Tiago Brandão Rodrigues otimista com negociações com Fenprof
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta segunda-feira esperar que sejam frutiferas as negociações entre o Ministério e a Fenprof sobre a revisão da colocação de professores.





4 comentários
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As negociações entre os sindicatos e este ministro podem abrir as portas ao maior desastre de sempre na educação com a entrada de milhares para os quadros se levarem para a frente a proposta de apenas 3 anos em vez dos atuais 5 sucessivos para efetivação. Como são cada vez menos os alunos nas escolas nos próximos anos isto levará a uma requalificação obrigatória e despedimento de milhares, inclusive dos que já agora estão nos quadros.
A lei tal como está (5 anos ou 4 renovações) já por si pode causar problemas a longo prazo porque uma coisa são as disponibilidades para quem está a contrato e outra para quando se está efetivo. A única coisa que podem melhorar para a tornar mais justa é acabar com as renovações.
É preciso responsabilidade.
Deviam abrir as vagas necessárias ao sistema e os docentes deviam colocados pela graduação profissional. Se a norma-travão continuar, mais uma vez, vão existir injustiças e vão sair beneficiados os que conseguiram ser anteriormente colocados pela BCE.
Prejudicados vão ser mais mais uma vez (mesmo tendo muitos anos de serviço) os que:
– ficaram colocados num horário incompleto ou temporário;
– ficaram colocados noutro grupo disciplinar;
– não conseguiram obter renovação.
Resta saber ainda como vão ser graduados os professores do ensino privado que têm efetivado nos últimos anos, não com 5 ou com 3 anos de serviço no ensino público (como é exigido aos professores do público), mas com apenas 365 dias.
Tem toda a razão no que escreve. Entrar para os quadros quem tiver 3 anos é arrasar com a profissão. É uma reivindicação totalmente irresponsável e inexequível. A norma travão é injusta. Não podem continuar a ser abertas vagas só para o concurso externo sem que as mesmas sejam disponibilizadas aos profs do quadro. As escolas e os professores precisam de ESTABILIDADE. Todos os anos há novos professores nas escolas e milhares a fazerem imensos quilómetros, mesmo pessoal do quadro. O concurso precisa de ser melhorado sobretudo nas prioridades da contratação, acabar com reconduções, diminuir a área geográfica dos qzp´s e ajustar os quadros. A estabilidade dá-se pelo concursos interno e não pela mobilidade interna. A mobilidade por doença carece de juntas médicas, pois os motivos devem ser aqueles que são claramente incapacitantes e não o que acontece na prática. Este ano a mobilidade interna e por doença causou problemas na colocação de docentes. Devem existir juntas médicas prévias. Espero que a revisão lime as arestas certas e não estrague tudo.
Espero que as colocações sejam feitas pela lista nacional elaborada pelo ministério da educação. Governo está de parabéns!
Um não redondo às BCE, CE…não são justas, imparciais, representam a lei da cunha, autênticas ribaldarias!