Secretariado Nacional da FENPROF vai analisar o protocolo negocial proposto pelo MECI para a negociação da revisão do ECD
A FENPROF ficou esta quinta-feira a conhecer o protocolo negocial para a revisão do Estatuto da Carreira Docente apresentado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.
Numa primeira análise, Francisco Gonçalves refere que as prioridades que o MECI estabelece no documento não dão resposta à necessidade urgente de valorização da carreira como forma de enfrentar o problema da falta de professores.
O Secretário-geral disse aos jornalistas que as matérias que a FENPROF considera prioritárias, como a revisão da carreira docente e do estatuto remuneratório e a avaliação de desempenho, foram relegadas pelo MECI para último lugar na ordenação das matérias a negociar ao longo deste processo.
Por outro lado, o MECI também não se mostrou recetivo para definir, no texto do protocolo, o término previsível para esta negociação.




5 comentários
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O 79 tem que ser efetivo sem integração no tempo de escola, a reverter para trabalho individual.
Ninguém aguenta, os professores estão a morrer.
Exato.
79 convertido em apoios a uns 10 a 15 alunos à hora, no final de um dia de trabalho….(bem sabemos o que diz a Lei, mas também sabemos o resto…)
E a invenção da Lurdinhas do tempo de escola até 3 tempos tem que ser banido
Estamos a morrer aos poucos. Depressões, burnout e com grupos de crianças pequenas sem podermos já ouvir barulho. Temos ainda as crianças com necessidades educativas especiais que não têm resposta por falta de recursos e ficam nas salas a prejudicar o seu desenvolvimento e o dos seus pares. Ninguém ouve o grito de socorro dos Educadores e Professores até que a vida lhes deixe de fazer sentido.
Nas paredes do Ministério da Educação, da Cultura e da Saúde, em vez de quadros de honra deverão ficar todos os comentários e gritos dos profissionais que ensinaram e foram morrendo aos poucos em benefício de um Estado que os calou, que lhes roubou tempo de serviço, aumentou o número de alunos, roubou anos de reforma numa profissão de desgaste rápido, humilhou, desrespeitou e pouco a pouco deixou de ter jovens a querer esta profissão.
Deixámos o pior legado. Não nos unimos