Só Não Lhe Tirava o Chapéu, Porque Não Uso Chapéu

Não faz qualquer sentido um mega-agrupamento ter mais de 3 mil alunos e 300 professores, tendo ao mesmo tempo mais de 20 edifícios escolares, sem que exista o ensino secundário a funcionar.
Este é o retrato da minha escola de provimento.
E só não vê o erro disto quem é cego.
 

Ministro da Educação admite ajustes em alguns mega-agrupamentos

 

 

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Num território “tão desigual”, em que há meio urbano “de diferente configuração, meio suburbano e meio rural”, o modelo implica “necessariamente alguns ajustamentos”.

 

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, diz que há ajustes “que têm de ser feitos” em alguns mega-agrupamentos e que o Executivo está a trabalhar para que tal aconteça.

“Se [o modelo] funcionou para todos? Não. Se há ajustamentos que têm de ser feitos? Indubitavelmente. Se estamos a trabalhar para que isso aconteça? Não há nenhuma dúvida”, afirmou o ministro da Educação, que falava durante o debate “A Educação na Europa. A Europa na Educação”, na Escola Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra.

Tiago Brandão Rodrigues respondia a uma pergunta do moderador sobre mega-agrupamentos, depois de o deputado europeu Marinho e Pinto ter questionado, durante o debate, se este tipo de modelo respondia aos problemas dos alunos e se era funcional.

De acordo com o ministro da Educação, os agrupamentos “foram uma opção de organização” adoptada e que a própria OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) “indica este modelo como o modelo de referência”.

No entanto, num território “tão desigual”, em que há meio urbano “de diferente configuração, meio suburbano e meio rural”, o modelo implica “necessariamente alguns ajustamentos”.

“Estão indicados como uma forma de organização que funcionou para alguns aspectos” do sector educativo, constatou o ministro.

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3 comentários

    • José Bernardo on 1 de Outubro de 2016 at 14:42
    • Responder

    …tarde piaste! as escolas já se adaptaram para sobreviver!

    • Carlos Jorge on 2 de Outubro de 2016 at 19:15
    • Responder

    …a gestão democrática…é tão importante como o fim dos mega-agrupamentos. As direções tóxicas estão a minar a qualidade do trabalho.

    • Martins on 5 de Outubro de 2016 at 0:57
    • Responder

    Os agrupamentos funcionam melhor que muitas escolas funcionavam antes de forma isolada. Em algumas nem se sabia o que era critérios de avaliação. Há mais e melhor trabalho agora nos grupos disciplinares e melhor gestão de recursos. Alguns funcionam mal tal como muitas escolas antes funcionavam mal. Só por comodismo se pode criticar os agrupamentos.

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