também não correspondia à realidade.
Na sequência da investigação iniciada pela PJ em Novembro de 2015, o presumível falsário deverá responder pelos crimes de burla e falsificação de documentos.
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Out 01 2016
1. “Head Carrier” 3:36
2. “Classic Masher” 2:37
3. “Baal’s Back” 1:54
4. “Might as Well Be Gone” 2:48
5. “Oona” 3:38
6. “Talent” 2:12
7. “Tenement Song” 2:57
8. “Bel Esprit” 3:12
9. “All I Think About Now” 3:07
10. “Um Chagga Lagga” 3:00
11. “Plaster of Paris” 2:06
12. “All the Saints” 2:41
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Out 01 2016
Não faz qualquer sentido um mega-agrupamento ter mais de 3 mil alunos e 300 professores, tendo ao mesmo tempo mais de 20 edifícios escolares, sem que exista o ensino secundário a funcionar.
Este é o retrato da minha escola de provimento.
E só não vê o erro disto quem é cego.
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, diz que há ajustes “que têm de ser feitos” em alguns mega-agrupamentos e que o Executivo está a trabalhar para que tal aconteça.
“Se [o modelo] funcionou para todos? Não. Se há ajustamentos que têm de ser feitos? Indubitavelmente. Se estamos a trabalhar para que isso aconteça? Não há nenhuma dúvida”, afirmou o ministro da Educação, que falava durante o debate “A Educação na Europa. A Europa na Educação”, na Escola Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra.
Tiago Brandão Rodrigues respondia a uma pergunta do moderador sobre mega-agrupamentos, depois de o deputado europeu Marinho e Pinto ter questionado, durante o debate, se este tipo de modelo respondia aos problemas dos alunos e se era funcional.
De acordo com o ministro da Educação, os agrupamentos “foram uma opção de organização” adoptada e que a própria OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) “indica este modelo como o modelo de referência”.
No entanto, num território “tão desigual”, em que há meio urbano “de diferente configuração, meio suburbano e meio rural”, o modelo implica “necessariamente alguns ajustamentos”.
“Estão indicados como uma forma de organização que funcionou para alguns aspectos” do sector educativo, constatou o ministro.
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Set 30 2016
Não é a primeira vez que digo que existe uma redução de candidatos que se encontram à espera de colocação e que as necessidades de contratação de professores tem aumentado.
O quadro seguinte apresenta o número de candidaturas que ainda não obtiveram colocação para o ensino público. Os dados foram retirados da lista de não colocações no concurso externo após a publicação da reserva de recrutamento 4.
Ao retirar as candidaturas duplicadas encontrei 14619 docentes que ainda não foram colocados.
Este é o número de possíveis desempregados nesta altura, embora muitos deles tenham obtido colocação nas AEC ou trabalhem no ensino privado ou noutra área que não o ensino.
Chegar ao fim de Setembro com menos de 15 mil professores por colocar é sinal que dentro de poucos anos não existam candidatos ao ensino em número suficiente para as possíveis necessidades futuras.
Já no ano passado verificou-se que muitos docentes que não trabalhavam há alguns anos conseguiram obter uma colocação no final do ano lectivo. Este ano prevejo por estes dados que esses mesmos docentes voltem novamente a ser colocados e que até consigam uma colocação muito antes do terceiro período.
Em breve apresento as percentagens de docentes não colocados por grupo de recrutamento com as colocações obtidas nesses grupos de recrutamento.
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Set 30 2016
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Set 30 2016
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Set 30 2016
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Set 30 2016
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Set 29 2016
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Set 28 2016
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Set 28 2016
O quadro seguinte apresenta os horários que estiveram, ou ainda estão, em concurso ao longo do mês de Setembro de 2016 na aplicação de contratação de escola para os diversos grupos de recrutamento e para os Técnicos Especializados. Eliminei deste quadro os horários em concurso para os grupos de recrutamento das escolas artísticas, pela extensão do quadro.
Assinalei também a verde os horários superiores a 8 horas que se encontravam em concurso. Lembro que só é possível enviar estes horários para a aplicação de contratação de escola quando não existem candidatos nas listas da reserva de recrutamento para os horários pedidos pelas escolas, ou quando existem duas recusas para o mesmo horário nas colocações feitas pela Reserva de Recrutamento.Como já saiu a RR3 é possível que tal tenha acontecido em alguns horários em concurso.
Verifica-se um elevado número de horários em contratação de escola para o grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica que não tem candidatos em número suficiente para as necessidades que existem e este ano agrava-se mais pois muitos destes docentes ainda não adquiriram a habilitação para este grupo de recrutamento e a DGAE teima em adiar a publicação de uma portaria que permita os docentes com habilitação suficiente assinarem contrato. Muitos destes docentes encontram-se a concluir os créditos suficientes para conseguir habilitação própria, mas ainda estão impedidos de celebrar contrato e suprirem as necessidades que existem.
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Set 28 2016
As prioridades existentes no concurso são as que mais dividem os professores.
Se analisarmos as respostas pelo tipo de candidato sobre as diferentes prioridades nos concursos: Interno, Externo/contratação inicial e de Mobilidade Interna verificamos que as respostas dadas variam conforme o tipo de professor.
Sobre o concurso interno a maioria dos docentes concorda com as prioridades existentes, independentemente de serem Quadro de agrupamento, QZP ou contratados.
Já no que respeita ao concurso Externo/Contratação Inicial o grupo de professores que concorrem à contratação discorda dessas prioridade. Aqui podemos consideram que há uma discordância relativamente à norma-travão ou ao facto de docentes das escolas com contrato de associação concorrerem igualmente na 2ª prioridade (mais para a frente será analisado em pormenor esta discordância).
É curiosa a diferença de opiniões entre os docentes Quadro de Agrupamento e QZP no que respeita à Mobilidade Interna.
60% dos docentes dos quadros de escola/agrupamento discorda das prioridades existentes na Mobilidade Interna e facilmente se compreende a razão. Estes docentes concorrem em 2ª prioridade para aproximação à “residência”.
Com opinião diferente estão os docentes QZP que concordam com a prioridade que existe na Mobilidade Interna que os colocam à frente de quem pretende apenas por sua iniciativa mudar de escola. Aqui existem 75% de docentes a concordar com as prioridades nesta fase de concurso.
Sem sombra de dúvida que a questão das prioridades é a que mais dividem os professores e que será difícil de agradar todos na mesa de negociações. Já apresentei a minha solução para haver um equilíbrio entre docentes QA e QZP de forma a minorizar o problema das ultrapassagens quando existem horários em concurso até ao último dia do prazo para o início das actividades lectivas.
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Set 27 2016
Após a apresentação de um protesto veemente à secretaria de Estado da Educação por estar com a carreira suspensa há 11 anos, derivado de estar a ser castigado pela criminalidade bancária, financeira e politica, recebo a resposta compreensiva de que o congelamento irá continuar em 2017, entrando no 12º ano consecutivo de criogenia forçada, e quiçá, em 2018, talvez se pense no aumento da temperatura para ocorrer o degelo…
Outra pachorra que se esgota, é a exigência curricular no ensino básico e secundário em promover a aprendizagem significativa, de cariz cognitivista, estimulando a mobilização de aprendizagens na resolução de problemas; ou seja, estimular a interpretação, compreensão e raciocínio lógico-dedutivo. Contudo, quando os alunos chegam à universidade, em muitos cursos de ciências são bombardeados com pedagogias de aprendizagem behaviouristas, estimulando a memorização pura e dura de vastos conteúdos curriculares, promovendo o conhecimento enciclopédico (o curso de medicina é um exemplo paradigmático…). Qualquer aluno sente-se esquizofrénico no meio deste sistema educativo, acompanhado pelos respetivos professores que diligentemente seguem as orientações oficiais…
Mas como diz a juventude, ‘tasse bem!’…
Mário Silva
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Set 27 2016
Pela seguinte ordem:
Expresso, Correio da Manhã, Público e Observador.
95% defende continuação do sistema orientado pelo Ministério da Educação.
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Set 27 2016
Fica aqui o resumo das colocações de contratados na Reserva de Recrutamento 4, desde 2013.
Para verem as colocações por intervalo de horário, duração do contrato e grupo de recrutamento clicar em cada um dos links.
Em 2015
Em 2014
Em 2013
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Set 27 2016
Se há resposta clara no inquérito elaborado aqui no blogue é a forma como devem decorrer os concursos de professores.
Das 5135 respostas válidas recebidas no espaço de 13 dias verifica-se que 95% dos professores consideram que os concursos devem ser centralizados pelo Ministério da Educação com critérios definidos a nível nacional.
Não há grande variação entre os três tipos de professores que foram inquiridos. Quer professores do quadro de escola/agrupamento, quer professores dos Quadros de Zona Pedagógica, quer professores contratados são da mesma opinião e as percentagens variam dos 94,5% aos 95,8% de respostas a afirmar que o concurso de professores deve ser gerido a nível nacional pelo Ministério da Educação e dos 94,9% aos 97% de respostas a dizerem que estes concursos devem ter como base critérios definidos a nível nacional.
Ao longo dos próximos artigos serão mostrados outros resultados do inquérito realizado entre os dias 11 e 23 de Setembro de 2016.

Ficha Técnica
Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.
Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira
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Set 27 2016
Os blogues ComRegras e DeAr Lindo uniram esforços no sentido de conhecer a opinião dos professores portugueses sobre um tema que brevemente estará em negociação – o concurso de professores. Os resultados deste inquérito permitem dar voz a milhares de professores e é nossa esperança que seja tido em consideração no momento devido. Brevemente será lançado outro inquérito dirigido a algumas questões mais específicas do concurso de professores.
Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.
Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira
Conclusões:
os professores devem ser selecionados com critérios a nível nacional;
o concurso de professores deve ser gerido apenas pelo Ministério de Educação;
os professores querem o fim da norma-travão;
os professores rejeitam as reconduções dos professores contratados;
os professores consideram que a avaliação de desempenho não deve influenciar a graduação profissional;
os professores querem um concurso onde possam mudar as suas preferências em momentos específicos;
os professores divergem quanto às preferências existentes no concurso;
os professores preferem concursos com cadência anual, exceção feita aos professores de quadro de zona de pedagógica que preferem um concurso de 2 em 2 anos.
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Set 26 2016
Há quem se queixe de estar silenciado afirmando que a culpa é do poder dominante da comunicação social a fazer “o seu trabalhinho”.
Discordo.
E aguardo os momentos de luta.
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Set 26 2016
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Set 26 2016
E dentro de poucas horas será aqui apresentado o inquérito feito a mais de 5 mil professores que contrariam esta ideia peregrina de David Justino em seleccionar os “melhores” professores.
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Set 26 2016
Do inquérito sobre o concurso de pessoal docente com o título “A Nossa Opinião Também Conta!” foram preenchidos 5135 inquéritos que serão apresentados a partir de amanhã.
Este estudo foi feito em colaboração com o Blogue ComRegras e o tratamento dos dados será feito em cada um dos blogues.
As questões foram feitas para três grupos de professores que se identificam no quadro seguinte.
Fica aqui a Ficha Técnica do estudo.
Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.
Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira
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