Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 11ª Reserva de Recrutamento 2016/2017
Nov 18 2016
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Nov 18 2016
No uso das competências que por lei lhe são conferidas e nos termos regimentais, após apreciação do projeto de Parecer elaborado pelo relator Joaquim Azevedo, o Conselho Nacional de Educação, em reunião
plenária de 8 de junho de 2016, deliberou aprovar o referido projeto, emitindo assim o seu terceiro Parecer do ano de 2016.
clicar na imagem
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Nov 18 2016
Declaração de retificação n.º 1125/2016
Nos termos do disposto nos n.os 2 e 3 do artigo 9.º do Regulamento de Publicação de Atos no Diário da República, aprovado pelo Despacho normativo n.º 35 -A/2008, publicado no Diário da República, 2.ª série,
n.º 145, de 29 de julho, revisto e republicado pelo Despacho normativo n.º 13/2009, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 64, de 1 de abril, declara -se que o Despacho n.º 8294 -A/2016, publicado no Diário
da República, 2.ª série, n.º 120, de 24 de junho, saiu com inexatidões no anexo V, que, com a respetiva republicação, assim se retifica:
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Nov 17 2016
Já em 2013 apresentei um relatório da DGEEC com o título “Modelo de previsão do número de alunos em Portugal – impacto do alargamento da escolaridade obrigatória” que estudava a previsão do número de alunos até 2017/2018.
Para comparar as previsões feitas agora até 2020/2012 com as previsões dessa altura comparei os dados dos dois relatórios para perceber se as previsões batiam certo com as de agora.
E não.
As previsões da altura pecam por defeito e em 2014/2015, já com números fechados, existiam menos 12.810 alunos no 1º ciclo do que o inicialmente previsto.
Se voltar a acontecer em 2020/2021 o mesmo erro então quererá dizer que menos alunos existirão a frequentar o ensino do que aquele que se prevê agora.
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Nov 17 2016
São professores da Educação Especial? O que gostariam que mudasse? O que precisa realmente de ser mudado?
O grupo de trabalho criado pelo Despacho n.º 7617/2016, de 8 junho, pretende propor “um conjunto de alterações ao Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, e respetivo enquadramento regulamentador, incluindo os mecanismos de financiamento e de apoio, com vista à implementação de medidas que promovam maior inclusão escolar dos alunos com necessidades educativas especiais.”
Ainda ninguém sabe o que se propõe, mas era importante que o grupo de trabalho soubesse o que os professores que lidam com necessidades educativas especiais têm a dizer pela sua própria voz.
Deixem aqui a vossa opinião através de um comentário…
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Nov 17 2016
Já aqui abordei a questão dos funcionários públicos que são avaliados pelo SIADAP necessitarem apenas dos pontos para progressão na carreira ao contrário dos docentes que precisam do tempo de serviço e da avaliação de desempenho. Os docentes estão condicionados à contagem do tempo para efeitos de carreira para progressão.
E se os quase 10 anos de congelamento na função pública em final de 2017 poderá permitir a quem é avaliado pelo SIADAP amealhar os pontos necessários para uma progressão o governo já pensa numa forma de impedir que em 2018 essa progressão tenha impacto no vencimento desses trabalhadores.
Não me admira nada que a par de uma imposição na alteração das regras de progressão pelo SIADAP também venha uma alteração na carreira docente para permitir mudanças de escalão para vencimentos iguais.
Os sindicatos saíram esta quarta-feira do Ministério das Finanças preocupados com a proposta apresentada pela secretária de Estado da Administração Pública relacionada com o “descongelamento gradual das carreiras a partir de 2018” e com a revisão do sistema de avaliação de desempenho dos funcionários públicos (SIADAP). Os representantes dos trabalhadores receiam que o Governo aproveite a reformulação do SIADAP para alterar as regras de progressão na carreira, impedindo que o descongelamento abranja a generalidade dos funcionários.
“Estamos preocupados. O Governo quer discutir o descongelamento gradual das progressões na carreira, o que é inaceitável e ilegal. O descongelamento só poderá ser gradual se se alterarem as regras do jogo”, disse ao PÚBLICO Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum.
A dirigente receia que o Governo altere o SIADAP e, de caminho, mude também as regras de progressão na carreira (que estão associadas aos resultados da avaliação), de forma a minimizar o impacto do descongelamento.
“Se isso se confirmar, será um balde de água fria para os trabalhadores. É quase como o aumento do horário de trabalho [de 35 para 40 horas semanais] decidido no tempo de Pedro Passos Coelho”, avisa a dirigente, lamentando que no encontro o Governo não se tenha mostrado disponível para discutir aumentos salariais e descongelamento das carreiras já para o próximo ano.
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Nov 17 2016
Serve a presente publicitação de início de procedimento para informar que poderão constituir-se como interessados, bem como apresentar contributos ou sugestões, todos os particulares e as entidades que comprovem a respetiva legitimidade no âmbito do procedimento tendente à alteração da Portaria Conjunta n.º 172-A/2015, de 5 de junho, que fixa os termos de atribuição de apoio financeiro pelo Estado a estabelecimentos de ensino particular e cooperativo de nível não superior, prevista no artigo 17.º do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 152/2013, de 4 de novembro.
(clicar na imagem)
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Nov 17 2016
A redução no número de alunos vai ser transversal a todos os ciclos de ensino e a todas as regiões do país.
Os dados da previsão do número de alunos no ensino básico e secundário realizado pela DGEEC. O relatório faz uma comparação entre os anos letivos de 2014/2015 até às previsões para 2020/2021.
Clicar na imagem para aceder às tabelas de previsão do número de alunos em Portugal e por regiões, 2015-2021
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Nov 17 2016
Um reality check às políticas para a Educação
Por que razão permanecem incólumes as burocracias sem sentido, que penalizam drasticamente as condições de trabalho dos professores e, por essa via, roubam tempo e dedicação ao ensino dos alunos?
Compreende-se que nada tenha sido feito para alterar o estatuto do ensino particular e cooperativo quando se tomaram medidas efectivas que o derrogaram?
Aceita-se que as mesmas forças políticas que tanto zurziram a denominada municipalização da Educação permitam o avanço dissimulado do processo?
Compreende-se que na legislatura que queria virar a página os agrupamentos, o modelo de gestão das escolas e o estatuto da carreira docente, de Maria de Lurdes Rodrigues, ainda brilhem como se fossem a última Coca-Cola no deserto?
in Público
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Nov 17 2016
O problema demográfico que o país vive, afeta, em particular o setor da educação. Nos próximos 5 anos vamos assistir a mais uma redução drástica no número de alunos inscritos.
O ministérios prevê uma redução de 109 mil alunos, principalmente nas regiões Norte e Centro, o Sul (Algarve) vai ter um ligeiro aumento, mas que não compensa as perdas do resto do território. A região do Alentejo deve perder 15% da população estudantil. O 1º Ciclo vai ser o primeiro a sentir essa redução, menos 40 mil alunos até 2018.
Não vai ser só a vinculação de precários que é posta em causa, o número de “efetivos” também está na corda bamba…
Escola pública vai perder mais de 100 mil alunos
A escola pública vai perder mais de 100 mil alunos até 2020. É a nova previsão do Ministério da Educação para o número de inscritos nos próximos cinco anos letivos.
Esta é uma estimativa superior às avançadas inicialmente, com as regiões Norte e Centro a serem as mais afetadas.
Até ao ano letivo 2020/2021, o ensino público perderá 109 mil crianças e jovens, o que significa uma redução de 8% face aos cerca de um milhão e 300 mil inscritos que frequentavam as escolas no ano passado.
Será no primeiro ciclo que a diminuição de alunos mais se vai sentir, com uma redução de 61.634 alunos até 2021.
Estes dados refletem, sobretudo, as consequências da crise demográfica que afeta o país.
As previsões penalizam, particularmente, as regiões Norte e Centro, que perderão 20% dos alunos do primeiro ciclo.
Só o Algarve terá mais crianças nas escolas dentro de cinco anos, prevendo-se um crescimento de 6,5%, com especial incidência no terceiro ciclo e no ensino secundário.
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Nov 17 2016
É tudo uma questão de finanças. Com um orçamento já apertado, o ministro da educação vai ter que fazer muita ginástica financeira no próximo ano. Só para reposição salarial são necessários 188 milhões de euros.
Tendo em conta que 71% do O.E. para a educação vão ser gastos em vencimentos a integração dos “precários” nos quadros pode agravar, ainda mais, este valor.
Juntando, a isto, as ultimas previsões do ministério, em relação ao número de alunos inscritos para os próximos 5 anos, vai tornar-se difícil a vinculação de um número considerável de professores.
Ministro não esclarece se programa de precários inclui professores O Estado vai lançar um programa para vincular aos quadros trabalhadores da Administração Pública em situação precária. As várias tutelas já entregaram, aliás, nas Finanças um levantamento das várias modalidades de contratação em vigor nos serviços da Administração Pública.
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Nov 16 2016
O EDULOG, o Think Tank da Educação da Fundação Belmiro de Azevedo, vai lançar uma nova iniciativa – EDUTALKS – consistindo esta num ciclo de conferências dedicadas à Educação para discutir de forma informal, simples e acessível, temas relevantes nesta área,.
A primeira conferência vai ter lugar no dia 7 de dezembro, pelas 15h45 no Auditório da reitoria da Universidade de Coimbra. A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição e os lugares são limitados.
A partir do estudo “Que perceções têm os portugueses sobre o valor da educação?”, iremos analisar e discutir em maior detalhe as principais conclusões deste retrato da sociedade portuguesa e do valor que esta atribui à Educação.
Contamos com a apresentação do estudo por Orlanda Tavares, Investigadora no CIPES e A3ES, e com uma mesa redonda onde se juntam à conversa, Cristina Rocha e João Caramelo, ambos Professores da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, com a moderação dos jornalistas Pedro Sousa Tavares do Diário de Notícias e Bárbara Wong do jornal Público.
As inscrições são registadas através do endereço: http://edutalks.edulog.pt.
Nas redes sociais, pode encontrar mais informações sobre o EDULOG no Facebook ou no Twitter. Para partilhar ou pesquisar informações sobre esta iniciativa em particular pode utilizar #EDUTALKS.
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Nov 16 2016
O Ministro da Educação, declarou, ontem, estar aberto a combater a precaridade docente. A ANVPC acredita que poderá ser traçado um plano que levará à entrada de novos professores nos quadros. Defende ainda a existência de uma diferenciação positiva para os docentes que desenvolveram a maioria do seu serviço docente nas escolas do ensino público (escolas diretamente tuteladas pelo Ministério da Educação), que concorreriam, assim, numa prioridade superior. Esta questão é essencial para que qualquer regime de vinculação não venha agravar ainda mais o problema da precariedade docente.
Com as negociações, sobre os concursos, a iniciarem no final deste mês, estas declarações, deixam nos docentes uma esperança de verem os suas pretensões ouvidas pelo Ministério.
Ministro disse ontem no Parlamento que não se vai furtar à responsabilidade de combater a precariedade. Associação defende plano de três anos. Fenprof fala em 23 mil
(clicar na imagem) in DN
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Nov 16 2016
Fica aqui o habitual quadro com o histórico de colocações nas reservas de recrutamento, desde 2012, até à reserva de recrutamento 11.
Em 2014 a reserva de recrutamento 11 foi a última lista publicada nesse ano lectivo. Assim, a partir da próxima semana deixarão de ser contabilizadas as colocações de 2014, que fecharam com 9970 colocações de contratados pelas reservas de recrutamento..
Para verem as colocações por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas clicar nos links de baixo.

Esta foi a última reserva de recrutamento de 2014
Na reserva de recrutamento 11 foram colocados apenas 180 docentes contratados, sendo que apenas 5 tiver colocação anual em horário completo.
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Nov 16 2016
A maior parte do aumento homólogo do emprego público resulta das admissões feitas pelo Ministério da Educação e do crescimento dos vínculos precários. Analisando os dados da DGAEP, conclui-se que 70% dos 6319 novos trabalhadores tinham contratos a termo e mais de metade desses trabalhadores, foram admitidos para funções de educador de infância e professor do básico e secundário. Embora a maior parte dos trabalhadores tenham um vínculo por tempo indeterminado com o Estado, há 69.430 que estão com contrato a termo. Destes, 35% concentram-se na área da educação. O Ministério da Educação, revela um crescimento de 2,7%, ou seja, mais 4.465 funcionários, no terceiro trimestre do ano. Os dados estão explícitos nos gráficos ao lado.
in Público
Mesmo assim, segundo Joana Mortágua, nos últimos quatro anos, o número de alunos caiu 5% enquanto que o de professores recuou 23% e o de funcionários 31%.
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Nov 16 2016
———- Mensagem encaminhada ———-
De: SegurancaSocial <[email protected]>
Data: 15 de novembro de 2016 às 11:51
Assunto: FW: Pedido de Esclarecimento – N.º de Dias a declarar na DMR, horários incompletos dos professores
Para: [email protected]
Cara Senhora
Relativamente ao seu contacto, que desde já agradecemos, informamos o seguinte:
Nos termos do art.º 16 do Decreto regulamentar n.º 1-A/2011, de 03/01:
Os tempos de trabalho são declarados em dias, independentemente da atividade ser prestada a tempo completo ou a tempo parcial.
Nos casos em que a atividade corresponda a um mínimo de seis horas de trabalho diário e se reporte a todos os dias do mês, o tempo declarado corresponde a 30 dias.
Nas situações de início, interrupção, suspensão ou cessação de contrato de trabalho a tempo completo é declarado o número efetivo de dias de trabalho prestado a que correspondeu remuneração.
Nas situações de trabalho a tempo parcial, de contrato de muito curta duração e de contrato intermitente com prestação horária de trabalho, é declarado um dia de trabalho por cada conjunto de seis horas.
Nos casos em que o número de horas de trabalho, excedente de múltiplos de seis, for igual a três ou inferior, é declarado meio dia de trabalho e, nos restantes casos, mais um dia, com o limite máximo de 30 dias em cada mês.Pelo exposto, sempre que o contrato de trabalho celebrado entre entidade e trabalhador resulte que a atividade não corresponda a um mínimo de seis horas de trabalho diário, o número de dias declarado terá de corresponder a um dia de trabalho por cada conjunto de seis horas, conforme dispõe o n.º 4.º do referido artigo.
No caso dos docentes segundo os art.º 76.º e 77.º do Estatuto do Carreira Docente:
O pessoal docente em exercício de funções é obrigado à prestação de 35 horas semanais de serviço. O horário semanal dos docentes integra uma componente letiva e uma componente não letiva e desenvolve-se em cinco dias de trabalho.
A componente letiva do pessoal docente:
- da educação pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico é de vinte e cinco horas semanais;
- dos 2º e 3º ciclos do ensino básico é de vinte e duas horas semanais;
- do ensino secundário, desde que prestada na totalidade neste nível de ensino, é de vinte horas semanais;
- da educação e ensino especial é de vinte horas semanais.
Assim, para efeitos de segurança social, e aplicação do art.º 16.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011, de 03/01, o cálculo do número de dias nos contratos de trabalho a tempo parcial, é efetuado na mesma forma como os restantes trabalhadores.
Quanto às questões colocadas no ponto 2, esclarecemos que também se aplica a contratos com horário incompleto a termo certo ou incerto.Para qualquer esclarecimento adicional, não hesite em contactar-nos.
Com os melhores cumprimentos,
INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, IP
Esta resposta da Segurança Social foi dada às seguintes perguntas:
:
De: XXXXXX
Enviada: 11 de novembro de 2016 16:02
Para: CDSSBraga
Cc:
Assunto: Pedido de Esclarecimento – N.º de Dias a declarar na DMR, horários incompletos dos professores
Exmo. Sr. Diretor
Do Centro Distrital da Segurança Social de Braga
Venho por este meio solicitar a Vossa Exa. os seguintes esclarecimentos:
- Qual o número de dias que devemos declarar na Declaração de Remunerações, a um professor com um contrato a termo resolutivo certo, que leciona 19 horas semanais, tendo em consideração que um horário completo são 22 horas semanais?
- O disposto no artigo 16.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro aplica-se só a contratos a tempo parcial? Ou também se aplica a contratos com horário incompleto a termo certo ou incerto?
- Uma vez que o horário dos professores corresponde a uma realidade diferente, isto é, 22 horas são consideradas um horário completo, posso, num professor cujo o horário semanal são 19 horas, considerar que 22 horas correspondem a 30 dias e fazer os seguintes cálculos: 30X19/22=25,90. E na declaração mensal declarar 26 dias?
Com os melhores cumprimentos.
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Nov 15 2016
Parece ser esta a solução a encontrar para que todos os alunos do 1º ciclo passem de facto a ter esta disciplina curricular no seu horário. E se a coadjuvação vier a acontecer como norma (já acontece em algumas escolas), a actividade extracurricular física e motora poderá desaparecer como desapareceu o Inglês não curricular no 3º e 4º ano.
Ver reportagem no Jornal das 8 da TVI entre o intervalo 1:01:22 e 1:05:12 clicando na imagem.
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Nov 15 2016
Criam-se expectativas da ofertas de recursos para combater o insucesso escolar, obrigam-se as escolas em pleno final do ano lectivo anterior a criar planos que contemplam esses recursos e o que depois se oferece são 100 recursos humanos para todo o País.
Se há sucesso neste plano é que ele vai promover o sucesso escolar a baixo custo.
O ministro referiu que tinham sido afectados a este programa mais de 1000 docentes, mas a maior parte já se encontrava nas escolas.
O Ministério da Educação (ME) esclareceu, nesta terça-feira, em resposta ao PÚBLICO, que foram contratados cerca de 100 professores no âmbito do Programa Nacional para o Sucesso Escolar.
Na semana passada, o ministro Tiago Brandão Rodrigues indicou no parlamento que tinham sido chamados para este programa mais de mil docentes, por contratação directa e indirecta. Na mesma audição tinha referido anteriormente que tinham sido “alocados” mais de 1500 docentes às iniciativas de promoção do sucesso escolar, incluindo as tutorias que abrangerão cerca de 25 mil alunos.
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Nov 15 2016
De acordo com a notícia do Dinheiro Digital, o Estado perdeu mais de 71 mil funcionários em quase cinco anos. A notícia é feita de acordo com os dados da publicação da Síntese Estatística do Emprego Público, divulgada hoje pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).
Eu aproveitei para separar os dados do Ministério da Educação e verifiquei que quase 40% dos empregos perdidos desde essa altura são de trabalhadores deste ministério.
Em 31 de Dezembro de 2011 havia 196.407 trabalhadores do Ministério da Educação e em Outubro de 2016 havia 168.310 trabalhadores.
Elaborei o quadro seguinte para se perceber em que ano mais trabalhadores saíram do Ministério da Educação. Só em 2012 saíram do Ministério da Educação 14.512 trabalhadores e só o ano 2015 teve um saldo positivo nestes 5 anos em estudo.
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Nov 15 2016
Mais um motivo para que os professores vejam as suas pretensões de um regime especial de aposentação “ouvidas” pelos responsáveis políticos.
Professor
A Educação e o seu papel na sociedade são temas sempre na ordem do dia; e sempre que são discutidos, também o é o papel do educador! Devido às políticas educativas em prática em Portugal e noutros países do mundo, os professores têm chamado a si responsabilidades que extrapolam o ensino; por outro lado, muitos sentem-se desautorizados e desprovidos das ferramentas clássicas de controlo comportamental dos alunos.
A isto acresce a necessidade de falar para grandes grupos de pessoas diariamente, inclusive para aquelas menos motivadas para aprender! O professor tem que ser, todos os dias, líder. Não admira que passe por altos níveis de stress!in Ekonomista
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Nov 15 2016
O nosso Tiago encomendou um estudo para perceber certos factos sobre a eventual redução de alunos por turma, mas o CNE já o fez. Era escusado gastar mais tempo e dinheiro. Bastava perceber qual o impacto financeiro da medida. Porque essa é a principal questão, neste momento.
Mas ficam alguns dados para conhecimento geral.
Em 2015/2016, no pré-escolar o número médio de crianças por turma é de 19,6. No 1.º ciclo, o número médio é de 20,7. No 1º ciclo, 32% das turmas têm alunos de mais de um ano de escolaridade, sendo que 226 turmas são constituídas pelos quatro anos de escolaridade. No 2.º ciclo, o número médio de alunos por turma é de 22,1. No 3.º ciclo, o número médio é de 22,4. Nestes dois ciclos existem turmas com 31 alunos, excedendo o limite de alunos por turma. Verifica-se que cerca de 45% das turmas do 1.º ciclo, 25% do 2.º ciclo e 32% do 3.º ciclo estão subdimensionadas. Estão sobredimensionadas, aproximadamente, 20% das turmas do 1.º ciclo, 21% das turmas do 2.º ciclo e 17% das turmas do 3.º ciclo. No Ensino Secundário, o número médio de alunos por turma é de 24,5 havendo, também, 174 turmas que têm 31 alunos ou mais, ultrapassando o limite máximo.
Há vários pontos que são influenciados pela dimensão das turmas. O sucesso escolar e as estratégias de qualificação das aprendizagens são dois bons exemplos.
Fica AQUI o estudo para consulta dos interessados
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Nov 15 2016
Está aberta a sessão. O nosso Tiago já falou sobre a redução de alunos por turma e mais uns quantos assuntos. Fiquei com a impressão que o tema da “redução de alunos” vai avançar, mas como o Tiago não tem a experiência de “campo”, encomendou um estudo para saber quais as consequências dessa redução. Também quer saber se tem salas suficientes para albergar as novas turmas que se irão formar. E é claro, o impacto financeiro que a medida vai ter. Mas diz que quer começar a implementar esta medida, já no próximo ano.
Começar a implementar…
Temos de saber claramente os benefícios da redução do número de alunos por turma. É nosso compromisso no próximo ano letivo começar esse esforço. Encomendámos um estudo para avaliar a correlação do número de alunos por turma e os resultados escolares.
Acrescentou que é também importante…
Avaliar o impacto financeiro da redução para valores anteriores ao do XIX Governo Constitucional. E não pode deixar de ter em conta os constrangimentos físicos em alguns estabelecimentos.
O Tiago quer perceber…
Onde é mais eficaz reduzir. Não podendo fazer a redução que pretendíamos, temos de perceber onde podemos fazer essa redução de forma paulatina e onde é mais necessária.
Sendo que em Portugal continental a média de alunos por turma é de 21,4, Tiago refere que isso….
Nos diz, claramente, que as turmas com um número perto do limite superior ou acima do limite se concentram em zonas urbanas, principalmente na Grande Lisboa e Grande Porto.
Temos mesmo que aguardar para ver e ler as conclusões do tal estudo. Desengane-se quem achava que as propostas apresentadas pelos partidos, até hoje, iriam servir de modelo a seguir.
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Nov 15 2016
O Ministro da Educação irá explicar este documento.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/11/MEdu-Nota-Explicativa-OE2017-2.pdf”]
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Nov 14 2016
Um longo artigo de Alexandre Homem Cristo que vale a pena ler.
Alexandre Homem Cristo analisa as contas da Educação, que são discutidas esta terça na AR, e encontra um objetivo de corte, duas pontas soltas, quatro confirmações políticas e quatro ideias a reter.
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Nov 14 2016
… que anula a BCE para 2016/2017.
Para que não ganhem muitas expectativas que a BCE não possa regressar com outro nome e com regras semelhantes às que existiam.
Recordo ao mesmo tempo uma das propostas da ANDAEP dirigidas ao ME.
Todas as escolas e, sobretudo, as escolas com Contrato de Autonomia e TEIP devem ter a possibilidade de contratar professores, através de um processo célere, com critérios aprovados em Conselho Pedagógico e validados pelo Conselho Geral ou Dgae;
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Nov 14 2016
Para se ter uma noção mais precisa sobre o número de candidatos à contratação com 10 ou mais anos de serviço fica aqui o quadro resumo com esses dados.
Os dados foram retirados da lista de ordenação definitiva dos candidatos à contratação e retirados os docentes que concorriam em 1ª e 3ª prioridades.
Foram também eliminadas as candidaturas duplicadas porque para ser contabilizado o número correto de docentes nestas condições tinha de consideram os candidatos únicos e não o número de candidaturas.
A única informação que não consigo recolher destas listas é se todos estes docentes têm trabalhado no ensino público a maior parte do tempo, ou quantos existem que nunca trabalharam para a rede pública do Ministério da Educação.E era importante conhecer publicamente estes dados para perceber até que ponto existe margem de manobra para uma possível vinculação de candidatos com 10 ou mais anos de serviço.
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Nov 14 2016
Com os melhores cumprimentos,
A Direcção da APROTED – Associação de Professores de Teatro-Educação
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Nov 14 2016
Ainda não ouvi isto da boca de nenhum responsável politico. Uma coisa é a pretensão, outra é afirmar que assim são considerados.
Destes 30.000 docentes, quantos conseguirão entrar no quadro desta forma? Não inventarão uma nova Norma Travão para evitar que os professores entrem neste acordo?
Fica a noticia do CM também noticiada na SIC Noticias.
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Nov 14 2016
Ou o Correio da Manhã por querer fazer primeira página escaldante, ou Mário Nogueira por não entender o que separa um contrato individual de trabalho de um contrato precário (recibos verdes).
Entendimento entre Governo, Bloco e PCP para vinculação de funcionários abrange 30 mil professores, diz Fenprof.
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Nov 13 2016
A não perder esta série que Estreia hoje no National Geographic, às 22:30.
https://soundcloud.com/milanrecords/nick-cave-warren-ellis-mars-theme-from-mars
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Nov 13 2016
Ministério da Educação alega que não está em curso uma revisão curricular. Cientistas querem ser recebidos com urgência por Tiago Brandão Rodrigues.
O Ministério da Educação está a excluir as sociedades científicas do processo de mudança dos currículos escolares, que está actualmente em curso, denunciaram ao PÚBLICO os responsáveis das sociedades portuguesas de Matemática, de Química, de Física e de Filosofia, que nesta sexta-feira enviaram uma carta ao ministro Tiago Brandão Rodrigues a pedir uma reunião de urgência sobre este processo.
Fica aqui o pdf de apresentação do documento “Currículo – Identificação de Aprendizagens Essenciais” para dizerem de vossa justiça se são de facto alterações curriculares ou não.
Mesmo não sendo alterações de fundo, não posso deixar de lembrar que para este documento foram ouvidos uma série de alunos em Leiria no mês passado, mas as sociedades científicas nem foram chamadas para se pronunciarem.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/11/ppt-currículo-25-10-2016.pdf”]
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Nov 12 2016
Para que não restem dúvidas do meu ponto de vista para a vinculação de professores contratados exponho-a aqui.
Não sou defensor da norma travão para colocar os docentes que cumprem 3, 4 ou 5 contratos seguidos numa primeira prioridade para um concurso externo que lhe permitirá ingressar num lugar de quadro, nem sou defensor de uma lista de ordenação, com as regras actuais, que permitem que docentes com pouco tempo no ensino público, mas com muito tempo no ensino particular, acabem por ficar com muitos dos lugares em concurso.
A forma de se encontrar uma vaga de quadro (seja de escola ou de QZP) deve partir da sucessiva necessidade de uma escola numa contratação anual em horário completo e não da sucessão de contratos anuais em horário completo de um determinado docente.
A última situação é perversa e pode até levar a que um docente passe 4 anos num determinado QZP e porque foi colocado num quinto ano num QZP diferente que a abertura dessa vaga não seja fruto de uma necessidade permanente dessa escola e por conseguinte desse QZP.
Assim, entendo que todas as necessidades de uma escola que perdurem por um mínimo de 3 anos seja aberta como necessidade permanente e assim lançada como vaga a abrir para ingresso no quadro dessa escola ou desse QZP. Para efeitos de concurso interno ela seria aberta como QA/QE e no caso de concurso externo como vaga de QZP.
E para a ordenação dos candidatos ao concurso externo, sempre considerei que quanto mais tempo de serviço no ensino público num determinado espaço de tempo for considerado para uma primeira prioridade, mais justo será para quem sempre andou no ensino público em conseguir vincular. Elevar o tempo de serviço no ensino público num determinado período de tempo iria promover a vinculação destes docentes que têm mais tempo servido o ensino público.
Qualquer outra leitura que façam dos diversos trabalhos estatísticos apresentados aqui no blogue é apenas fruto da pouca atenção que podem dar a artigos como este que expressam o meu ponto de vista e o meu pensamento sobre este assunto.
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Nov 12 2016
E não me admirava nada que quando vier a sua aposentação, no próprio Diário da República seja identificado como Educadora de Infância.
São ainda raros os Educadores de Infância do sexo masculino, mas já se vão vendo alguns pelos Jardins de Infância.
E ainda bem.
No Estado Novo a educação de infância estava proibida aos homens. Depois tiveram de vencer os receios das famílias.
Olhando para o diploma podíamos dizer que estamos perante uma educadora de infância, mas na verdade à nossa frente está Pedro Nunes da Silva um dos primeiros – senão mesmo o primeiro – homens a tirar o curso de educação de infância em Portugal. Estávamos no início dos anos 1980 e nem uma década tinha passado desde que a profissão tinha deixado de ser interdita a homens. “Ainda recebi um diploma em que está escrito educadora de infância. E já tinha uma barba farta”, recorda.
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Nov 12 2016
É notícia de duas páginas, hoje no Jornal de Notícias, o crescente aumento de colocações de contratados em 2016/2017.
Já por aqui se tem falado que este ano o número de contratações tem sido superior a outros anos e isso demonstra que existe uma necessidade maior de professores que podem ter vários motivos:
Para tentar perceber qual a razão maior para este aumento em breve serão feitos alguns estudos comparativos com anos anteriores para perceber se os contratos de duração temporária estão a aumentar em relação aos anos anteriores.
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Nov 11 2016
Já estamos em novembro e nem todos os alunos do 1º ciclo beneficiam de AEC. Já não é novidade. Este ano com um número de colocações de professores contratados acima do que tem sido usual o problema ainda se tornou mais notório.
Mas também só, ontem, é que o conselho de ministros aprovou a verba para financiar as AEC deste ano letivo…
O Conselho de Ministros autorizou nesta quinta-feira uma verba de 20,7 milhões de euros para financiar as Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), este ano lectivo.
Mas a verba do O.E. para a A.R. teve um aumento de 62.000.000 de euros…
(clicar na imagem) in Público
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Nov 11 2016
Com a aproximação dos ventos das negociações sobre o novo modelo de concursos e vinculação, estou certo que haverá mudanças… só espero que essas mudanças signifiquem mais justiça!
O quadro seguinte apresenta o número de candidatos com 3 anos de contratos completos e anuais no mesmo grupo de recrutamento. Para mim isto representa 1490 vagas de entrada nos quadros da respetiva zona pedagógica para os candidatos mais graduados de cada grupo, desde que para elas concorram. Parece-me o mais justo e exequível neste momento.
Certo é que o número pecará por defeito, porque os contratos ativos da BCE não foram dados a conhecer na totalidade. Relembro que os estilhaços da BCE ainda se fazem sentir (basta olhar para a enormidade de renovações).
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Nov 11 2016
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