A Voz dos Sem Voz nas Escolas – S.TO.P

 

Colegas, o Ministério da Educação, através da Senhora Secretária de Estado da Educação Inês Ramires, convocou ontem o S.TO.P. para uma reunião de NEGOCIAÇÃO, a realizar no dia 2 de fevereiro de 2021, pelas 16h30, com a seguinte agenda:
– Alteração ao Despacho n.º 7424/2018, de 6 de agosto de 2018, que prevê o reconhecimento da profissionalização em serviço mediante a conclusão do curso ministrado pela Universidade Aberta ou outra instituição de ensino superior;
– Alteração ao Despacho n.º 779/2019, de 18 de janeiro, que define as prioridades de formação contínua dos docentes, bem como a formação que se considerada abrangida na dimensão científica e pedagógica;
– Normas que estabelecem medidas excecionais e temporárias na área da educação, no âmbito da pandemia da doença COVID-19.
TODOS os Profissionais de Educação (pessoal docente e não docente) que queiram fazer propostas para o S.TO.P. levar a essa reunião, podem fazê-las até dia 1 de fevereiro às 14h00 nos comentários a esta publicação ou enviá-las (em anonimato) para o email: [email protected] (com o assunto: Reunião com o ME a 2 de fevereiro).
Como sempre, tentaremos continuar a ser A VOZ DOS SEM VOZ em defesa de TODOS os Profissionais de Educação e de uma Escola de qualidade para TODOS.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2021/01/a-voz-dos-sem-voz-nas-escolas-s-to-p/

28 comentários

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    • Atento on 30 de Janeiro de 2021 at 16:32
    • Responder

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    Esta equipa de pseudo-socialistas da Treta do ministério da educação são um NOJO e um bando de Trafulhas. A começar no tiago cagão rodrigues e acabar nesta palermoide xuxalista Inês Ramires (deve ser paente, das conservas Ramirez).

    Então!…quando serão as negociações do programa de pré-reformas?????

    Então!…quando serão as negociações da atualização salarial???????

    Então!…quando serão as negociações da distinção entre “componente letiva” e “não letiva”??????

    Então!…quando serão as negociações de…….

    BANDALHOS que de socialistas não tem nada….Bando de OPORTUNISTAS que (des)Governa o País…..PORCOS!…….

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      • Fernando, el peligroso de las verdades. on 30 de Janeiro de 2021 at 19:55
      • Responder

      O Atento é um chamado de Fernando Santos. No facebbok, o artista diz que trabalhou no ministério da educaÇao e que vive no Porto. No facebook esta de camisola verde. É meio russo de cabelo e deve rondar os 58 e tal embora pareÇa ser mais velho. Deve ser da velhacaria que tem no corpo.
      O homem tem focinho de acordo com as bacoradas que aqui escreve. Alias, escreve sempre da mesma maneira. Por isso, foi facil apanhar esta res manhosa.

    • Rosa Maia on 30 de Janeiro de 2021 at 17:13
    • Responder

    Uma proposta será a recuperação integral do tempo de serviço. fazemos tudo o que o Ministério decide sem nenhum benefício em troca á somos nós que fornecemos os meios informáticos e os custos inerentes ao serviço de internet ilimitada, para dar aulas a distância.

    • Elisabete on 30 de Janeiro de 2021 at 17:55
    • Responder

    Fui reposicionada no 2º escalão quando devia estar no 4º escalão por causa de não ter tido as aulas assistidas. Com o ensino à distância não terei as tais aulas assistidas. É muito mas mesmo muito injusto ter entrado no quadro este ano após 21 anos no ensino, mas efetivamente 16 anos por causa dos horários incompletos e pelo roubo do tempo de serviço que persiste. Depois ainda fico no 2º escalão por causa da parvoíce das aulas assistidas que eu não tenho culpa de não as terem feito. As aulas assistidas nem sequer deviam existir quanto mais estarem a manter-me retida no 2º escalão, sabe-se lá até quando. O STOP devia exigir que os professores recém entrados no quadro após tantos anos de espera não tivessem de depender de aulas assistidas para entrar para o escalão que têm mais que direito a integrar, ainda mais com esta pandemia que vai inviabilizar as aulas assistidas.

    • Perpétua on 30 de Janeiro de 2021 at 17:57
    • Responder

    Não esquecer a lista da vergonha nacional, onde docentes permanecem anos a fio, a ganhar o mesmo vencimento, só porque as contas não chegaram a eles, mesmo sendo clasicados de muito bons ou excelentes. A vergonha do travão ao 5o e 7o escalão.

    • Elisabete on 30 de Janeiro de 2021 at 18:31
    • Responder

    Devia deixar de haver a exigência das aulas assistidas, até porque as mesmas serão inviáveis devido à pandemia. No meu caso ao fim de 21 anos no ensino fui reposicionada provisoriamente no 2º escalão por causa das aulas assistidas. Entrei este ano em QZP e agora vão manter-me no 2º escalão até quando? Para serem reposicionados após tantos anos que já deviam lá estar qual é a justiça de ainda ficar no 2º escalão sabe-se lá até quando!

    • Aida Martins on 30 de Janeiro de 2021 at 19:02
    • Responder

    Em termos de formação contínua, pela parte que me toca, considero que estamos muito mal servidos nos centro de formação. Eu pertenço ao grupo 300 e nã ohá formação específica deste grupo, nem a pagar. No entanto, é exigido pelo ME que a formação específica seja feita, para mudar de escalão. Esta norma deveria ser revista, uma vez que não há oferta. Até porque , neste momento, impera haver formação na utilização de Novas Tecnologias para o ensino à distância. As ditas 50 horas por escalão deveriam ser preenchidas com as necesidades reais de formação, não na área específica do grupo de docência.

    • Prof on 30 de Janeiro de 2021 at 19:20
    • Responder

    Abrir no concurso interno as vagas reais para que os profs estabilizem assim como as escolas. Voltar aos 23 qzp, pois em tempos de pandemia não faz sentido ter qzp enormes, obrigando a grandes deslocações. Atribuir na mobilidade interna horários completos e incompletos para evitar mais injustiça e mais opositores na mobilidade por doença. Terminar com as quotas para acesso ao 5 e 7 escalões. Igualar às ilhas.

    Internet móvel ilimitada para aulas á distância, tipo banda larga

    • Rafaela on 30 de Janeiro de 2021 at 19:38
    • Responder

    Solicitar um subsídio para gastos com o ensino à distância. Dividir os professores em três grupos, primeiro ciclo, segundo ciclo e por fim terceiro ciclo e secundário e atribuição de diferentes ordenados bem como diferente número de horas letivas e horas de componente individual de trabalho. Professores que lecionam níveis de ensino mais elevados deverão ser reconhecidos, bem como aqueles que lecionam disciplinas que exigem mais trabalho de preparação e correção de trabalhos, o que não é o caso de educação física, educação visual ou moral, por exemplo. Deve haver mais distinção entre os diferentes professores, não podem ser todos nivelados por baixo e com iguais condições de trabalho, porque isso cria muita injustiça para uma grande parte de docentes.

      • Maria on 31 de Janeiro de 2021 at 0:33
      • Responder

      Cara colega,
      Eu sou professora de EMRC e tenho a dizer que eu dedico muito do meu tempo a preparar aulas e a avaliar alunos. Também faço fichas de avaliação ou tenho trabalhos para avaliar. E não são meia dúzia de turmas. Tenho quase trezentos alunos. Eu não ando a entreter alunos. Também tenho um programa a cumprir e também estou preocupada com as aprendizagens deles. A diferença é que não tenho exames pela frente, mas tenho todos os anos os constrangimentos de lecionar uma disciplina opcional.

    • Revoltante!!!@ on 30 de Janeiro de 2021 at 20:27
    • Responder

    Deveriam também resolver de vez, a contagem do tempo de serviço enquanto contratados aos professores que entraram antes de 2011. No meu caso, entrei em QZP em 2005 e não me contaram nem um dia do tempo de serviço durante os anos em que fui contratado. Resultado, tenho 20 anos de serviço completos, Qzp desde 2005 e entrei agora no 3° escalão .

      • Prof.QZP on 31 de Janeiro de 2021 at 20:04
      • Responder

      Concordo em absoluto, estou na mesma situação! O ECD foi revisto e criou-se uma injustiça que não foi acautelada devidamente. Não faz sentido dois professores com o mesmo tempo de serviço, serem colocados em escalões diferentes. Isto irá repercutir-se em toda a carreira restante. Afinal, vincula-se mais cedo e é-se prejudicado? Que sentido tem isto?

    • Sociólogo on 30 de Janeiro de 2021 at 20:28
    • Responder

    Que haja mais valorização do pessoal não docente. Que as Coordenadores dos assistentes técnicos e assistentes operacionais sejam escolhidos os que possuem mais habilitações acadêmicas, tempo de serviço e experiência. A escolha de coordenadores, não pode, NÃO dece ser feita por emparia por Direrores dos Agrupamnetos escolares.. Vencimentos devem ser superiores aos existentes, Formação reconhecida, para todo pessoal não docente. As direcções deverá nomear um elemento para a responsabilidade recursos humanos.Que haja igualdade de confinamento para todos os profissionais da educação(não docentes os prejudicados).
    Que o ME faça sair circulares de todos os assuntos, para que todos os Diretores procedam da mesma forma e não o que acontece atualmente. Cada um faz à sua maneira. Que existe um jurista para cada X de agrupamentos. As avaliações sejam justas e não por empatia….

    • Nuno on 30 de Janeiro de 2021 at 21:28
    • Responder

    ENVIEI agora mesmo esta missiva para o S.T.O.P.

    “Boa noite.
    Na sequência da leitura do texto publicado no blog do Arlindo, venho por este meio lembrar a necessidade de integrar na carreira os profissionais docentes profissionalizados no grupo 530 e a exercerem atividade docente como formadores de mecanotecnia.
    Muitos de nós estamos sistematicamente a renovar contratos temporários há mais de três anos, quando na realidade somos uma necessidade permanente.
    O MEC e a DGAE continuam a não criar vagas neste grupo, ao contrário do que se passa no grupo 540 – Uma verdadeira injustiça, para lá de outros inerentes ao facto do grupo 530 ter sido fruto da fusão de várias áreas tecnológicas ( C. Civíl, madeiras, secretariado e têxteis) – Os de electrotecnia tiveram sorte(?) por terem beneficiado de um grupo independente – o 540…..
    Então crie-se o grupo 535 por exemplo , para a mecanotecnia.

    Além disto os concursos para ocupação destes lugares, têm na plataforma SIGRHE um campo para preenchimento por parte das escolas de 530 – ramo mecanotecnia, que salvo uma ou outra excepção, nenhum Diretor de Agrupamento põe a concurso – Com a consequente inexistência de categoria profissional para o Docente ( que é profissionalizado no grupo 530) mas não é considerado para efeitos de preenchimento de vagas nas escolas.

    É uma necessidade temporária permanentemente.”

      • Luís on 30 de Janeiro de 2021 at 22:15
      • Responder

      Que pague o que deve! De que serve o faseamento se mudei de escalão em 1 de junho de 2020 e contínuo a receber pelo escalão antigo (e já lá vão 7 meses!). Que Estado é este que me exige juros se eu não cumprir com as minhas obrigações e paga meses depois do devido e sem juros? Uma VERGONHA!

    • Prof 420 on 31 de Janeiro de 2021 at 0:02
    • Responder

    Colegas do S.T.O.P. aqui vão algumas sugestões para a discussão na reunião:
    – Aprovação do subsídio de deslocação e alojamento para todos os docentes deslocados;
    – Contabilização da totalidade do horário dos docentes para a segurança social;
    – Diminuição do tamanho dos QZP;
    – Disponibilização de todos os horários, completos e incompletos, no concurso de Mobilidade interna;
    – Todos os concursos pela graduação profissional dos docentes;
    – Recuperação de todo o tempo de serviço dos docentes não contabilizado para a carreira;
    – Acabar com o afunilamento dos docentes no 4º e no 6º escalão da carreira;
    – Caso os centros de formação não consigam assegurar atempadamente formação específica creditada aos docentes para efeitos de progressão na carreira estes não deverão ser prejudicados na sua progressão;
    – Reforma aos 60 anos para todos os docentes pelo inegável desgaste intrínseco da profissão;
    – Compensar devidamente, em dias de férias ou numerário, os docentes corretores de exames e avaliadores externos;
    – Estipular para todos os agrupamentos um máximo razoável de horas síncronas de ensino à distância para evitar grandes discrepâncias entre diferentes agrupamentos e de forma a evitar problemas de saúde e doenças mentais nos docentes e famílias;
    – Garantir que o acompanhamento em regime presencial a alunos de medidas adicionais das antigas unidades e dos filhos ou outros dependentes a cargo de trabalhadores de serviços essenciais é realizado nessa modalidade apenas quando imprescindível e em condições de segurança, para salvaguarda da saúde de todos;
    – Apelar ao bom senso do ME para o facto de muitos casais de professores terem filhos menores e maiores de 12 anos em casa, que não são autónomos a quem têm de prestar apoio e cuidados, estando o casal em teletrabalho não é humanamente possível realizar um ensino à distância nos moldes que já se houve falar nas redes sociais (cumprimento do horário na íntegra em ensino à distância) além de não terem um computador para cada um poder dar/ter aulas em simultâneo;
    – Internet e eletricidade gratuita para os docentes durante o ensino à distância;
    – Pressionar o ME, pois já que não cumpriu com a promessa de fornecer computadores e internet a alunos e professores e se quer a colaboração dos docentes no uso dos seus equipamentos pessoais, tem de nos compensar e negociar com os sindicatos e ceder a algumas das nossas legítimas exigências;
    Isto é o que me veio à cabeça assim de repente.
    Boa reunião!

      • Ana on 31 de Janeiro de 2021 at 8:12
      • Responder

      Apoiado.

    • Margarida on 31 de Janeiro de 2021 at 10:38
    • Responder

    -Não esquecer nunca que nos DEVEM ainda os mais de 6 anos de serviço!!!! Parece que os sindicatos se esqueceram deste ROUBO e ficaram satisfeitos com a esmola dos 2 anos e tal que nos devolveram como se fosse “caridade” ou um “privilégio”. Jamais esquecer e lutar sempre!!!
    – Formação GRATUITA para todos os grupos de recrutamento e que relevem para a progressão.

    • Manuel on 31 de Janeiro de 2021 at 11:48
    • Responder

    Devolução do tempo de serviço roubado e reposicionamento na carreira.
    Reforma aos 36 anos de serviço, independentemente da idade.
    Compensação aos professores pelo uso dos seus computadores, telefone, internet, electricidade, água e papel higiénico.
    Repor o modelo de gestão colegial que existia antes deste horror.
    Formação efectivamente gratuita, de acordo com a lei. Parar com a pouca vergonha de associações de professores e sindicatos a fazerem negócio à custa dos professores!

    • Rafaela on 31 de Janeiro de 2021 at 11:49
    • Responder

    Maria, se é professora de moral entenderá perfeitamente que, por exemplo, preparar aulas do secundário, bem como corrigir testes nesse nível de ensino, imaginemos a matemática, é muito mais trabalhoso do que preparar aulas de moral. No meu tempo nunca fiz teste na disciplina de moral. Se quiser ser realista concorda, agora se quiser ser politicamente correta dirá que não.
    Quanto às muitas turmas, de certeza que não lhe atribuem mais horas que as necessárias para completar o seu horário e não são realmente toda a turma, pois normalmente são, infelizmente, escassos os alunos que têm moral. Repare que eu não quero que seja prejudicada no seu trabalho, apenas que os professores que têm mais trabalho tenham melhores condições, pois não são máquinas e muitos acabam por adoecer.
    Pelo que diz também concorda então que a professores universitários sejam dadas iguais condições às que usufrui.

    • rafaela on 31 de Janeiro de 2021 at 14:49
    • Responder

    Maria, repare que eu não digo que devem atribuir mais horas de trabalho à sua disciplina ou diminuir o seu ordenado. O que eu defendo é que realmente existem disciplinas e níveis de ensino mais trabalhosos, disciplinas essas em que até os alunos necessitam de se dedicar mais tempo ao estudo, e que deviam ter diminuição do horas letivas, aumento da componente individual de trabalho, bem como aumento do ordenado. Não é por acaso que os professores universitários são tratados de modo diferente. Sinto-me enganada, pois tirei um curso universitário de grau de dificuldade elevada, esforcei-me por isso e agora arrependo-me , pois podia ter ingressado num curso de um instituto politécnico, mais acessível, menor duração e estar agora a realizar um trabalho que exige menos tempo de preparação de aulas e de correção de testes e igual em tudo o resto. Não é reconhecido o mérito!

    • Teresa Silva Correia on 31 de Janeiro de 2021 at 15:22
    • Responder

    Informada
    Os mal informados sobre os Educadores de Infância e o 1º Ciclo, sempre a falarem mal.
    É manifestamente triste quando se fala constantemente de uma coisa que não se sabe.
    Quantos anos andam numa universidade um professor de filosofia, etc.
    Quantos anos andam numa universidade um educador ou professor de 1º ciclo?
    Sou educadora de infância e professora do 1º ciclo licenciada por uma universidade, com especialização de dois anos em educação especial. Tenho mestrado tirado numa universidade, especialização em supervisão pedagógica e avaliação de docentes, numa universidade. Com doutoramento em suspenso por não ter tempo. Coordeno mais de cento e trinta professores, sou avaliadora interna e externa (obrigada e sem remuneração, quando dou formação como apenas tenho direito a Muito Bom como formadora, não deixo de dar Excelente aos outros). Ainda mais, em novembro e dezembro estive a receber e a dar formação online, porquê receber? Para não ter muito bom, assim tive direito a excelente (10). Pertenço à SAAD, à EMAEI, à Equipa de Autoavaliação do Agrupamento, responsável do PE, responsável pelo PCA, membro do Pedagógico. Tenho turma com 20 horas letivas, apenas porque fiz 60 anos, pois até aqui foram 25h. Devo ganhar menos do que os outros porquê? Somos uma triste classe porque em vez de se defenderem mutuamente, estão sempre a dividir para reinar. É por isso que o ministério sabe com quem lida e não nos respeitam. Quanto aos professores da universidade deveriam ganhar o mesmo. As horas letivas são metade das nossas e no resto do tempo podem fazer os seus papers/ trabalhos de investigação para subirem na carreira, mas nós não temos tempo. Já dei aulas numa universidade durante 14 anos, sei como funciona. Nunca me queixei, gosto do que faço com alunos e professores, sinto-me útil para a o meu Agrupamento e comunidade educativa. Outra coisa, há no meu Agrupamento muitos educadores e professores do 1º ciclo com mestrados feitos em universidades públicas.
    Devíamos sim ganhar em função do que produzimos, apresentar as evidências, alguns nem tinham direito a ganhar os intervalos, sei do que falo, costumo ver os comentários neste blog, mas estou farta de tanta desinformação, pela primeira vez não aguentei mais.
    Lutem pelo que devem, não façam comentários que só desvalorizam um blog sobre educação, tão útil para obter informações em primeira mão. Parabéns a quem nos oferece esta oportunidade.

      • Rafaela on 31 de Janeiro de 2021 at 17:39
      • Responder

      Teresa Correia, com a tabela salarial vigente eu é que me sinto mal paga. Para si está bem e não se preocupe que o excelente ministro que temos dá—lhe razão.

      • Rafaela on 31 de Janeiro de 2021 at 18:01
      • Responder

      Teresa Correia, quanto à parte do dividir para reinar, os professores já estão naturalmente divididos por ciclos e por isso são muito diferentes, cada ciclo com a sua realidade. Confesso que eu, por exemplo, desconheço o modo de organização e funcionamento do primeiro ciclo. No meu entender devia existir uma ordem de professores para cada ciclo de ensino. Repare que no caso da saúde, existe ordem dos médicos, ordem dos médicos dentistas e ordem dos enfermeiros, por exemplo.

    • Rafaela on 31 de Janeiro de 2021 at 18:05
    • Responder

    Teresa Correia, quanto à parte do dividir para reinar, os professores já estão naturalmente divididos por ciclos e por isso são muito diferentes, cada ciclo com a sua realidade. Confesso que eu, por exemplo, desconheço o modo de organização e funcionamento do primeiro ciclo. No meu entender devia existir uma ordem de professores para cada ciclo de ensino. Repare que no caso da saúde, existe ordem dos médicos, ordem dos médicos dentistas e ordem dos enfermeiros, por exemplo.

    • Professora do 1.º ciclo on 31 de Janeiro de 2021 at 21:42
    • Responder

    Eu penso que os professores estão naturalmente divididos pelo grau de estupidez. Gostaria de ver a presunçosa da Doutora da Mulanrrussa do curso difícil ensinar crianças a ler, escrever, contar, pensar e refletir sobre as palermices ditas neste mundo.
    O que se pretende são sugestões para melhoria e reconhecimento do trabalho docente como a devolução do tempo de serviço roubado e reposicionamento na carreira.
    Opiniões válidas foi o sugerido não opiniões de quem se julga superior, mas por teve muitas dificuldades a compreender o que era pedido no texto pelo STOP e a tirar a licenciatura difícil em Burroologia Matemática Eletrónica. Porque o português e a análise não a sua especialidade!
    Como pode ler, Rafaela, eu adoro responder às suas sugestões porque a tal Teresa não lhe deve responder.

    • Terra das Lágrimas on 31 de Janeiro de 2021 at 22:08
    • Responder

    Houve sempre algo que me impressionou nestas lutas: os professores, todos eles, sejam de que grau for, fazem a mesma coisa nas suas funções mas foram sempre, aliás como se tem visto aqui, desprezados aqueles que por diversas razões mantém o grau de bacharel ( são uns quantos mil). Fazem tudo igual aos outros e até são avaliadores, pelo que sei, mas continuam três ou quatro escalões abaixo dos seus colegas licenciados. Será que desta vez há um sindicato que se preocupará com eles e lhes dará algum reconhecimento.

    Permitam-me ainda uma observação quando se desdenha de bacharéis que não fizeram licenciatura, alguns colegas se lembram da licenciatura em Desenvolvimento Pessoal e Social que alguns fizeram? Serviu para quê?

    • Rafaela on 31 de Janeiro de 2021 at 22:56
    • Responder

    Tanta má educação, toquei-te na ferida não foi?
    Desculpa lá não ter sido politicamente correta.
    Afinal a sociedade até tem razão, há professores que nem deviam ser professores, não têm educação nenhuma. Não te queria como professora dos meus filhos!

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