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Novas da BCE

Em especial para aquelas escolas que não pediram os subcritérios para todos os grupos de recrutamento.

Até ao dia 14 estas escolas “esquecidas” vão ter novamente de o fazer e haverá novamente 3 dias para os docentes se candidatarem a estes horários.

Por este andar no S. Martinho a BCE deve estar concluída.

E ainda faltam 16 agrupamentos que se “esqueceram” de submeter os critérios para qualquer grupo de recrutamento.

E pelos vistos a presente BCE não substitui a anterior e vai correr em complemento e paralelamente ao longo do ano letivo com a anterior BCE.

Já não bastava duas BCE, uma RR, concursos de CE e agora vamos ter outra BCE.

Está gente não bate bem da cabeça.

 

——– Mensagem Original ——–
Assunto: Bolsa de Contratação de Escola
Data: Fri, 10 Oct 2014 21:XX:XX +0100
De: <dgae.mec@dgae.mec.pt>

Exmo(a). Sr(a). Diretor(a),

Sabendo poder contar com a sua colaboração, pedimos a sua atenção para a informação e solicitação que se segue.

Como é sabido, a bolsa de contratação de escola (BCE) foi introduzida no Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, através da redação dada pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio. Encontra-se prevista no artigo 40.º deste diploma legal, referindo o n.º 1 que se destina aos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas com contrato de autonomia. Paralelamente, e de acordo com a disposição transitória do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, a sua aplicação estende-se ainda aos territórios educativos de intervenção prioritária (TEIP), às escolas profissionais e às escolas do ensino artístico, até ao ano escolar 2016/2017.

No caso de não ter criado a oferta da BCE para a totalidade dos Grupos de Recrutamento em falta, independentemente dos procedimentos que tenha realizado anteriormente ou não na plataforma electrónica do SIGRHE, no seu Agrupamento de escolas/escola não agrupada, importa desde já fazê-lo com a maior brevidade possível.

Deverá, para o efeito, aceder à aplicação informática que se encontra disponível a partir de dia 13 de outubro, até às 12h do dia 14 de outubro, na plataforma SIGRHE, criando, durante esse período, as ofertas para todos os grupos de recrutamento em falta, lecionados no agrupamento de escolas/escola não agrupada que dirige.

Após esse período, decorrerá o prazo legal de três dias úteis para que os candidatos manifestem as suas preferências e preencham os diversos campos face aos subcritérios disponíveis para cada grupo de recrutamento.

Estando estas fases do procedimento concluídas, deverá selecionar os candidatos a partir das listas ordenadas que lhe serão disponibilizadas, devendo estes registar a respetiva aceitação e apresentar-se nas escolas no prazo legal. Serão dados em breve esclarecimentos específicos sobre este processo de seleção.

Informa-se ainda que a presente BCE não substitui a anterior, de que resultou já a publicação das listas de ordenação dos passados dias 26 de Setembro e 3 de outubro, correndo ambas complementar e paralelamente ao longo do ano letivo.

Por último, remete-se em anexo um ficheiro demonstrativo do procedimento.

Com os melhores cumprimentos, agradecendo antecipadamente a sua melhor colaboração,

10 de outubro de 2014

A Diretora-Geral da Administração Escolar
Maria Luísa Oliveira

 

Download do documento (PDF, 390KB)

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Mas Alguma Alma Caridosa Queria o Lugar Dele?

… a não ser o Casanova.

Mas como a coligação PSD/CDS anda bastante conflituosa essa poderá ter sido a recusa de Pedro Passos Coelho para a sua demissão.

 

crato

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A Revolta dos Esquecidos – 4º e 6º Escalão

Com as recentes notícias sobre mais um congelamento de carreira em 2015 há um grupo de docentes que desde 2010 já devia ter progredido de escalão e ainda se mantém no mesmo escalão dessa altura.

Estou a referir-me aos docentes do 4º e do 6º Escalão que em 2010 completaram o tempo de serviço para progressão ao escalão seguinte e todos os demais requisitos, mas por a sua avaliação ter sido apenas de Bom ficaram impedidos dessa mudança de escalão porque até hoje ainda não foi publicada a portaria das vagas para a mudança ao 5º e ao 7º escalão.

Esta ainda é uma situação deixada mal resolvida por Isabel Alçada, que Nuno Crato também ainda não conseguiu resolver.

E à semelhança da decisão dos tribunais relativamente aos docentes do índice 245 que foram ultrapassados e que viram reconhecido o direito à progressão desde 2010, julgo que há matéria mais do que suficiente para que os docentes do 4º e do 6º escalão que não progrediram em 2010, por inépcia do MEC em não publicar a portaria das vagas de acesso ao 5º e 7º escalão, possam ter desfecho igual nos tribunais.

Um pequeno grupo de docentes pediu-me para abordar este assunto e perguntar quantos estarão nesta situação e que pretendam seguir com o processo para tribunal.

Não serão muitos, mas a pelo menos 50% deles eles deve ser reconhecida a justiça do direito à progressão ao 5º escalão e 33% ao 7º escalão, desde 2010 (foi definido que 50% dos docentes do 4º escalão com menção de bom poderiam subir ao 5º escalão e 33% dos bons subiriam do 6º ao 7º escalão).

 

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Quem é o Próximo a Demitir-se?

Será que vale a pena continuar a deitar as culpas nos diretores-gerais, nos técnicos informáticos ou chegou a altura dos decisores políticos deixarem definitivamente o lugar?

Porque estes problemas não são apenas técnicos, mas sim de decisões políticas erradas que foram tomadas e que levaram a que estes problemas acontecessem.
 
 

A história do professor que ficou colocado em 75 escolas depois de ter desistido do concurso

 

 

 

Fernando (nome fictício) afirma que o seu caso seria cómico se as consequências não fossem tão graves. Dos 3216 horários que o Ministério da Educação atribuiu esta sexta-feira, 75 ficaram para ele, que não vai aceitar qualquer um. Isso significa que, por causa de um erro, mais de 1000 crianças, no mínimo, ficarão pelo menos mais uns dias sem aulas.

 

Esta sexta-feira, Fernando, professor, ficou colocado simultaneamente em 75 escolas de Portugal Continental. À sua disposição, segundo outras tantas mensagens electrónicas que recebeu da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE), tinha 53 horários para dar aulas ao 1.º ciclo e 22 como docente de Educação Especial. Uma dupla surpresa: pela fartura de lugares e por não ter direito a qualquer um – desistiu do concurso, a Bolsa de Contratação de Escola (BCE), no dia 16 de Setembro, e insistiu duas vezes com os serviços do Ministério da Educação e Ciência (MEC) para que anulassem todas as suas candidaturas.

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