Não Haverá Muito Para Analisar

Secretariado Nacional da FENPROF vai analisar o protocolo negocial proposto pelo MECI para a negociação da revisão do ECD

 

 

A FENPROF ficou esta quinta-feira a conhecer o protocolo negocial para a revisão do Estatuto da Carreira Docente apresentado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

Numa primeira análise, Francisco Gonçalves refere que as prioridades que o MECI estabelece no documento não dão resposta à necessidade urgente de valorização da carreira como forma de enfrentar o problema da falta de professores.

O Secretário-geral disse aos jornalistas que as matérias que a FENPROF considera prioritárias, como a revisão da carreira docente e do estatuto remuneratório e a avaliação de desempenho, foram relegadas pelo MECI para último lugar na ordenação das matérias a negociar ao longo deste processo.

Por outro lado, o MECI também não se mostrou recetivo para definir, no texto do protocolo, o término previsível para esta negociação.

 

Minuta de Protocolo Negocial

 

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5 comentários

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  1. O 79 tem que ser efetivo sem integração no tempo de escola, a reverter para trabalho individual.
    Ninguém aguenta, os professores estão a morrer.

    • Mic on 6 de Novembro de 2025 at 22:42
    • Responder

    Exato.
    79 convertido em apoios a uns 10 a 15 alunos à hora, no final de um dia de trabalho….(bem sabemos o que diz a Lei, mas também sabemos o resto…)

    • Cris b on 8 de Novembro de 2025 at 11:55
    • Responder

    E a invenção da Lurdinhas do tempo de escola até 3 tempos tem que ser banido

    • Anónimo on 9 de Novembro de 2025 at 12:49
    • Responder

    Estamos a morrer aos poucos. Depressões, burnout e com grupos de crianças pequenas sem podermos já ouvir barulho. Temos ainda as crianças com necessidades educativas especiais que não têm resposta por falta de recursos e ficam nas salas a prejudicar o seu desenvolvimento e o dos seus pares. Ninguém ouve o grito de socorro dos Educadores e Professores até que a vida lhes deixe de fazer sentido.

    • Anónimo on 9 de Novembro de 2025 at 13:01
    • Responder

    Nas paredes do Ministério da Educação, da Cultura e da Saúde, em vez de quadros de honra deverão ficar todos os comentários e gritos dos profissionais que ensinaram e foram morrendo aos poucos em benefício de um Estado que os calou, que lhes roubou tempo de serviço, aumentou o número de alunos, roubou anos de reforma numa profissão de desgaste rápido, humilhou, desrespeitou e pouco a pouco deixou de ter jovens a querer esta profissão.
    Deixámos o pior legado. Não nos unimos

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