O Aperitivo para o Diploma do Concurso

Tiago Brandão Rodrigues otimista com negociações com Fenprof

 

 

tiago

 

 

O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta segunda-feira esperar que sejam frutiferas as negociações entre o Ministério e a Fenprof sobre a revisão da colocação de professores.

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4 comentários

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  1. As negociações entre os sindicatos e este ministro podem abrir as portas ao maior desastre de sempre na educação com a entrada de milhares para os quadros se levarem para a frente a proposta de apenas 3 anos em vez dos atuais 5 sucessivos para efetivação. Como são cada vez menos os alunos nas escolas nos próximos anos isto levará a uma requalificação obrigatória e despedimento de milhares, inclusive dos que já agora estão nos quadros.
    A lei tal como está (5 anos ou 4 renovações) já por si pode causar problemas a longo prazo porque uma coisa são as disponibilidades para quem está a contrato e outra para quando se está efetivo. A única coisa que podem melhorar para a tornar mais justa é acabar com as renovações.
    É preciso responsabilidade.

      • anónimo on 4 de Outubro de 2016 at 18:57
      • Responder

      Deviam abrir as vagas necessárias ao sistema e os docentes deviam colocados pela graduação profissional. Se a norma-travão continuar, mais uma vez, vão existir injustiças e vão sair beneficiados os que conseguiram ser anteriormente colocados pela BCE.
      Prejudicados vão ser mais mais uma vez (mesmo tendo muitos anos de serviço) os que:
      – ficaram colocados num horário incompleto ou temporário;
      – ficaram colocados noutro grupo disciplinar;
      – não conseguiram obter renovação.
      Resta saber ainda como vão ser graduados os professores do ensino privado que têm efetivado nos últimos anos, não com 5 ou com 3 anos de serviço no ensino público (como é exigido aos professores do público), mas com apenas 365 dias.

      • Até tremo! on 5 de Outubro de 2016 at 13:45
      • Responder

      Tem toda a razão no que escreve. Entrar para os quadros quem tiver 3 anos é arrasar com a profissão. É uma reivindicação totalmente irresponsável e inexequível. A norma travão é injusta. Não podem continuar a ser abertas vagas só para o concurso externo sem que as mesmas sejam disponibilizadas aos profs do quadro. As escolas e os professores precisam de ESTABILIDADE. Todos os anos há novos professores nas escolas e milhares a fazerem imensos quilómetros, mesmo pessoal do quadro. O concurso precisa de ser melhorado sobretudo nas prioridades da contratação, acabar com reconduções, diminuir a área geográfica dos qzp´s e ajustar os quadros. A estabilidade dá-se pelo concursos interno e não pela mobilidade interna. A mobilidade por doença carece de juntas médicas, pois os motivos devem ser aqueles que são claramente incapacitantes e não o que acontece na prática. Este ano a mobilidade interna e por doença causou problemas na colocação de docentes. Devem existir juntas médicas prévias. Espero que a revisão lime as arestas certas e não estrague tudo.

    • Ferreira on 5 de Outubro de 2016 at 12:31
    • Responder

    Espero que as colocações sejam feitas pela lista nacional elaborada pelo ministério da educação. Governo está de parabéns!
    Um não redondo às BCE, CE…não são justas, imparciais, representam a lei da cunha, autênticas ribaldarias!

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