7 de Agosto de 2026 archive

Concurso de Afetação 2026/2027 – RAM

 

Listas do concurso:
– Lista de colocação – 2026/08/07;
– Lista ordenada definitiva de candidatos admitidos – 2026/08/07;

Consulte listas aqui

https://www.madeira.gov.pt/drig/Estrutura/Docente/Concursos/ctl/Read/mid/4518/InformacaoId/254359/UnidadeOrganicaId/26/CatalogoId/0

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60 391 candidatos ao Ensino Superior na 1.ª fase

Há mais candidatos à 1.ª fase do Concurso Nacional de acesso à Universidade do que em 2025

 

 

Este ano candidataram-se 60 391 estudantes ao ensino superior, mais 10 796 do que no ano anterior. Trata-se do número mais elevado desde 1996, exceto durante a pandemia de Covid-19

O Ministério da Educação divulgou os dados relativos às candidaturas para a 1.ª fase do Concurso Nacional de acesso à Universidade e os dados revelam um aumento de 21,8% em relação a 2025, registando-se mais 10 796 candidatos do que no ano passado.

Trata-se de número recorde dos últimos 30 anos, apenas suplantados pelos anos da pandemia de Covid-19, durante os quais foram adotadas regras excecionais para a conclusão do ensino secundário e para a utilização de exames nacionais como provas de ingresso.

Resultados são afixados a 23 de agosto e matrículas e inscrições nas Instituições de Ensino Superior (IES) decorrem entre 24 e 27 de agosto.

Recorde-se que o Governo repôs este ano regra que permite às Instituições de Ensino Superior (IES) fixarem entre uma e três provas de ingresso. Com esta decisão o Executivo retomou, assim, a regra que vigorou até 2024 (entre uma e três provas de ingresso), dando às IES maior autonomia na fixação das condições de acesso

A medida respondeu também às solicitações das Instituições de Ensino Superior do interior, nas quais se registou uma redução mais acentuada de colocados, tendo obtido parecer favorável do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e do Conselho Nacional de Educação (CNE).

Sendo afixados hoje os resultados dos processos de reapreciação dos Exames Nacionais do Ensino Secundário realizados na 1.ª fase, o número de candidatos à 1.ª fase poderá ainda subir.

60 391 candidatos ao Ensino Superior na 1.ª fase, aumento de 21,8% em relação a 2025

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O Ministro Solicita ao CNE Um Relatório Sobre o Sistema de Avaliação Externa

Numa carta de 3 páginas, onde solicita que até 31 de dezembro de 2026 o relatório lhe seja entregue.

 

 

 

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Notícias da Negociação Suplementar

Da Pró-Ordem

 

A Federação Portuguesa de Professores participou em reunião suplementar no MECI

 

 

Da Fenprof

Reunião de negociação suplementar sobre recrutamento e colocação de professores

 

A FENPROF requereu a negociação suplementar sobre o recrutamento e colocação de docentes proposto pelo MECI e a reunião realizou-se no dia 6 de agosto, mas sem respeitar as regras definidas pela lei. Desde logo, porque o responsável governamental pela pasta da Educação, o ministro, não esteve presente na reunião.

Assim, o Secretário-geral José Feliciano Costa declarou que a FENPROF irá formalizar o seu protesto pelo desrespeito pelas regras da negociação coletiva, não só junto do MECI, mas irá também recorrer a outras instâncias competentes para avaliar o sucedido.

Na negociação suplementar sobre o recrutamento e colocação de docentes, a FENPROF reafirmou o seu desacordo com o diploma que revê o regime de recrutamento e de colocação de professores, cujos motivos José Feliciano Costa recordou à saída da reunião.

 

 

Ficheiros

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A “escola-depósito”: o embuste da ocupação que sacrifica a infância

 

Portugal lidera, com uma folga que deveria envergonhar qualquer decisor político, o ranking europeu de tempo semanal passado em contexto escolar. Com 38 horas semanais para crianças entre os seis e os 11 anos, largamente acima da média comunitária de 31,5 horas, somos o país que melhor sabe “estacionar” os seus filhos. A conclusão é de uma clarividência incómoda e, para quem ainda preserva alguma lucidez pedagógica, profundamente alarmante.

Mas antes de continuar, é indispensável dizer o que esta estatística esconde, e que a torna ainda mais grave do que parece à primeira leitura. “Contexto escolar” não significa aulas. Não significa instrução, não significa aprendizagem estruturada, não significa sequer atividade pedagógica supervisionada com qualidade. Significa simplesmente que a criança está dentro do recinto escolar. E aí reside o engano que convém a todos, ao Estado, aos municípios, manter na sombra. Contamos como “tempo escolar” horas de ATL, horas de componente de apoio à família, horas de prolongamento de horário, horas de atividades de enriquecimento curricular, de qualidade variabilíssima, e horas em que crianças de 4 ou 7 anos simplesmente aguardam, num corredor ou num ginásio, que alguém as venha buscar.

A “escola-depósito”: o embuste da ocupação que sacrifica a infância

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Saem os Resultados da 2 Fase do 9 Ano, Mas Faltam as Reapreciações Automáticas das Provas Finais

O que equivale por dizer que não se podem publicar as pautas da 2 fase do 9.º ano porque existem decisões dependentes dessas reapreciações.

Ou sou eu que ando a ver mal as coisas?

Mas parece que hoje o foco centra-se apenas nos exames do secundário.

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Alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo

 

Lei n.º 41/2026, de 7 de agosto

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