Professores reiteram apelo ao rastreio efetivo à covid-19 nas escolas

A Associação Sindical de Professores Licenciados (ASPL) voltou hoje a apelar ao Governo para que faça um rastreio efetivo à covid-19 nas escolas e que lhes forneça os instrumentos necessários para o ensino à distância.

Em comunicado, a ASPL adianta que enviou um ofício ao Ministério da Educação a alertar para a necessidade urgente do rastreio efetivo de todos os alunos, professores e pessoal não docente, que continuam a trabalhar nas escolas.

No ofício enviado à tutela, a Associação destaca que algumas escolas se mantêm abertas para acolher os filhos ou dependentes dos profissionais dos serviços essenciais e para dar resposta à necessidade de acolhimento, proteção e alimentação dos alunos carenciados e/ou que se encontram em situações de risco.

As escolas, segundo a ASPL, mantêm-se também abertas porque “o Governo decretou que, nesta pausa às atividades letivas e não letivas presenciais, ‘sempre que necessário, os apoios terapêuticos prestados nos estabelecimentos de educação especial, nas escolas e pelos Centros de Recursos para a Inclusão, bem como o acolhimento nas unidades integradas nos Centros de Apoio à Aprendizagem, para os alunos para quem foram mobilizadas medidas adicionais’ são exceção a esta suspensão, mantendo-se em funcionamento”.

Por isso, no entendimento da ASPL, é preciso testar periodicamente alunos, pessoal docente e não docente que estejam ao serviço, no intuito de acautelar a sua saúde e promover a segurança no local de trabalho.

Na nota, a ASPL lamenta também a “teimosia da tutela, que tardou em avançar com o encerramento das escolas, ainda que se pudesse ter mantido o ensino não presencial”.

A Associação apela também à tutela que assegure os instrumentos necessários — computadores e acesso à internet — por forma a capacitar alunos, professores e as escolas para o ensino à distância.

A ASPL “solicitou também esclarecimento e orientações para as escolas e respetivos profissionais sobre a situação em que ficam os professores e os educadores que pertencem ao grupo da educação especial e à intervenção precoce, atendendo às declarações do Senhor primeiro-ministro, que afirmou, em conferência de imprensa, que todas as ‘atividades relativas à intervenção precoce e ao apoio a crianças com necessidades educativas especiais também não sofrerão interrupção'”.

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3 comentários

    • Luis on 27 de Janeiro de 2021 at 13:16
    • Responder

    Testes dispenso… Servem para quê?
    Vacinas não dispenso.

    • Magui on 27 de Janeiro de 2021 at 14:04
    • Responder

    Ninguém fala da miséria das 3 máscaras distribuídas por período?
    Ainda mais com certos países adotarem só as ffp2?
    Tá tudo cego com o gel na mãos?

      • Acordem, de vez! on 27 de Janeiro de 2021 at 18:23
      • Responder

      Três máscaras, para 4 meses(!!!) e de nível 3, que não servem para nada!!!! Um pano na boca!!! Seria melhor não usar nada!!!!
      Mas é ver os professores a usar, felizes e sem reclamar!!! Estão todos domesticados pelos kapos, metastases do ME nas escolas.
      Com esta massa amorfa a que chamam professores, bem estão os CRÁPULAS que nos governam.

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