Outubro 2014 archive

Pedido de Divulgação – IEFP

Formador/a Anónimo/a

Centro de Emprego e Formação

Profissional de X, IP

 

Exmo. Senhor

Presidente do Conselho Diretivo

do IEFP –  Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP

Rua de Xabregas, 52

1949 – 003 Lisboa

 

 

 

Sou formador/a do Centro de Formação Profissional de X, colocado/a na sequência do concurso público promovido através do aviso de abertura de procedimento de seleção n.º 1/2012, de 17 de Dezembro, relativo à contratação para os Centros de Emprego e Formação Profissional do IEFP, IP e pretendo, por este meio, esclarecer junto de V.ª Ex.ª algumas dúvidas que me têm assolado, bem como a bastantes dos meus colegas.

 

Dirijo-me diretamente a V.ª Ex.ª pois acredito na sua sensatez e tenho a esperança de que, ao ler as minhas palavras, não ficará insensível a estas questões.

Identifico-me como formador anónimo não por cobardia mas, infelizmente, e apesar de estarmos num Estado Democrático, pelo receio devido às constantes ameaças que nos são feitas nas reuniões do nosso Centro. Ameaças essas, que são perpetradas de forma dissimulada, quando surgem alguns problemas e dúvidas com que nos debatemos diariamente.

Podemos começar pelo facto de não ser respeitado o período da hora de almoço, mais exactamente quando temos, nesse período, de nos deslocar de um local de formação para outro; ou quando nos é marcada formação, dentro do mesmo espaço, com meia hora ou mesmo um quarto de hora para almoçar.

 

Provavelmente não terá conhecimento mas, a ideia que tenho e que nos é passada, é a de que os “Senhores de Lisboa” são de facto muito maus, e que estão em constante vigia e controlo sobre os formadores. Não querendo ironizar, ou utilizar uma linguagem metaforicamente infantil, mas apenas usando a mesma linguagem que usam connosco, pergunto diretamente: são os “Senhores de Lisboa”, que nos impedem de colocar horas de preparação de materiais pedagógicos ou de articulação entre colegas no que respeita ao desenvolvimento da formação? O argumento que nos tem sido transmitido para invalidar a alocação de horas nestes parâmetros é o de que “os de Lisboa” não permitem. E que apenas nos é permitido colocar horas diretamente ligadas com a formação. Mas a preparação de materiais e articulação não está diretamente ligadas à formação? Será que existe mesmo este impedimento? Então porque é que tal é permitido noutros Centros? Não há homogeneidade? Será que os nossos superiores julgam que vivemos numa redoma e não trocamos impressões com colegas, colocados ao abrigo do mesmo concurso, de outros Centros? Felizmente, estamos no séc. XXI e, graças à evolução das tecnologias da informação e da comunicação, não estamos isolados, apesar de até nisto ter havido uma tentativa de controlo! Termos que ouvir algo do género “espero que não vão para blogues nem redes sociais comentar o que se passa no Centro.”, não é de todo agradável! A intenção era resolver os problemas “dentro de portas”. Mas de intenções….

Seguem-se mais algumas questões relativamente à gestão/estrutura interna do funcionamento e atividades dos formadores colocados no âmbito do supracitado concurso no centro de formação profissional de X, para as quais gostaria de ter uma resposta:

  • porque razão, Senhor Presidente do Conselho Diretivo, neste centro de formação, alguns formadores têm ou é-lhes atribuído sempre trabalho e conseguem fazer as horas todas ou quase todas previstas no contrato, enquanto outros, por sua vez, não as conseguem fazer, ainda que solicitem trabalho? Estará a resposta baseada em questões tão subjetivas como as simpatias ou preferências? Acha normal termos que ouvir que “se ficarem 10 ou 20 horas no contrato por fazer (quando não são mais…) é residual?”. Alguém gosta que lhe mexam assim no bolso? 20 horas correspondem a quase 300 euros. Se para os nossos superiores não lhes faz diferença, para nós faz! Mas não assinámos nós um contrato para termos, em média, 120 horas mensais? O valor que está no contrato é algum “teto máximo”, como nos querem fazer crer?

Senhor Presidente, posso referir que, felizmente, sou um/a dos que renovaram o contrato por mais seis meses. Posso afirmar, claramente, que tal não se deveu a simpatias nem ao facto de andar constantemente a bater à porta do Sr. Diretor, ou da Sr.ª Diretora Adjunta ou do Sr. Coordenador. Não se deve a “graxismos” ou “lambe-botas”. Talvez se tenha devido, apesar de tudo, ao meu empenho e dedicação ao trabalho neste Centro, tendo ficado, no entanto, estupefacto/a quando me apresentaram uma avaliação de desempenho, com critérios que nunca nos tinham sido apresentados, em que a nota atribuída foi inferior a avaliações de outros colegas, sem qualquer razão justificável e muito menos fundamentada. Como terá sido levada a cabo esta avaliação é um mistério que ainda está por desvendar… ou talvez não!

 

  • relativamente aos contratos, Senhor Presidente, coloco aqui mais uma questão: se a verba para o pagamento das horas contratualizadas está, à partida, devidamente cabimentada, havendo colegas que, não por sua culpa, não conseguiram cumprir a totalidade das horas do contrato, qual terá sido o destino dessa verba sobrante?

 

Lamentavelmente as dúvidas/questões não se ficam só por aqui, numa altura em que havia formadores ao abrigo do concurso mencionado, com horas por alocar, porque foi o Centro de Formação Profissional de X, contratar formadores externos e atribuir-lhes carga horária que poderia ser alocada nos cronogramas dos formadores que tinham horas em falta? Gostaria de acreditar que a resposta a esta questão se prende antes com falta/má de gestão em vez dos compadrios e/ou amizades/simpatias.

 

Quanto ao pagamento das deslocações, Senhor Presidente, não me posso queixar, felizmente, tudo foi pago… mais de um ano depois do início da data do primeiro contrato! No entanto, enquanto noutros centros os formadores eram pagos a tempo e horas, no Centro de Formação de X, o argumento utilizado para o pagamento feito numa data tão tardia foi que “agora (mais de um ano passado!!) é que estava tudo correto”. Pergunto, Senhor Presidente, os outros Centros estariam todos errados e este é que estava certo? Justifica-se mais de um ano para se saber qual o procedimento correto para proceder ao pagamento?!

Questiono-me, também, Senhor Presidente, relativamente aos contratos efetuados no supracitado concurso. O presente ano, iniciou-se com a contratualização até 30 de Junho, enquanto que, noutros Centros de Formação, a contratação foi feita até 31 de Dezembro de 2014. Porque razão não houve homogeneidade quanto a esta matéria?

 

Senhor Presidente, este é local onde trabalho e, infelizmente, acabo por compactuar com toda esta situação. Certo/a de que não necessito de qualquer resposta, fica o alerta de quem não dorme e que espera sobretudo, com esta carta, e com esta exposição de apenas alguns aspectos, uma melhoria da qualidade da gestão e da formação para benefício de todos e sobretudo forma igual de tratamento, pois enquanto uns são tratados nas palminhas, onde tudo lhes é facilitado e reconhecido, outros, são tratados como escumalha!

 

 

Formador/a Anónimo/a

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Tomada de Posição do Conselho das Escolas Sobre o Lançamento do Ano Letivo

Nota Informativa N.º 7
 
O Conselho das Escolas reuniu na passada terça-feira, dia 07/10/2014.
Por sua iniciativa, foi analisada a atual situação educativa, identificados os problemas e constrangimentos que têm afetado o início do presente ano letivo, bem como as principais causas que lhes deram origem.
O Conselho deliberou pronunciar-se sobre esta matéria, tendo aprovado uma Tomada de Posição sobre o lançamento do ano letivo 2014/15.
Da mesma foi dado conhecimento ao Sr. Ministro da Educação e Ciência.
 
José Eduardo Lemos, PCE, 08/10/2014
 
 
CE

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Mais um Ano de Congelamento de Carreira

E mais uma promessa não cumprida.

 

Em 30 de Abril foi assim.

 

Hoje é assim:

 

Funções Públicas: Congeladas por mais um ano

 

Afinal, as progressões na Administração Pública deverão manter-se congeladas em 2015. De acordo com a proposta preliminar do Orçamento do Estado, que poderá ainda ser alterada, mantém-se no próximo ano a proibição de qualquer valorização remuneratória (progressões, promoções, graduações ou subidas por concurso).
 
A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, tinha, porém, sinalizado que haveria margem para descongelar as progressões, não de forma imediata, mas gradual. Se a proposta preliminar do OE não for alterada, isso não vai acontecer.

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Opinião – João Miguel Tavares

No Público.

 

 

O suicídio político de Passos Coelho

 

 

Rosa ou laranja, um incompetente é um incompetente – e não há convicção ideológica que resista à avalanche de inépcia que tem desabado sobre nós no último mês e meio.

 

Tal como os reis magos acolheram o nascimento do menino Jesus oferecendo-lhe ouro, incenso e mirra, Pedro Passos Coelho acolheu a chegada de António Costa ao Largo do Rato oferecendo-lhe Tecnoforma, Citius e BCE (Bolsa de Contratação de Escola). Temos de admitir que é muita simpatia e generosidade da sua parte. António Costa, tal como o menino Jesus, nem sequer precisa de abrir a boca – basta-lhe estender os bracinhos, sorrir e esperar pacientemente pelo dia da elevação aos céus de São Bento.

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Editorial do Público

Mantém-se? Manter-se-á?

 

 

De repente, ontem, no Parlamento, o ministro da Educação e Ciência parecia ter sido atacado por um surto de bom senso. O anúncio de que o seu ministério ia analisar os casos dos professores afectados pelos erros decorrentes dos concursos no âmbito da Bolsa de Contratação de Escola, tendo em vista uma compensação, era uma ideia boa e justa. Afinal, o diabo está nos detalhes… Lidas com atenção, as intenções de Nuno Crato não são mais do que paliativos para iludir incautos. Em vez de analisar vidas desfeitas, famílias divididas, crianças arrastadas para a insegurança de uma colocação incerta, a burocracia ministerial vai debruçar-se sobre o bilhete do autocarro e no mês de casa alugada. E, depois, há aquele pormenor semântico para escamotear acusações de que mentiu ao Parlamento quando prometeu que os professores se manteriam nas escolas e não haveria prejudicados. «Eu disse mantêm-se. Não disse manter-se-ão», tentou explicar Crato. E o ministro mantém-se? Manter-se-á?

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O Crato Linguísta

“Eu disse os professores “mantêm-se”; eu não disse os professores “manter-se-ão”

 

 

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Afinal Onde Param as Listas

Com pedido de divulgação.
Como não ouvi o debate não posso afirmar taxativamente foi disto isso, mas mesmo assim publico porque imagino que o Ministro pudesse facilmente cometer um erro destes.

 

O Crato acabou de dizer no Parlamento que as listas de colocação estão disponíveis em cada escola e que deveriam estar online para consulta.

Como todos sabemos estas listas não estão online e ninguém as conhece.
Portanto peço-te que cries um post com duas possibilidades.
1ª Uma campanha de mails para as escolas a exigir a divulgação das lista de acordo com o declarado com pelo ministro e pelo direito de divulgação de colocados em concurso públicos.
e ou
2ª Organização de voluntários por terras, cidades e vilas… de forma a estabelecer um plano de ataque em que iríamos pessoalmente às escolas adquirir listas de colocados. Isto é iríamos distribuir as escolas entre nós para irmos pedir as listas pessoalmente… depois mandaríamos as listas para ti. E tu tratarias de as divulgar no blog. Assim todos nós ficaríamos a conhecer quem está colocado.
Isto é iríamos nós fazer o trabalho da dgae… o que é uma vergonha…  mas nós precisamos dessas listas.
Atenciosamente
(Sorceress)

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Daqui a Pouco no Parlamento

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A Revogação Tácita

——– Mensagem Original ——–
Assunto: Listas BCE
Data: Wed, 8 Oct 2014 12:XX +0100
De: [email protected]

Sr(a) diretor(a):

Na sequência de algumas dúvidas colocadas por parte dos Srs Diretores de Agrupamentos de Escolas, venho esclarecer V. Exa  que, com a publicação das novas listas de ordenação das Bolsas de Contratação de Escola no passado dia 3 de outubro em substituição das listas do passado dia 12 de setembro, foram estas revogadas.
Podendo a revogação ser expressa ou tácita, caso não tenha ainda havido lugar à revogação expressa, o procedimento de revogação encontra-se assegurado.

Com os melhores cumprimentos,

Maria Luísa Oliveira
Diretora-Geral da Administração Escolar

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Já Vai Com 209 Escolas Adicionadas

clicar na imagem

209

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A Que Horas Nuno Crato Apresenta a Demissão

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Se Passos Coelho Garante que Crato Fica

… então amanhã Nuno Crato sai.

Acho que não é a primeira vez que este prova de confiança é feita na véspera da saída.

Aguardemos para ver quem estará amanhã na Assembleia da República.
 
 

Passos Coelho garante que ministro da Educação se mantém no cargo

 

 

Pedro Passos Coelho garante que o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, vai continuar no cargo. “O senhor ministro da Educação e Ciência há-de um dia regressar à sua universidade, como ele próprio disse, mas não será agora”, declarou o primeiro-ministro no final de uma cerimónia na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), nesta terça-feira. Momentos antes, Crato tinha feito uma intervenção ambígua, ao afirmar: “Agora voltarei à Universidade de Lisboa.”

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Blogosfera – Visto da Província

Concursos de professores: Dedicatórias de um observador que espera a renascença da Constituição

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Mas o Caos Apenas Existe com essa Descentralização

E com as sucessivas tentativas de transferir a competência das colocações para as próprias escolas.

 

Querem acabar com os caos das colocações? Eu digo como

 

O caos na colocação de professores não é a melhor razão para demitir o ministro. O que está mal no Ministério é outra coisa, é um sistema centralizado de colocações em vez de o poder estar nas escolas

 

 

E José Manuel Fernandes erra de imediato quando procura justificar que foi este ano que começaram os problemas. Provavelmente não se lembra do último ano em que muitas colocações nas escolas TEIP foram igualmente consideradas ilegais pelo próprio MEC, mas que em muitos casos não resultaram em anulações de colocações.

Se calhar também não se lembra que nos anos anteriores milhares de professores tinham de se deslocar centenas de quilómetros para marcarem presença numa entrevista que mais não servia do que cumprir calendário.

 

Primeiro: porque é que este ano houve problemas quando, nos anos anteriores, nada de semelhante aconteceu? Sem responder a esta questão não percebemos a origem da crise.

 

E qual a solução de JMF para acabar com o caos?

 

passar para as escolas a responsabilidade total por estas contratações. Quem tem competências internas para ter ganho estatuto de autonomia, tem de ter a liberdade, e a competência, para contratar os seus professores e ser responsabilizado por isso. Cada escola deve fazer o seu concurso, com as suas regras, pois as necessidades em Almodôvar não são as mesmas de Boticas ou da ilha do Corvo

Ou seja, o mesmo discurso de Nuno Crato quando dizia que o MEC não devia colocar um professor de Lisboa em Bragança.

Será que JMF não percebe que é quando mais escolas têm o poder para a contratação que os problemas se agravam?

 

Um sistema assim, descentralizado, deslocaria o problema da burocracia da 5 de Outubro para cada escola. Nessas os directores deixariam de ficar à espera da próxima circular de uma qualquer direcção-geral, para se focarem em terem a sua equipa contratada a tempo e pronta o mais cedo possível para um início tranquilo do ano lectivo.

 

Se me dissesse que tinha de ser revista a forma como a Graduação Profissional seja calculada já não discordava deste seu discurso.

E a solução pode ser encontrada apenas ai, numa nova forma de calcular a graduação profissional sem que seja apenas o tempo de serviço a acumular bonificações na graduação profissional, mas mantendo-se sempre um concurso centralizado.

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33 Aposentados do MEC em Novembro

Mais um número reduzido de docentes, das escolas públicas da rede do MEC, que viram o seu nome publicado em Diário da República.

Até ao momento são apenas 1046 docentes que integram as listas de aposentados em 2014 e falta apenas um mês para se fechar o ano civil.

 

 

Apo 2014

 

 

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Tudo Seria Normal

… se o que se tem passado não tivesse repercussões para as famílias.
Nunca uma greve conseguia ter um impacto deste tamanho.

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Correio da Manhã (07-10-2014)

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Ou Seja, São ao Minuto, Certo?

Porque que eu saiba ontem não houve colocações, ou houve?

 

Crato promete colocação de 800 professores até amanhã

 

Serão colocados 800 professores nas escolas portuguesas entre ontem, hoje e amanhã. A garantia foi dada pelo ministro da Educação. Nuno Crato admite os erros ao longo do processo de contratação de docentes, mas garante que esta semana fica resolvido o essencial.

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111

… milhões.

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E Esta, hein?

Colocação de professores – Basta.

 

Há mais de 15 anos que há problemas com a colocaçao de professores, é por isso tempo de resolver de vez um problema que  embaraça governos e ministros de várias cores. A colocação por graduação profissional parece ser o modelo mais transparente e justo.

 

Duarte Marques, deputado do PSD.

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Colocação em CI e BCE

Fui colocada na CI com horário incompleto. Concorri à BCE onde respondi escrupulosamente a todos os subcritérios, podendo provar perante qualquer escola o que me for solicitado.

Levanto uma questão que me atormenta:

Porque não poderei eu, que fiquei com horário incompleto na CI, ser selecionada para um horário da BCE?

 

Consegue-me responder? A DGAE também não!! Foi-me dito hoje na DGAE quando questionei esta situação: – Não temos resposta para o seu caso. Interponha recurso!

E é o que vou fazer.

Poderia ser sido colocada num horário completo na BCE e não fui porquê? A DGAE não sabe!! 

Na BCE2 foram selecionados candidatos que se encontravam depois de mim na listas e eu não fui porquê? A DGAE não sabe. Não tem resposta para isto.

Creio que continua a haver um erro muito grave nestas bolsas. Não encontro em parte nenhuma da legislação que os colocados na CI ficariam excluídos de uma colocação na bolsa.

E pior, a CI tem efeitos a 1 de setembro para remuneração e contagem de tempo de serviço, não para efeitos de período experimental. Este é contado a partir da data de aceitação do horário na plataforma.

Esta informação a DGAE soube dar-me!

Mas o que é muito mau no meio disto tudo é que a informação divulgada pela DGAE aos professores até às 14h 30min de hoje era de que o período de denúncia da CI era até 1 de outubro.

A DGAE hoje assumiu este erro também. A denúncia pode ser feita até 30 dias após a aceitação do horário.  (óbvio, nem podia ser de outra maneira)

Agora estando eu ainda no período experimental porque não posso eu ser colocada na BCE e denunciar o mísero horário com o qual fui colocada na CI?

Peço-lhe que faça um alerta aos colegas que estão nesta situação para que interponham recurso.

 

 

A anotação a vermelho é minha, porque o período experimental começa a contar nem é a partir da data de aceitação, mas sim da prestação efetiva de serviço (O período experimental corresponde ao tempo inicial de execução das funções do trabalhador, número 1 do artigo 45º da Lei 35/2014). E só para dar um exemplo, se um trabalhador estiver de atestado ou de licença de maternidade por exemplo, o período experimental é suspenso até ao seu regresso. Não percebo porque a DGAE insistia que esse período começava a contar a partir do dia 1 de Setembro. Mas tendo em conta os negritos de cima se calhar percebo.

O facto do docente colocado em Contratação Inicial em horário incompleto e não ter sido também colocado em horário incompleto na BCE 1 e na Nova BCE é que parece manifestamente ilegal, mas será difícil fazer prova disso porque não existem listas públicas dessas colocações na BCE (a tal transparência e justiça que o MEC diz existir na BCE)

 

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Não Percebo as Reacções Estranhas aos Dois Concursos Desta Semana

Nem da parte do MEC, fazendo crer que está a fazer um procedimento extraordinário,  ou da parte dos diretores que não sabem como se vão processar estes dois concursos.

As colocações que ocorreram nas duas BCE foram ambas para horários pedidos até 31 de Agosto, pelo que é normal que as necessidades das escolas TEIP e com Autonomia ainda não tenham sido ajustadas desde essa data. São esses horários que vão estar em concurso, bem como aqueles que decorreram dos horários não aceites até ontem às 23:59. Lembro que muitos docentes foram colocados em mais do que uma escola e os horários não preenchidos serão entregues novamente na próxima BCE.

Quanto à reserva de recrutamento, essas colocações têm vindo a acontecer semanalmente ao longo dos últimos anos de horários que são pedidos pelas escolas até determinada data. A próxima reserva terá horários pedidos pelas escolas, mas também os que resultem dos docentes terem aceite a BCE em detrimento da RR2.

Resta saber se as colocações destes dois procedimentos serão feitos ao minuto, ou não.
Se forem feitos ao minuto desaparecem as duplas colocações, se não forem, mais uma vez podemos ter professores colocados em várias escolas como na última BCE.

Quem ouve hoje as notícias até parece que o MEC está a fazer um favor aos professores.

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Capas dos Jornais de Hoje

Jornal de Notícias

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Público
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Tesourinho Contratual – AEC

As ponderações dos critérios são os seguintes: 30%, 40% e 30% respetivamente.

 

 

aec seixal

 

Será que foi a Raquel Abecasis que escolheu os critérios desta Associação de Pais?

 

 

E perguntam todos os que não são professores mas são pais: por que é que todos os anos temos que ver partir das escolas os professores de que todos gostam e que estão contentes nas escolas e temos que ficar à espera de novas caras?

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Simples Perguntas

… para se perceber a injustiça e a falta de transparência da BCE.

 

Quem garante que quem foi colocado respondeu corretamente aos subcritérios?

No caso de não terem respondido corretamente e verem a colocação anulada não devia voltar a ser corrigida a lista de colocações com a reconstrução de todas as colocações?

Chegam-me imensos relatos que afirmam que alguns docentes bem posicionados nas listas de BCE e que até tiveram colocação na Nova BCE não poderiam ter aquela classificação. Em alguns casos confirmei isso mesmo, mas já me deixei do trabalho de continuar a confirmar todas as situações. E não divulgarei aqui os nomes desses colegas, nem as escolas onde foram colocados.

Mas caramba, houve outros docentes colocados mais longe e alguns que não ficaram colocados quando podiam ter direito a essa colocação.

 

Chamam a isto lá pelo MEC Justiça e Transparência.

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Casanova com Ana Lourenço

… em breve na Edição da Noite na Sic Notícias.

 

Palpites:

  • Vai demitir-se em direto?
  • Vai dizer que a culpa é do Crato?
  • Vai dizer que é tudo normal?

 

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Sem Comentários

boi

 

Nilton – Comediante

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Estas Fórmulas Não Erram Eles

NOTA INFORMATIVA Nº15/DGPGF/2014 – Redução Remuneratória – Lei nº 75/2014. Remuneração Mínima Mensal Garantida – Lei nº 144/2014 (ALTERADA) nova

 

 

 

No sentido de dar cumprimento aos regimes introduzidos pela Lei nº 75/2014, de 12 de setembro e pelo Decreto-Lei n.º 144/2014, de 30 de setembro e para esclarecer algumas dúvidas que têm vindo a ser colocadas pelos Estabelecimentos de Ensino, são de transmitir os seguintes esclarecimentos:

 

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Termina Hoje às 23:59 a Aceitação da Colocação

Termina hoje às 23:59 a aceitação da colocação da Nova BCE ou da opção pela RR2 e nem uma palavra da DGAE a esclarecer o que podem os docentes fazer quando têm mais de uma escola para aceitar e o que devem fazer para anular a colocação da RR2, se for caso disso.

 

Será que por medo ainda há docentes que não arriscaram o que quer que seja?

 

Se a colocação da RR2 foi em horário temporário e no caso do docente a aceitar ela transforma-se em horário anual para quem ficou colocado na Nova BCE?

Tantas incertezas quando faltam pouco menos de 6 horas para o fim do prazo de aceitação ou opção entre a RR2 e a Nova BCE.

Ninguém merecia esta indiferença toda por parte da DGAE.

 

No entanto já aqui tinha dito o que deveria ser feito nestes casos. Em princípio confirma-se o que disse, mas quem o devia dizer era a DGAE.

 

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Normalidades

Comunicado de Imprensa da Associação de Pais do Agrupament​o Gardunha Xisto

 

 

COMUNICADO 1 COMUNICADO 2

 

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Pedido

Eles ainda estão à espera de um dia de escola normal

 

 

O primeiro período do ano lectivo tem 13 semanas de aulas. Quando esta segunda-feira acabar, três destas semanas já lá vão, mas ainda há crianças em casa, outras que não têm todos os professores. Também há alunos que tiveram aulas até sexta-feira passada, mas que esta semana já não têm e professores que têm o dia de hoje para decidir onde vão dar aulas amanhã. O PÚBLICO vai acompanhar estas pessoas, num dia de escola “normal”. Se conhecer casos, pode enviar mensagem para [email protected].

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Contas Rápidas

Se foram colocados 800 docentes na BCE 2 e se 150 perderam escola, isso pode querer dizer, com dados recolhidos através da sondagem de sábado, que dos 650 docentes colocados, cerca de 300 mantiveram 1 única colocação e os restantes (350) obtiveram colocação em mais do que uma escola (10% foram colocados em 5 ou mais escolas). Como se falava em 2500 horários por preencher isso quer dizer que continuam a faltar perto de 1750 horários por preencher na BCE.
Come se confirma, este é um processo muito mais rápido de colocações.
Por este andar, no final do mês de Outubro serão colocados os docentes em falta nas escolas.

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Normalidades

Escola Francisco Arruda, em Lisboa, encerrada por falta de professores

 

 

A escola EB Francisco de Arruda, em Lisboa, está hoje de portas fechadas porque 23 dos seus professores não vão cumprir o horário normal.

«Um total de 23 professores não vão estar hoje a cumprir o seu horário normal, razão pela qual me vejo forçado a interromper as atividades letivas não abrindo a escola. Lamento profundamente a perturbação e os transtornos causados às famílias», disse à agência Lusa António Mário Godinho.

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Esta Semana vai Haver Nova Reserva e Nova BCE

… o mais provável é que seja para depois de quarta-feira, visto que das colocações de sexta-feira os docentes têm até hoje para aceitarem a colocação (ou optarem por uma delas) e até amanhã para se apresentarem.

 

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Diário Económico (06-10-2014)

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Comunicado – ANVPC

5 de outubro de 2014 – Dia Mundial do Professor (e o 2º ano consecutivo do caos)

 

 

Mais um ano, mais um Dia Mundial do Professor e uma vez mais ainda não é este ano que assistimos à (verdadeira e efetiva) normalidade no arranque do ano letivo, para enorme prejuízo de Alunos, Professores, Diretores e Pais e Encarregados de Educação.

 

Pelo segundo ano consecutivo os Professores Contratados não têm conhecimento do resultado do concurso público de colocação no final de agosto e não iniciam funções nas escolas no dia 1 de setembro, de modo a terem condições para a realização de todo o trabalho prévio que é indispensável para o sucesso educativo dos seus alunos.

 

Passadas 3 semanas após o arranque oficial das aulas, ainda existem centenas de escolas sem professores e milhares de alunos sem aulas. A próxima semana indicia a permanência do caos, com a recente “retificação” dos resultados relativos à primeira lista ordenada da Bolsa de Contratação de Escola. Temos professores que foram colocados no passado dia 12 de setembro e que viram, na passada sexta-feira, anuladas as suas colocações, e que a partir de amanhã voltam à situação de desemprego. Outros, que após 3 semanas a lecionar numa escola vão ter de se apresentar num novo estabelecimento de ensino (muitas das vezes no outro extremo do país) e recomeçar todo o processo de arranque de ano letivo com os seus novos alunos. Vejamos ainda que, até à presente data, não foram tornadas públicas, pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), as listas de colocação da Bolsa de Contratação n.º1 (de dia 12 de setembro), nem as retificativas (do passado dia 3 de outubro), o que deixa no ar uma nebulosa quanto à efectiva correção dos erros grosseiros detetados, e admitidos pelo próprio Ministro da Educação e Ciência em sede de Assembleia da República.  

 

Face ao arranque do ano letivo anterior, o caos permanece o mesmo mas a discricionariedade e arbitrariedade das decisões do Ministério de Educação e Ciência, essas, parecem padecer de uma reinvenção criativa sem limites. Senão vejamos: no ano passado, a colocação de Professores na Contratação Inicial (CI) e Reserva de Recrutamento n.º1 (RR1) ocorreu a 12 de setembro. Este ano a colocação de Professores na CI ocorreu no dia 9 de setembro. Não existiu, em 2014, RR1 para os docentes contratados, sendo colocados, posteriormente, apenas a 12 de setembro, aquando a Bolsa de Contratação de Escola (BCE n.º1). No ano transato muitos Professores que não foram colocados a 12 de setembro foram confrontados com a interrupção dos seus contratos anuais, completos e sucessivos. Este ano quem foi colocado após 12 de setembro viu (e muito bem, porque não podem ser prejudicados por ineficiência alheia), a sua colocação retroagir, para todos os efeitos, a 1 de setembro de 2014, nomeadamente no que respeita à “Contagem de tempo de serviço”, “Remuneração”, e a fulcral “Verificação do limite temporal previsto nos n.ºs 3 e 11 do artigo 42.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, desde que preenchidos os requisitos do n.º 3 do mesmo artigo” (efeitos da aplicação da “norma-travão para entrada nos quadros do MEC).  

 

O que pensa fazer o Ministério da Educação e Ciência, para não violar o princípio da igualdade de tratamento entre cidadãos, a todos aqueles que interromperam, no ano transato, os seus contratos sucessivos por 10, 20 ou 30 dias por não verem as suas colocações retroagir a 1 de setembro?


A discricionariedade e arbitrariedade legislativa do MEC não podem prejudicar Professores que desempenham funções na entidade patronal MEC há 10, 15 e mais anos.

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados continuará a pugnar pela excelência do sistema educativo, pela valorização do trabalho e da profissão docente, pelo reconhecimento e dignificação da importância da Escola Pública para o sucesso dos nossos jovens e consequentemente para o desenvolvimento de Portugal.


A direção da ANVPC

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Distribuição dos DACL por Grupo e QZP

O quadro seguinte apresenta a distribuição dos docentes sem componente letiva após a Reserva de Recrutamento 2, por grupo de recrutamento e por QZP.

O grupo de recrutamento 240 é o que ainda tem mais docentes sem componente letiva e encontra-se destacado de todos os outros, também é o único grupo de recrutamento que tem por colocar docentes em todas as zonas pedagógicas, com especial destaque para o QZP 1, onde faltam colocar 45 docentes.

O grupo de recrutamento 100, sendo o segundo grupo com mais docentes por colocar, tem especial incidência essa ausência da componente letiva nos QZP 2, 3, 4 e 5.

O QZP com mais docentes por colocar é o QZP 3 com 89 docentes, seguindo-se o QZP 1 com 67 docentes por colocar.

Os QZP 7 e 10 têm apenas 6 e 5 docentes, respetivamente, por colocar.

 

 

NC MI QZP

 

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Demonstração da Relatividade das Classificações Finais Obtidas Pela Aplicação de Qualquer Fórmula

Mais um exemplo que me chegou para publicação no blog.

A primeira coluna faz os cálculos sem a conversão da graduação profissional numa escala de 0 a 20 valores. A segunda coluna utiliza a fórmula da BCE 1 e a última a fórmula usada na BCE2.

O Francisco Marques tira a seguinte conclusão: “Qualquer fórmula que se tente aplicar vai criar sempre injustiças. O que faz sentido de vez é eliminar completamente os subcritérios”

 

 

 

Gostava que fizesse um post com este anexo que lhe estou a enviar para se perceber bem como qualquer fórmula que se encontre para resolver o problema será sempre injusta e pode valorizar imenso coisas que não deverão nunca ter esse valor.
Nos exemplos que dou vê-se que a valorização de 25 horas de formação pode ser superior a 5 anos de tempo de serviço. Fará sentido?

Vê-se que na BCE 2 a posição de qualquer candidato é sempre relativa face à GP do melhor candidato dessa escola. Será correto? Etc, etc, etc…

 

Francisco Marques

 

Erro de qualquer fórmula_Página_1 Erro de qualquer fórmula_Página_2

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Sondagem – Número de Escolas de Colocação

A próxima sondagem destina-se aos docentes colocados por qualquer mecanismo de concurso neste ano letivo (com exceção da Contratação Inicial e das Renovações) e o que pretendo saber é quantas escolas de colocação alguns docentes têm neste momento.

Isto para desmontar a seguinte afirmação:

 

Assim, a Bolsa de Contratação de Escola constitui um instrumento que visa dar uma resposta aos constrangimentos referidos pelas escolas e pelos candidatos na colocação de docentes que pretendam concorrer a horários disponíveis nas escolas TEIP e escolas com Contrato de Autonomia, respeitando a autonomia das escolas e tornando o processo mais rápido, justo e transparente.

 
Porque cada colocação em duplicado vai necessariamente tornar o processo mais lento, menos justo e menos transparente.

 

 

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A Demonstração do Erro da Nova Fórmula

Escrevi este email porque verifiquei que a fórmula utilizada na BCE2 está errada, o que demonstro aqui com um caso simples de 3 candidatos (envio os cálculos em Excel que segue em anexo):

 

Um candidato A é o que tem a maior graduação da lista (30) e avaliação curricular 90.

O candidato B tem graduação 25 e avaliação curricular 75.

O candidato C tem graduação 20 e avaliação curricular 90.

Pelos cálculos do MEC, atribui-se 20 ao candidato A (mais graduado) e efetuando os cálculos para os restantes chegamos à conclusão que o candidato B fica melhor classificado que o C.

No entanto se a graduação do candidato A for de 35 o candidato C estará à frente do B (tal como demonstro no Excel em anexo)

 

Se estas listas estivessem corretas a posição relativa entre candidatos nunca deveria depender da classificação do candidato com maior graduação profissional. A posição relativa entre eles deve ser fixa e não dependente da graduação de outros que, em muitos casos, até já estão colocados!

 

Não se podem corrigir erros com outros erros!

 

Agradeço que publique esta informação no seu blogue, que me parece de extrema relevância.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Emanuel Moreira

 

cal_grad

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5 de Outubro – Dia Mundial do Professor

Parabéns a todos aqueles que foram e são Professores e também àqueles que esporadicamente o são na prática, mas que têm sempre dentro de si a missão de ser Professor.

Gostei particularmente deste texto de David Rodrigues publicado no Público de hoje.

Compartilho-o na totalidade.

 

 

 

5 de Outubro – Dia Mundial do Professor

 

 

No ano de 1994 a UNESCO proclamou o dia 5 de Outubro como o Dia Mundial do Professor e desde esta data este dia é comemorado um pouco por todo o mundo. Em Portugal estas celebrações ficaram sempre na penumbra talvez devido a este dia ser ofuscado com a comemoração da Implantação da República em 1910. Talvez agora – que a Implantação da República deixou de ser feriado nacional – seja possível encontrar espaço para comemorar condignamente este Dia Mundial do Professor.

Faz-nos falta em Portugal esta comemoração. Faz-nos falta, em Portugal relembrar e celebrar a profissão de professor e tornar presente a decisiva importância que os professores têm nesta – já por si decisiva – área social que é a Educação. Celebrar a dignidade e a importância de professor é particularmente relevante nos dias que correm por muitas razões:

Antes de mais a profissão de professor tem agora, como tinha há anos atrás, um carater de imprescindibilidade na Educação. Pode-se imaginar uma educação bem diferente da atual, pode-se imaginar uma educação sem livros e até mesmo sem escola mas é incompreensível uma educação que não inclua um mediador para o conhecimento, sem uma presença humana inspiradora de superação e de ética, sem um tutor que dê sentido ao que se sabe, ao que faz e ao que se é. O professor não é, pois, descartável nem negligenciável em nenhum processo, sério e exigente de Educação. Um professor nunca será opcional; sempre será essencial.

Apesar desta importância reconhecida de imediato por todos os que já passaram por processos de educação e de aprendizagem, a imagem social do professor tem vindo a ser muito desgastada. Este desgaste tem várias causas e aspetos: a) o professor tem sido colocado numa posição de subalternidade face até a outros profissionais que atuam no campo educativo. Profissionais oriundos de áreas médicas, paramédicas, ou do campo da psicologia entre outros, sentem-se autorizados a dar instruções aos professores de como atuar. Muitos profissionais, mesmo que só tenham estado na escola como alunos sentem-se legitimados para orientar professores. É verdade que a complexidade da profissão de professor exige a colaboração e articulação de muitos profissionais, repito uma colaboração e não uma submissão. b) os professores são uma classe profissional que muitas vezes se autofragiliza por não conseguir criar e manter ambientes de escola que se sejam colaborativos, que tenham uma boa relação com as famílias e a comunidade e que desenvolvam na escola verdadeiras “comunidades de aprendizagem”.  c) Acresce a estas razões o ataque arrogante à Pedagogia confundindo a seriedade do que se trabalha, do que se sabe e do que se investiga em Ciências da Educação com algumas opiniões circunscritas e tendenciosas que tendem a “meter tudo no mesmo saco”. Estas opiniões são, elas sim, a lídima expressão do tão popular “eduquês”. Com todas estas circunstâncias adversas a imagem social do professor tem vindo assim a ser associada a posições escolásticas, conservadoras, irreais e afastadas do que interessa às sociedades, às famílias e aos alunos.

No nosso país esta degradação da imagem social do professor tem sido particularmente evidente e mesmo encorajada por declarações e decisões tomadas por governantes que deveriam ser os maiores defensores da missão e da profissão de ser professor. A restrição de condições para que se possa realizar um trabalho de qualidade, o corte de professores nas escolas, a diminuição drástica de apoios aos alunos com dificuldades, a crescente normatividade do currículo, o encorajamento do modelo de gestão escolar “top – down” dos agrupamentos e das escolas, o empobrecimento das escolas, a desvalorização da formação de professores, são algumas das muitas razões com que quotidianamente somos confrontados e que tendem a ceifar o prestígio, a independência e a qualidade do trabalho do professor.

Neste 5 de Outubro de 2014 queremos comemorar com toda a sociedade portuguesa o Dia Mundial do Professor. O dia dos professores que, de formas tão diferentes, foram decisivos para dizermos alguns dos “sins” e dos “nãos” que nos fizeram ser as pessoas que somos. O dia dos professores que hoje, em condições difíceis e desgastantes, procuram fazer das crianças e dos jovens deste país os cidadãos daquele país que temos de continuar a sonhar. O dia dos professores que apesar deste presente desencorajador continuam a ser os artesãos do futuro, as pessoas que nunca se conformam com os que os seus alunos são mas sempre os procuram acompanhar para se transcenderem, para serem melhores.

As sociedades que não prezem e não valorizam os seus professores são sociedades perdidas na premência do presente, na teia do seu imediatismo e sem um visão confiante e serena no futuro. O futuro das nossas sociedades e das nossas crianças e jovens está a ser preparado por muitas pessoas que planeiam materiais, edifícios, serviços, infraestruturas, políticas, etc. Aos professores cabe a parte do futuro que respeita às pessoas, cabe-lhes ser construtores do futuro das pessoas. E é isso que eles fazem: constroem o futuro com e para as pessoas comprometendo-se com o que elas são no presente e dando-lhes o respeito que elas merecem qualquer que seja a sua idade. A nós professores, cabe-nos o compromisso com a melhor parte do mundo: as pessoas. E trabalhamos com elas quando nelas mais forte palpita o sonho e o futuro.

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Quem Já Aceitou a Nova BCE?

E foi colocado na BCE1, ou na RR2, ou em Ambas?

Ou fez a aceitação na RR2 se for o caso de terem optado por essa colocação, em detrimento de uma outra.

 

Porque parece-me que quem atinge o limite das 28 horas letivas não consegue aceitar a colocação se não denunciar uma outra colocação anterior.

 

Já era assim que funcionava o ano passado. Não era possível aceitar uma colocação antes de denunciar uma outra se o horário total ultrapassasse as 28 horas. E no ano passado só era possível aceitar uma nova colocação no dia seguinte à denúncia feita na aplicação.

 

Agradecia que quem já experimentou estas situações que as descreva na caixa de comentários. Porque há quem esteja inseguro a fazer o que quer que seja por desconfiança da aplicação. O que compreendo.

O lógico será isto:

Quem ficou na BCE1 e na RR2 e caso tenha agora ficado colocado na Nova BCE tem duas opções:

  • Para aceitar a Nova BCE tem de denunciar primeiro a BCE1.
  • Para aceitar a RR2 tem de denunciar a BCE1 e não aceitar a nova BCE.

Quem ficou apenas na BCE1 e na RR2 apenas tem uma solução.

  • Denunciar a BCE1 e aceitar depois a RR2

Pode ainda haver a possibilidade de alguém ter ficado na RR2 e agora na Nova BCE e os horários permitam o seu completamento. Nesse caso aconselho que confirmem a mancha horária da nova colocação antes de aceitarem a colocação para ver se são horários compatíveis. (Não se se de facto aconteceu isso)

 

Já agora lembro que a aceitação das colocações em BCE (ou contratação de escola) é feita até ao dia útil imediatamente seguinte à comunicação da colocação e a apresentação até ao segundo dia útil seguinte ao da comunicação da colocação. (números 17 e 18 do artigo 39º do Decreto-Lei 132/2012, alterado pelo Decreto-Lei 83-A/2014).

Ou seja, a aceitação é feita até segunda-feira às 23:59 e a apresentação até terça-feira (até à hora de encerramento dos serviços administrativos da escola).

 

Para completar este post deixo também esta situação que me chegou por e-mail.

 

No dia 03 de outubro recebi 2 emails da DGAE informando que fui selecionada para 2 horários da BCE:

 

– 1 horário do 910, com carga horária de 10 horas, duração anual;

 

– outro horário do 910, com carga horária de 8 horas, duração anual.

 

Nesta situação tenho várias questões:

– Posso só aceitar um dos contratos ou sou obrigada a aceitar os 2?

– É possível que eu aceite os 2 horários e posteriormente venha a verificar que os 2 não são compatíveis? Nesse caso teria de denunciar um dos contratos?

– Se eu aceitar o horário de 10h, poderei ainda receber notificações de horários completos (ou superiores a 18h) dentro do período experimental em que poderei denunciar o contrato e assim aceitar outros horários que sejam mais vantajosos? Ou poderei receber apenas notificações de horários nunca superiores a 18h?

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