13 de Abril de 2020 archive

O Ministério da Educação lançou Canais do #EstudoEmCasa no Youtube

O canal de Youtube da DGE já criou os canais de YouTube em que irão estar disponíveis os vídeos complementares ao E@D, e que serão transmitidos em sinal aberto através da RTP Memória.

Aqui estão os links:

#EstudoEmCasa – Pré-Escolar


#EstudoEmCasa – 1.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 2.º Ciclo


#EstudoEmCasa – 3.º Ciclo


#EstudoEmCasa – Secundário

 

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A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

A impossibilidade do ensino a distância no Ensino Artístico

Já são do conhecimento geral as “soluções” criadas pelo Governo para que o 3.º Período se inicie a 14 de abril e que a todos os alunos seja atribuída uma nota no final do ano.

No entanto, quando questionado sobre os alunos do ensino profissional o sr. primeiro-ministro respondeu: “Agradeço a questão que me coloca (…) e estendo também ao ensino artístico (…) Obviamente, o seu processo de avaliação tem de ser adaptado às presentes circunstâncias, designadamente as apresentações da PAP’s (Provas de Aptidão Profissional) que terão de ser feitas, (…) ou, a partir do local de residência, ou do posto do local de trabalho, ou a partir da escola, estando o professor distanciado, de acordo com a circunstância específica de cada uma das escolas e de cada uma das PAP’s em concreto”, e sobre estes cursos, profissionais e artísticos, nada mais foi dito nas declarações ao país que duraram quase 60 minutos.

Ora, atendendo às especificidades dos Cursos Artísticos — e só sobre estes me pronunciarei pois é a realidade que conheço —, pode-se precocemente concluir, nestas declarações, que caberá às escolas/diretores/professores encontrar as soluções para as suas especificidades, sabendo que nenhuma delas será ideal para uma boa consolidação dos conteúdos e um processo ensino/aprendizagem eficiente.

Como todas as escolas, nas últimas semanas, os diretores viram-se obrigados a invadir os encarregados de educação com questionários sobre o seu ambiente familiar, o número de gadgets por elemento da família, a velocidade da Internet, mas, no caso do ensino artístico, foi necessário compreender outras situações, nomeadamente, se as condições de segurança estão reunidas. Assim, as perguntas são mais específicas detalhadamente se possuem equipamento de gravação de imagem e/ou som, se tem o instrumento (no caso da Música) ou outros materiais específicos, como uma barra (no caso do curso de Dança), sem têm possibilidades de imprimir documentos como uma partitura, a altura dos tetos ou da área passível de ser desarrumada para trabalhos práticos.

Pois, se não se podem “mudar as regras do jogo a meio”, não se pode ignorar o facto de estes serem cursos iminentemente práticos!

As mais variadas respostas levantam problemas incontornáveis ao nível da consolidação de conteúdos ou aquisição de novos quando, simplesmente, os alunos não têm espaço para os executar.

Existem ainda disciplinas cuja prática não é compatível com qualquer pavimento ou ainda as disciplinas/módulos que implicam a relação com os pares.

Nas disciplinas de conjunto é possível pedir um trabalho individualizado aos alunos, mas o propósito destas é imediatamente comprometido pois, mesmo em situação de aulas síncronas não é possível garantir, com nenhuma ferramenta de videoconferência, e a melhor velocidade de internet, a verdadeira sincronização dos instrumentos pelo chamado delay próprio desta forma de comunicação.

Reforço, estes cursos são práticos, por isso, a solução não pode passar por substituir a prática por trabalhos teóricos de pesquisa ou simulação.

Espera-se assim que os professores de Ensino Artístico sejam mais criativos do que qualquer outro para criar as soluções que não foram apresentadas por mais ninguém.

In Público

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Universidade Aberta vai dar formação a professores

 

Mais de 700 agrupamentos escolares inscritos em formação para a docência digital e em rede

Com o objetivo de apoiar as escolas ao nível do desenvolvimento do Ensino a Distância, num momento em que as atividades letivas presenciais se encontram suspensas, a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Universidade Aberta (UA) disponibilizam a Formação para a Docência Digital e em Rede, dirigida a diretores escolares e extensível a mais dois professores por escola. A primeira edição tem início a 15 de abril e termina a 5 de maio.
Atendendo à forma como decorrerá o 3.º período letivo, e tendo por base os 8 Princípios Orientadores para a Implementação do Ensino a Distância (E@D), cada escola está a desenvolver o seu Plano E@D, encontrando as respostas mais adequadas e potenciadoras do sucesso educativo dos alunos.
Assim, a Formação para a Docência Digital e em Rede – com cerca de 750 agrupamentos de escolas inscritos – vai permitir desenvolver as melhores estratégias de acompanhamento dos alunos, começando pelos diretores e equipas. Esta formação será alargada, em futuras edições, a todos os professores interessados em aprofundar conhecimentos e competências sobre ensino a distância.
Acreditada pelo Conselho Científico e Pedagógico da Formação Contínua de Professores, trata-se de uma formação assíncrona de natureza teórico-prática, com um total de 25 horas, durante a qual serão desenvolvidos 3 temas:
I – Educação e Comunicação Online e Modelos Pedagógicos Virtuais;
II – Plataformas e Tecnologias Digitais Online;
III – Atividades de Aprendizagem e Avaliação Digital.
A Educação Digital e em Rede é uma oportunidade de trazer à Educação inovação, inclusão, flexibilização, abertura e personalização de percursos de aprendizagem.
Esta formação aprofundará, igualmente, as melhores metodologias de ensino e aprendizagem inerentes ao ensino a distância, através da leitura de documentos, da realização de atividades colaborativas e da partilha de reflexões entre todos os participantes.

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Professores querem conhecer conteúdos da telescola

Seria uma boa medida. Os professores para desenvolverem o seu trabalho com os alunos que vão assistir às aulas na telescola, têm que conhecer com a devida antecedência o que, por lá, vai acontecer. A grelha todos já conhecem, mas para preparar material de apoio terão que conhecer muito mais do que isso.

 

Professores ainda não conhecem conteúdos da telescola

Associação Nacional de Directores lembrou que, até ao momento, o Ministério da Educação divulgou, apenas, a grelha e o calendário das aulas que a RTP Memória vai transmitir. Terceiro período começa já nesta terça-feira.

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O Bom exemplo que vem da Trafaria

 

Com uma plataforma construída de raiz, a Trafaria vai ter aulas à distância com toda a proteção possível e organização.

Cliquem no link e verifiquem

Plataforma Interdisciplinar do Agrupamento de Escolas da Trafaria

 

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Quando o ensino e a parentalidade colidem

Os professores em tele-trabalho não podem deixar de ser pais, também têm de cuidar dos seus. Gerir as duas tarefas em confinamento não é propriamente uma tarefa fácil, é necessária uma disciplina rígida para levar tudo a bom porto.

Quando o ensino e a paternidade colidem: À medida que as escolas mudam online, muitos professores regem duas funções

Os edifícios escolares estão fechados, mas têm sido um par de semanas ocupadas para Noriko Nakada, uma professora de Los Angeles.

Ela tem participado de reuniões virtuais de professores, recebendo formação para instrução remota, e continua a trabalhar com os alunos on-line. Na segunda-feira, deu uma aula via Zoom por cerca de 45 minutos, na qual verificou a saúde mental de seus alunos e introduziu o Mês Nacional da Poesia. Cerca de 100 de seus 170 alunos assistiram.

Descobrir como ensinar online enquanto se certifica de que os seus filhos estão ocupados tem sido um desafio.

“No início, tentamos deixar claro que se a mãe ou o pai têm fones nos ouvidos e estão com os olhos no computador, isso significa que eles não podem incomodá-los”, disse Nakada. “A criança de 8 anos pode conseguir isso, mas a criança de 5 anos tem dificuldade.”

“Estamos a fazer o nosso melhor, e nada disto vai ser bonito”.

LER MAIS AQUI

 

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Máscaras para professores, alunos, AT e AO

Se houver no mercado…

Diretores vão pedir reforço de orçamento para comprar máscaras para as escolas

Se os alunos do 11.º e 12.º regressarem às aulas presenciais até 26 de junho, tanto eles como professores e funcionários terão de usar obrigatoriamente máscara.

A Associação Nacional dos Diretores e Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP) vai pedir, na próxima semana, ao Ministério da Educação (ME) o reforço dos orçamentos dos estabelecimentos, que estão a funcionar em duodécimos, para conseguirem comprar máscaras.

 

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