Se há resposta clara no inquérito elaborado aqui no blogue é a forma como devem decorrer os concursos de professores.
Das 5135 respostas válidas recebidas no espaço de 13 dias verifica-se que 95% dos professores consideram que os concursos devem ser centralizados pelo Ministério da Educação com critérios definidos a nível nacional.
Não há grande variação entre os três tipos de professores que foram inquiridos. Quer professores do quadro de escola/agrupamento, quer professores dos Quadros de Zona Pedagógica, quer professores contratados são da mesma opinião e as percentagens variam dos 94,5% aos 95,8% de respostas a afirmar que o concurso de professores deve ser gerido a nível nacional pelo Ministério da Educação e dos 94,9% aos 97% de respostas a dizerem que estes concursos devem ter como base critérios definidos a nível nacional.
Ao longo dos próximos artigos serão mostrados outros resultados do inquérito realizado entre os dias 11 e 23 de Setembro de 2016.
Ficha Técnica
Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.
Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/09/95-dos-professores-consideram-que-o-concurso-de-professores-deve-ser-centralizado-e-com-criterios-definidos-a-nivel-nacional/
Os blogues ComRegras e DeAr Lindo uniram esforços no sentido de conhecer a opinião dos professores portugueses sobre um tema que brevemente estará em negociação – o concurso de professores. Os resultados deste inquérito permitem dar voz a milhares de professores e é nossa esperança que seja tido em consideração no momento devido. Brevemente será lançado outro inquérito dirigido a algumas questões mais específicas do concurso de professores.
Ficha Técnica
Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.
Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira
Conclusões:
os professores devem ser selecionados com critérios a nível nacional;
o concurso de professores deve ser gerido apenas pelo Ministério de Educação;
os professores querem o fim da norma-travão;
os professores rejeitam as reconduções dos professores contratados;
os professores consideram que a avaliação de desempenho não deve influenciar a graduação profissional;
os professores querem um concurso onde possam mudar as suas preferências em momentos específicos;
os professores divergem quanto às preferências existentes no concurso;
os professores preferem concursos com cadência anual, exceção feita aos professores de quadro de zona de pedagógica que preferem um concurso de 2 em 2 anos.
Desde 2010, ano do primeiro relatório “Estado da Educação”, o CNE tem destacado o progressivo envelhecimento do corpo docente refletido no aumento gradual da percentagem de docentes com 50 e mais anos de idade e a diminuição constante dos que têm menos de 30 anos. Esta tendência nota-se quer no ensino público, quer no privado, mas de forma mais expressiva no primeiro. Conforme mostra a Figura 4.1.1., em 2014/2015, a percentagem de docentes do ensino público com mais de 40 anos situa-se nos 82,5%, dos quais 43,2% têm idade igual ou superior a 50 anos. No ensino privado essas percentagens são de 48% e 18,4%, respetivamente.
E dentro de poucas horas será aqui apresentado o inquérito feito a mais de 5 mil professores que contrariam esta ideia peregrina de David Justino em seleccionar os “melhores” professores.
O presidente do Conselho Nacional de Educação questionou esta segunda-feira o atual modelo de recrutamento de professores por considerar que não garante a qualidade nem o mérito dos docentes escolhidos. David Justino relembrou que no ano passado 43% dos professores tinham pelo menos 50 anos, entendendo que o envelhecimento do corpo docente deve ser visto como uma condicionante, mas também como uma oportunidade para selecionar os melhores.
Do inquérito sobre o concurso de pessoal docente com o título “A Nossa Opinião Também Conta!” foram preenchidos 5135 inquéritos que serão apresentados a partir de amanhã.
Este estudo foi feito em colaboração com o Blogue ComRegras e o tratamento dos dados será feito em cada um dos blogues.
As questões foram feitas para três grupos de professores que se identificam no quadro seguinte.
Fica aqui a Ficha Técnica do estudo.
Universo – Professores do Ensino Público e Privado.
Amostra – Aleatória e representativa do universo. A amostra contém 5135 inquéritos preenchidos.
Técnica – O inquérito foi realizado através da plataforma de formulários Google, tendo o trabalho de recolha ocorrido entre os dias 11 e 23 de setembro de 2016.
Responsabilidade do estudo: Professores Alexandre Henriques e Arlindo Ferreira
clicar na imagem para ler o Estado da Educação 2015.
A publicação Estado da Educação 2015 surge na continuidade dos relatórios anuais que o Conselho Nacional de Educação publica desde 2010.
À semelhança das edições anteriores, o Estado da Educação 2015 apresenta indicadores de referência do sistema educativo que permitem caracterizar a rede escolar, a população escolar e a oferta educativa e formativa, o corpo docente, a avaliação e os resultados escolares e o financiamento público da educação, dos diferentes níveis e modalidades de ensino.
O relatório conta igualmente com a introdução, assinada pelo Presidente do Conselho Nacional de Educação, Professor David Justino, e termina com três artigos de investigação.
Depois de ter dado conta do início do projecto “Velvet Carochinha” há uma meia dúzia de anos, e que teve bastante sucesso, eis que o professor Pedro Teixeira inicia um novo projecto de nome “Professor Joel”.
Dos criadores de “Velvet Carochinha”, “Professor Joel” é um projeto de dignificação do papel dos Pais, dos Professores, da Escola e da Educação. Na onda de sonoridades modernas, busca abordar temas adaptados à realidade atual e procura a melhoria das relações entre os educadores e os educandos. As músicas têm sempre uma vertente pedagógica e são para divertir os mais novos, bem como os mais velhos.
Conte com o professor Joel para o ajudar no seu papel de educador.
Por hoje ser dia de pagamento de vencimento aos professores venho perguntar se a caducidade de contrato já foi paga a todos os contratados que tinham contrato até dia 31 de Agosto de 2016.
Os docentes colocados na Reserva de Recrutamento (QA/QE, QZP e contratados) devem aceder à aplicação e proceder à aceitação da colocação na aplicação eletrónica no prazo de 48 horas úteis, correspondentes aos dois primeiros dias úteis após a publicitação da colocação.
Caso os candidatos não cumpram este dever, findo o prazo, considera-se uma “Não Aceitação” aplicando-se a penalização prevista na alínea a) e c) do artº. 18º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na redação em vigor.
6. Apresentação
A apresentação dos docentes (QA/QE, QZP e contratados) no AE/ENA é efetuada no prazo de 48 horas, correspondentes aos dois primeiros dias úteis após a respetiva colocação.
A apresentação deve ser efetivada eletronicamente pela escola. No caso da aceitação não ter sido feita eletronicamente, a apresentação não pode ser declarada pela escola.
Ler informações sobre a denúncia de contrato e sobre o regresso à Reserva de Recrutamento para colocações temporárias clicando na imagem.
Na Reserva de Recrutamento 3 foram colocados 1712 professores contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 3ª Reserva de Recrutamento 2016/2017
Uma equipa de reportagem da SIC acompanhou uma turma ao longo do último ano letivo. Agora, convidamo-lo a entrar na escola e a refletir com os alunos e professores sobre duas questões fundamentais: “que escola temos?” e “que escola queremos?”. A Escola, o Futuro e o 9ºH é Grande Reportagem desta quinta-feira do Jornal da Noite.
No total foram colocados 1362 docentes na RR3, sendo que 322 foram para horários anuais e 1040 para horários temporários, no total 622 docentes foram colocados em horários completos, mas apenas 148 docentes ficaram colocados em horário completo para o ano todo.
Por manifesta falta de tempo não tive possibilidade de colocar os dados da Mobilidade Interna referentes às listas da Reserva de Recrutamento 2.
Ficam hoje aqui disponíveis os dados relativos à evolução das colocações e não colocações em Mobilidade Interna até à RR2.
É oficial e os candidatos que aceitaram a colocação da RR2 já receberam e-mail com essa informação.
Exmo.(a) Sr.(a) Professor(a),
Cumpridos os requisitos de aceitação previstos na lei, informamos que, para os docentes que obtiveram uma colocação em sede de reserva de recrutamento 02, de acordo com o disposto no nº11 do art.º9 do Decreto-Lei nº 132/2012, de 27 de junho, na sua redação em vigor, o tempo de serviço retroage a 1 de setembro de 2016, não produzindo esta contagem de tempo de serviço efeitos para fins remuneratórios.
Desabafo que me chegou de uma professora contratada para publicação no blogue. Muitos destes perdões não se ficam apenas pelos professores contratados e são cada vez mais os professores dos quadros que se perdoam todos os dias pelos mesmos motivos deste desabafo.
Perdoem-me meus filhos!!
Perdoem-me por ter escolhido esta profissão que mói e mata. Mói tanto que o stress é quase declarado doença profissional da classe. O stress físico e psicológico.
Perdoem-me os gritos dados ao chegar a casa porque não querem tomar banho ( Meus Deus, tomar banho para quê?)
Perdoem-me ter-me afeiçoado tanto ao facebook que já é da nossa família para saber como estão as novidades dos grupos de docência…..
Perdoem-me as horas em que recusei brincar convosco porque tinha muitos testes para corrigir e entregar com urgência (cerca de 200)
Perdoem-me porque me esqueci de ir à reunião para os ensaios de Natal que vocês tanto gostam, tinha de ir comprar pão que já não havia….
Sr Ministro perdoe-me:
Perdoe-me por um dia me ter lembrado há cerca de 20 anos de escolher a área do ensino para trabalhar.
Perdoe-me ter acreditado que os alunos iriam respeitar sempre a posição do professor na sala de aula e achar importante aprender algo.
Perdoe-me ter escolhido sempre a família em prol da profissão e ter entrado na precariedade que o sistema permitiu .
Perdoe-me ainda insistir nesta profissão mesmo que me digam que não vale a pena ( senhora chata!)
Perdoem-me os que estiveram a ler este texto porque estou farta de ser usada para quando dá jeito pelo sistema de ensino quando os meus filhos nunca esquecerão os momentos que perdi com eles ( e isso não voltará mais)…..
Perdoem-me a tristeza que rodeia o meu discurso, uma tristeza deprimida e deprimente que já me levou à depressão, tão usual acontecer com os que se sentem maltratados.
Perdoem-me os colegas que por vezes tão bem no seu cantinho de quadro de escola nem reparam que outros há que nem canto têm para estar e nos fazem sentir outra espécie rara de gente (Ah, és contratado!).
Perdoem-me os meus pais por terem gasto uma pipa de massa a investir na minha educação e no fim vêem-me com 40 e tal anos a viajar de terra em terra em busca da esmeralda perdida.
Já percebi que nos últimos tempos tenho sido alvo de críticas na caixa de comentários sobre alguns dos artigos que faço a criticar este Ministério da Educação e alguns erros que têm sido feitos até agora.
Possivelmente até são os mesmos que batiam palmas às críticas que fazia no tempo do Crato.
Se na altura fazia bem em criticar, agora faço mal, dizem. Temos pena! Não vou mudar a minha análise e continuarei a fazer o que sempre fiz. Ao mesmo tempo que encontro os erros e percebo os diversos pontos de vista procurei sempre fazer algo construtivo para mostrar as soluções e os caminhos para eliminar esses erros.
Quantas vezes provei que as contratações de escola para escolas TEIP e com Autonomia para nada serviam e quantas provas mostrei para dizer que a BCE era um erro. Quantos “tesourinhos” foram eliminados porque foram alvo de denúncias aqui? E muitas mais coisas que nem consigo assim de repente me lembrar, nem me apetece vasculhar agora no passado.
Mas revolta-me a pequenez daqueles que não podem ver a crítica quando ela deve ser feita.
A não retroacção dos efeitos do tempo de serviço ao dia 1 de Setembro das colocações na RR2 é o exemplo perfeito dessa pequenez de espírito. Cada um olha para si com desdém do outro, é uma selva autêntica o que se vai assistindo entre colegas de profissão.
Eu compreendo perfeitamente quem fica numa CI/RR1 num horário incompleto ou completo mas muito longe de casa, quando na RR2 poderia ter ficado em horário completo ou próximo de casa. Mas não basta querer mal a quem ficou na RR2 para ficar com o seu problema resolvido. O que é preciso é alterar a forma de colocação dos professores e já demonstrei em anos anteriores como isso poderia ser resolvido.
E como poderia ser resolvido?
Bastava que todos os professores colocados na MI/CI pudessem continuar em concurso para horários que surgissem até ao início das actividades lectivas, libertando o seu lugar para a RR1 ou RR2 se essa reserva acontecesse sempre antes do início das aulas.
Possivelmente já ouviram falar aqui no blog em concursos dinâmicos, certo?
Poderei em breve voltar a este assunto se assim o entenderem.
E não me importo de ficar isolado a falar sobre isto.
Se existiu acordo para a saída das listas às sextas-feira, então quem acordou isso talvez o tenha feito de forma deliberada também pois sabia que o dia 16 de Setembro seria o primeiro dia de colocações onde os contratos não poderiam retroagir ao dia 1.
E agora a Fenprof anuncia (depois de ter acordado a data de publicação da RR2) que irá tentar contabilizar junto do Ministério da Educação esse tempo de serviço?
O artigo 38º do Decreto-Lei 83-A/2014 determina como passam os horários para a Contratação de Escola. Lembro que o Decreto-Lei 9/2016 revoga a alínea a) do número 2 e altera a redacção da alínea c) do mesmo número.
Para os horários superiores a 8 horas passarem para a Contratação de Escola, basicamente existem duas regras:
Não haver qualquer candidato a concorrer a um determinado tipo de horários, ou;
Haver duas recusas para o mesmo horário.
Após a RR1 já era possível haver horários superiores a 8 horas em Contratação de Escola por não haver candidatos a concorrer para algum dos intervalos em concurso (algo difícil na maioria dos grupos), mas após a RR2 já o mesmo pode acontecer para qualquer grupo de recrutamento e intervalo de horário, visto que a não aceitação pode depender de factores que não se conseguem prever com alguma facilidade.
Por isso comecem a ficar mais atentos a partir de quarta-feira aos horários em contratação de escola.
SECÇÃO V
Contratação de escola
Artigo 38.º
Objeto
1 — As necessidades temporárias de serviço docente e de formação em áreas técnicas específicas podem ser asseguradas pelos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, mediante contratos de trabalho a termo resolutivo a celebrar com pessoal docente ou pessoal técnico especializado.
2 — Para efeitos do número anterior, consideram -se necessidades temporárias:
a) As que subsistam ao procedimento da reserva de recrutamento, após 31 de dezembro; [Revogado]
b) Os horários inferiores a oito horas letivas, desde que não sejam utilizados para completamento;
d) As resultantes de duas não aceitações, referentes ao mesmo horário, nas colocações da reserva de recrutamento.
3 — Consideram -se ainda necessidades temporárias as necessidades de serviço a prestar por formadores ou técnicos especializados, nas áreas de natureza profissional, tecnológica, vocacional ou artística dos ensinos básico e secundário que não se enquadrem nos grupos de recrutamento a que se refere o Decreto -Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro.
4 — Aos docentes colocados ao abrigo da contratação de escola é aplicado o disposto no artigo 42.º
5 — [Revogado].
6 — O presente procedimento é aplicável às escolas portuguesas no estrangeiro.
A DGAE retroagiu os contratos ao dia 1 de Setembro para as colocações na Reserva de Recrutamento 2.
Já tinha dado conta que se não o fizesse estaria a agir de má fé.
Fez bem.
Mas sei que muitos colocados na CI e na RR1 discordam disso.
Para efeitos de vencimento não se esqueçam que só conta a partir do dia seguinte à aceitação, ou seja amanhã para quem aceitar hoje ou quarta-feira para quem aceitar amanhã.
ACTUALIZAÇÃO: Passado uma hora da publicação deste artigo a DGAE alterou a data de efeitos dos contratos dos docentes colocados na RR2, conforme consta neste artigo.
Enquanto docente do grupo 550-Informática e autor de vários programas específicos para o contexto escolar, venho por este meio dar conhecimento do meu mais recente projeto que está disponível gratuitamente no website: ferramentasescolares.pt.
Este contacto tem por objetivo pedir o seu apoio, no sentido de divulgar, no seu blog, o simulador que se encontra disponível no website ferramentasescolares.pt, o qual considero poder contribuir para agilizar uma das tarefas trabalhosas e morosas quando realizadas pelos processos tradicionais.
A disponibilidade gratuita, pertinência, utilidade e facilidade de utilização integram algumas das palavras que considero poderem descrever o simulador que partilho. A elaboração das planificações, bem como a organização, controlo e registo das atividades escolares podem ser mais rápidas, pois de um modo intuitivo e apenas com a informação essencial acerca da turma e disciplina, o professor poderá rapidamente ter a perceção do número de aulas a lecionar por dia da semana, mês e período. Para o ensino profissional, através da introdução do volume de formação (em número de aulas) o professor ficará a saber de imediato qual a data prevista para o término das disciplinas que leciona.
Perante o referido, caso considere oportuno, peço-lhe que divulgue o endereço ferramentasescolares.pt junto da comunidade docente que segue atentamente o seu blog.
… a impedir a retroacção das colocações ao dia 1 de Setembro, por as listas terem sido publicadas no dia seguinte ao último dia do arranque das actividades lectivas, havia quem fizesse muito baruho.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira e Candidatos à Contratação – 2ª Reserva de Recrutamento 2016/2017
Ver aqui alguns concursos a decorrer para a Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe.
Em concurso ainda estão:
AVISO de dia 12 de Setembro
Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe
Aviso de abertura – Contratação
Torna-se pública a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de docentes com qualificação para os segunites Grupos de Recrutamento: GR- 230; GR- 300; GR- 330; GR- 510; GR- 520 e GR 620.
A Diretora
Manuela Costeira
AVISO de dia 13 de Setembro
Escola Portuguesa de São Tomé e Príncipe
Aviso de abertura – Contratação
Torna-se pública a abertura de um procedimento concursal destinado à seleção de docentes com qualificação para o 1º Ciclo.
Ministro garante que destacamentos por doença foram alvo de fiscalização clínica.
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, revelou esta terça-feira que foram realizadas juntas médicas aos professores suspeitos de fraude nas colocações em mobilidade por doença em 2015. ”
Mil e quinhentas juntas médicas foram contratualizadas para responder a questões desta natureza”, afirmou o ministro, em reação à notícia de ontem do CM sobre suspeitas de novas irregularidades, este ano, no destacamento de 4160 professores devido a doença. O ministro não revelou se foram detetadas infrações nessas juntas médicas.
Já o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, afirmou ao CM que “se foram feitas 1500 Juntas médicas e não houve notícia é porque não foram detetadas irregularidades e 99% dos casos eram justificados”.
Sobre as dúvidas levantadas por Filinto Lima, da Associação de Diretores de Escolas Públicas (Andaep), o bastonário convidou-o a “apresentar provas em vez de fazer afirmações difamatórias”.