16 de Abril de 2020 archive

PROGRAMAÇÃO ESTUDO EM CASA DIA 20 – RTP MEMÓRIA

 

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Nota informativa – EB/N.º1/2020 – Concessão de Equiparação a Bolseiro

Encontra-se disponível o formulário eletrónico para renovação dos pedidos de equiparação a bolseiro para o ano de 2020/2021. Disponível de 16 de abril até às 18h00 do dia 30 de abril de 2020.

 

SIGRHE

 Nota informativa – EB/N.º1/2020 – Concessão de Equiparação a Bolseiro

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Nota Informativa LS/N.º1/2020 – Licença sabática – Ano escolar 2020/2021

 

Nota Informativa

 

 Nota Informativa LS/N.º1/2020 – Ano escolar 2020/2021

 

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” A Ilha” – Estação das Letras

” A Ilha”

Ilha não é só um pedaço de terra cercado de água por todos os lados.
Ilha é qualquer coisa que se desprendeu de um qualquer continente.
Uma criança, tímida na escola quando ninguém quer brincar com ela, é uma ilha.
Ou então um velho que no natal espera a família , e ninguém aparece é uma ilha.
Tudo o que em nós ainda não morreu cercado pelo que já mataram, é uma ilha.
A lágrima é uma ilha que desliza no oceano da cara.
Esta é a minha ilha, aqui todos são bem vindos, aqui todos podem entrar.
Quando tudo isto passar, venham , tragam a mãe, o pai, o irmão e até o gato ou o cão.
Porque todos os dias temos construído pontes entre nós.

Até já.

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Os heróis de hoje eram as bestas de ontem

Os heróis de hoje eram as bestas de ontem

A pandemia que estamos a viver em todo o mundo veio com um novo olhar sobre os profissionais que, de uma forma ou de outra, tentam salvar a sociedade de todos os males que ela trouxe consigo.

Os profissionais ligados à saúde são hoje presenteados com o título de “heróis de primeira linha”. Aqueles que, contra a natureza humana, não fogem do campo de batalha, mesmo que estejam a perder a batalha. Permanecem, voltam um dia atrás do outro, arriscando as próprias vidas e com isso arriscando, muitas vezes, as vidas dos seus em casa. Trabalham sem meios adequados, inventam e reinventam soluções, testam formas de combate à doença, dão o seu melhor para que a sociedade não perca a guerra.

A sociedade vê neles um exemplo de perseverança e esperança no futuro. Os hospitais são presenteados com material de apoio, por anónimos e conhecidos. Os profissionais de saúde vêem-se apoiados por toda a comunidade que os rodeia com os maiores e mais pequenos gestos de agradecimento, às vezes um simples e sincero “obrigado” tem todo o valor do mundo, dando-lhes o alento que necessitam para continuar em frente.

Mas não foi há muito tempo: os que hoje os chamam de “heróis”, apelidavam-nos de “bestas” por reivindicarem melhores condições de vida como o reconhecimento das suas especializações ao nível de ordenados, a exigência de um estatuto de carreira de desgaste rápido, um estatuto de carreira no caso dos enfermeiros e o descongelamento de carreiras. Os auxiliares de acção médica, esses, arriscam as suas vidas todos os dias por um ordenado mínimo, mas não desmobilizam, continuam a ajudar a salvar vidas contra todas as probabilidades, mesmo contra tudo o que a razoabilidade humana lhes exija. Trabalham sem subsídios de risco, trabalham com o medo nos corações, mas pelos olhos emanam esperança.

Os professores, num mês, inventaram e reinventaram a escola. Com espírito de missão, arregaçaram as mangas e traçaram novos caminhos na educação. O ensino à distância é hoje uma realidade em progressão. Sem orientações dignas dessa palavra, deram resposta aos seus alunos num primeiro momento. Com orientações vagas delinearam estratégias, organizaram-se, foram à procura de soluções e encontraram-nas, construíram-nas e chegam aos seus alunos.

O ministro da Educação chama-os de “heróis”. “Cada professor é um verdadeiro herói”, disse. O primeiro-ministro promete um novo choque tecnológico na educação no próximo ano lectivo.

Os professores não querem ser “heróis”, querem ser reconhecidos como profissionais que são. Os professores fizeram a revolução tecnológica na sociedade escolar a partir de suas casas e sem apoio governamental. Se os professores são “heróis” hoje, é porque sempre o foram, mas nem sempre foram tratados como tal. A sociedade nem sempre os tratou como hoje os trata.

Pouco antes de a pandemia começar, os professores eram agredidos, física e psicologicamente, quase diariamente, por alunos e familiares. Viram-lhes negado a contabilização, sem retroactividade, da contagem de todo o tempo perdido durante o congelamento, para efeitos de carreira, como aconteceu com as carreiras gerais da função pública. Viram situações de injusta ultrapassagem na carreira acontecer entre colegas, sem qualquer salvaguarda por parte da tutela. Viram construir, na sociedade, uma imagem de “bestas” que apenas queriam aumentos e mais dinheiro.

São estes profissionais que hoje dão o seu melhor, na primeira ou na segunda linha, para que nada falte aos nossos doentes e às nossas crianças, os mais frágeis da nossa sociedade. Ontem passaram, ou fizeram-nos passar por “bestas”, hoje chamam-nos de “heróis”. Todos são apenas dos melhores profissionais do mundo, tal como todos os outros que todos os dias se levantam de manhã para ir cumprir a missão que escolheram nas suas vidas.

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COVID-19 | Dia 29 – O material tem sempre razão

COVID-19 | Dia 29 – O material tem sempre razão » Educare – O Portal de Educação

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Marcelo já enviou o novo decreto de estado de emergência para o Parlamento

 

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PLIP, O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada

O Projeto de Leitura Inclusiva Partilhada (PLIP)

O PLIP visa dar vida a livros que se encontram nas estantes das bibliotecas, oferecendo-os a novos leitores. Tal dá-se através da adaptação de obras originais ou já publicadas para que públicos com necessidades específicas possam chegar a elas através de versões em novos formatos: Livros em Braille e em alto-relevo (para pessoas cegas ou com baixa visão); audiolivros (para quem prefere ouvir); vídeo-livros em Língua Gestual Portuguesa (para os Surdos) e em formatos adaptados – pictogramas e versões simplificadas (para pessoas com incapacidade intelectual ou limitações de outra natureza).

Os kits criados trazem o cunho das equipas que neles trabalharam e refletem as competências – profissionais ou amadoras – de quem voluntariamente dá de si para que outros possam chegar à leitura. Mais importante do que a qualidade técnica dos materiais produzidos é a fidelidade aos autores e aos livros que lhes deram origem e o respeito pelos novos leitores que só assim os poderão passar a ler.

Os KITS PLIP apresentam-se em ficheiros em formato eletrónico que são disponibilizados gratuitamente para serem materializados através da impressão (normal ou em equipamentos específicos – ex. impressora braille ou de relevo) ou utilizados diretamente nos computadores (através de leitores de ecrã).

Para além de DESENVOLVER KITS MULTIFORMATO para leitores com necessidades específicas, o PLIP pretende promover e DINAMIZAR AÇÕES DE LEITURA que levem os livros a TODOS, incluindo pessoas com incapacidade ou necessidades especiais; estimular a partilha de experiências; desenvolver uma cidadania participada e dinamizar os espaços públicos dos distritos, cidades, vilas e municípios, enquanto enriquece o acervo das bibliotecas/instituições promotoras. É ainda objetivo deste Projeto PARTILHAR BOAS PRÁTICAS e DICAS na área da leitura acessível.

É um projeto desenvolvido em comunidade, criando laços entre gerações, lugares, e diferentes áreas do saber e do viver. Assume-se como um agregador de boas práticas, levando mais longe e dando visibilidade ao bom trabalho que se vem desenvolvendo, um pouco por todo o lado, de forma isolada. É uma oportunidade para os mais novos deleitarem os mais velhos; para os mais experientes transmitirem saberes únicos e deixarem marcas no meio onde vivem; para os artistas se exprimirem; para todos nos alimentarmos da nossa cultura.

Acreditamos que a LER + vamos + LONGE.

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