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Ainda Anda Assim o CEE

Mesmo tendo sido publicadas as novas vagas do Concurso Externo Extraordinário ainda não há qualquer indicação da DGAE para o prolongamento do prazo do concurso, nem a plataforma está adaptada aos novos grupos de recrutamento onde abriram vagas.

Às 17:00 de hoje ainda era assim que estava a plataforma do concurso no que diz respeito às graduações dos docentes.

 

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Vagas do Concurso Externo Extraordinário Atualizadas

A Portaria n.º 379-A/2025/1, de 7 de novembro atualiza as vagas do concurso Externo Extraordinário 2025.

Mantém-se as 1800 vagas abertas neste concurso mas é feita uma redistribuição por grupo de recrutamento e QZP.

O quadro seguinte apresenta as vagas atuais e o último quadro as vagas inicialmente abertas.

São muitas as diferenças o que demonstra que o trabalho da DGAE para a abertura inicial de vagas não terá sido feito com a melhor qualidade.

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Menos Aposentados em 2025 do que em 2024

Agora que ficou fechada a lista de aposentações do ano 2025, com a publicação da última lista mensal de aposentados, verifica-se uma pequena redução em relação ao número de aposentados de 2024, apesar de ser um pouco superior ao número de 2023, mas muito abaixo das minhas previsões para 2025.

Posso concluir que a medida de manter os professores no ativo com mais 750€ mensais pode ter levado a que perto de 1000 professores continuassem no ativo em vez de se aposentarem. Esta foi talvez a medida mais conseguida do MECI para manter professores no ativo.

Para 2026 prevejo uma mesma linha de continuidade e que novamente o valor dos aposentados ande perto dos 4000 docentes aposentados, mas sobre esses números daqui a um ano tirarei essas conclusões.

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Para Um Novo Estatuto de Carreira Docente

Posição da Pró-ordem após a reunião negocial de ontem.

 

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Sobre o Concurso Externo Extraordinário

Surge este pedido da FENPROF na sua página.

Acredito que aumentar as vagas para além das 1800 não vai comprometer muito este concurso, pois é quase certo que das 1800 inicialmente previstas apenas umas 1000 serão ocupadas, pelo que aumentar para 1900 ou 2000 nunca irá haver mais de 1800 docentes vinculados neste concurso.

 

Alargamento do prazo não pode pôr em causa direitos dos professores

 

O ministro da Educação, Ciência e Inovação anunciou o alargamento do prazo para candidatura ao concurso externo extraordinário (CEE), fixando como nova data limite o dia 21 de novembro.

Na reunião ontem realizada no MECI, no âmbito do processo negocial de revisão do Estatuto da Carreira Docente, o ministro justificou o alargamento do concurso para permitir a abertura de vagas em grupos de recrutamento e quadros de zona pedagógica que tinham ficado desertos, de modo a ajustar as vagas às necessidades existentes.

Informou, ainda, que estas alterações seriam garantidas através da publicação de uma portaria de retificação, onde, para além do prolongamento do prazo, seriam ajustadas as 1800 vagas do CEE. Referiu, igualmente, que os professores que já submeteram a candidatura teriam garantida a possibilidade, caso assim entendessem, de proceder à alteração das suas opções.

A FENPROF, após uma primeira apreciação jurídica, torna público o seguinte:

– Estamos perante um concurso público, o que obriga a um especial cuidado sempre que se proceda a uma qualquer retificação/aditamento, mais ainda se feita no decurso do mesmo;

– A retificação que vise o acrescento de vagas para suprimento de necessidades resultante de uma desajustada previsão inicial, não suscita objeções por parte da FENPROF;

– Já no que se refere à eliminação de vagas, poderemos estar perante uma situação que, para além de fazer lograr as expectativas com que os candidatos se submeteram a concurso, poderá alterar a ordenação e colocação dos candidatos, situação que poderá justificar uma eventual intervenção jurídica.

Nesse sentido, a FENPROF entende ser legalmente mais avisado que, da retificação ao concurso externo extraordinário, não resulte a eliminação de vagas. Espera-se, contudo, que o compromisso de ser garantido aos professores que já submeteram a candidatura o direito de introduzir alterações ao concurso, caso o entendam, seja efetivado. Não sendo acautelada esta situação, a FENPROF não deixará de ponderar o recurso aos meios legais necessários para defesa dos direitos e legítimas expectativas dos professores.

As próximas reuniões de negociação do ECD foram agendadas para 19 de novembro, 5 de dezembro e 14 de janeiro.

 

Lisboa, 7 de novembro de 2025

O Secretariado Nacional da FENPROF

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Não Haverá Muito Para Analisar

Secretariado Nacional da FENPROF vai analisar o protocolo negocial proposto pelo MECI para a negociação da revisão do ECD

 

 

A FENPROF ficou esta quinta-feira a conhecer o protocolo negocial para a revisão do Estatuto da Carreira Docente apresentado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

Numa primeira análise, Francisco Gonçalves refere que as prioridades que o MECI estabelece no documento não dão resposta à necessidade urgente de valorização da carreira como forma de enfrentar o problema da falta de professores.

O Secretário-geral disse aos jornalistas que as matérias que a FENPROF considera prioritárias, como a revisão da carreira docente e do estatuto remuneratório e a avaliação de desempenho, foram relegadas pelo MECI para último lugar na ordenação das matérias a negociar ao longo deste processo.

Por outro lado, o MECI também não se mostrou recetivo para definir, no texto do protocolo, o término previsível para esta negociação.

 

Minuta de Protocolo Negocial

 

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Reserva de Recrutamento 16

Reserva de Recrutamento 16 2025/2026

 

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Balanço da reunião FNE com MECI sobre Protocolo do ECD

Balanço da reunião FNE com MECI sobre Protocolo do ECD

 

Terminada a reunião entre FNE e MECI sobre a apresentação da proposta de Protocolo Negocial relativo às negociações de revisão do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista à respetiva assinatura.

Pedro Barreiros, Secretário-Geral da FNE, fez o balanço do encontro.

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Apoio de Atribuição Única

Governo esclarece que apoio para instalação de professores no estrangeiro é único

 

O Ministério da Educação esclareceu hoje que o apoio à instalação dos docentes que se desloquem de Portugal para exercer funções nas Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE), que está a motivar protestos nestas instituições, é atribuído uma única vez.

Na quarta-feira, um grupo de professores da Escola Portuguesa de Luanda (EPL) iniciou uma greve por tempo indeterminado, devido à falta de respostas do Governo português sobre o subsídio de instalação, disse à Lusa fonte dos grevistas.

Manuela Duarte adiantou que são 40 os professores que concorreram ao concurso público das EPE, e fazem parte dos quadros, mas não tiveram o apoio de instalação, como prevê o Decreto-Lei n.º 78/2025, de 12 de maio.

Também os professores da Escola Portuguesa de Moçambique se sentem “injustiçados e desiludidos” com o Governo português, acusando-o de incumprimento na atribuição de apoios, tendo decidido avançar para a greve por tempo indeterminado a partir de quinta-feira.

Queixam-se da “não transferência do subsídio de instalação, em especial para os colegas que se encontravam em mobilidade no ano letivo transato”, de haver “colegas contratados que foram obrigados a pagar o seguro de saúde”, do “não pagamento das viagens para início e cessação de funções” e do “não pagamento do subsídio de residência de forma contínua e equitativa”, além do “atraso incompreensível no pagamento das compensações pecuniárias devidas aos docentes que entraram no quadro em 2024/2025”, segundo o professor Gustavo Alves, da comissão da greve.

Contactado pela Lusa, fonte do gabinete do ministro da Educação, Ciência e Inovação esclareceu que “os docentes que se desloquem de Portugal para o exercício de funções nas EPE têm direito a um montante de apoio à instalação no local de trabalho, que constitui um benefício de atribuição única, destinado a compensar despesas decorrentes da instalação dos docentes no país de destino onde vão exercer funções”.

Em relação aos docentes que nos anos anteriores já tenham recebido o apoio à instalação e se encontram em continuidade de funções, estes não têm direito a esse beneficio remuneratório, pois já o receberam anteriormente.

“Os docentes que obtiveram lugar no quadro destas escolas foram notificados da sua colocação para o ano letivo de 2025/2026, no dia 23 de julho de 2025, antes de cessarem a mobilidade relativa a 2024/2025, a 31 de agosto de 2025, pelo que não houve interrupção funcional nem alteração de residência que pudesse gerar novas despesas de instalação”, lê-se na informação solicitada pela Lusa.

O gabinete de Fernando Alexandre adiantou que na semana passada foi enviado um esclarecimento às escolas, no qual é indicado o pagamento único deste montante “destinado a compensar despesas decorrentes da instalação dos docentes no país de destino onde vão exercer funções”.

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O Milagre da Física e da Química

Ministério garante professores de Física e Química apesar das queixas das escolas

 

O Governo garante que há professores de Física e Química prontos para as escolas com mais carências. A FNE discorda.

O Ministério da Educação assegura que existem professores de Física e Química disponíveis para as escolas com maiores dificuldades de colocação, contrariando as críticas da Federação Nacional da Educação (FNE), que lamenta a ausência de vagas para esta disciplina no novo concurso extraordinário de docentes.

Segundo o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), não foram detetadas necessidades significativas nos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) das regiões mais afetadas pela falta de professores — entre elas, Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Algarve.

A tutela esclarece que, na última reserva de recrutamento, apenas foram solicitados três horários para docentes de Física e Química, existindo 12 professores ainda por colocar em bolsa de recrutamento. Segundo o ministério, estes números demonstram não haver carência estrutural nesta área científica, ao contrário do que acontece em disciplinas como Português, Matemática ou o 1.º ciclo do ensino básico.

concurso extraordinário de professores, aberto esta semana, disponibiliza 1.800 vagas, com destaque para 310 de Português192 de Matemática e 170 para o 1.º ciclo. O processo decorre entre 28 de outubro e 14 de novembro.

Apesar da garantia da tutela, o ministro Fernando Alexandre reconheceu na discussão do Orçamento do Estado para 2026 que “em quase metade dos agrupamentos ainda faltam docentes”. A 24 de outubro, existiam 1.240 horários por preencher, abrangendo 480 agrupamentos, dos quais 12 tinham mais de dez horários em aberto.

Grande parte destas vagas está concentrada na Grande Lisboa, Península de Setúbal e Alentejo, regiões que continuam a enfrentar maiores dificuldades em fixar professores. O Governo prevê investir mais 118 milhões de euros no próximo ano para combater o problema e implementar medidas de apoio à deslocação e atração de docentes para zonas com falta crónica de profissionais.

O ministro sublinhou ainda que, num universo superior a 128 mil professores, é natural existirem horários temporariamente vagos, defendendo que o essencial é garantir respostas rápidas e eficazes na substituição e colocação de docentes.

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Do Ridículo

“Há professores que vão telefonar para a casa de banho”: queixa contra proibição de telemóveis a docentes

 

Grupo de docentes admite avançar para os tribunais e vai recorrer à Inspeção de Educação, Provedoria de Justiça, ministro e parlamento.

 

Um grupo de professores prepara-se para apresentar queixas junto de várias entidades contra a proibição de uso de telemóveis por parte de docentes e não docentes, que já foi aplicada em dois agrupamentos. “Vamos fazer uma exposição junto do ministro da Educação, da Inspeção Geral de Educação e Ciência (IGEC), da comissão parlamentar de Educação e da Provedoria de Justiça. Avançaremos assim que reunirmos informação que demonstre que os regulamentos a proibir o uso foram feitos de forma irregular e sem consulta pública”, afirmou ao CM Luís Braga, professor na Escola Básica da Abelheira, em Viana do Castelo, que admite ainda avançar para tribunal com uma “intimação para proteção de direitos fundamentais”.

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Da Recente Notícia dos Docentes da Educação Especial

A denúncia foi apenas assinada em 2022, quando desde 2008 já se falava nisso e a DGAE sempre protegeu estes docentes, quando eram alvo de denúncias.

 

Concursos de colocação de professores sob suspeita: inspeção deteta fraudes na Educação Especial

 

Inspeção-Geral da Educação e Ciência obtém concordância do ministro para chamar o Ministério Público ao processo

 

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, homologou em 13 de fevereiro a proposta da inspetora-geral da Educação e Ciência, Ariana Cosme, no sentido da “remessa ao Ministério Público” de uma investigação à Escola Superior de Educação de Fafe, que detetou diversos casos de inscrição irregular em cursos de formação especial, com impacto direto no acesso à carreira docente e na graduação dos professores nos concursos.

A denúncia foi assinada, em 19 de dezembro de 2022, por Rui Fernandes, presidente do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, autoridade reguladora com poderes de Estado na acreditação das entidades formadoras e das ações de formação contínua de professores. Em causa, está a inscrição em cursos especializados de Educação Especial por parte de candidatos sem cinco anos de docência, completados previamente, o que viola o estipulado no decreto-lei 95/97, ainda em vigor.

Vários docentes que se sentem ultrapassados na carreira por colegas sem habilitação legal estão também a apresentar queixas ao Ministério Público. A CNN Portugal sabe que há outras instituições licenciadas como formadoras sob suspeita e investigação. Pelo menos desde 2012, muitos docentes dos grupos de Educação Especial denunciam casos de fraude à Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE), sempre sem resultado.

Ministério dividido

A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGAE), no relatório homologado pelo ministro, propõe a cassação dos diplomas especializados dos candidatos inscritos sem o requisito de cinco anos previsto na lei, assim como a nulidade das suas colocações nos concursos de acesso às escolas. No limite, esta medida poderá pôr sob escrutínio os concursos de professores da última década e milhares de professores no ativo.

A DGAE, num parecer datado de 29 de maio, defende a não aplicação das propostas da IGAE homologadas por Fernando Alexandre. “Não se compreenderia, em nome do interesse público, que se colocasse em causa os recursos humanos necessários” ao Ensino Especial, área com carência de professores nalgumas geografias.

O mesmo parecer, assinado por um jurista designado internamente, invoca Marcelo Caetano para distinguir entre a declaração de “atos nulos” e a conformidade do Estado com “alguns dos seus efeitos”. Por um lado, para proteção da segurança jurídica de professores contratados nos últimos anos. Por outro, pelos riscos do eventualmente ressarcimento, em favor do erário público, de valores indevidos de progressão na carreira, entretanto recebidos pelos professores inscritos irregularmente. Por “decisão judicial”, sempre poderiam, mais tarde, levar “à indemnização e à reintegração na carreira” dos visados.

O ministro da Educação e a inspetora-geral, solicitados pela CNN Portugal, não quiseram comentar o assunto.

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A Nossa Saúde (SNS) e as Aulas de Cidadania

O primeiro-ministro diz ao que vem, não são cortes são otimizações dos recursos. Jogo de palavras que não convencem.

O SNS tem quase tudo para ficar ainda mais dispendioso.

Obviamente que pode ficar mais barato tirando direitos e dignidade a quem precisa de cuidados médicos. Em tese tem quase tudo para ficar dispendioso, a curto, médio e a longo prazo. Curto prazo essencialmente porque os idosos aumentam e os médicos parecem diminuir. Médio e longo prazo por inabilidade e incompetência de quem governa. Para mudar o paradigma do problema da saúde deve-se mudar o paradigma do ensino.

É na escola, além da família, que se transmitem valores e condutas sobre a qualidade de vida. A qualidade de vida em vários aspetos:

A nível alimentar, a nível da importância da atividade física, no combate ao sedentarismo, no combate às dependências das redes sociais e ao excesso do uso das novas tecnologias, no combate à ansiedade, ao stress dos novos tempos.

A escola remete de uma forma geral estes temas para a disciplina de Cidadania. Seria uma boa opção de ela fosse encarada com rigor e exigência. Não é, é uma disciplina facultativa. Só vai quem quer. Que irresponsabilidade. É assim que se preparam as futuras gerações para valores fundamentais para uma vida saudável? Com esta cultura o que esperar da procura dos serviços de SNS no futuro? Mais do mesmo. Doenças e problemas de saúde associadas a um estilo de vida pouco saudável.

Para uma questão tão importante, saúde pública, os governos tomam grande parte das medidas pedagógicas, preventivas como uma questão facultativa.

A Cidadania é uma questão nuclear e não periférica, mas para os responsáveis é opcional. Sobra para o SNS. E vai continuar a sobrar se nada se alterar. Se o governo nada fizer que façam as escolas e os municípios. Não façam de conta que não se passa nada.

É preciso mudar a educação para mudar a saúde em Portugal.

 

Sérgio Cunha

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Assim Como É Possível Arranjar Substituto?

Não sei se há canal e vontade para expôr este tipo  de situação junto dos meios de comunicação social, mas o agrupamento de escolas XXXXXXX em vila nova de gaia, tem a concurso de contratação um horário de 10 horas anual da disciplina de matemática que já foi recusado 2 vezes nas reservas de recrutamento, com a seguinte mancha horária:
Como é óbvio, para a opinião pública, para os pais dos alunos das 4 turma de 7º e 8ºanos o que fica é a ideia que os professores de matemática até existem nas listas, mas não querem trabalhar…
A falta de professores existe, as carências das escolas são reais, o ministério continua a tentar inventar soluções para que apareçam professores, mas as direções das escolas têm a obrigação de fazerem a sua parte, quererem ser solução.
Um horário como este é vergonhoso e impossibilita qualquer tipo de complementaridade de outro horário noutra escola.
Lamentável.

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Este Artigo Já Tem Mais de 10 Anos

E já na altura era um assunto antigo.

 

Pedido de Divulgação – Habilitações para a Educação Especial

 

 

Mas pelos vistos vamos voltar ao assunto, tendo em conta a reportagem que passou agora na TVI.

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Quinta-Feira Começa a Negociação do ECD

Vamos ver se desta vez o protocolo negocial do ECD fica fechado.

Mas já percebemos que será para arrastar a sua conclusão para 2027 o que vai dar para mais de um ano de negociações.

 

FNE e MECI reúnem sobre protocolo negocial do ECD

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) reúnem-se na próxima quinta-feira, dia 6 de novembro, às 09h30, nas instalações do MECI, na Av. Infante Santo, nº 2.

Este encontro terá a seguinte ordem de Trabalhos:

 Ponto 1 – Prestação de informações diversas.

 Ponto 2 – Apresentação da proposta de Protocolo Negocial relativo às negociações de revisão do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista à respetiva assinatura.

Relembramos que a FNE fez chegar ao MECI, a 6 de outubro, a sua posição e sugestões relativas ao Protocolo Negocial apresentado pela tutela.

A FNE reforça nesse documento que a revisão do ECD deve ter como objetivo central a valorização e a atratividade da carreira docente. Isso implica a melhoria das condições de trabalho, condição essencial para atrair e reter docentes no sistema educativo, a criação de mecanismos que assegurem estabilidade profissional e vinculação efetiva, a correção das ultrapassagens existentes entre professores, garantindo o reposicionamento justo de cada docente no ponto da carreira que lhe corresponde, e ainda a revisão do modelo de avaliação de desempenho, assumindo-o como um verdadeiro instrumento formativo e de apoio à melhoria da prática profissional.

Ao longo do processo negocial, que se antevê exigente e prolongado, a FNE irá auscultar professores e educadores em todo o país, de forma a sustentar as suas propostas e contrapropostas relativamente a cada matéria em discussão, de acordo com o calendário que vier a ser definido.

Porto, 31 de outubro de 2025

A Comissão Executiva da FNE

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Reserva de Recrutamento 15

Reserva de Recrutamento 15 2025/2026

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Mais de 500 Horários Sem Candidatos

Missão Escola Pública: mais de 500 horários em oferta de escola sem candidatos

 

Movimento de docentes estima que haja 100 mil alunos sem pelo menos um professor. Ministério e sindicatos reúnem-se na quinta-feira para definir protocolo negocial da revisão da carreira docente.

 

O alerta é do movimento de professores Missão Escola Pública (MEP): quase dois meses depois do arranque do ano lectivo, há mais de 100 mil alunos que continuam sem professor a pelo menos uma disciplina. Estes cálculos foram feitos depois de o ministro da Educação, Fernando Alexandre, ter dito, na semana passada, que faltavam preencher 1240 horários em mais de 480 agrupamentos. São “cerca de 200 a mais do que há duas semanas”, escreve o MEP, considerando que este “agravamento era previsível”, já que “falharam as medidas que deveriam ter sido

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Wi-fi das Escolas Fora do PRR

 

Wi-fi das escolas fora do PRR, tal como milhares de vagas em lares, creches e no SNS

 

Governo revê PRR em baixa e deixa cair investimentos no SNS, no apoio social, na educação e nos transportes, reforçando nas empresas. Metro de Lisboa sai e o do Porto perde apoio para uma estação.

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A Música Sazonal do Blog

Que ficou confirmado para o dia 9 de Julho no Nos Alive, no mesmo dia de Nick Cave.

21 anos depois de Paredes de Coura volto a encontrar os meus dois artistas preferidos no mesmo dia.

 

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Só Gostava de Perceber Porque Uma Escola Com Todo o Telhado em Amianto Não Consta na Lista?

A mim parece-me que as prioridades foram definidas num gabinete quentinho em Lisboa.

 

Concurso avança para obras em 237 escolas com necessidades urgentes de intervenção

 

 

Ministro da Educação apela às empresas de construção para contratar trabalhadores: “Vamos precisar do vosso trabalho, temos centenas de escolas para recuperar”.

O Governo lançou esta quarta-feira concurso para requalificar 237 escolas sinalizadas com necessidades urgentes de intervenção, num investimento de 850 milhões de euros. Este é o segundo concurso lançado no âmbito do acordo entre o Governo e o Banco Europeu de Investimento para financiamento total de mil milhões de euros.

O ministro da Educação apelou no parlamento às empresas de construção civil para que reforcem equipas. “Nos próximos anos vamos precisar do vosso trabalho, porque temos centenas de escolas para recuperar”, disse Fernando Alexandre.

O primeiro concurso, em setembro, dizia respeito a 22 escolas com necessidade de intervenção muito urgente. Neste segundo concurso, a região de Lisboa e Vale do Tejo, com 95 escolas elegíveis, tem a maior dotação, ascendendo a 399,5 milhões de euros, seguida da região Norte, com 212,5 milhões de euros para obras em 61 estabelecimentos.

No Centro, serão requalificadas 37 escolas, num investimento de 110,5 milhões de euros, a que se somam 29 escolas no Alentejo (85 milhões de euros) e 15 no Algarve (42,5 milhões de euros).

Os avisos de abertura foram publicados esta quarta-feira pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e os municípios têm até 30 de junho para apresentar a candidatura (uma por escola). Segundo o ministro da Educação, Fernando Alexandre, “as obras deverão começar no segundo semestre de 2026”. “Cada obra terá de ser executada no prazo máximo de 48 meses, contados a partir da consignação da empreitada, que terá de ocorrer até 31 de dezembro de 2029″, refere um comunicado do Ministério da Economia e da Coesão Territorial e do Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

“É critério de elegibilidade a apresentação de projetos de construção ou de reabilitação que contribuam para a transição energética”, refere o Governo, frisando que ficam de fora as 66 escolas que já têm candidatura aprovada no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência ou que beneficiaram de apoios no âmbito do PT2030. O Acordo Setorial de Compromisso entre Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses previa intervenções em 451 escolas, estando agora identificados 358 estabelecimentos que serão requalificados e faltando conhecer os restantes 93.

 

LISTA DE ESCOLAS P2

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Mais 3500 Novos Professores nas Escolas

Neste ano lectivo, há 3500 novos professores nas escolas e 600 que regressaram

 

OE 2026 quer reforçar a entrada e formação de novos professores e prevê reforço de medidas para melhorar a leitura e a inclusão de alunos estrangeiros.

No ano passado, entre os professores que se estrearam a dar aulas e os tinham saído do sistema e voltaram, o Ministério da Educação estima que tenham entrado cerca de seis mil docentes nas escolas públicas do país. Se “a entrada de novos professores no ano passado foi considerável”, neste ano lectivo “mais de 3500” docentes já chegaram ao sistema e “mais de 600” regressaram. “Isto quer dizer que há atractividade na carreira docente”, considerou a secretária de Estado da Administração e Inovação Educativa, Maria Luísa Oliveira, na quarta-feira, durante a audição parlamentar no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2026.

 

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Reserva de Recrutamento 14

Reserva de Recrutamento 14 

 

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As Medidas do MECI

https://www.facebook.com/share/r/1A68cj22sw/?mibextid=wwXIfr

 

 

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O Aviso das P2 – Urgentes

Aberto Aviso do Programa Escolas – Recuperação e Reabilitação

 

 

Aviso Nº02/2025, para financiamento de intervenções no âmbito do Programa de Recuperação/Reabilitação de Escolas (“Programa Escolas”), tem como objetivo assegurar o financiamento da construção, recuperação e reabilitação de escolas públicas, dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, identificadas no Acordo Escolas, de 21 de julho de 2023, com prioridade de intervenção “P2 – Urgentes” (excluindo as que tenham candidaturas aprovadas no âmbito do PRR bem como escolas que beneficiaram de apoios no âmbito do PT2030).

O período para a apresentação de candidaturas decorre até às 18 horas de dia 30 de junho de 2026 e são apresentadas através do Balcão dos Fundos.

Mais informações sobre as condições, regras de acesso e prazos encontram-se disponíveis no texto integral do Aviso.

Esclarecimentos de dúvidas sobre o presente Aviso são realizados, preferencialmente através da Linha dos Fundos 800 103 510 das 09:00 às 18:00h (Chamada Gratuita) ou através do e-mail: [email protected] .

 

 

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Lançado concurso para requalificar 237 escolas a partir de 2026

Lançado concurso para requalificar 237 escolas a partir de 2026

Os municípios têm até 30 de junho para apresentar a candidatura, uma por escola

O Governo lançou hoje um concurso para requalificar 237 escolas, cujas obras deverão arrancar a partir do segundo semestre de 2026, com um investimento global de 850 milhões de euros.

Os avisos de abertura foram publicados hoje pelas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e o concurso – o segundo no âmbito do acordo entre o Governo e o Banco Europeu de Investimento (BEI) – abrange 237 escolas do 2.º ciclo ao secundário, em 118 concelhos, sinalizadas com necessidades urgentes de intervenção.

Com um investimento global de 850 milhões de euros, a verba será distribuída por cada CCDR tendo em conta o número de escolas elegíveis e o número de turmas em cada escola, explicam, em comunicado, os ministérios da Educação, Ciência e Inovação e da Economia e da Coesão Territorial.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 95 escolas elegíveis, tem a maior dotação disponível, ascendendo a 399,5 milhões de euros, seguida da região Norte, com 212,5 milhões de euros para realizar obras em 61 estabelecimentos.

No Centro, serão requalificadas 37 escolas, num investimento de 110,5 milhões de euros, a que se somam 29 escolas no Alentejo (85 milhões de euros) e 15 no Algarve (42,5 milhões de euros).

“É critério de elegibilidade a apresentação de projetos de construção ou de reabilitação que contribuam para a transição energética”, refere o Governo em comunicado, referindo que ficam de fora as 66 escolas que já têm candidatura aprovada no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência ou que beneficiaram de apoios no âmbito do PT2030.

O ministro da Educação, ouvido hoje no parlamento no debate na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2026, já tinha indicado que o concurso seria lançado nos próximos dias, corrigindo depois que os avisos de abertura já teriam sido, entretanto, publicados.

Os municípios têm até 30 de junho para apresentar a candidatura (uma por escola) e, de acordo com Fernando Alexandre, “as obras deverão começar no segundo semestre de 2026”.

“Cada obra terá de ser executada no prazo máximo de 48 meses, contados a partir da consignação da empreitada, que terá de ocorrer até 31 de dezembro de 2029”, acrescenta o comunicado dos dois ministérios.

Em setembro foi lançado o primeiro concurso no âmbito do acordo com o BEI e que abrangia os 22 estabelecimentos de ensino sinalizados com necessidades de intervenção muito urgentes no Acordo Setorial de Compromisso, celebrado com a Associação Nacional de Municípios Portugueses em 2023 com vista à requalificação de 451 escolas.

Dos 451 estabelecimentos identificados, 99 já garantiram o financiamento no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência ou do PT2030, segundo o executivo.

Durante o debate no parlamento, Fernando Alexandre apelou ainda às empresas no setor da construção civil para que reforcem equipas e equipamentos, sublinhando que “nos próximos anos vamos precisar do vosso trabalho, porque temos centenas de escolas para recuperar”.

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Será Desta Vez?

Que vão existir verbas para a requalificação do Parque Escolar?

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Audição do Ministro da Educação, Ciência e Inovação

Para ver e ouvir aqui.

 

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Algumas Imagens para Apoio ao Concurso Externo Extraordinário

Este artigo serve para os docentes se apoiarem no concurso externo extraordinário 2025/2026.

Em caso de dúvidas neste concurso tentarei responder aos pedidos.

Mas é um concurso simples e intuitivo. Mantém a necessidade de se finalizar cada passo para passar ao passo seguinte: >Candidatura > Graduações>Preferências.

  • Nas graduações não conseguem escolher um Grupo de Recrutamento que não tenha vaga.
  • Nas preferências não conseguem escolher um QZP que não tenha vaga.













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Presidente do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa)

Presidente do Iave vai liderar novo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação

 

Luís Pereira dos Santos estará à frente do novo instituto que vai concentrar funções que estavam, até aqui, nas mãos do Iave, da Direcção-Geral da Educação ou do Plano Nacional de Leitura.

O novo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (Eduqa), criado no âmbito da reforma que o Ministério da Educação está a fazer nos seus organismos, será liderado por Luís Pereira dos Santos que, desde 2019, preside ao conselho directivo do Instituto de Avaliação Educativa (Iave).

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Candidatura – Concurso Externo Extraordinário 2025/2026

Candidatura – Concurso Externo Extraordinário 2025/2026

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 28 de outubro e as 23:59 horas do dia 14 de novembro de 2025 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Externo Extraordinário 2025/2026, destinado a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

SIGRHE – Candidatura Concurso Externo Extraordinário 2025/2026

Decreto-Lei n.º 108/2025

Decreto-Lei n.º 57-A/2024

Aviso de Abertura n.º 26971-A/2025/2

Decreto-Lei n.º 80-A/2023

Portaria n.º 365-A/2025/1

Despacho n.º 11200-A/2025 (QZP Carenciados)

Decreto-Lei n.º 51/2024

Decreto-Lei n.º 15/2025

Decreto-Lei n.º 32-A/2023

Códigos dos AE/EnA

Perguntas frequentes

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Da Elementar Justiça

MECI finalmente reconhece razão à FENPROF: O pagamento das horas extraordinárias deve ser calculado tendo por base o número de horas letivas

 

A FENPROF regista que o MECI tenha, finalmente, reconhecido que o pagamento do serviço letivo extraordinário é calculado com base na componente letiva (22 ou 25 horas), como estipula o ECD, e não nas 35 horas semanais, como vem acontecendo com a conivência da administração, não obstante as repetidas denúncias feitas junto do próprio ministro. Ainda assim, a FENPROF continua a exigir do Ministério um esclarecimento cabal às escolas para que, de uma vez por todas, se corrija a ilegalidade.

Na revisão do acordo relativo à prestação de serviço docente extraordinário, normalmente celebrado entre o docente e o agrupamento de escolas, o MECI passa agora a remeter expressamente a remuneração desse serviço para o disposto no artigo 83.º, n.º 6, que, por sua vez, remete para o artigo 77.º do ECD, no qual se define o número de horas da componente letiva. São estes artigos que estabelecem com meridiana clareza que o cálculo se processa com base no número de horas da componente letiva de base e não por referência à duração semanal do horário de trabalho.

minuta do referido acordo vem reforçar a posição dos tribunais nesta matéria, confirmando a posição da FENPROF, que sempre defendeu que o pagamento singelo da hora extraordinária era injusto e não compensava o acréscimo real do trabalho realizado pelos docentes, aquando do cumprimento das horas extraordinárias. O cálculo ilegal das horas letivas extraordinárias pelas 35 horas não remunera as horas não letivas associadas ao acréscimo do trabalho letivo, o que tem levado ao incumprimento integral das obrigações do MECI para com os docentes nestas circunstâncias.

Ainda que de forma tímida, esta clarificação é um avanço que advém da persistência dos docentes e da ação sindical que ao longo do tempo tem vindo a denunciar esta e outras situações que contribuem, na prática, para a deterioração das condições de trabalho e para a desvalorização dos seus profissionais.

A FENPROF acompanhará atentamente a aplicação deste entendimento, exigindo a aplicação – na íntegra – de todos os seus pressupostos. O MECI tem de garantir o cumprimento rigoroso da lei, deve repor as verbas não pagas aos docentes que foram objeto de uma interpretação errada da lei. Só assim se pode respeitar e valorizar o trabalho dos docentes.

 

Lisboa, 25 de outubro de 2025

O Secretariado Nacional da FENPROF

 

 

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FNE alerta para o aumento da burocracia e para as persistentes más condições de trabalho nas escolas

FNE alerta para o aumento da burocracia e para as persistentes más condições de trabalho nas escolas

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) alerta, com base nos resultados do Inquérito Nacional FNE/AFIET – outubro de 2025, que as escolas portuguesas continuam a enfrentar níveis preocupantes de burocracia excessivacondições de trabalho inadequadas e falta de meios materiais e tecnológicos.

Os dados recolhidos junto de mais de dois mil educadores e professores de todo o país revelam que 37% dos docentes afirmam que a carga burocrática aumentou e 57% consideram que se mantém elevada, confirmando que as medidas anunciadas pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) ainda não tiveram efeitos concretos nas condições de trabalho dos docentes, nem no quotidiano das escolas.

Apesar das recentes indicações do MECI relativas à clarificação do que deve ser considerado trabalho letivo e trabalho não letivoa FNE constata que continuam a verificar-se situações de desrespeito pelo Estatuto da Carreira Docente (ECD), com a imposição de tarefas que extravasam o disposto no ECD.

Para além da sobrecarga burocrática, o inquérito revela problemas graves no domínio das condições de trabalho:

  • 60% dos docentes afirmam não dispor de espaços adequados para o trabalho individual ou colaborativo;
  • Apenas 65% consideram as salas de aula e os espaços escolares adequados, o que demonstra que um terço das escolas apresenta deficiências estruturais;
  • Apenas 30% indicam que os equipamentos tecnológicos são funcionais e em número suficiente para responder às necessidades letivas.

A FNE considera que estes dados refletem uma realidade que compromete o bom funcionamento das escolas e a qualidade das aprendizagens, exigindo intervenções urgentes na melhoria dos espaços escolares e no reforço dos meios tecnológicos.

A Federação reitera a necessidade de o MECI garantir o cumprimento integral do Estatuto da Carreira Docente, assegurar tempo efetivo para o trabalho pedagógico e colaborativo e adotar orientações vinculativas que eliminem a burocracia desnecessária.

Mais do que discursos, é preciso que os professores sintam, nas suas escolas e no seu dia a dia, que o seu tempo, o seu trabalho e o seu profissionalismo são respeitados e valorizados.

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Colégios privados de educação especial outra vez em risco de fechar

Colégios privados de educação especial outra vez em risco de fechar

Última actualização do financiamento do Estado, que permite o seu funcionamento, foi em 2023. Ministério não respondeu ainda a pedidos de mais meios, apesar de alertas desde Setembro do ano passado.

Os colégios particulares de educação especial, que recebem menores com necessidades educativas especiais enviados pela Direcção-Geral de Estabelecimentos Escolares — Dgeste, por já não encontrarem respostas no ensino regular, estão de novo em risco de fechar por falta de meios financeiros. Estas escolas sobrevivem exclusivamente graças ao financiamento do Estado, mas a actualização das verbas tem sido escassa e há dois anos que não acontece. Sem resposta, avisam que podem ter de fechar portas, deixando cerca de 500 crianças e jovens sem resposta.

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São 1.800 Vagas para o Concurso Extraordinário

…distribuídas da seguinte forma:

Mais de metade no QZP 45 (Lisboa).

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Horas Extraordinárias | Cabimentação

Caro/a Diretor/a,

A AGSE informa que já é possível realizar o registo das horas extraordinárias para o ano letivo de 2025/2026 no SIGRHE.

Este registo é indispensável para efeitos de cabimentação e pagamento pela AGSE, sendo o único procedimento necessário para o efeito.

 

Quais as condições aplicáveis?

 

Horas Extraordinárias

AE/EnA

Autorização

Acordo entre as partes

Sem redução da componente letiva

Com redução da componente letiva

Variável para completar horário da disciplina

Todos

Diretores

Não

Não

Até 5 horas (inclusive)

Todos

Diretores

Não

Sim

Entre 6 e 10 horas

QZP não carenciados

AGSE

Sim

Sim

QZP carenciados

Diretores

Sim (a partir de 7 horas)

Sim

 

  • No caso de docentes com redução da componente letiva, a atribuição de horas extraordinárias em Quadro de Zona Pedagógica (QZP) carenciado implica uma conversão de igual número de horas de estabelecimento em horas de trabalho individual.
  • Quando o diretor atribuir serviço docente extraordinário a diretores de turma, duas horas de estabelecimento serão convertidas em horas de trabalho individual.
  • Deverão, igualmente, ser identificados os docentes que beneficiam da atribuição de horas extraordinárias no âmbito do Plano Escola Digital e de funções de avaliador externo.
  • Os docentes de carreira de AE/EnA situados em QZP carenciados que acumulem até seis horas letivas semanais noutro estabelecimento público de ensino, sendo remuneradas como serviço letivo extraordinário, devem igualmente ser identificados em quadro próprio, desde que:
    • Os AE/EnA pertençam ao mesmo QZP ou a QZP limítrofe;
    • A acumulação pretende suprir necessidades temporárias não asseguradas através de procedimento concursal;
    • Seja autorizada pela AGSE, com acordo entre partes;
    • Seja garantida a compatibilidade com o horário de origem.

 

 

A AGSE permanece disponível para quaisquer esclarecimentos que considerem necessários.

 

Com os melhores cumprimentos,

O Presidente da Agência para a Gestão do Sistema Educativo

Raúl Capaz Coelho

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Reserva de Recrutamento 12

Reserva de Recrutamento 12 2025/2026

 

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Há “Caixas de Pandora” que não deveriam ser abertas…

Segundo o Jornal Correio da Manhã, em 20 de Outubro de 2025, “escolas já proíbem uso de telemóveis por professores”, dando como exemplo do anterior o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão:

“O Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, em Vila Nova de Famalicão, alargou a proibição do uso de telemóveis a professores e funcionários, nos espaços partilhados com alunos, como corredores e recreio. O objetivo é que docentes e não docentes “deem o exemplo”, depois de no início do ano letivo o Governo ter proibido a utilização de telemóveis nas escolas para alunos do 1.º e 2.º ciclo, e recomendado o alargamento até ao 3.º ciclo caso este também partilhe o mesmo espaço escolar.”

De acesso público, o Regulamento Interno do referido Agrupamento, com alterações aprovadas em reunião do Conselho Geral datada de 24 de Julho de 2025, no que respeita ao uso de telemóveis/smartphones pelo Pessoal Docente e Não Docente, postula o seguinte:

“A utilização dos telemóveis/smartphones pelo pessoal docente e não docente deve acontecer em situações de caráter profissional e em espaços onde não se verifique a presença de alunos/crianças.”

Essa deliberação levanta, desde logo, dúvidas quanto à respectiva legalidade, uma vez que não parece fundamentar-se em alguma lei geral que regulamente o uso de telemóveis por adultos dentro dos espaços escolares, mas também suscita outras objecções, em particular as referentes às diferenças existentes entre o estatuto de uma criança/jovem e o de um adulto, plausivelmente desconsideradas…

Ainda assim, admitamos, em tese, que a citada deliberação, tomada pelo Conselho Geral, possa ser considerada como legal e que, por isso, se esperará a respectiva concretização e cumprimento…

Partindo do anterior pressuposto, quanto à operacionalização/concretização da citada deliberação, pergunta-se:

– Quem fiscalizará, junto do Pessoal Docente e Não Docente, o (in)cumprimento da citada deliberação?

– Em que termos será realizada essa fiscalização?

– Sabendo que será necessário distinguir entre o que são “situações de caráter profissional” e situações de natureza privada e familiar, que critérios sustentarão essa diferenciação e como será realizado tal aferimento?

– Que punições ou sanções poderão estar previstas para eventuais prevaricadores, no caso presente, adultos que desobedeçam ao exposto na citada deliberação?

Em resumo, presume-se que, além da duvidosa legalidade, também pairará sobre a citada deliberação um conjunto de reservas relacionadas com a sua concretização em termos práticos…

Na presente situação, também não parece válida a justificação assente no alegado “exemplo” que se espera ser dado pelo Pessoal Docente e Não Docente, desde logo porque se parte de uma falácia, que equipara os direitos, os deveres, as responsabilidades, as vulnerabilidades e o estatuto legal de crianças/jovens aos dos adultos…

E é assim que poderemos estar perante uma “Caixa da Pandora”, que não deveria ter sido aberta…

Restará, ainda, saber se os destinatários desta deliberação, Pessoal Docente e Não Docente, a aceitam e cumprem sem qualquer objecção…

 

Paula Dias

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Apoio Extraordinário à Deslocação 2025/2026

Finalmente está disponível a validação dos pedidos do Apoio Extraordinário à Deslocação 2025/2026.

 

Caro/a Diretor/a,

No âmbito do apoio extraordinário à deslocação informamos que se encontra(m) disponível(eis) no SIGRHE candidatura(s) para validação (Situação Profissional > Apoio Extraordinário à Deslocação 2025/2026 > Validação).

 

Com os melhores cumprimentos,

O Presidente do Conselho Diretivo

Raúl Capaz Coelho

 

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Ainda Sobre os CRI

Federações denunciam silêncio do Ministério da Educação sobre Centros de Inclusão

 

Federações consideram que a “ausência de qualquer indicação” demonstra “uma enorme falta de respeito pelos alunos com deficiência”. Alertam, também, para o esgotamento dos Centros de Inclusão.

Cinco federações que apoiam pessoas com deficiência denunciaram esta terça-feira o silêncio do Ministério da Educação sobre o financiamento dos Centros de Recursos para a Inclusão (CRI), alertando para o impacto negativo na qualidade do apoio escolar.

Em comunicado conjunto, as federações que integram a Comissão de Acompanhamento dos CRI lamentam a falta de orientação por parte do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), considerando-a uma demonstração de desrespeito pelos alunos com deficiência e pelas suas famílias.

“As federações lamentam e não aceitam a ausência de qualquer indicação do Ministério da Educação para esta área, demonstrando uma enorme falta de respeito pelos alunos com deficiência — e respetivas famílias — que frequentam a escolaridade obrigatória, da responsabilidade do Estado”, refere o comunicado.

A situação tem gerado instabilidade nas equipas dos CRI, que se encontram esgotadas e sem condições para garantir um apoio educativo consistente, segundo as organizações.

Face à falta de respostas, será solicitada uma audiência ao ministro da Educação, Fernando Alexandre, e à comissão parlamentar de Educação e Ciência, para exigir uma estratégia clara e sustentável para esta resposta educativa.

O comunicado conjunto foi divulgado pela Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral (FAPPC), pela Federação Nacional das Cooperativas de Solidariedade Social (Fenacerci), pela Federação Portuguesa de Autismo (FPDA), pela Humanitas —  Federação Portuguesa para a Deficiência Mental e pela União dos Centros de Recuperação Infantil do Distrito de Santarém e Outros (Unicrisano).

A 25 de setembro, a Fenacerci denunciou que crianças com deficiência estavam sem apoios terapêuticos nas escolas devido à falta de informação sobre o financiamento dos CRI.

Duas semanas após o início do ano letivo, o MECI ainda não tinha comunicado os montantes disponíveis para constituir as equipas de apoio.

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