Abril 2020 archive

Contagem do tempo de serviço não é possível? Por falta de legislação?

Onde param os contratos assinados? Tenho sérias duvidas sobre a legalidade de uma situação destas. O que diz o Código de Trabalho? Será que os professores das AEC já estão em lay-of ou foram, pura e simplesmente despedidos?

 

Exmo Senhor Professor

Bom dia

Relativamente ao pedido formulado no e-mail infra, cumpre informar V. Exª que, não havendo prestação  efetiva de funções no âmbito das Atividades Extra Curriculares, não é possível proceder à respetiva contagem, para efeitos de concursos, por falta de legislação que o permita.

Neste sentido, será apenas contabilizado pelos Agrupamentos de Escolas o tempo de serviço efetivamente prestado no âmbitos das AEC.

 

Com os melhores cumprimentos

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Programação do #EstudoEmCasa já está disponível

A programação da RTP Memória já está disponível no Guia TV da MEO até quarta-feira… é assim que partilham os conteúdos com os professores.

Clicar na imagem para aceder

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Um quadro para guiar uma resposta educativa para o COVID-19 Pandemia de 2020 – OCDE

 

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PROGRAMAÇÃO ESTUDO EM CASA DIA 20 – RTP MEMÓRIA

 

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Nota informativa – EB/N.º1/2020 – Concessão de Equiparação a Bolseiro

Encontra-se disponível o formulário eletrónico para renovação dos pedidos de equiparação a bolseiro para o ano de 2020/2021. Disponível de 16 de abril até às 18h00 do dia 30 de abril de 2020.

 

SIGRHE

 Nota informativa – EB/N.º1/2020 – Concessão de Equiparação a Bolseiro

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Nota Informativa LS/N.º1/2020 – Licença sabática – Ano escolar 2020/2021

 

Nota Informativa

 

 Nota Informativa LS/N.º1/2020 – Ano escolar 2020/2021

 

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” A Ilha” – Estação das Letras

” A Ilha”

Ilha não é só um pedaço de terra cercado de água por todos os lados.
Ilha é qualquer coisa que se desprendeu de um qualquer continente.
Uma criança, tímida na escola quando ninguém quer brincar com ela, é uma ilha.
Ou então um velho que no natal espera a família , e ninguém aparece é uma ilha.
Tudo o que em nós ainda não morreu cercado pelo que já mataram, é uma ilha.
A lágrima é uma ilha que desliza no oceano da cara.
Esta é a minha ilha, aqui todos são bem vindos, aqui todos podem entrar.
Quando tudo isto passar, venham , tragam a mãe, o pai, o irmão e até o gato ou o cão.
Porque todos os dias temos construído pontes entre nós.

Até já.

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Os heróis de hoje eram as bestas de ontem

Os heróis de hoje eram as bestas de ontem

A pandemia que estamos a viver em todo o mundo veio com um novo olhar sobre os profissionais que, de uma forma ou de outra, tentam salvar a sociedade de todos os males que ela trouxe consigo.

Os profissionais ligados à saúde são hoje presenteados com o título de “heróis de primeira linha”. Aqueles que, contra a natureza humana, não fogem do campo de batalha, mesmo que estejam a perder a batalha. Permanecem, voltam um dia atrás do outro, arriscando as próprias vidas e com isso arriscando, muitas vezes, as vidas dos seus em casa. Trabalham sem meios adequados, inventam e reinventam soluções, testam formas de combate à doença, dão o seu melhor para que a sociedade não perca a guerra.

A sociedade vê neles um exemplo de perseverança e esperança no futuro. Os hospitais são presenteados com material de apoio, por anónimos e conhecidos. Os profissionais de saúde vêem-se apoiados por toda a comunidade que os rodeia com os maiores e mais pequenos gestos de agradecimento, às vezes um simples e sincero “obrigado” tem todo o valor do mundo, dando-lhes o alento que necessitam para continuar em frente.

Mas não foi há muito tempo: os que hoje os chamam de “heróis”, apelidavam-nos de “bestas” por reivindicarem melhores condições de vida como o reconhecimento das suas especializações ao nível de ordenados, a exigência de um estatuto de carreira de desgaste rápido, um estatuto de carreira no caso dos enfermeiros e o descongelamento de carreiras. Os auxiliares de acção médica, esses, arriscam as suas vidas todos os dias por um ordenado mínimo, mas não desmobilizam, continuam a ajudar a salvar vidas contra todas as probabilidades, mesmo contra tudo o que a razoabilidade humana lhes exija. Trabalham sem subsídios de risco, trabalham com o medo nos corações, mas pelos olhos emanam esperança.

Os professores, num mês, inventaram e reinventaram a escola. Com espírito de missão, arregaçaram as mangas e traçaram novos caminhos na educação. O ensino à distância é hoje uma realidade em progressão. Sem orientações dignas dessa palavra, deram resposta aos seus alunos num primeiro momento. Com orientações vagas delinearam estratégias, organizaram-se, foram à procura de soluções e encontraram-nas, construíram-nas e chegam aos seus alunos.

O ministro da Educação chama-os de “heróis”. “Cada professor é um verdadeiro herói”, disse. O primeiro-ministro promete um novo choque tecnológico na educação no próximo ano lectivo.

Os professores não querem ser “heróis”, querem ser reconhecidos como profissionais que são. Os professores fizeram a revolução tecnológica na sociedade escolar a partir de suas casas e sem apoio governamental. Se os professores são “heróis” hoje, é porque sempre o foram, mas nem sempre foram tratados como tal. A sociedade nem sempre os tratou como hoje os trata.

Pouco antes de a pandemia começar, os professores eram agredidos, física e psicologicamente, quase diariamente, por alunos e familiares. Viram-lhes negado a contabilização, sem retroactividade, da contagem de todo o tempo perdido durante o congelamento, para efeitos de carreira, como aconteceu com as carreiras gerais da função pública. Viram situações de injusta ultrapassagem na carreira acontecer entre colegas, sem qualquer salvaguarda por parte da tutela. Viram construir, na sociedade, uma imagem de “bestas” que apenas queriam aumentos e mais dinheiro.

São estes profissionais que hoje dão o seu melhor, na primeira ou na segunda linha, para que nada falte aos nossos doentes e às nossas crianças, os mais frágeis da nossa sociedade. Ontem passaram, ou fizeram-nos passar por “bestas”, hoje chamam-nos de “heróis”. Todos são apenas dos melhores profissionais do mundo, tal como todos os outros que todos os dias se levantam de manhã para ir cumprir a missão que escolheram nas suas vidas.

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COVID-19 | Dia 29 – O material tem sempre razão

COVID-19 | Dia 29 – O material tem sempre razão » Educare – O Portal de Educação

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Marcelo já enviou o novo decreto de estado de emergência para o Parlamento

 

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PLIP, O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada

O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada (PLIP)

O PLIP visa dar vida a livros que se encontram nas estantes das bibliotecas, oferecendo-os a novos leitores. Tal dá-se através da adaptação de obras originais ou já publicadas para que públicos com necessidades específicas possam chegar a elas através de versões em novos formatos: Livros em Braille e em alto-relevo (para pessoas cegas ou com baixa visão); audiolivros (para quem prefere ouvir); vídeo-livros em Língua Gestual Portuguesa (para os Surdos) e em formatos adaptados – pictogramas e versões simplificadas (para pessoas com incapacidade intelectual ou limitações de outra natureza).

Os kits criados trazem o cunho das equipas que neles trabalharam e refletem as competências – profissionais ou amadoras – de quem voluntariamente dá de si para que outros possam chegar à leitura. Mais importante do que a qualidade técnica dos materiais produzidos é a fidelidade aos autores e aos livros que lhes deram origem e o respeito pelos novos leitores que só assim os poderão passar a ler.

Os KITS PLIP apresentam-se em ficheiros em formato eletrónico que são disponibilizados gratuitamente para serem materializados através da impressão (normal ou em equipamentos específicos – ex. impressora braille ou de relevo) ou utilizados diretamente nos computadores (através de leitores de ecrã).

Para além de DESENVOLVER KITS MULTIFORMATO para leitores com necessidades específicas, o PLIP pretende promover e DINAMIZAR AÇÕES DE LEITURA que levem os livros a TODOS, incluindo pessoas com incapacidade ou necessidades especiais; estimular a partilha de experiências; desenvolver uma cidadania participada e dinamizar os espaços públicos dos distritos, cidades, vilas e municípios, enquanto enriquece o acervo das bibliotecas/instituições promotoras. É ainda objetivo deste Projeto PARTILHAR BOAS PRÁTICAS e DICAS na área da leitura acessível.

É um projeto desenvolvido em comunidade, criando laços entre gerações, lugares, e diferentes áreas do saber e do viver. Assume-se como um agregador de boas práticas, levando mais longe e dando visibilidade ao bom trabalho que se vem desenvolvendo, um pouco por todo o lado, de forma isolada. É uma oportunidade para os mais novos deleitarem os mais velhos; para os mais experientes transmitirem saberes únicos e deixarem marcas no meio onde vivem; para os artistas se exprimirem; para todos nos alimentarmos da nossa cultura.

Acreditamos que a LER + vamos + LONGE.

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Entrevista com Secretário de Estado da Educação ao Forum Estudante

Aconselho a visualização dos últimos minutos da intervenção do SE a todos os professores.

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PROCESSAMENTO DE REMUNERAÇÕES 2020 -Atualização

 

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Tenham calma com os Novos Pedidos e Renovações da MPD

 

Temos recebido pedidos de informação e até já publicamos um modelo de requerimento e declaração disponibilizado por um sindicato, mas tenham calma.

A DGAE ainda não emitiu instruções sobre procedimentos a ter em relação a qualquer uma das situações em causa. Sabemos que a DGAE está a contactar telefonicamente os docentes que viram o seu pedido indeferido o ano passado para inquirir sobre a manutenção da necessidade deste modelo de mobilidade, mas ainda nada está decidido. Quanto a novos pedidos, também ainda não há decisões.

Aconselhamos a aguardar pela Circular que vai ser publicada, na página eletrónica desta Direção-Geral, onde serão divulgados esclarecimentos sobre os procedimentos a adotar no âmbito da MPD.

 

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Vamos ficar todos bem? – Santana Castilho

Vamos ficar todos bem?

1. Vão ficar bem os de sempre. Os que já reclamam compensações de milhares de milhões. Não vão ficar bem os 552 mil em layoff, nem os 320 mil no desemprego.
Na longa vida que já levo, não guardo memória de uma hecatombe assim. Nunca vi uma travagem da economia tão generalizada e um pânico social tão ampliado. Por isso, aflige-me não sabermos quando acabará a prisão preventiva da sociedade inteira. Embora a atmosfera actual esteja dominada por uma certa ideologia comportamental, seja opressiva e reaja mal a opiniões sem máscara, afirmo que não teria parado a economia deste modo, muito menos teria alimentado o medo desta maneira.

2. A opinião pública está hoje fortemente condicionada para aceitar um só ângulo de observação da pandemia. O receio deu lugar ao medo e o medo abriu a porta ao pânico, desproporcionado face a outras patologias e a outros males que assolam o mundo. As bolas de cristal foram substituídas por modelos matemáticos, que protagonizaram cenários em que, a breve trecho, teríamos mais infectados que população existente.
O dilúvio noticioso sobre a covid-19 superou largamente a alienação de outras ondas mediáticas (futebol, incêndios, calamidades climáticas). Os noticiários são massacrantes e repetem ad nauseam quadros de desgraça. Perplexo, pergunto-me como é possível que equipas de reportagem, atropelando a privacidade e a dignidade mínima dos prostrados nos cuidados intensivos, filmem o que o decoro e a protecção de dados interdita.
Dia após dia, os mais populares pivots das nossas televisões descodificam gráficos mágicos, com as antevisões dos penúltimos dias da humanidade. No fim dos noticiários asfixiantes, paramentam-se de sacerdotes da esperança e catequizam-nos com uma longa e poética homilia de boas condutas.

3. Aos velhos foram aplicadas duas penas: aos que vivem em lares, a crueldade da solidão imposta; aos que lá não estão, a discriminação, como cidadãos de segunda. Não é aceitável que o Estado, que legalizou a eutanásia, decida retirar aos velhos o direito de continuarem a ver os filhos e os netos, se entenderem correr o risco. Não se entende que a idade seja indicador discriminatório. Se as discriminações por religião, por orientação sexual, por etnia ou por género estão hoje banidas pela ética mínima que nos norteia socialmente, como aceitar que se retomem estigmas por outras características da pessoa humana, no caso, a idade? O confinamento coercivo de pessoas só é aceitável quando elas possam pôr em risco a saúde dos outros. O resto é interrupção da democracia, paternalismo que se dispensa, infantilização dos velhos, desrespeito pelo direito ao “convívio familiar” e à “autonomia pessoal”, que a Constituição expressamente lhes atribui (Artº 72º). É imperioso que Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Ursula von der Leyen (que quer confinar os velhos até ao fim do ano) esclareçam se os direitos cívicos e a dignidade humana caducam com a idade.

4. Os números que documentam esta pandemia não são mais graves que outros. Já morreram 100 mil pessoas com covid-19. Mas por ano morrem 10 milhões com cancro. Em 2018 morreram 200 mil crianças com tuberculose e 300 mil com malária. O que esta pandemia tem de novo é ser servida por um contador universal de mortes em directo, ter uma maior velocidade de contágio e ser provocada por algo que ainda é pouco conhecido.
O confinamento foi importante para evitar o colapso dos serviços de saúde. Mas a sua continuidade radical é insustentável, se pensarmos na economia e na saúde mental da população. Na ausência de vacina, o contágio controlado (imunidade de grupo) é a estratégia inteligente. Já assim começaram a actuar a Espanha, Itália, Reino Unido, França, Dinamarca, Alemanha, Áustria e Suíça. A abertura tem que ser lenta e progressiva. Mas o excesso de prudência e o sequestro brutal da vida produtiva matará mais que o vírus. A decisão de abrir é um risco. A decisão de continuar em confinamento radical será uma tragédia.

5. Por fim, vejo com enorme preocupação que se comece a falar em certificados de imunidade, escabrosa ideia que nos ofereceria mais uma repugnante divisão social: cidadãos puros, devidamente munidos de passaporte de sanidade, e párias impuros, sem direito ao novo papel selado. O que é que isto nos recorda, caros cidadãos, obedientemente recolhidos em casa?

In “Público” de 15.4.20

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Já se estão a pôr em fila para faturar uns cobres

 

Empresa dos “Magalhães” pronta a produzir novos computadores

A JP Sá Couto, responsável pelo lançamento há 12 anos do computador portátil “Magalhães”, para alunos do 1.º Ciclo, está disponível para produzir novos equipamentos que satisfaçam a intenção do Governo de assegurar a universalidade das ferramentas digitais a todos os alunos no próximo ano letivo.

João Paulo Sá Couto, administrador da empresa, adiantou ao JN que, embora ainda não tenham sido contactados pela tutela, têm disponibilidade para produzir novos equipamentos para alunos do primeiro ciclo e também do segundo.

 

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Circular – Formação contínua, avaliação do desempenho docente e observação de aulas

Foi publicada a Circular sobre Formação contínua, avaliação do desempenho docente e observação de aulas que regulamenta as situações excecionais para 2020 no que respeita à Formação, Avaliação e Observação de Aulas.



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Circular: Formação contínua, avaliação do desempenho docente e observação de aulas

 

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O Telensino na RTP Madeira

O ‘Telensino: estudar com autonomia’ vai para o ar na próxima segunda feira. Serão gravadas 240 horas de conteúdos que irão resultar em 120 horas de aulas transmitidas na RTP/Madeira, cuja grelha foi divulgada na edição impressa de hoje do JM.

Serão vinte disciplinas que terão espaço na RTP/Madeira, para os alunos do ensino secundário. 20 professores darão a cara à apresentação dos conteúdos programáticos. As tele-aulas, de 30 minutos, irão decorrer de 20 de abril a 31 de maio.

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Resumo em PDF e vídeo do novo DL14G/2020 de 13 de abril

Resumo elaborado por: Fernanda Lopes Martins

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Como proceder se as horas não forem cumpridas nos cursos profissionais?

 

 

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Secretário de Estado Adjunto e da Educação explica como vai ser o terceiro período escolar (Exame Informática)

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Não me admira que os professores não adiram

Depois de anos a ser maltratados, difamados, humilhados, caluniados… queriam voluntariado?

Já muito voltários somos nós. do dia para a noite transformamo-nos em professores a distância. Demos resposta a uma crise que ninguém esperava. Formamo-nos em plataformas, videoconferência, TIC e afins. Usamos o nosso material (computadores e outros) para continuar a dar resposta ao ensino dos nossos alunos. Perdemos dezenas de horas a preparar material de apoio. Estamos a trabalhar para lá das 35 horas semanais para organizarmos uma escola em cada casa. E ainda íamos ser “vedetas” da Tv? Quem foi convidado? Eu não, não sou de excelência, sou mais um que tem andado a trabalhar noite dentro…

Não me admira que os professores do ensino público não adiram, estão preocupados com o futuro dos seus alunos a quem não têm como chegar tecnologicamente,  com os que pura e simplesmente não conseguem contactar, com as crianças que… nem todos têm alunos de “topo”.

Governo recorre ao ensino particular e cooperativo para telescola

Com tantos professores de excelência ( e agora sem cinismo) que o ensino público tem, foi necessário recorrer aos professores do particular? Quais serão as contrapartidas?

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O desafio das primeiras aulas em direto com os alunos

As primeiras aulas em direto com os alunos (aulas síncronas) começaram hoje  e a grande maioria marcou presença e participou   com entusiasmo neste primeiro encontro com os seus professores. O esforço conjunto entre direção, professores, alunos e encarregados de educação para criar um plano organizado de trabalho exequível e inclusivo  parece estar a resultar.

 

 

 

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Requerimento e Declaração da Renovação da MPD

Fica aqui documento elaborado por um sindicato (SNPL) de forma a dar cumprimento ao pedido de renovação da Mobilidade por Doença para 2020/2021.

Este documento já está em formato doc para preenchimento.

 

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ME convida professores a disponibilizarem as suas aulas na plataforma #EstudoEmCasa

Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa

O #EstudoEmCasa chega ao YouTube através de 5 novos canais, com aulas para crianças e jovens da Educação Pré-escolar ao ensino secundário.
Num momento em que as atividades letivas presenciais estão suspensas, multiplica-se a oferta de conteúdos pedagógicos, para lá da resposta via televisão concebida para os alunos do ensino básico, a qual será formalmente apresentada amanhã, quarta-feira.
Resultado da parceria entre o Ministério da Educação, YouTube e Thumb Media, é criada uma plataforma assente no YouTube, que permite que os professores disponibilizem as suas aulas, possibilitando que elas fiquem acessíveis à comunidade educativa alargada.
De facto, partilhar práticas está na ordem do dia para os docentes, atualmente a ensinar a distância. Disponibilizar aos alunos recursos educativos digitais é já uma boa prática que, agora, tem todas as condições para se disseminar. Este desafio a professores e educadores vai ao encontro da procura de soluções que muitos já tinham iniciado desde a introdução das tecnologias de informação e comunicação nas escolas.
O YouTube – uma das plataformas digitais de maior alcance a nível mundial – está, assim, de portas abertas para as Escolas, em Portugal, com conteúdos validados pela Direção-Geral da Educação (DGE).
Os professores, que pretendam disponibilizar as suas aulas nestes 5 novos canais, passam a integrar a “Comunidade YouTube – #EstudoEmCasa”.
Nos próximos dias 16 e 17 de abril estes docentes poderão participar numa sessão online, cujo objetivo é capacitá-los com as metodologias que melhor se adequam à plataforma. Para isso, contarão com o apoio de técnicos das entidades parceiras.
Deste modo, cada docente que participe na referida sessão, e outros que venham a juntar-se posteriormente, irão produzir/disponibilizar aulas e outras atividades, colocando-as nos seus canais próprios (públicos ou privados), cabendo à DGE, depois de um processo simples de validação, organizar esses materiais por anos de escolaridade e por temas para que todos – professores, crianças e alunos, famílias e encarregados de educação – as possam visionar no canal DGE #EstudoEmCasa.
No YouTube os canais poderão ser encontrados fazendo a pesquisa por “DGE #EstudoEmCasa”, ou nos seguintes links:
Estes canais irão também incorporar os conteúdos que vão passar na televisão, para que fiquem acessíveis (on-demand ou de forma individualizada) sempre que professores e alunos precisarem

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Avaliação no Ensino Básico e Secundário

 

 

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Recolha de evidências e “sumários” pelos professores

Os professores têm que efetuar um registo de atividade sobre as aulas ministradas e recolher evidências do trabalho desenvolvido pelos alunos. Uma adaptação que não será de difícil execução.

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Deveres dos alunos na modalidade de Ensina a Distância

 

 

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Calendarização dos exames finais nacionais

 

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Calendarização das provas de equivalência à frequência

 

 

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100% subsídio para assistência a filho

 

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Sobre a avaliação docente neste período excecional

Os docentes que se viram impossibilitados de cumprir os requisitos obrigatórios para a sua avaliação de desempenho, deverão aguardar por uma circular informativa.

 

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Ano escolar até 26 de junho para todos os ciclos

 

 

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As aprendizagens efetuadas no 3.º período contam para transição de ano?

Sim, contam. De forma globalizante todas as aprendizagens devem ser tidas em conta. isto vem tirar a duvida a muita gente que perguntava se em regime não presencial lecionaria ou não novos conteúdos.

 

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Pela Primeira Vez Vai Poder Existir Mais do que 365 Dias de Serviço num Ano

… pois os contratos a termo poderão ser prorrogados até ao fim do ano letivo 2019/2020, que não se sabe ainda quando será.

Mas há PEFs e Exames em Setembro, numa segunda fase.

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Mobilidade por Doença Renovada

Tal como tinha sugerido o governo aprovou a renovação da Mobilidade por Doença para 2020/2021, através de declaração do docente que comprove que a situação de doença se mantém.

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Decreto-Lei n.º 14-G/2020 – Regras Provas, Exames, Calendário

Decreto-Lei n.º 14-G/2020

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O Ministério da Educação lançou Canais do #EstudoEmCasa no Youtube

O canal de Youtube da DGE já criou os canais de YouTube em que irão estar disponíveis os vídeos complementares ao E@D, e que serão transmitidos em sinal aberto através da RTP Memória.

Aqui estão os links:

#EstudoEmCasa – Pré-Escolar


#EstudoEmCasa – 1.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 2.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 3.º Ciclo


#EstudoEmCasa – Secundário

 

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A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

Já são do conhecimento geral as “soluções” criadas pelo Governo para que o 3.º Período se inicie a 14 de abril e que a todos os alunos seja atribuída uma nota no final do ano.

No entanto, quando questionado sobre os alunos do ensino profissional o sr. primeiro-ministro respondeu: “Agradeço a questão que me coloca (…) e estendo também ao ensino artístico (…) Obviamente, o seu processo de avaliação tem de ser adaptado às presentes circunstâncias, designadamente as apresentações da PAP’s (Provas de Aptidão Profissional) que terão de ser feitas, (…) ou, a partir do local de residência, ou do posto do local de trabalho, ou a partir da escola, estando o professor distanciado, de acordo com a circunstância específica de cada uma das escolas e de cada uma das PAP’s em concreto”, e sobre estes cursos, profissionais e artísticos, nada mais foi dito nas declarações ao país que duraram quase 60 minutos.

Ora, atendendo às especificidades dos Cursos Artísticos — e só sobre estes me pronunciarei pois é a realidade que conheço —, pode-se precocemente concluir, nestas declarações, que caberá às escolas/diretores/professores encontrar as soluções para as suas especificidades, sabendo que nenhuma delas será ideal para uma boa consolidação dos conteúdos e um processo ensino/aprendizagem eficiente.

Como todas as escolas, nas últimas semanas, os diretores viram-se obrigados a invadir os encarregados de educação com questionários sobre o seu ambiente familiar, o número de gadgets por elemento da família, a velocidade da Internet, mas, no caso do ensino artístico, foi necessário compreender outras situações, nomeadamente, se as condições de segurança estão reunidas. Assim, as perguntas são mais específicas detalhadamente se possuem equipamento de gravação de imagem e/ou som, se tem o instrumento (no caso da Música) ou outros materiais específicos, como uma barra (no caso do curso de Dança), sem têm possibilidades de imprimir documentos como uma partitura, a altura dos tetos ou da área passível de ser desarrumada para trabalhos práticos.

Pois, se não se podem “mudar as regras do jogo a meio”, não se pode ignorar o facto de estes serem cursos iminentemente práticos!

As mais variadas respostas levantam problemas incontornáveis ao nível da consolidação de conteúdos ou aquisição de novos quando, simplesmente, os alunos não têm espaço para os executar.

Existem ainda disciplinas cuja prática não é compatível com qualquer pavimento ou ainda as disciplinas/módulos que implicam a relação com os pares.

Nas disciplinas de conjunto é possível pedir um trabalho individualizado aos alunos, mas o propósito destas é imediatamente comprometido pois, mesmo em situação de aulas síncronas não é possível garantir, com nenhuma ferramenta de videoconferência, e a melhor velocidade de internet, a verdadeira sincronização dos instrumentos pelo chamado delay próprio desta forma de comunicação.

Reforço, estes cursos são práticos, por isso, a solução não pode passar por substituir a prática por trabalhos teóricos de pesquisa ou simulação.

Espera-se assim que os professores de Ensino Artístico sejam mais criativos do que qualquer outro para criar as soluções que não foram apresentadas por mais ninguém.

In Público

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