Começam a chegar respostas que confirmam que o limite de 7 horas para o aditamento de um contrato se aplica ao total de horas aditadas, independentemente de se tratar de um ou mais aditamentos.
No meu ponto de vista um aditamento de contrato devia ser apenas permitido até ao limite do intervalo do horário de colocação, e mesmo assim em último recurso. Também não entendo como as escolas pedem um determinado número de horas no concurso e depois da colocação feita já conseguem completar um horário por pequeno que seja. Isso demonstra duas coisas: ou má planificação da necessidade ou interesse em completar horários conforme o candidato colocado.
Um aditamento acaba por ser sempre visto como forma de completamento de horário que não se deveria justificar se a necessidade fosse a concurso conforme ela existe. Uma colocação num intervalo tipo 3 em muitos casos transforma-se num horário tipo 1 ou 2 e isso acaba por ser uma ultrapassagem nas colocações que me custa muito a aceitar.
Se exijo justiça nos concursos também não posso concordar com aditamentos sem limites.
Mas isso sou eu a falar, porque quem fica colocado com 8 ou 9 horas tem sempre esperança de após a colocação ficar com horário completo. Mas não é justo que isso aconteça.
O parlamento aprovou hoje um conjunto de projetos de lei e de resolução de vários partidos pedindo um número máximo de alunos por turma e por docente na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário
“Os Verdes”, Partido Comunista Português (PCP), Bloco de Esquerda (BE), CDS-PP e PS apresentaram todos projetos nesse sentido, tendo todos os projetos sido aprovados, embora com votações diferentes entre alguns.
Os textos de ecologistas, PCP e BE foram aprovados com votos contra de PSD e CDS-PP e “luz verde” das demais bancadas, ao passo que no do PS sociais-democratas e centristas abstiveram-se.
Já a resolução do CDS-PP pedindo a “promoção do sucesso escolar através de um estratégico e adequado dimensionamento de turmas” foi votado por alíneas mas no final foi também aprovado
Foram colocados hoje 737 docentes contratados na reserva de recrutamento 5 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.
Como já tinha dito ontem, mantém-se a tendência no aumento de contratações em relação aos anos anteriores em idênticos períodos.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 5ª Reserva de Recrutamento 2016/2017
Determina o artigo 18º do diploma dos concursos que quem não aceita uma colocação é penalizado apenas no próprio ano lectivo, não podendo celebrar novo contrato com o Ministério da Educação nesse ano.
O não cumprimento dos deveres de aceitação e apresentação é considerado, para todos os efeitos legais, como não aceitação da colocação e determina a:
a) Anulação da colocação obtida;
b) Instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira com vista à demissão ou despedimento;
c) Impossibilidade de os docentes não integrados na carreira serem colocados em exercício de funções docentes nesse ano, através dos procedimentos concursais regulados no presente diploma.
O que pergunto é se acham que a penalização apenas no próprio ano é suficiente, ou se acham que ela deve ser mais penalizadora para quem recusa uma colocação?
O que acontece actualmente é que muitos docentes que não sabendo a sua situação profissional em 1 de Setembro de cada ano arriscam concorrer à espera de saber se conseguem ser colocados, mas sabendo que se forem colocados e tiverem uma situação profissional estável para o ano seguinte (quer seja no ensino particular e cooperativo ou noutra área que não o ensino) pouca diferença lhes faz que essa penalização seja apenas pelo ano em curso.
O que acontece nestes casos é que a penalização pouca diferença faz.
Será que não deveria ser mudada esta mentalidade e penalizar por mais do que um ano uma não aceitação de uma colocação?
Se a penalização regressasse ao que existia antigamente (no próprio ano e no seguinte) não havia mais cuidado no concurso?
Nos últimos anos tem vindo sempre a subir o número de colocações de contratados na Reserva de Recrutamento 5.
Para verem as colocações por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas clicar em cada um dos links de baixo.
No total foram colocados 446 docentes contratados na reserva de recrutamento 5.
136 docentes em horários anuais e 310 em horários temporários. Dos 136 docentes que conseguiram horário anual apenas 61 conseguiram-no para um horário completo.
Com pedido de divulgação de uma leitora do blogue.
Apesar de considerar que o dia dos professores é, como o Natal, todos os dias, a verdade é que no calendário comemora-se hoje. Assim sendo, gostaria de partilhar uma diversidade de recursos educativos que podem ser utilizados para trabalhar as diferentes histórias do livro “Crescer com histórias”, apresentado no sábado passado em Cantanhede.
Para poder adquirir este livro, cujo valor reverte a favor de crianças e famílias carenciadas, e aceder aos recursos basta clicar na imagem.
no dia que hoje celebramos, um dia que festeja, simultaneamente, o dealbar de uma nova realidade política e os professores, pilares da nossa sociedade, desejamos homenagear o seu papel fundamental e imprescindível no nosso país.
Sabemos que um país só pode ser tão bom quanto os cidadãos que possui. E que estes, só podem ser tão excelentes quanto os professores que os ensinam.
A formação das mentes e das atitudes das jovens gerações depende grandemente deles. E é, também, graças a estes que desafios e oportunidades mundiais estão ao alcance dos mais jovens.
É graças aos professores que é possível um ensino inovador, inclusivo e focado no essencial, que são as crianças e os jovens portugueses.
Por isso, não exagero ao dizer que Portugal tem um compromisso solene com os professores que, com a sua profunda resiliência e espírito de abnegação, têm contribuído para o prestígio crescente do ensino português, dentro e fora do país.
Graças ao vosso esforço e empenho é possível sonhar o futuro, todos os dias.
Obrigado, professores, campeões da sala de aula, pelos conhecimentos que transmitem.
Obrigado, professores, campeões deste país, pelos quilómetros que percorrem para assegurar que esse conhecimento chega ao destino.
Obrigado, professores de Portugal, homens e mulheres de fé, que não desistem para cumprir o destino alheio.
Obrigado, professores de Portugal, pela vossa persistência, pela vossa fé, pela vossa serenidade ante a turbulência.
Um abraço aos professores de Portugal, por continuarem a acreditar, que é possível, a partir de um projeto, fazer-se cumprir um país.»
Texto ficcional inspirado no Discurso de agradecimento de Marcelo Rebelo de Sousa à Seleção Nacional (11.07.2016).
No próximo dia 8 de outubro, a FNE promove em Lisboa, no Hotel Altis Park, uma iniciativa que pretende assinalar o Dia Mundial do Professor e a abertura do ano letivo de 2016/2017, sob o título “Forum FNE 2016: Inovar em Educação para uma escola de qualidade”, com o seguinte PROGRAMA:
Dos sucessivos governos que olharam para a classe docente com desrespeito, apesar de todos eles dizerem o contrário dos actos que foram praticando ao longo dos últimos 11 anos.
E não tem nada a ver com o perfil da classe, como Fernanda Câncio tenta demonstrar. Mas também não duvido que ela própria saiba as razões que levaram a este sentimento geral na classe docente.
…pede um consenso alargado e estabilidade nas Leis e Decreto-Leis por um prazo não inferior a 6 anos.
Mas pelas reacções que já se fizeram sentir este projecto de Lei deve ficar apenas por um projecto.
A proposta que o CDS apresenta para a organização dos ciclos é interessante propondo um ensino Básico de seis anos divididos em dois ciclos e um ensino secundário também com dois ciclos de três anos.
O debate sobre a duração dos ciclos foi feito neste artigo com a apresentação dos resultados de um inquérito feito aos leitores do blogue.
Nesse inquérito a maioria preferiu manter a duração dos ciclos como eles estão agora.
No seguimento deste artigo com o número de candidaturas de contratados ainda não colocadas após a Reserva de Recrutamento 4 elaborei quadro comparativo com a mesma situação em 2015.
Verifica-se assim uma grande redução de candidatos à Contratação Inicial (mesmo tendo entrado perto de 4.000 docentes nos quadros desde essa altura) o que demonstra que o ensino deixou de ser um emprego motivador e que muitos já encontraram outras alternativas a esta profissão. E por este andar (envelhecimento do corpo docente) chegará um dia a altura em que não existirão candidatos em número suficiente para substituir o grupo de professores que nos próximos 10 anos se irão aposentar.
Apesar de existirem mais 7 mil docentes em concurso este ano do que em 2015, em 2015 havia 13.441 candidatos por colocar na Reserva de Recrutamento 4 e em 2016 existem 14.619.
Quadro com a diferença entre as candidaturas não colocadas de 2015 com as de 2016 após a publicação da reserva de recrutamento 4 retiradas das listas de contratados não colocados. Relembro que um docente pode concorrer a mais do que um grupo de recrutamento e para os dados sobre o número de docentes foram eliminadas todas as candidaturas duplicadas.
…em que a redução da componente lectiva lectiva não era compensada com mais nada. Actualmente, por vezes, existe mais desgaste com a componente não lectiva do que com a componente lectiva completa.
Conheço muitos casos que preferiam ter o horário sem redução, em substituição das tarefas que são atribuídas nas horas de redução da componente lectiva.
Envelhecimento é o principal factor para que docentes tenham menos tempo de aulas, mas também há cada vez mais professores antes dos 50 anos com horários incompletos por falta de alunos.
A maioria dos professores do 3.º ciclo e ensino secundário estão menos de 20 horas por semana nas salas de aulas, segundo revela uma análise sectorial do perfil do docente em 2014/2015, divulgada na sexta-feira pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC). Ou seja, mais de metade dos cerca de 73 mil docentes destes níveis de ensino tem horário reduzido.
Até aos 50 anos, os professores dão 22 horas de aulas por semana. A partir dessa idade, tal como estipulado no Estatuto da Carreira Docente, têm direito a uma redução do seu horário. É o que se passa com 53,2% dos professores do 3.º ciclo e secundário — que são o maior grupo do contingente de professores do ensino não superior.
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse esta segunda-feira esperar que sejam frutiferas as negociações entre o Ministério e a Fenprof sobre a revisão da colocação de professores.
Espero que não haja um possível retorno a um concurso sem que as regras de acesso sejam claras e com critérios de acesso duvidosos que permitam este tipo de situações.
Agora que deve estar para breve a entrega da proposta do ME para a revisão do diploma de concursos aguardo com grandes expectativas a proposta inicial.
A Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal anunciou nesta sexta-feira que constituiu arguido um homem de 35 anos, suspeito de falsificação de documentos para melhorar as notas da licenciatura e conseguir os lugares de docência que pretendia.
Segundo um comunicado da PJ, as competências académicas e a experiência profissional que constava dos documentos falsificados pelo arguido permitiram-lhe obter um lugar como professor “numa escola da zona de Setúbal, ultrapassando milhares de candidatos”.
A polícia adiantou que aquele professor, licenciado em Informática, sabia que a classificação final que tinha obtido, de 11 valores, era insuficiente para obtenção dos lugares que pretendia, pelo que “falsificou declarações comprovativas de melhoria de nota, no âmbito da sua licenciatura e um certificado de habilitações do grau de mestre em Engenharia Informática, em qualquer dos casos com elevada classificação final”.
Para dar credibilidade aos documentos forjados, o arguido terá recorrido a “assinaturas digitalizadas retiradas de documentos verdadeiros e a cunhos de selos brancos, igualmente falsos, encomendados numa tipografia da margem sul do Tejo, desconhecedora da realidade”.
De acordo com a PJ, o arguido terá ainda falsificado as datas e os códigos de um comprovativo de acções de formação que leccionou, durante três anos, num Centro de Emprego, que comprovavam uma experiência profissional mais alargada, mas que também não correspondia à realidade.
Na sequência da investigação iniciada pela PJ em Novembro de 2015, o presumível falsário deverá responder pelos crimes de burla e falsificação de documentos.
Não faz qualquer sentido um mega-agrupamento ter mais de 3 mil alunos e 300 professores, tendo ao mesmo tempo mais de 20 edifícios escolares, sem que exista o ensino secundário a funcionar.
Este é o retrato da minha escola de provimento.
E só não vê o erro disto quem é cego.
Num território “tão desigual”, em que há meio urbano “de diferente configuração, meio suburbano e meio rural”, o modelo implica “necessariamente alguns ajustamentos”.
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, diz que há ajustes “que têm de ser feitos” em alguns mega-agrupamentos e que o Executivo está a trabalhar para que tal aconteça.
“Se [o modelo] funcionou para todos? Não. Se há ajustamentos que têm de ser feitos? Indubitavelmente. Se estamos a trabalhar para que isso aconteça? Não há nenhuma dúvida”, afirmou o ministro da Educação, que falava durante o debate “A Educação na Europa. A Europa na Educação”, na Escola Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra.
Tiago Brandão Rodrigues respondia a uma pergunta do moderador sobre mega-agrupamentos, depois de o deputado europeu Marinho e Pinto ter questionado, durante o debate, se este tipo de modelo respondia aos problemas dos alunos e se era funcional.
De acordo com o ministro da Educação, os agrupamentos “foram uma opção de organização” adoptada e que a própria OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) “indica este modelo como o modelo de referência”.
No entanto, num território “tão desigual”, em que há meio urbano “de diferente configuração, meio suburbano e meio rural”, o modelo implica “necessariamente alguns ajustamentos”.
“Estão indicados como uma forma de organização que funcionou para alguns aspectos” do sector educativo, constatou o ministro.
Não é a primeira vez que digo que existe uma redução de candidatos que se encontram à espera de colocação e que as necessidades de contratação de professores tem aumentado.
O quadro seguinte apresenta o número de candidaturas que ainda não obtiveram colocação para o ensino público. Os dados foram retirados da lista de não colocações no concurso externo após a publicação da reserva de recrutamento 4.
Ao retirar as candidaturas duplicadas encontrei 14619 docentes que ainda não foram colocados.
Este é o número de possíveis desempregados nesta altura, embora muitos deles tenham obtido colocação nas AEC ou trabalhem no ensino privado ou noutra área que não o ensino.
Chegar ao fim de Setembro com menos de 15 mil professores por colocar é sinal que dentro de poucos anos não existam candidatos ao ensino em número suficiente para as possíveis necessidades futuras.
Já no ano passado verificou-se que muitos docentes que não trabalhavam há alguns anos conseguiram obter uma colocação no final do ano lectivo. Este ano prevejo por estes dados que esses mesmos docentes voltem novamente a ser colocados e que até consigam uma colocação muito antes do terceiro período.
Em breve apresento as percentagens de docentes não colocados por grupo de recrutamento com as colocações obtidas nesses grupos de recrutamento.
Foram retirados nas listas da Reserva de Recrutamento 4, 119 docentes, sendo que apenas um era docente do quadro e foi retirado por atribuição de componente lectiva.
Foram colocados 953 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 4 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.
Em final de Setembro ainda foram colocados 178 docentes em horário completo e anual.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 4ª Reserva de Recrutamento 2016/2017
O PS mandou elaborar um relatório interno para avaliar o desempenho dos deputados e a medida está a causar grande mal-estar entre os deputados socialistas. A SIC teve acesso aos documentos que compilam a ativadade de cada parlamentar.
Em Braga, os pais dos alunos com baixa visão e cegueira queixam-se da falta de professores que possam acompanhar as crianças. Inscreveram os filhos numa escola de referência para estes casos, mas vivem confrontados com várias limitações.
O quadro seguinte apresenta os horários que estiveram, ou ainda estão, em concurso ao longo do mês de Setembro de 2016 na aplicação de contratação de escola para os diversos grupos de recrutamento e para os Técnicos Especializados. Eliminei deste quadro os horários em concurso para os grupos de recrutamento das escolas artísticas, pela extensão do quadro.
Assinalei também a verde os horários superiores a 8 horas que se encontravam em concurso. Lembro que só é possível enviar estes horários para a aplicação de contratação de escola quando não existem candidatos nas listas da reserva de recrutamento para os horários pedidos pelas escolas, ou quando existem duas recusas para o mesmo horário nas colocações feitas pela Reserva de Recrutamento.Como já saiu a RR3 é possível que tal tenha acontecido em alguns horários em concurso.
Verifica-se um elevado número de horários em contratação de escola para o grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica que não tem candidatos em número suficiente para as necessidades que existem e este ano agrava-se mais pois muitos destes docentes ainda não adquiriram a habilitação para este grupo de recrutamento e a DGAE teima em adiar a publicação de uma portaria que permita os docentes com habilitação suficiente assinarem contrato. Muitos destes docentes encontram-se a concluir os créditos suficientes para conseguir habilitação própria, mas ainda estão impedidos de celebrar contrato e suprirem as necessidades que existem.
As prioridades existentes no concurso são as que mais dividem os professores.
Se analisarmos as respostas pelo tipo de candidato sobre as diferentes prioridades nos concursos: Interno, Externo/contratação inicial e de Mobilidade Interna verificamos que as respostas dadas variam conforme o tipo de professor.
Sobre o concurso interno a maioria dos docentes concorda com as prioridades existentes, independentemente de serem Quadro de agrupamento, QZP ou contratados.
Já no que respeita ao concurso Externo/Contratação Inicial o grupo de professores que concorrem à contratação discorda dessas prioridade. Aqui podemos consideram que há uma discordância relativamente à norma-travão ou ao facto de docentes das escolas com contrato de associação concorrerem igualmente na 2ª prioridade (mais para a frente será analisado em pormenor esta discordância).
É curiosa a diferença de opiniões entre os docentes Quadro de Agrupamento e QZP no que respeita à Mobilidade Interna.
60% dos docentes dos quadros de escola/agrupamento discorda das prioridades existentes na Mobilidade Interna e facilmente se compreende a razão. Estes docentes concorrem em 2ª prioridade para aproximação à “residência”.
Com opinião diferente estão os docentes QZP que concordam com a prioridade que existe na Mobilidade Interna que os colocam à frente de quem pretende apenas por sua iniciativa mudar de escola. Aqui existem 75% de docentes a concordar com as prioridades nesta fase de concurso.
Após a apresentação de um protesto veemente à secretaria de Estado da Educação por estar com a carreira suspensa há 11 anos, derivado de estar a ser castigado pela criminalidade bancária, financeira e politica, recebo a resposta compreensiva de que o congelamento irá continuar em 2017, entrando no 12º ano consecutivo de criogenia forçada, e quiçá, em 2018, talvez se pense no aumento da temperatura para ocorrer o degelo…
Outra pachorra que se esgota, é a exigência curricular no ensino básico e secundário em promover a aprendizagem significativa, de cariz cognitivista, estimulando a mobilização de aprendizagens na resolução de problemas; ou seja, estimular a interpretação, compreensão e raciocínio lógico-dedutivo. Contudo, quando os alunos chegam à universidade, em muitos cursos de ciências são bombardeados com pedagogias de aprendizagem behaviouristas, estimulando a memorização pura e dura de vastos conteúdos curriculares, promovendo o conhecimento enciclopédico (o curso de medicina é um exemplo paradigmático…). Qualquer aluno sente-se esquizofrénico no meio deste sistema educativo, acompanhado pelos respetivos professores que diligentemente seguem as orientações oficiais…