Termina hoje às 23:59 a aceitação da colocação da Nova BCE ou da opção pela RR2 e nem uma palavra da DGAE a esclarecer o que podem os docentes fazer quando têm mais de uma escola para aceitar e o que devem fazer para anular a colocação da RR2, se for caso disso.
Será que por medo ainda há docentes que não arriscaram o que quer que seja?
Se a colocação da RR2 foi em horário temporário e no caso do docente a aceitar ela transforma-se em horário anual para quem ficou colocado na Nova BCE?
Tantas incertezas quando faltam pouco menos de 6 horas para o fim do prazo de aceitação ou opção entre a RR2 e a Nova BCE.
Ninguém merecia esta indiferença toda por parte da DGAE.
No entanto já aqui tinha dito o que deveria ser feito nestes casos. Em princípio confirma-se o que disse, mas quem o devia dizer era a DGAE.




23 comentários
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uma vergonha. esta situação dos colegas contratados passou os limites.
Alguém que me esclareça, já que o sindicato e a Dgae não o fazem .Posso denunciar o 1º contrato da BCE? quais as consequências?
Eu dá me ideia que se eles pudessem ir todos de férias durante umas semanas, iam mesmo e esperavam que a aplicação informática ganhasse vida e resolvesse todos os problemas que criaram.
Na loja de atendimento da Dgae foi-me dito que quem tem mais do que um horário para escolha (BCE2/RR2) só tem que aceitar um. O sistema trata de dar como não aceite os restantes. A obrigação do candidadto é aceitar um horário e não “Não aceitar” os restantes.
Mas para aceitar a BCE2, na maioria dos casos primeiro, é preciso denunciar a RR2, caso contrário não deixa aceitar a BCE2 por ultrapassar o limite das 28 horas.
Sim. Para quem não ficou com o horário anulado BCE1. Para os restantes às 00:00 os horários passam a “Não aceite”
Li o seguinte artigo de uma tal de RAQUEL ABECASIS ( publicado na Renascença aqui: http://rr.sapo.pt/opiniao_detalhe.aspx?fid=34&did=164309 )
« Acabem com os concursos de professores »
A educação dos nossos filhos bem podia valer o preço de enfrentar a Fenprof.
06-10-2014 15:30 por Raquel Abecasis
Vivemos hoje mais um dia de indecisão na escola pública.
Um mês depois, o Ministério da Educação ainda anda enrolado em concursos e fórmulas para tentar colocar os professores nas escolas. Afinal, os que já estão colocados podem deixar de estar e os que agora foram colocados podem mudar de escola, e os alunos, quando têm a sorte de ter professor, ficam sentados na sala de aula a ver a dança das cadeiras dos professores.
E perguntam todos os que não são professores mas são pais: por que é que todos os anos temos que ver partir das escolas os professores de que todos gostam e que estão contentes nas escolas e temos que ficar à espera de novas caras?
Só no sector da educação ainda se pratica o modelo marxista de escolha centralizada de professores, partindo do princípio que os directores das escolas são uns malfeitores que, se lhes for dada a possibilidade de escolher o seu corpo docente, vão seguramente cometer toda a espécie de injustiças e atropelos.
Sendo certo que temos muito mais professores do que aqueles que são necessários, a Fenprof e o seu dirigente gerem a sua influência no sector, obrigando o país a sujeitar-se anualmente a um processo de escolha que não tem nada de eficaz. Os ministros sabem-no, mas têm medo de enfrentar o seu mais temível adversário. Esta é a explicação para que, ano após ano, se repita o absurdo destes concursos, que só servem para manter o poder de Mário Nogueira, que assim consegue garantir uma esperança de emprego, ainda que nunca certo, para milhares de professores.
Nos hospitais, nas empresas e nas escolas privadas a estabilidade do quadro de trabalhadores é essencial para o sucesso. Nas escolas públicas este devia ser também o critério para bem dos alunos e da qualidade do ensino.
É pena que o ministro da Educação, que no passado se bateu pela liberdade de educação e pela autonomia das escolas, não seja capaz de dar o simples passo de acabar com os malditos concursos e deixar os directores escolherem o seu corpo docente.
Afinal a educação dos nossos filhos bem podia valer o preço de enfrentar a Fenprof até porque, com concursos ou sem eles, o seu líder encontra sempre forma de derrotar os ministros da Educação. Esse é o segredo do seu sucesso: mostrar que tem mais poder. »
Esta opinião só merece uma boa gargalhada!!!
Será que o Mário Nogueira tem noção do se poder? Comerá ele criancinhas ao pequeno almoço?
M—- para estas opiniões de quem quer que ” ó tempo volta para trás!!
E este aqui no blog « Coluna Vertical »: http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/
Segunda-feira, 06.10.14
Exigência educativa
Alberto Gonçalves – DN de 6-10-1958
Há muitos, muitos anos, o futebolista Toni partiu a perna a um jogador do Porto e saiu de campo a chorar. No dia seguinte, a imprensa valorizava mais a reacção do que a agressão.
Hoje, é Nuno Crato a destacar a importância do pedido de desculpas pela trapalhada que ele próprio criou na colocação dos professores. Entretanto, a perna continua partida devido a um erro nas contas.
A atenuante é que o ministro da Educação não tem de saber matemática.
Boa tarde
Fiquei colocado na primeira BCE. Entretanto, foi anulada a colocação e fiquei na RR2 a centenas de kms de casa. Claro que quando concorri para longe sabia o que me esperava, mas assim que fiquei na BCE próximo de casa, organizei a minha vida de forma diferente, especialmente, no que se refere à escola do meu filho. Agora, não queria de todo aceitar essa mudança geográfica, porque acima de tudo não queria quebrar o meu compromisso para com o meu filho. Como possuo a declaração para entregar no centro de emprego e SS após anulação dessa BCE, se aceitar e denunciar imediatamente a colocação em RR2, será que há cruzamento de dados e perco o subsídio de desemprego por recusa de emprego? Ou entrego e “eles” nem fazem ideia dessa recusa? Obrigado
O que me irrita é q ninguém fala dos colocados na contratação inicial com horários incompletos… Foram excluídos da BCE, PORQUÊ????????????
Boa noite Bruno, tem mesmo a certeza? Eu fiquei com 9h na CI e o atendimento da DGAE diz-me que só serei chamado na BCE para os horários q n excedam o total permitido por lei (28h). Qual é a sua situação? O que lhe leva a dizer isso? Obrigado.
Boa noite colega a realidade é mm esta. Quem ficou na CI independentemente do número de horas com que foi colocado não é colocado na BCE. Porquê? Ninguém sabe. Nem a DGAE, onde ontem perdi a minha tarde à procura de respostas. E não se iluda porque mesmo que exista um horário que complete o seu, jamais vai ser selecionado. Porquê? A DGAE não sabe!! Mais um erro do sistema informático!
Recorra, vá ao sindicato e peça apoio jurídico que é o que ando a fazer neste momento.
Mesmo que existisse um horário completo para si tinha todo o direito de ser selecionado pois as listas da CI só sairam dia 09/09 e o período experimental são 30 dias. Poderia sempre denunciar o seu horário de 9h.
Estou exatamente na mm situação só que fui colocada com 8h na CI!!!
Boa sorte!!
Muito obrigado maria joão. Tudo a correr bem! Vamos aguardar pelos dados finais para poder fundamentar o recurso e a queixa em tribunal, já apelei tb ao provedor de justiça.
maria joão, sabe dizer-me se poderemos completar em “oferta de escolas” ou nas RR, como está escrito e foi dito, ou tb entra no erro informático? Obrigado
O que me irrita é q ninguém fala dos contratados que não fizeram a PACC por motivos não imputáveis e foram excluídos do concurso nacional!!!!!PORQUÊ??????????
Porque são menos alguns ‘colegas’ que podem ‘roubar’ colocações…por isso é que não falam…
Alguém me ajude por favor, não sei que fazer! Fiquei colocada na RR2 com horário anual e completo e agora na BCE com horário anual e completo, se optar por manter-me na RR2, que já estou a habituar-me à escola, será que me vai contar desde o dia 1 de setembro como a nota informativa diz que a BCE conta?
Obrigada pela ajuda
Creio que sim. Opta por não aceitar a BCE ou simplesmente não faz nada e mantém-se com a RR2? essa e a minha duvida.
Fui colocada na BCE 1 e na rr2. Como a BCE foi anulada fiquei com o horário temporário da rr2 k, segundo mail do dgae do dia 26, seria considerado anual. Qual não é o meu espanto quando, ao abrir a gestão das minhas colocações este tem início a 01-09 mas a data de fim não corresponde a anual. Alguém está nesta situação? Já dei seguimento ao processo de reclamação através do sindicato mas acho k não vai dar em nada… Este ano é de uma incompetência como nunca vi nos meus 15 anos de ensino
Fiquei colocada na BCE2 num horário completo e anual, e na RR2 num horário completo e segundo a lista temporário. Afim de esclarecer a dúvida relativa à durabilidade do contrato na RR2 questionei o DGAE presencialmente. Após a senhora do atendimento ter ido esclarecer a minha dúvida lá para os gabinetes internos informou que a duração da RR2 seria até à data indicada na minha área da plataforma, ou seja, dia 03/11. Após está data voltaria à lista de não colocados afim de obter nova colocação.
Olá colegas!
Eu tinha 4 escolas de colocação. Em três delas acabei de fazer “não aceita a colocação”. Não vejo qualquer problema. A que aceitei inicialmente está válida.
Escusado será dizer que estive uma boa parte da tarde “pendurado” na linha telefónica da DGAE, mas nem atenderam!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Dê por onde der, está feito!!!!!!!!!!!
Quem ficou na RR2 não ficou na BCE2! Falo por mim! Em mais que uma escola saltaram o meu lugar…nem me foi dada a oportunidade de escolher ou completar horário!