No Correio da Manhã de hoje, a notícia do post anterior.
Escolas forçadas a recusar alunos
Ago 11 2013
No Correio da Manhã de hoje, a notícia do post anterior.
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Ago 10 2013
Caro Arlindo, Ultrapassado (ou não completamente…) o susto de 26 de Julho, com o desbaste brutal nas turmas da rede em tantas escolas do interior, e efeitos que se conhecem no aumento dos denominados professores a mais, eis que esta semana as mesmas escolas foram brindadas com mais uma investida cirúrgica do nosso ME – desta vez a acção punitiva (chamam-lhe eficiência e poupanças) foi sobre as idades dos alunos que ingressavam no primeiro ano, com instruções aos Agrupamentos para retirar todos aqueles que não perfizessem os 6 anos até 15 de Setembro. Estranha e ilegal exigência esta, absurda, descabida, injusta e estúpida com toda a certeza. O critério da idade, que a lei enquadra de forma adequada mencionando os 6 anos até 31 de Dezembro, e não como exigência cinequanon a 15 de Setembro, constitui apenas um dos elementos de todo um processo, muito mais importante, que contempla a avaliação pedagógica e maturidade dos alunos (por parte dos educadores que acompanharam as crianças bem como a avaliação dos respectivos EE) que, no seu conjunto e no final do ano lectivo (durante o Mês de Junho) sustentam o pedido de matrícula que segue para o agrupamento. Os órgãos competentes (director), perante este pedido, verifica se tem vaga e determina a aceitação da matrícula. Acresce a isto o facto dos alunos em causa (e famílias) sentirem que se completou uma etapa, que o jardim de origem assinalou com “festa de finalistas”, apresentada a nova escola / turma, e que a cerca de 20 dias do início desta nova vida, tudo volta para trás….Para os 18 alunos (a quem o ME recusa a inscrição no 1º ano numa das escolas do Concelho) – que faziam os 6 anos a 16, 17 de Setembro, durante Outubro e até Dezembro, sugerem que estes retornem aos jardins de origem, mesmo que privados como acontece com alguns. Ou seja, retorne-se à estaca zero, voltem a inscrever os meninos nos seus locais de origem e continuem a pagar as respectivas mensalidades pois, desta forma, com a fusão de turmas agora amputadas, se alcançará a poupança de uma/duas turmas….
Identificamos aqui em mais esta investida a tal tranquilidade (e confiança nas instituições) que o nosso ministro Crato tanto apregoa e invoca para as escolas? Esta foi mais uma história bem real, infelizmente bem comum no país…esta, e para que conste, foi no Concelho de Seia…Esta semana foram as idades, para a semana, quem sabe…..
Abr, Paulo Barata
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Ago 09 2013
… para se aferir o número de excedentários por agrupamento, no que respeita aos Assistentes Técnicos e aos Assistentes Operacionais.
Número de Excedentários – Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais
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Ago 09 2013
Agradeço que quem faz o registo no site das permutas e indica ter interesse numa permuta que o faça com alguma responsabilidade para não criar falsas expectativas ou ilusões nos colegas.
Fica aqui um mail que recebi da Carla Ribeiro que ainda não obteve resposta da colega que inseriu um pedido de permuta do seu interese.
Boa tarde Arlindo,
Estou registada no seu blog para tentar fazer uma permuta.
Sou QA, do grupo 110 – 1º ciclo, e chamo-me Carla Ribeiro.
Resido no Algarve mas estou colocada em Braga.
Depois de ter pesquisado no seu blog, encontrei uma colega do QA, do grupo 110, que quer ir para Braga e está colocada no Algarve.
Já enviei vários pedidos à colega para que entre em contacto comigo, no entanto ela ainda não me devolveu resposta.
Será que o Arlindo me pode ajudar?
Desde já agradeço a atenção a este meu pedido.
Obrigada,
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Ago 09 2013
Pessoal não docente das escolas com ordem para mudar de estabelecimento de ensino
Agrupamentos escolares do Norte do país estão a receber instruções do Ministério da Educação para transferirem para outros estabelecimentos de ensino o pessoal não docente considerado excedentário.
A ideia é redistribuir os trabalhadores consoante as necessidades de cada escola.
Destinada a produzir efeitos já no próximo ano lectivo, a medida está a deixar em pânico auxiliares de acção educativa e funcionários administrativos, dizem os dirigentes sindicais, que ignoram por enquanto se será estendida ao resto do país.
Contactado pelo PÚBLICO, o Ministério da Educação mostrou-se parco em esclarecimentos: “Trata-se de um procedimento anual para aferir os rácios de assistentes técnicos e operacionais das escolas. Caso haja a mais, os funcionários podem voluntariamente optar por outras escolas que os possam receber dentro do mesmo concelho e até 30 km de distância”.
O que a tutela não diz, mas está escrito na ordem de serviço recebida nos agrupamentos escolares do Norte, é que quem não aceitar a transferência pode ser colocado noutro estabelecimento de ensino compulsivamente. A selecção será feita com base no tempo de serviço na carreira, nas três últimas avaliações de desempenho e no tempo de serviço na função pública.
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Ago 09 2013
Fica aqui disponível o manual para as escolas indicarem os docentes que podem ser recuperados na ICL2, bem como podem pedir os horários das necessidades temporárias para 2013/2014.
Chegou a fase de se perceber que desnecessariamente muitos professores foram obrigados a concorrer no final do mês passado e agora vão ser retirados do concurso.
Talvez para não se saber ao certo esse número a DGAE ainda não disponibilizou a lista provisória e tenho dúvidas que o faça.
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Ago 08 2013
Gostaríamos que divulgasse o documento em anexo para que os colegas que assim o entenderem o reencaminhem para as entidades que acharem por bem, tais como:
sindicatos, comissão de educação e ciência, grupos parlamentares, universidades,…em prol da manutenção do artigo 4º do Decreto-Lei nº 75/2010 de 23 de junho que prevê as condições de dispensa da prova de avaliação de conhecimentos, de capacidades e competências no que concerne a docentes contratados.
Com os melhores cumprimentos,
Elisabete Oliveira e Sandra Silva
ASSUNTO: Projeto de Diploma da Prova de Avaliação e de Conhecimentos, Capacidades e Competências referente ao pessoal docente , em especial no que se refere ao artigo 4º do Decreto-lei nº75/2010, de 23 de junho.
Exmos Senhores,
Na sequência da apresentação do Projeto de Diploma da Prova de Avaliação e de Conhecimentos, Capacidades e Competências referente ao pessoal docente, pelo Ministério da Educação e Ciência, vimos pela presente solicitar que não seja revogado o artigo 4º do Decreto-lei nº75/2010, de 23 de junho que prevê isenções aos candidatos já avaliados com o mínimo de Bom até à data de publicação do referido DL e consideramos pertinente tecer as considerações que passamos a elencar.
Desde logo, salientamos que o objetivo que alegadamente subjaz à criação da Prova em epígrafe não é passível de se realizar através de uma medida deste tipo.
Com efeito, enquanto instrumento de seleção, a prova em apreço não poderá avaliar verdadeiramente a componente pedagógica e, mesmo no que concerne à componente científica, não poderá abarcar um universo tão vasto de conteúdos como os que foram alvo de sucessivas avaliações ao longo da formação académica e contínua dos docentes.
Além disso, negligencia a experiência de professores com vários anos, e mesmo décadas de serviço, frequentemente enriquecida, não só pela formação contínua/acreditada, mas também pela realização de mestrados, especializações, pós graduações, entre outras formações em contexto do Ensino Superior.
Ora, no âmbito da obtenção da qualificação profissional para a docência, os professores têm que realizar um ano de estágio, durante o qual são avaliados, nas várias vertentes que pautam o exercício da ação didática (científica, pedagógica,….), não só por professores orientadores dos quadros das escolas do Ensino Básico e Secundário, mas também por docentes/metodólogos do Ensino Superior, constituindo, por conseguinte, um processo de avaliação muito rigoroso.
Acresce ainda que, todos os anos, os docentes contratados são alvo de avaliação, que incide sobre vários domínios, não podendo continuar a lecionar, se não evidenciarem as competências necessárias, tendo de obter, no mínimo, a classificação de Bom. Não ignoremos, também, o facto de esta avaliação ser abrangente, abarcando o trabalho do docente ao nível de toda a comunidade educativa, dado que o seu labor não se restringe às coordenadas geográficas da sala de aula.
Ressaltamos de igual modo que, mesmo nos poucos setores de atividade em que se realizam provas desta natureza, tal ocorre no acesso à profissão, a uma especialidade ou vínculo, e nunca nos casos em que o profissional já exerce a mesma atividade há dez, quinze, vinte ou mais anos, com provas dadas (e avaliadas!) de competência.
Face ao exposto, não se compreende a revogação do artigo 4º do Decreto-lei nº75/2010, de 23 de junho que prevê isenções aos candidatos já avaliados com o mínimo de Bom até à data de publicação do referido DL. Efetivamente, se o Projeto de Diploma da Prova de Avaliação e de Conhecimentos, Capacidades e Competências, na sua proposta inicial, estabelecia, como avaliação mínima, a classificação de 14 valores (Bom) e os professores que têm servido o sistema educativo ao longo de vários anos já têm obtido essa classificação(i.e. mínimo de 7, numa escala de 0-10 , a que corresponde 14, numa escala de 0-20), no âmbito do processo avaliativo anual, em contexto real de trabalho, não se entende a necessidade de ter de voltar a realizar um exame que terá um caráter muito redutor.
Assinalamos igualmente que, caso tenha de ser realizada pelas várias dezenas de milhar de docentes sem vínculo (que na componente específica poderão duplicar ou triplicar, no caso dos docentes que pertencem a vários grupos de recrutamento) tal exigirá elevados recursos humanos, com consequente sobrecarga de trabalho inclusivamente para docentes do quadro, bem como recursos logísticos e económicos que deverão ser canalizados para promover o trabalho nas escolas, junto dos alunos, tendo em vista a prossecução do sucesso educativo.
Por último, ressaltamos o facto de o grupo parlamentar do PSD ter apresentado, há cerca de cinco anos, a proposta de resolução nº 338 de 6 de Junho de 2008, na qual se recomendava ao Executivo que os docentes que tivessem celebrado contrato “durante um ano, nos últimos cinco anos” e que tivessem obtido uma avaliação de desempenho de Bom ou mais deveriam ser “dispensados”. Ora, não se compreende a atual proposta de revogação do artigo 4º do Decreto-lei nº75/2010, de 23 de junho, tanto mais que, desde então, a percentagem global de professores contratados no âmbito do sistema educativo tem vindo a diminuir consideravelmente, sendo, atualmente, residual quando considerado o universo total de docentes.
Face ao exposto, solicitamos que a Comissão de Educação, Ciência e Cultura assuma uma posição pública relativamente a esta matéria, imbuídas da convicção de que a mesma não será insensível à pertinência dos argumentos invocados pelos docentes que, com vários anos (e DÉCADAS!) de experiência e avaliados com Bom, no seu contexto específico de trabalho, por intervenientes que, in loco, conhecem a qualidade do trabalho desenvolvido, nas suas múltiplas vertentes, tenham de realizar mais provas da competência que, ano após ano, lhes é reconhecida, aquando da sua avaliação de desempenho, pelas várias escolas que constam do seu longo percurso profissional.
Em suma, defendemos que todos os esforços e recursos se devem centrar no que efetivamente contribuirá para a melhoria dos resultados dos nossos alunos, em prol de uma escola pública de excelência.Com os melhores cumprimentos,
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Ago 08 2013
… e o Governo abre a porta ao cheque ensino para alunos até ao 12. Ano.
Por princípio não discordo da liberdade de escolha pelas famílias, no entanto esta liberdade esgota-se quando são sempre os mesmos a ter possibilidade de usufruir dessa liberdade e mais ainda, do “cheque”.
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Ago 07 2013
Terminou na passada segunda feira o “processo negocial” sobre a prova de avaliação de conhecimentos e capacidades sem que tenha existido qualquer aproximação com as posições das organizações sindicais, sendo esta a única contraproposta que eu tenha conhecimento.
Ambas as organizações sindicais nesse dia ponderaram requerer a negociação suplementar sobre a negociação terminada (FNE e FENPROF).
O que pergunto é se as organizações sindicais devem requerer a negociação suplementar com vista a um possível alargamento das dispensas para a realização desta prova ou como discordam da prova não devem fazer uso da negociação suplementar.
Qual deve ser o papel de uma organização sindical numa situação destas em que todos os professores se encontram de férias? (não havendo pergunta na sondagem para esta questão podem desenvolver na caixa de comentários)
Documentos da reunião de dia 5 de Agosto
Projeto de decreto lei (prova de avaliação)
Projeto de decreto regulamentar (prova de avaliação)
Projeto Regime Jurídico Formação Contínua de Professores
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Ago 07 2013
Em dois anos mais do que duplicaram as candidaturas ao concurso dos Açores.
O que só demonstra a vontade dos professores em procurarem um lugar fora da sua “zona de conforto”.
Trabalho elaborado pelo André Silva.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/08/CandidaturasAzores.pdf”]
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Ago 07 2013
De vez em quando precisa de justificações deste género.
Apenas para dizer que um não colocado já foi colocado em tempos. E para isso justifica-se com legislação que já vem de 1988.
Não seria mais simples assumir que no Decreto Lei 132/2012 erradamente colocou-se o termo “lista de colocados” em vez de “lista de colocados e de não colocados”, ou mais simples ainda, “lista de ordenação”?
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Ago 07 2013
… ainda não abriu para os professores contratados.
Nos últimos dois anos têm surgido horários em concurso para estas escolas na aplicação das contratações de escola por volta de meados de Agosto.
Nesta fase de manifestação de preferências não é possível os contratados escolherem escolas Teip ou escolas com Autonomia, porque estas fazem a contratação de acordo com as regras das contratações de escola, valendo 50% a graduação profissional.
Assim, concorrendo por Concelhos ou por Zona Pedagógica os contratados não estão a fazer opção por estas escolas.
Mesmo que as escolas TEIP ou com autonomia abram concurso antes da publicação das listas de colocação de final de Agosto e até façam a selecção dos candidatos ficam a aguardar a publicação das colocações dos docentes dos quadros que têm preferência na colocação para os horários que existam.
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Ago 07 2013
Do ensino regular:
http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=rd-NYljx1sA%3d&tabid=2968
Do ensino Especial:
http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=E6M51yuLeNI%3d&tabid=2968
Excluídos:
http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=7ngMVvGxph4%3d&tabid=2968
Ordenação do ensino regular:
http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=Iwzj3nlhQ9E%3d&tabid=2968
Ordenação do ensino especial:
http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=Yfs1FKnzbSQ%3d&tabid=2968
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Ago 07 2013
A de colocados.
A de não colocados.
A partir de hoje e até às 18 horas do dia 13 quem ficou colocado tem de fazer a aceitação na aplicação.
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Ago 07 2013
Foi publicado pela DGAE, na área das escolas, o manual de instruções da validação das candidaturas à Mobilidade Interna.
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Ago 06 2013
Dizem-me que quem colocar 10 QZP para uma determinada duração ou tipo de horário não pode voltar a repetir os mesmos 10 QZP para outra duração e outro tipo de horario porque ultrapassa o limite máximo de 10 QZP.
Se for verdade, este concurso não permite que os docentes concorram a todos os horários que possam estar em concurso.
Para quem se queixava que havia horários que ficavam desertos por não haver candidatos que tivessem concorrido para eles e a manter-se este limite na aplicação vão haver muitos mais este ano, em especial nos horários tipo 3.
Agradeço confirmação desta situação.
ADENDA (16:30) parece que por esta hora o problema detectado neste post encontra-se resolvido e já é possível manifestar preferências aos vários tipos de horários para todo o país.
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Ago 06 2013
Abriu hoje a aplicação para a manifestação de preferências à contratação e encontra-se disponível até às 18 horas do dia 12 de Agosto.
Fica aqui disponível o manual de instruções para esta fase:
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/08/Manual-de-Instruções-–-Manifestação-de-Preferências-–-Necessidades-Temporárias-2013.pdf”]
Ao início da tarde foi publicada a lista de códigos para a contratação.
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Ago 05 2013
… desta vez questionando a impossibilidade de um docente do quadro não poder ser opositor a outro grupo de recrutamento na fase da mobilidade. De memória lembro-me que este assunto já foi resolvido mas apenas para a “requalificação”. Já abordei também por diversas vezes este assunto aqui no blog.
Eu, Tânia de Jesus Aparas, professora do QZP-03, portadora do CC nº 10877281, afeta ao Agrupamento de Escolas da Murtosa, no grupo de recrutamento 110, venho por este meio expor e questionar o motivo das seguintes situações:
Situação:
Possuo uma licenciatura em Professores do 1.º CEB e dois cursos de formação especializada em Educação Especial, respetivamente no domínio cognitivo e motor (grupo 910) e no domínio da visão (grupo 930).
Neste último concurso, tal como nos antecedentes, apresentei a minha candidatura a Quadro de Agrupamento ao grupo de recrutamento 110 (de forma obrigatória) e ao grupo 910 (domínio cognitivo e motor).
Questão 1:
Questiono em primeiro lugar o motivo pelo qual sou impedida de concorrer a todos os grupos de recrutamento para os quais tenho formação adequada e experiência profissional.
Situação:
Caso de repita o que ocorreu no ano de concurso nacional, em 2009, os docentes que não ficaram colocados em Quadro de Agrupamento, são obrigados no concurso de afetação a concorrer exclusivamente ao grupo de recrutamento ao qual já pertencem. No meu caso, e no caso de milhares de professores que se encontravam na mesma situação, ficámos impedidos de aceder às vagas para a Educação Especial que posteriormente surgiram e que foram ocupadas por professores contratados, muitos deles com zero dias de serviço.
Questão 2:
Por que motivo nos é negada a possibilidade de concorrer, no período de afetação, às vagas para a Educação Especial, antes destas serem ocupadas por professores contratados, como tem sido feito nos últimos anos?
Questão 3:
Por que motivo não se segue a lista de graduação do concurso à Educação Especial, uma vez que manifestámos preferências nessa área?
Questão 4:
Por que motivo se deixam professores do quadro de zona pedagógica sem atividade letiva, podendo estes, tal como no meu caso, se pudessem concorrer a afetação no grupo da Educação Especial, ocupar essas vagas? (Vagas estas que são posteriormente ocupadas por professores contratados.) Esta medida permitiria, ainda, que muitos docentes sem componente letiva (como é caso dos QZP) não passassem à Mobilidade Especial.
Nestes últimos 13 anos, a par da minha atividade letiva, realizei formação diversificada, participei em congressos como proponente e redigi artigos científicos, que foram publicados em revistas da especialidade. Indico de seguida, alguma da formação que efetuei:
Parte Curricular do Mestrado em Educação em Ciências no 1º Ciclo do Ensino Básico, Universidade de Aveiro
Curso de Formação Especializada em Educação Especial – domínio cognitivomotor, Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração de Aveiro
Mestrado em Activação do Desenvolvimento Psicológico, Universidade de Aveiro
Curso de Educação Especial – domínio da visão, Universidade Católica Portuguesa.
Toda a minha formação complementar foi paga por mim, sem qualquer contributo do estado. Além dos valores monetários, devo contabilizar o tempo retirado à minha vida pessoal, que obrigatoriamente canalizai para as viagens de deslocação às universidades, ao estudo e à produção de pesquisas e trabalhos académicos.
Sempre me esforcei para conseguir os melhores resultados, acreditando que a qualidade do meu trabalho enquanto docente, seria incrementada e aprimorada, com os contributos e os saberes resultantes de uma formação atualizada e diversificada, onde primou sempre o extremo rigor cientifico
Tenho experiencia profissional na área da Educação Especial, e mérito reconhecido por pais, alunos, colegas e diretores de escolas onde trabalhei com alunos com Necessidades Educativas Especiais.
Ser professor deste tipo de alunos, deve ser algo realizado por vocação, com o máximo respeito e profissionalismo. Lamento profundamente que em virtude de injustiças burocráticas (não sei como melhor as qualificar), me veja impedida de realizar um trabalho que gosto de fazer. Não se trata de não haver vagas, simplesmente não é dada a devida atenção e o devido respeito ao perfil dos candidatos que manifestam as suas preferências para a Educação Especial.
Continuo na esperança que muito mude no âmbito da gestão da educação no nosso país, que o princípio da graduação profissional seja cumprido e que as questões colocadas possam obter uma resposta plausível.
Espero que as situações expostas, que considero profundamente injustas, sirvam de base para reflexão séria e responsável.
Atenciosamente
Tânia Aparas
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Ago 05 2013
Nos últimos tempos, muito se tem falado da prova de acesso à carreira docente ficando com isso ofuscada uma decisão do Ministério da Educação e Ciência que colocará grandes dificuldades ao início do ano letivo e que irá resultar numa grande despesa desnecessária para o Estado.
No comunicado do MEC no dia 22 de Julho de 2013 (http://www.portugal.gov.pt/
“Os candidatos externos (contratados) fazem a manifestação de preferências para o concurso de contratação inicial no princípio de agosto. Por forma a haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas, a colocação de docentes contratados para as necessidades transitórias serão conhecidas a partir das reservas de recrutamento, sendo que as primeiras decorrerão no início de setembro, com efeitos para a contagem de tempo de serviço a 1 de setembro para os colocados.”
Esta decisão levará a que a contratação de professores ocorra por volta do dia 12 de setembro e não no dia 1 como acontece há mais de 10 anos.
Estando o início das aulas previsto para as datas entre 12 e 16 de setembro é óbvio que muitos alunos começarão o ano letivo sem vários professores ou com professores que acabaram de chegar a uma escola com procedimentos, regulamentos e instalações que não conhecem, não tendo estado presentes nos conselhos de turma de preparação do ano letivo, num meio social desconhecido e sem possibilidade de serem integrados convenientemente pelos colegas pois, com as aulas a decorrer, é muito difícil apoiar quem chega de novo.
A juntar a estas dificuldades, que terão como principais prejudicados os alunos, julgo que a parte financeira também é importante. Esta medida trará um grande prejuízo ao Estado. Não sendo nem economista nem contabilista, passo a explicar o raciocínio que me leva a chegar a esta conclusão:
Um professor contratado, com horário completo recebe 1373,13€ brutos por mês. Se for para o desemprego nos 12 dias do início de setembro receberá 375€ (65% do ordenado) de subsídio de desemprego. Se estivesse a trabalhar receberia 531€. Com isto o estado poupa 186€. Mas como terá de pagar a compensação da caducidade do contrato terá uma despesa de 915€ (que não teria se a colocação fosse a 1 de setembro). Isto dá um prejuízo ao estado de 729€ por cada professor nesta situação. Tendo em conta que em maio de 2013 existiam 16.477 professores com contrato a termo certo no MEC mesmo baixando esse número para 10.000 o valor do custo desta medida passará os 7 MILHÕES de Euros (7.290.000€).
Isto sem falar nas despesas relacionadas com as inscrições em centros de emprego e processos de subsídios de desemprego que não existiriam se a colocação fosse no dia 1 de setembro (tratar de mais 10.000 processos que seriam desnecessários também deve ser contabilizado como desperdício, ou não).
Podemos juntar ainda o facto dos subsídios de férias dos 8 primeiros meses do ano de 2013 terem de ser pagos em setembro e não em novembro como está previsto e também o caos que criará às contratações das escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) que já decorreram de forma caótica no ano anterior e que com este atraso ainda terão mais problemas.
Todos estes gastos desnecessários juntamente com todas as dificuldades criadas ao normal funcionamento das escolas no início do ano letivo com o objetivo de “… haver melhor aproveitamento dos recursos humanos das escolas…”.
Gostava de saber que recursos humanos não foram devidamente aproveitados nas escolas nos últimos anos ao ponto de levar o MEC a tomar esta medida?!
Helder Pereira da Costa
05 de agosto de 13
(Professor contratado desde setembro de 2001 e com contratos consecutivos desde dezembro de 2002)
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Ago 05 2013
Para a fase de manifestação de preferências para contratação apenas podem aceder os docentes que fazem parte da lista definitiva de ordenação de Julho, ou aqueles que tendo sido excluídos foi-lhes dada razão no recurso hierárquico.
Para esta fase todos os docentes são obrigados a manifestar preferências de acordo com limites mínimos e máximos. (quem optar por escolher os 10 QZP está da mesma forma obrigado a manifestar as preferências mínimas por códigos de agrupamento e de Concelho)
Os limites míminos e máximos de códigos são os seguintes:
Os intervalos de horários para que podem concorrer são os seguintes:
Ainda podem manifestar a duração previsível do contrato para cada uma das preferências de acordo com as alíneas seguintes:
Nesta fase não existe obrigatoriedade de entregar qualquer documento na entidade de validação.
Para quem concorreu a mais de um grupo de recrutamento e ordenou os grupos (exemplo, concorreu primeiro ao 110 e depois ao 910) tem de manifestar preferências primeiro para o grupo 110 e depois para o grupo 910 não podendo alterar a ordem dos grupos.
De acordo com comunicado do MEC a primeira fase de publicação de listas de colocação será no início de Setembro (provavelmente na reserva de recrutamento 1), retroagindo o tempo de serviço ao dia 1 de Setembro.
Logo que seja publicado o manual de manifestação de preferências colocarei em novo post, no entanto este post servirá para tirarem dúvidas sobre a fase de manifestação de preferências.
Este ano não arrisco qualquer tipo de previsões nem tentarei influenciar as vossas decisões. O panorama para 2013/2014 não é muito animador e se quiserem mesmo trabalhar vão ter de alargar ainda mais as vossas preferências.
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Ago 05 2013
… e prolonga-se até ao dia 12 de Agosto.
Conforme previ vai haver sobreposição de datas entre o concurso da mobilidade e o da contratação. Quem ainda não manifestou preferências para a mobilidade não aconselho a deixarem para amanhã.
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Ago 05 2013
Encontra-se neste link.
Entre o dia de hoje e o dia 19 de Agosto os docentes candidatos ao concurso interno podem efetuar a permuta, não sendo necessário que tenham obtido colocação no concurso interno.
A permuta é feita na aplicação dos concursos da DGAE, no entanto podem procurar eventuais interessados numa permuta no seguinte site:
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Ago 05 2013
Governo e professores voltam hoje a negociar prova de acesso à carreira
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) e os sindicatos dos professores voltam hoje a sentar-se à mesa para mais uma ronda negocial sobre a prova de acesso à carreira, criticada pelos docentes, sobretudo os que têm vínculo mais precário.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) e a Federação Nacional da Educação (FNE), as duas estruturas mais representativas dos professores, são recebidas durante a manhã, entre as 9:00 e as 13:00, apesar de ambas defenderem que esta negociação devia ser adiada para setembro, uma vez que o mês de agosto é o período de férias dos professores, não sendo possível ouvi-los sobre as matérias em discussão.
O Governo pretende continuar a negociar com os sindicatos uma proposta que prevê que os professores não integrados na carreira docente terão de obter 14 valores em provas de avaliação para poderem lecionar.
Num comunicado divulgado a 23 de julho, o MEC informou ter enviado às organizações sindicais três diplomas que se destinam a “implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, a adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação” e a regulamentar a formação contínua de professores.
O que diz respeito à prova de acesso à carreira é que tem gerado mais polémica, sobretudo entre os professores contratados, que são os principais visados, que já disseram, pela voz do presidente de uma associação nacional que os representa, que acreditam que o modelo de uma prova de acesso ao sistema de ensino “vai cair por si próprio”, por ser “tão gritante” a sua insuficiência para cumprir o objetivo de avaliar a qualidade dos docentes.
A Fenprof acusou o MEC de ser “hipócrita e cobarde” ao querer instituir uma prova de acesso à carreira, preferindo atacar os professores em vez dos “lobbies” instalados nas universidades, com cursos dos quais desconfia.
Também a FNE já se manifestou contra a proposta, considerando que “põe em causa” a formação inicial.
Por seu lado, o Governo, no final da primeira ronda negocial dedicada ao tema, que decorreu na passada semana, já disse, pela voz do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, que está convencido de que os professores têm condições para ficarem aprovados na prova de acesso à carreira docente, contestada pelos sindicatos do setor.
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Ago 04 2013
O ministro da Educação-mercadoria
As coreografias políticas de inferior qualidade, geradas pela irresponsabilidade de Gaspar, Portas, Passos e Cavaco, varreram o importante sério em função do urgente falso. O país viveu as últimas semanas à espera da salvação e acabou condenado. Os pequenos delinquentes políticos foram premiados. Tudo voltou ao princípio. Os mesmos de sempre ficaram satisfeitos. Passos Coelho, qual garoto a quem perdoaram a última traquinice, retomou a sua natureza profunda. Foi escasso o tempo necessário para o ouvir recuperar o discurso de ódio à Constituição e aos funcionários públicos. Sem vergonha, resgatou a União Nacional.
Com tal e eloquente fundo, surpreendem os dias de desespero que Nuno Crato vem laboriosamente oferecendo aos professores e à escola pública? Só a quem tem memória curta. E são, infelizmente, muitos. Atropelam-se os exemplos.
1. Repito o que já escrevi: não houve nem há qualquer concurso nacional de professores. Houve, e continua a haver, um enorme logro. Uma espécie de dança macabra para dividir a classe, tornando mais fácil reduzir e despedir. Navegar por entre a teia kafkiana da legislação aplicável é um desesperante exercício de resistência. Só legisladores mentalmente insanos e socialmente perversos a podem ter concebido, acrescentando sempre uma nova injustiça à anteriormente perpetrada. O caso da Educação Especial é um belo exemplo. De um decreto exigente (nº 95/97), que uns respeitaram, a um despacho permissivo (nº 866/2013), que outros aproveitaram, vai apenas o poder discricionário do pequeno secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar. Professores com formação sólida e prática longa nas diferentes vertentes da Educação Especial estão a ser ultrapassados por colegas, oriundos de outros grupos de recrutamento, com especializações bem menos exigentes e sem prática no sector. Pelo meio, reclamações sobre o mesmíssimo problema decididas pelo ministério de forma oposta, recurso a tribunais e a deputados, que expressam indignação mas nada fazem, e a confiança no Estado reduzida a zero.
2. Nos últimos dias, as escolas foram literalmente abalroadas com a imposição ministerial da redução do número de turmas e cursos profissionais. Trata-se de alunos já matriculados e aceites no pré-escolar, 1º ciclo, cursos de educação e formação e planos de currículos alternativos. A leviandade do ministério, promotor da autonomia das escolas pelo discurso e ferozmente dela castrador, pela prática centralizadora, deita fora o trabalho já feito para preparar o ano-lectivo. Para os poucos professores ainda contratados, adensa-se a negritude do futuro. Sobre o destino a dar aos alunos que escolheram as escolas públicas, só a mente capta de Crato nos poderá esclarecer. Colégios privados? IEFP? Recorde-se ao cidadão incauto, vítima da desinformação que se vai seguir, que isto ocorreu na véspera da publicação das turmas, na véspera da comunicação das necessidades de professores, na véspera dos concursos de Agosto, na véspera da concepção dos horários. Os directores dizem-se chocados. Mas até ao momento em que escrevo, não conheço um só que se tenha demitido.
3. O Estado de direito é constantemente posto em causa pelo Ministério da Educação e Ciência. No caso vertente, que acima citei, o despacho nº 5048-B/2013 acaba de ser incumprido pelo ministro e pelos dois ajudantes que o assinaram. Nada lhes acontece. E o trio ri-se na cara dos directores, professores, pais e alunos.
A 13 de Março transacto, denunciei aqui um caso grave em que o director-geral dos Estabelecimentos Escolares, José Alberto Duarte, foi alvo de queixa disciplinar. Que aconteceu? Gaveta funda do esquecimento. O ministro, o dito, seu amigo de estimação, e o secretário de Estado Casanova riram-se da cidadã que se queixou. Aparentemente, apenas se divisa uma consequência: as juntas médicas, pelo menos na jurisdição de Lisboa e Vale do Tejo, eclipsaram-se misteriosamente. Seria bom saber porquê e tornar clara a estranha relação com a estranha clínica que as executava.
Sucedem-se cenas canalhas envolvendo directores (a última que me chegou refere-se ao Agrupamento de Escolas de Lagares e tem de tudo, droga e sexo incluídos). O arrastamento destes episódios, invariavelmente com disputas entre lóbis locais, sem esclarecimento e apuramento da verdade, deteriora a vida nas escolas, a níveis inaceitáveis. A Inspecção parece estar, neste e noutros casos, em licença sabática. O ministro cala-se, sem entender que a liberdade não pode ser apenas formal. Pais, professores ou alunos que não tenham dinheiro para procurar a Justiça nos tribunais, não têm, verdadeiramente, liberdade. Quem não tem dinheiro para pagar a justiça fora da Escola, por injustiças geradas na Escola, não tem liberdade para exigir justiça dentro da Escola. Nuno Crato não entende isto. Preocupa-o um só poder: o absoluto dos credores. É ministro da Educação-mercadoria.
* Professor do ensino superior
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Ago 04 2013
Foram publicadas nos dia 2 de Agosto mais 7 listas de Mobilidade no site da DGAE
Os links de baixo não funcionam e só amanhã os vou conseguir arranjar.
art º 68 al b) – Associações Professores
art º 68 al b) – Entidades de Cariz Religioso
art º 68 º al b) Portaria 1102-97
art º 68 º al a) – Ensino no Estrangeiro – DILI
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Ago 01 2013
E segundo o SPZN, pode seguir-se a via judicial caso o MEC insista em aprovar essa prova de acesso:
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Ago 01 2013
Depois de ser preenchido o formulário ficam visíveis os resultados ou podem editar os dados inseridos.
Podem partilhar este post ou enviar este link para o preenchimento do formulário.
Apenas considerem para este tratamento os docentes de quadro de agrupamento/escola que perderam a componente letiva na escola de provimento. Os dados dos QZP já estão tratados por grupo de recrutamento e zona pedagógica neste post.
As respostas ficam visíveis para todos aqui.
Se verificarem que alguma escola tem dados errados ou insuficientes podem acrescentar novamente esse agrupamento e enviar-me mail que faço a eliminação das linhas que têm esses dados insuficientes ou errados.
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Ago 01 2013
Fica este post em aberto para colocarem as vossas dúvidas sobre o concurso da mobilidade.
Até sábado terei dificuldade em postar novos artigos, no entanto enquanto durarem as baterias terei oportunidade de vir até aqui ver algumas perguntas e respostas.
Porque estou farto deste verão murcho aqui no norte.
… e vou rumar ao paraíso. 😀
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Ago 01 2013
… e depois das medalhas de bronze sucessivas chegou ao ouro. 😀
Lista do mês de Julho aqui onde existiram 53842 comentários de 736 nicks diferentes.
| Lugar | Nick | Comentários |
| 1 | Tareco | 4334 |
| 2 | Lucretia | 2527 |
| 3 | Nuno Coelho | 2414 |
| 4 | Faltoso Kratov | 2379 |
| 5 | Tucha | 1757 |
| 6 | caloira910 | 1472 |
| 7 | jimmy doyle | 1198 |
| 8 | Comandante Perestrelo | 1189 |
| 9 | DJ | 1160 |
| 10 | give | 1085 |
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