Quantas situações destas veremos se os concursos passarem para os municípios?

Set 22 2021
Quantas situações destas veremos se os concursos passarem para os municípios?

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Set 22 2021
Ainda que não seja um problema extensível a todo o país, a falta de professores continua a agravar-se em várias regiões e disciplinas: mais de 150 mil alunos do básico e secundário têm pelo menos um professor em falta no início deste ano letivo. O levantamento — feito a partir das listas de horários por preencher — é de Davide Martins, professor de Matemática no Agrupamento de Escolas Dr. Carlos Pinto Ferreira (Vila do Conde) e colaborador do blogue especializado em educação.
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Set 22 2021
Na sequência da recente revisão das convenções da ADSE, nos últimos tempos, têm vindo a público toda uma série de notícias relativas a este subsistema de assistência na saúde dos trabalhadores da Administração Pública e seus familiares, que têm causado grave preocupação em muitos dos servidores
públicos nossos associados, os quais nos têm vindo a contactar pedindo-nos esclarecimentos e revelando o seu descontentamento pelo significativo acréscimo de despesas com que se irão confrontar. Traduzindo-se, na prática, na perda do respetivo poder de compra.
Além do mais, parte destes professores queixam-se de que ao tentarem marcar atos médicos, junto de alguns prestadores de saúde convencionados, os mesmos lhes referem telefonicamente que o ato fica agendado, mas não lhes precisam quanto ele irá custar, pois só no dia da sua realização ficarão a saber,
dependendo da modalidade e ao abrigo de que regime o mesmo será prestado.
Tais situações, além de configurarem uma total ausência de transparência, geram nas pessoas um clima de receios, de instabilidade e criam nos pacientes e suas famílias uma enorme insegurança, que urge acautelar.
A tudo isto acresce o facto de, há alguns anos atrás, ter aumentado consideravelmente o montante do desconto mensal dos trabalhadores para este subsistema de saúde, tendo tido a ADSE, no ano anterior, um acumulado de 140 milhões, aos quais acrescem poupanças de quase mil milhões de euros.
Em face do supra aduzido, a Federação Portuguesa de Professores solicitou – com caráter urgência – uma audiência, pessoal, com a Senhora Ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública de modo a poder obter os esclarecimentos que se mostrem pertinentes e representar, de viva-voz, os direitos e interesses dos professores seus associados, convictos da defesa da classe em geral.
Lisboa, 22 de setembro de 2021
P’la Direção Nacional
O Presidente
Filipe do Paulo
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Set 22 2021
Os professores de Educação Física da Escola EB 2/3 João de Meira, em Guimarães, recusam-se a dar aulas. Os docentes acusam a Câmara Municipal de ter sido informada e de não dar resposta aos problemas existentes no pavilhão. Para estes professores, a falta condições de segurança chegou a uma “situação limite”.
Os professores de Educação Física da Escola EB 2/3 João de Meira fizeram esta segunda-feira o anúncio à comunidade escolar que não irão lecionar aulas práticas da disciplina, devido às más condições do pavilhão da escola.
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Set 22 2021
O avanço da tecnologia faz com que cada dia mais ferramentas digitais para auxiliar alunos, professores, pesquisadores e profissionais estejam disponíveis para uso.
Além de programas, softwares e ferramentas digitais em si, existem inúmeros sites e plataformas digitais acadêmicas que possuem uma função essencial no desenvolvimento, aprendizado e comunicação científica e educacional.
Há, por exemplo, diversas plataformas que oferecem serviços acadêmicos realizados por freelancers profissionais, como por exemplo aulas, plantões de dúvidas e até o acompanhamento e a realização de trabalhos.
Um grande exemplo disso é a www.mystudybay.com.br que oferece consultas às regras da ABNT, formatações em formatos acadêmicos oferecidas por profissionais certificados e até o acompanhamento para o desenvolvimento de projetos como TCC, iniciações científicas e diversos outros.
Logo, se limitar a aprender e estudar apenas de maneiras convencionais em pleno 2021 não é o mais indicado para seu sucesso acadêmico.
Óbvio que não é para deixar os tradicionais livros e artigos de lado, mas sim para se explorar outras possibilidades e vertentes de estudo que possam funcionar melhor para você.
O YouTube é uma das plataformas digitais mais acessadas de todo o mundo, contando com mais de 2 bilhões de usuários e cerca de 4 bilhões de vídeos executados todos os dias.
Ainda há estatísticas que mostram que a cada minuto, são vistas 300 horas de vídeos no YouTube, mundialmente.
Portanto é inegável, o YouTube é sim uma plataforma gigantesca que, atualmente, abriga diversos conteúdos. Então por que não utilizar o YouTube a seu favor para aprender coisas úteis?
Alguns canais nacionais e internacionais educativos do YouTube são:
O primeiro canal que iremos citar é também um dos mais originais de todo o YouTube, tendo sido criado e estabelecido em meados de 2010 pelo educador Michael Stevens.
Hoje, o bordão ‘’Hey VSauce, Michael here.’’ se tornou um dos mais populares e utilizados em toda a rede.
Em seu canal, Michael trata de maneira descontraída e lúdica de temas extremamente vastos, como por exemplo:
Logo, se você é uma pessoa curiosa ou apenas que busca um pouco mais de produtividade em frente a tela de seu computador, tente dar uma olhada nos conteúdos do Michael.
Outro canal educativo sensacional presente no YouTube é o Kurzgesagt, que é um canal alemão, porém, cujos vídeos são editados todos em língua inglesa, visando a acessibilidade ao público.
O canal foi fundado por Philipp Dettmer e atualmente conta com cerca de 15 milhões de inscritos.
Atualmente é um canal tão reconhecido por seu conteúdo científico e também criação artística, que Philipp já trabalhou com diversas empresas renomadas, como:
Ainda, no canal são abordados diversos temas, de maneira similar ao VSauce, tendo vídeos sobre biologia, psicologia, hábitos, evolução, degradação ambiental e educação.
Quando falamos de divulgação científica de maneira lúdica, acessível e interativa no Brasil, não podemos deixar de falar do canal Nerdologia.
Idealizado pelo microbiologista Átila Iamarino, o canal se pautava inicialmente em análises científicas, físicas e biológicas de personagens e obras populares, assim como:
Logo, os vídeos de Átila são extremamente embasados cientificamente, porém, dialogam de maneira clara, simples, lúdica e ilustrativa com um público mais jovem, realizando um trabalho excepcional de divulgação científica e educação.
Ainda, atualmente o canal Nerdologia possui alguns segmentos:
Cada um destes segmentos do canal possui suas próprias particularidades e especificidades. O Nerdologia História, por exemplo, conta com seu próprio apresentador; o historiador Felipe Figueiredo, que inclusive possui um podcast incrível chamado Xadrez Verbal.
Existem diversas maneiras de se obter conhecimento na Internet, através de canais educativos, plataformas que oferecem aulas e serviços acadêmicos e utilizando de plataformas de busca de artigos científicos, como o Google Scholar.
Esta maneira de aprendizado é essencial para o seu desenvolvimento, sobretudo em um período de provas de vestibular, concursos e possibilidade de ingressar em uma universidade.
Portanto não perca tempo, se você precisa de aulas, plantões e até auxílio para desenvolver seus projetos, não deixe de conferir a MyStudybay.
Se você está pensando em aprender de maneira mais lúdica e interativa, também não deixe de acessar os canais do YouTube citados aqui pois eles podem ser uma boa fonte de aprendizado.
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Set 21 2021
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Set 21 2021
Os professores no ativo com mais de 50 anos representam já mais de metade do total, tendo a percentagem duplicado na última década, revelam novos dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC).
Segundo o ‘Perfil do Docente 2019/2020’, no 3º Ciclo e no Ensino Secundário, 53,8% dos que estão a lecionar já ultrapassaram esta idade, valor que em 2009/2010 se ficava pelos 23,1%.
O que pensa o ME e o governo fazer?

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Set 21 2021
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Set 20 2021
Encontra-se disponível o formulário eletrónico que permite às escolas indicar os requisitos cumulativos para a dispensa ou realização do Período Probatório.
Consulte a nota informativa e as perguntas frequentes.
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Set 20 2021
Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas proceder à submissão de contratos e aditamentos.
Consulte a nota informativa e o manual de utilizador.
SIGRHE – Aceda à aplicação.
Manual de utilizador
Nota Informativa
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Set 20 2021
Finalmente livres dos grilhões e regulamentações de Bruxelas, eis que o governo britânico vem agora anunciar com pompa e circunstância o regresso às medidas imperiais em detrimento do Sistema Internacional de Unidades.
Quer isto dizer que muito em breve deixaremos de ter o metro, o quilo e o litro como pontos de referência.
No entanto, estou agora a caminho de casa e na estrada as distâncias continuam a medir-se em milhas.
Entro no supermercado e trago para casa 1/4 de pint de leite.
Na sexta-feira fui ao pub e bebi uma pint de cerveja.
Tudo isto porque, e à boa maneira britânica, este país nunca aderiu totalmente ao Sistema Internacional de Unidades, assim como nunca aderiu totalmente à União Europeia, limitando-se a acrescentá-las aos seus produtos lado a lado com as medidas imperiais.
A medida não é senão o reflexo sempre presente do saudosismo dos tempos idos do império britânico de há 200 anos da parte de um governo tão caduco e bafiento como o próprio império.
Neste contexto, e dado o evoluir dos tempos e das mentalidades, o próprio termo “imperial” é questionável quando em si está implícito a subjugação dos povos entre a colonização, exploração e escravatura em favor de uma minoria regente.
Será esse o objectivo final do governo britânico? O verdadeiro regresso ao antigo Império Britânico?
Até lá, e se me perguntarem, com o regresso das medidas imperiais a verdadeira dificuldade será a da medição da massa.
Se qualquer criança consegue dividir 1Kg em 1000g, já um adulto terá sempre dificuldade em converter 1 stone em libras, onças e grãos.
Comecemos por dizer que 1 stone (6.35kg) divide-se em 14 libras. Cada libra equivale a 0.45Kg, subdividindo-se em 16 onças.
Uma onça são 28g e a cada onça correspondem 437.5 grãos. Cada grão é igual a 0,0648g.
Confusos? Eu também. E se a isto acrescentarmos que 1 stone em Londres não são 14 libras mas sim 8 libras? E que na Escócia a mesma stone tem 16 libras?
A título de curiosidade, o termo grão refere-se a grãos de trigo, originalmente usados como medidas de massa.
Já no que toca a medidas de comprimento, e porque estamos a falar do sistema imperial, é o pé do rei que se usa como referência, sendo 1 pé igual a 30.48cm.
Pergunta: qual o comprimento do pé do Boris? E teremos de usar o dito como referência quando se impuserem as medidas imperiais?
Já a rainha terá de colocar o seu selo de qualidade nos copos de pint dos pubs deste país, sendo a mensagem clara: quem está por cima é que sabe, é que manda e concorda. Ou não.
Os outros, todos nós, não sabemos nem devemos saber nada. O povo obedece mas os impérios também caem.
Até lá, vou tratar de saber qual o meu peso em grãos de trigo. E se eu não tiver trigo? Posso usar arroz?
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Set 20 2021
A Escola EB2,3 Dr. João das Regras, na Lourinhã, está encerrada depois de uma funcionária ter ficado infetada com Covid-19 e outros 12 terem ficado em isolamento.
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Set 19 2021
Há alguns factos incontornáveis e que não devem ser escamoteados relativos ao tema da municipalização da Educação:
O prazo de transferência das competências para as autarquias locais e para entidades intermunicipais no domínio da Educação foi prorrogado até 31 de Março de 2022, conforme o disposto no Decreto-Lei Nº 56/2020 de 12 de Agosto…
Entretanto, passou-se um ano desde a publicação do anterior diploma legal e, a ser como aí está disposto, faltarão apenas cerca de seis meses para que se concretize a referida transferência de competências de forma massiva e previsivelmente irrevogável…
E assim o tema da “municipalização da Educação” está de volta, mesmo que muitos considerem esse assunto como uma espécie de tabu, que não deve ser falado nem discutido… Outros, porventura, talvez ainda não se tenham dado conta que esse iminente e tenebroso desígnio não desaparecerá só porque não se fala dele, antes pelo contrário…
Essa transferência de competências, um dos objectivos maiores do actual Governo, está, de resto, bem explícita e assumida no Comunicado do Conselho de Ministros de 8 de Novembro de 2018…
Colocam-se, contudo, muitas reservas quanto à bondade e à virtude desse modelo de gestão e administração do sistema educativo, salientando-se desde logo o seguinte:
– Num artigo publicado em 9 de Junho de 2019 pelo Jornal Diário de Notícias, intitulado “Metade dos casos de corrupção tem origem em autarquias”, referia-se que o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) analisou em 2018 um total de 604 casos relacionados com essa criminalidade: 48% ocorreram em autarquias, o que representava a maior percentagem de sempre, constatando-se também que os casos reportados relacionados com os municípios tinham vindo a subir: 32.9% em 2015, 35% em 2016, 44.6% em 2017 e 48% em 2018.
Também de acordo com o referido artigo: “48% (num total de 288) estão relacionados com autarquias, a maioria provenientes de câmaras municipais (223), seguidos de juntas de freguesia (56) e de empresas municipais (9)”.
Por outro lado, em notícia veiculada pelo Jornal Expresso em 16 de Março de 2021, referia-se que o Relatório do mesmo CPC, relativo aos dados reportados em 2020, “enfatiza que a área da Administração Local é, uma vez mais, a que surge mais representada, estando associada a mais de metade (51,8%) dos reportes judiciais”.
Mais se afirmava que: as “autarquias lideram as queixas, mas mais de metade acabam em arquivamento. Corrupção e peculato dominam os motivos para abertura de Processos.”
Na mesma notícia, referia-se ainda que a ausência de indícios ou elementos probatórios e as dificuldades na realização da investigação criminal para a recolha de indícios e provas nestes crimes económico-financeiros, foi a explicação dada pelo CPC para o arquivamento de 52% das queixas e para a condenação apenas de 10 processos abertos em tribunal…
Perguntas decorrentes de tudo o anterior, independentemente da “cor política” dominante em cada autarquia:
– Em termos gerais, é possível confiar na (suposta e exigível) idoneidade dos dirigentes do poder autárquico?
– Em termos gerais, terão esses dirigentes a aptidão ética e moral, necessária e imprescindível ao desempenho dos respectivos cargos?
– Ainda que as condenações em Tribunal apresentem uma baixa percentagem, pelos motivos já apontados, como ignorar ou “apagar” as muitas suspeitas de corrupção, peculato, participação económica em negócio ou abuso de autoridade/poder, que recorrentemente são dadas a conhecer pelos meios de comunicação social, envolvendo titulares de cargos autárquicos?
– Poderão os Profissionais de Educação, docentes ou não docentes, confiar em Dirigentes Máximos de Serviço que se encontrem sob as mais variadas suspeitas, ainda que não venham a ser legalmente sancionados? Nessas condições, que legitimidade institucional pode ser reconhecida a tais Dirigentes?
Os cargos autárquicos parecem ser muito tentadores, mas nem sempre pelos melhores motivos ou pelos motivos certos… O estabelecimento de teias de relações duvidosas, obscuras e “perigosas”, alimentadas por interesses clientelistas e por lobbies burocráticos, parece ser uma prática comum ao nível do poder local, conhecida de praticamente todos os cidadãos, de qualquer autarquia do país…
E perante isso, o que fazem os cidadãos? Os cidadãos limitam-se a comentar o tema em surdina ou a afirmar: “rouba, mas faz”, numa atitude de clara desculpabilização, de condescendência e até de alguma implícita empatia…
Os cidadãos, incluindo parte significativa dos próprios Profissionais de Educação, sobretudo pela sua inércia e indiferença, têm, afinal, os autarcas que merecem porque: “a impunidade é segura, quando a cumplicidade é geral” (Mariano José Pereira da Fonseca)…
Vem aí borrasca, proporcionada por uma Democracia cada vez mais débil e anémica… Os Partidos Políticos com assento na Assembleia da República e os Sindicatos da Educação ou “assobiam para o lado” ou esboçam protestos indisfarçavelmente pueris, apesar desta pretensão do Governo significar um verdadeiro “xaque-mate” à Educação…
E em plena campanha eleitoral para Eleições Autárquicas, e porque a Educação não pode depender de interesses sombrios, resta afirmar isto:
Talvez seja aconselhável pensar muito bem a que “bandidos se vai dar o ouro” porque é bem possível que os que agora forem eleitos passem a gerir e a administrar parte significativa das vidas profissionais do pessoal docente e não docente, já a partir do próximo mês de Março…
(Matilde)
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Set 19 2021
Professora de formação e sem trabalho, Madalena Carvalho partiu, em 2014, para Bruxelas. Embora o sol que não pareça ter o mesmo brilho, não pensa em regressar a Portugal
Antes de emigrar há sete anos, Madalena Carvalho, natural de Penalva do Castelo, era professora do 1º ciclo do ensino básico na Região Autónoma da Madeira. A falta de trabalho em Portugal levou-a a Bruxelas, capital belga, onde já se encontrava o marido e outros conhecidos.
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Set 18 2021
Uma escola centrada na fruição de prazeres e na obtenção de alegrias constantes é mais apropriada para formar patetas contentes e dificulta muitíssimo a transmissão e a aquisição de conhecimentos.
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Set 18 2021
Não interessa? Ou desmente o discurso?
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Set 18 2021
Define os modelos de diplomas e de certificados em formato eletrónico das ofertas educativas e formativas do ensino básico e secundário
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Set 18 2021
“(…) Para fundamentar o argumento, citou um acórdão de 2020 do Supremo Tribunal de Justiça, no qual se determinou que funcionários e dirigentes de instituições particulares de solidariedade social (IPSS) deixam de ser investigados, acusados e condenados por crimes de peculato e outros crimes, como participação económica em negócio ou abuso de poder. (…)
Colégios GPS: MP admite não haver fundamentos para julgar arguidos por peculato | TVI24
Isto é para lá de vergonhoso, é pura e simplesmente o fim da picada…
Vocês sabem quanto dinheiro o Estado dá, anualmente, sem qualquer tipo de controlo, de mão beijada às IPSS que pululam como cogumelos?
Por exemplo, na Educação quem é que controla a bandalheira do dinheiro dado aos “famosos” CRI – Centros de Recursos para a Inclusão?
Eu tenho uma boa solução: acabava com os planos de ação com os CRI e entregava o dinheiro diretamente aos agrupamentos para contratar os técnicos.
Ficou tudo em águas de bacalhau?
16 de Dezembro, 2017
Secretária de Estado alertou para falta de controlo das IPSS
Antes de ir para o Governo, Cláudia Joaquim concluiu na tese de mestrado que o Estado perdeu capacidade de fiscalização das IPSS que recebem €1,2 mil milhões por ano
Poucos meses antes de chegar ao Governo, a atual secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, alertou para a necessidade “urgente” de rever o modelo de cooperação e financiamento das instituições particulares de solidariedade social (IPSS), “de forma a assegurar a sua transparência e eficácia”.
Na tese de mestrado que apresentou em fevereiro de 2015 com o título “Proteção social, terceiro sector e equipamentos sociais: Que modelo para Portugal?”, Cláudia Joaquim faz várias críticas ao estatuto das IPSS, que tinha sido aprovado um ano antes, no Governo de Passos Coelho, e que ainda se mantém em vigor. A diminuição do controlo e do acompanhamento por parte do Estado relativamente à atividade e às contas destas instituições, que todos os anos recebem mais de 1,2 mil milhões de euros de dinheiros públicos, eram alguns dos alertas deixados na dissertação.
O Expresso tentou contactar a secretária de Estado da Segurança Social para saber que mudanças ao estatuto das IPSS estão a ser ponderadas, tendo em conta as críticas que fez anteriormente, mas não obteve resposta até ao fecho da edição.
“O acompanhamento e fiscalização on going por parte do Estado são bastante suprimidos, em oposição aos poderes dos órgãos de fiscalização das instituições que são reforçados”, apontou na altura Cláudia Joaquim, referindo-se ao decreto-lei aprovado em 2014 que alterou o estatuto das IPSS. “Os orçamentos e as contas das instituições que anteriormente careciam de visto do membro do Governo responsável pela área da Segurança Social, com a faculdade de delegação, depois de serem aprovados pelos corpos gerentes, deixam de ser sujeitos a visto, passando a ser apresentados apenas para verificação da sua legalidade”, exemplificava a então aluna de mestrado do ISCTE.
Por outras palavras, o Estado perdeu capacidade de controlo sobre os orçamentos das IPSS, alertava há dois anos Cláudia Joaquim, que agora vai ser chamada ao Parlamento no âmbito do caso da alegada gestão danosa da associação Raríssimas.
Na tese, a responsável criticava “a visão assistencialista e emergencialista da Ação Social” que dizia estar a “desregular aquele que era um princípio fundamental da cooperação entre o Estado e o Terceiro Sector, que consistia nos poderes de tutela do Estado e de fiscalização e de inspeção”.
“Torna-se urgente a análise crítica ao atual modelo de cooperação e respetivo modelo de financiamento das IPSS, de forma a assegurar a sua transparência e eficácia”, concluía então a atual secretária de Estado da Segurança Social, questionando se não “faria sentido aplicar a estas instituições e aos seus dirigentes algumas das normas aplicadas à ação dos gestores e dirigentes da Administração Pública, designadamente em matéria orçamental e correspondente responsabilização financeira”.
Estatuto não foi revisto Cláudia Joaquim entrou para o Governo pouco mais de seis meses depois de ter concluído esta tese de mestrado. A técnica superior do Instituto de Segurança Social tornou-se secretária de Estado da pasta no final de 2015, mas, até agora, o estatuto das IPSS ainda não foi revisto.
As instituições são obrigadas a tornar públicas as suas contas, publicando-as nos seus sites, mas muitas não o fazem. Nos últimos anos tem havido suspeitas de irregularidades na gestão de várias IPSS, nomeadamente casos de lares e creches em que se dá preferência a utentes com rendimentos mais altos, deixando de lado famílias com menores recursos, em violação do princípio da solidariedade social que está na base dos acordos de cooperação celebrados com o Estado.
Este ano, o Governo introduziu alterações na forma de seleção das IPSS que recebem verbas do Estado, criando o Programa de Celebração ou Alargamento dos Acordos de Cooperação para o Desenvolvimento de Respostas Sociais, que passou a obrigar à abertura de concursos a nível nacional. O objetivo é a “introdução efetiva de mecanismos que garantam uma maior previsibilidade e transparência na seleção das entidades”.
Joana Pereira Bastos “Nenhum sector é tão controlado”, garantem as IPSS
O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), que representa quase três mil das cerca de cinco mil IPSS, rejeita as alegações de falta de fiscalização, garantindo que nenhum outro sector é alvo de um controlo tão apertado em Portugal. “Há um acompanhamento muito grande, por vezes quase excessivo nas exigências que são feitas por parte dos inspetores”, frisa Lino Maia. Segundo dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, entre 2015 e novembro deste ano foram realizadas 1615 ações de fiscalização a IPSS, tendo sido apresentadas ao Ministério Público 71 propostas de destituição dos corpos gerentes das associações. O responsável da CNIS admite que “pode haver um ou outro caso de má gestão”, mas sublinha que “o panorama geral é de grande transparência”.
Fonte: Secretária de Estado alertou para falta de controlo das IPSS | ASJPASJP
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Set 18 2021
Até às 10:00 de hoje estavam disponíveis na plataforma 684 horários com 8 ou mais horas, o que significa que não foram preenchidos nas Reservas de Recrutamento, pelos professores disponíveis nas listas de ordenação.
Informática, Geografia, Física e Química, Inglês, História e Matemática são os grupos onde mais horários estão por preencher. No grupo de Eletrotecnia, como a lista de ordenação é minúscula, há horários completos e anuais sem colocados de norte a sul.
São mais de 10000 horas semanais… não será exagerado se dissermos que mais de 3000 turmas têm professores por colocar. Contas por baixo, mais de 70 000 alunos não têm todos os professores!
Foram várias as políticas (e políticos) a contribuir para que a situação chegasse a este ponto. Neste momento, em Portugal, os professores são uma classe envelhecida, desmotivada, desrespeitada, afundada em burocracia e alvo do ziguezaguear das reformas educativas… se não existir uma política clara de valorização da classe (que se começasse amanhã já seria tardia), a educação no nosso país está condenada!
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Set 18 2021
Não tardará muito a acontecer nas escolas públicas. Professores e funcionários já temos em isolamento profilático, infetados ou não, a seguir virão os alunos.
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Set 18 2021
Os recursos prometidos no Plano de recuperação das aprendizagens devem vir a caminho montados em caracóis.
“Contrataram até agora menos 710 professores do que no ano passado e apesar de ter havido a vinculação de 2.424, saíram para aposentação 1.852. Portanto, se fizermos a diferença, verificamos que este ano, as escolas começaram o ano letivo com menos 140 professores do que no ano passado”, disse à Lusa Mário Nogueira, lamentando que “num ano em que há um plano de recuperação por causa de uma pandemia” não exista um reforço de professores nas escolas.
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Set 18 2021
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Set 18 2021
Chegados à RR3 (e primeira semana de aulas) com menos de metade dos professores contratados disponíveis. Numa altura em que as atividades letivas se iniciam mais de metade dos professores disponíveis “esfumou-se”.
Se agora ter apenas 23768 candidaturas por colocar já parece preocupante, a situação torna-se ainda mais dramática vendo que 15471 pertencem a apenas 5 grupos, ou seja, para 30 dos 35 grupos de recrutamento existem pouco mais de 8000 candidaturas. Não é necessário grande raciocínio matemático para perceber que se a análise incidisse sobre alguns concelhos e/ou horários incompletos veríamos vários grupos sem professores para colocar.
Pela análise da tabela seguinte percebe-se a drástica diminuição ao longo das reservas de recrutamento. Sabemos que esta situação é um problema nacional, com contornos dramáticos nalgumas regiões… quando mais tempo os Governos demorarem a assumir e enfrentar o problema, mais difícil será resolvê-lo. E até lá continuaremos a ter milhares de alunos sem aulas e projetos curriculares comprometidos porque as equipas pedagógicas estão incompletas. Ficam os dados: 
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Set 18 2021
A greve de professores e pessoal não docente vai prolongar-se até quarta-feira, anunciou esta sexta-feira o Sindicato de Todos os Professores (STOP), no dia em que estava previsto terminar a paralisação que decorreu esta semana.
“A greve nacional de todos os profissionais de educação (pessoal docente e não docente) vai continuar dias 20, 21 e 22 de setembro”, adiantou hoje aquela estrutura sindical, prolongando a paralisação que começou na terça-feira.
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Set 17 2021
Não é novidade! Há falta de professores em vários grupos e distritos do país. Há de certeza muitos diretores de lisboa e almada a pensar como irão preencher os horários que não foram ocupados nas Reservas de Recrutamento.
E começam já a aparecer as ofertas de escola acima de 8h. Nesta hora (17:35) a plataforma com com 324 horários que não foram ocupados nas Reservas de Recrutamento. Dessas, 61 são completas e anuais. Fica o registo dessas 61.

ATUALIZAÇÃO: 18:13 – São 552 os horários com mais de 8 horas disponíveis e 94 completos e anuais.
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Set 17 2021
Serão pelo menos 2620, os professores que vincularão no próximo ano ao abrigo da norma travão. A tabela abaixo apresenta a média do tempo de serviço desses professores, efetivamente prestado até ao final do ano letivo 2021/2022, distribuído por Grupo de Recrutamento e QZP.
Como se pode perceber pela mancha colorida da tabela, o tempo de serviço oscila bastante consoante a região do território continental que se está a analisar. A norte o tempo de serviço necessário para vincular ronda os 20 anos de serviço e nalguns grupos esse valor é largamente ultrapassado.
Algumas curiosidades sobre a análise feita a estes 2620 professores.
Lá para maio, com a saída das listas provisórias do concurso externo, estes números virão à baila… ficam aqui em 1ª mão!
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Set 17 2021
São pelo menos 2620, os professores que estão este ano no 3º contrato completo e anual, por isso serão integrados na 1ª prioridade no próximo concurso externo. Já se sabe que estes números poderão ser maiores porque os horários temporários não foram aqui contabilizados.
A tabela abaixo apresenta a distribuição desses candidatos por grupo de recrutamento e QZP onde a vaga será aberta. Se clicarem na tabela poderão aceder a uma listagem com todos os professores nessa situação!
A manter-se a novidade do aviso de abertura do concurso do ano passado, veremos muitos professores coagidos, a manifestar preferências para QZP’s para onde nunca concorreram como contratados. Veremos o que a negociação do diploma trará…
NOTA: A semana passada, por lapso, foram integrados alguns horários temporários, daí os números finais serem ligeiramente menores do que aqueles que foram publicados na semana passada.
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Set 17 2021
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Set 17 2021
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 3.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 20 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 21 de setembro de 2021 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato
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Set 16 2021
O SIPE – Sindicato Independente de Professores e Educadores convocou os docentes a marcarem presença na Praça Carlos Alberto, no Porto, às 21h00 desta sexta-feira, dia 17 de setembro, para uma vigília em protesto contra dois anos de silêncio por parte do Ministério da Educação, face aos problemas e anseios dos professores e educadores. O Sindicato refere que os professores exigem a reabertura das negociações relativas à avaliação e progressão na carreira docente, à aposentação, aos concursos, às ultrapassagens na carreira entre docentes com o mesmo tempo de serviço, e à reversão da componente letiva, e irá anunciar na vigília novas ações e formas de luta, que irão avançar já no início do presente ano letivo 2021/2022.
Júlia Azevedo, presidente do SIPE, declara que «é urgente passar das palavras aos atos! E perante esta inoperância do Ministério da Educação, que há dois anos tem suspensas as negociações com os sindicatos, os professores são obrigados a sair à rua para se fazerem ouvir». A dirigente considera «inadmissível e uma enorme falta de respeito, a tutela apregoar aos sete ventos que os Professores e os Educadores foram fantásticos na resposta que deram ao desafio provocado pela pandemia, mas não dar o devido reconhecimento, escutando as reivindicações da classe e dando resposta aos seus problemas e anseios».
Porto, 16 de setembro de 2021
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Set 16 2021
Os salários dos professores com 15 anos de experiência nos países da OCDE aumentaram ligeiramente entre 2005 e 2020, mas em Portugal diminuíram 6%, revela um estudo internacional.
Este é um dos dados do relatório “Education at a Glance 2021”, publicado anualmente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), que apresenta fontes de informação internacional sobre o estado da educação no mundo, tendo em conta a realidade dos 37 países da OCDE.
Após a crise financeira de 2008, os salários dos professores da OCDE baixaram mas, em média, entre 2005 e 2020, os ordenados dos docentes com 15 anos de serviço aumentaram 2% no ensino básico e 3% no ensino secundário. Em Portugal, os ordenados “diminuíram 6%”, lê-se no documento hoje divulgado.
Mas o relatório diz também que os professores portugueses trabalham menos horas do que a média da OCDE, com destaque para o pré-escolar, com menos 100 horas por ano.
O número médio de horas de ensino anual exigido a um professor em instituições de ensino públicas nos países da OCDE tende a diminuir à medida que o nível de educação aumenta, variando entre 989 horas no pré-escolar e 685 horas no secundário.
Em Portugal, os professores ensinam 885 horas por ano no pré-primário e 649 horas no secundário. Os sindicatos têm alertado que existem milhares de docentes que permanecem durante muitos anos a contrato, não tendo por isso direito a progressão na carreira, a aumentos salariais nem a redução de carga letiva.
O relatório aponta também para o fenómeno do envelhecimento da classe docente, um problema que afeta a maioria dos países da OCDE e que poderá colocar “muitos governos sob pressão para recrutar e treinar novos professores”.
No ensino básico e secundário, cerca de 35% dos professores têm pelo menos 50 anos de idade em média nos países da OCDE e podem atingir a idade de aposentação na próxima década. Em 2019, 44% dos professores do 1.º e 2 ciclos em Portugal tinham pelo menos 50 anos. No 3.º ciclo a proporção era de 50% e de 44% no secundário.
No que toca a despesas com educação, o relatório salienta que os salários do pessoal escolar, e em particular dos professores e diretores das escolas, representam a maior despesa. Na maioria dos países, os ordenados aumentam com o nível de ensino e também com a experiência.
A despesa pública em instituições do básico ao ensino superior por estudante a tempo inteiro em Portugal foi de cerca de sete mil euros em 2018, abaixo da média da OCDE (cerca de 8.463 euros).
Segundo números do relatório, Portugal gastou mais de oito mil euros por aluno no ensino básico e secundário, ficando 374 euros abaixo da média da OCDE. No nível superior, Portugal investiu quase dez mil euros por aluno, menos 4.470 euros do que a média da OCDE.
Entre 2012 e 2018, os gastos por aluno aumentaram nos países da OCDE. Em Portugal, a despesa com instituições de ensino diminuiu a uma taxa média anual de 1,1%, mas o número de alunos também diminuiu em média 1,7% ao ano nesse mesmo período. “Isso resultou numa taxa média de crescimento anual de 0,6% nas despesas por aluno neste período”, conclui o estudo.
A proporção da riqueza nacional dedicada às instituições de ensino é mais elevada em Portugal do que, em média, nos países da OCDE. Em 2018, Portugal gastou 5% do seu PIB em instituições de ensino, mais 0,1 pontos percentuais do que a média da OCDE.
A remuneração de professores e outros funcionários empregados em instituições educacionais representa a maior parte das despesas correntes do ensino primário ao superior.
Em 2018, Portugal alocou 81% das suas despesas correntes à remuneração do pessoal, em comparação com 74%, em média, nos países da OCDE.
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